Acordar e Mudar Portugal! - Movimento Cívico

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Por uma nova forma de fazer políticas e pelo desenvolvimento de Portugal

Se eu fosse B***O, não comentava. Mas, como não me acho B***O, comentarei: 1º - Merkel fomentou e incentivou a austerida...
18/05/2013

Se eu fosse B***O, não comentava. Mas, como não me acho B***O, comentarei: 1º - Merkel fomentou e incentivou a austeridade, enquanto isso deu jeito aos seus propósitos e à economia Alemã. 2º - Tudo isso, foi feito com a complacência e consentimento dessa dita Comissão Europeia, que ninguém elegeu,mas que ...existe e governa. 3º - Aproxima~-se o tempo eleitoral na Alemanha, e eis que a Senhora Ângela Merkel, precisa justificar o que fez perante os Seus. E isto numa altura em que, embora se tente esconder, a economia Alemã está tudo menos de "boa saúde" Ou seja: já tivemos e teremos muitas declarações nesse sentido. O que importa, é que sem o assentimento da "Senhora" Nós e outros como Nós, não recebam as « esmolas» a que nos candidatámos!

Zangam-se as comadres, sabem--se as verdades. Afinal a austeridade sacrossanta que castiga países como Portugal não é culpa de Merkel ou de Schäuble, os maus da fita para mais de metade da Europa. Não. A culpa é de Bruxelas, da Comissão Europeia e do incompetente presidente Durão Barroso. Pela segun...

Gostava de acreditar na "bondade" das palavras de alguns políticos, ex políticos, políticos comentadores, reformados da ...
09/05/2013

Gostava de acreditar na "bondade" das palavras de alguns políticos, ex políticos, políticos comentadores, reformados da política e políticos reformados.
Gostava de acreditar que, quando proferem certas afirmações, fazem-no com sentimento.
É escusado negar! Não se tapa o sol com uma peneira. Manuela Ferreira Leite, Aníbal Cavaco Silva, Marques Mendes, Paulo Rangel e tantos outros, estão apenas a espera da queda de Pedro Passos Coelho. E os políticos pensionistas e os pensionistas da política, estão na primeira linha. É que basta que surja uma medida ( com a qual não concordo ) que lhes entre nos bolsos, para logo se porem em bicos de pés.
Imagino o que o Presidente Cavaco Silva já terá dito pelos corredores do Palácio de Belém!

Antiga líder do PSD acredita que “não pode ser este Governo a aplicar” os cortes nas reformas e acusa Portas de recusar a taxa sobre as pensões mas aceitar um corte retroactivo de 10%.

Não duvido! O número de pensionistas ( se não me engano ) da vitória eleitoral!
09/05/2013

Não duvido! O número de pensionistas ( se não me engano ) da vitória eleitoral!

iOnline, Jornal de Notícias de Portugal e do Mundo. Desporto, Boa Vida, iTv, Opinião e muito mais.

09/05/2013

A insanidade é um estado que está a tornar-se "viral", como agora se diz.
Preocupante, o evoluir desse estado, uma vez que não poupa ninguém. A uns porque os transforma em meras cobaias e a outros em experimentadores sem escrúpulos. E mesmo que as intenções possam ser ou parecer as mel, os resultados acabam sempre por trazer imensos dissabores.
Ouvi hoje, numa reunião onde estiveram presentes alguns dos principais banqueiros do país, mais algumas provas do que digo.
O presidente do BPI, Fernando Ulrich, disse que apoia ( e pelos vistos aplaude ) a ideia da cativação de depósitos superiores a 100 mil euros para suprir a necessidade de recapitalização dos bancos. Claro! É fácil fazer boa figura quando a forma encontrada é a mais vil e disparatada que se possa imaginar. Para além, claro está, da indecorosa usurpação de proventos alheios, fruto do labor e sacrifício. E mesmo que assim não tenha sido, não deixa de ser um bem que se "utiliza" sem nenhuma compensação ou autorização. Mas, como existe sempre uma forma de contornar as situações menos claras, é de crer ( assim espero ) que os depositantes de quantias avultadas, comecem a dividi-las em frações.
Bem sei que logo virá outra investida do setor bancário. Mas, enquanto o "pau sobe e desce..."
Disse também o presidente do BPI, que não existe falta de crédito à economia. Existe sim, falta de procura! Ou sou b***o ou estou maluco!!!!
Como podem as empresas recorrer ao crédito, se são os próprios bancos, seguindo diretivas do Estado, que tudo fazem para dificultar os créditos? Como podem as empresas, tenham elas a dimensão que tiverem, suportar as elevadas taxas cobradas?
Mas outras foram as enormidades...
Do BES, perante o descalabro financeiro do 1º trimestre, a solução encontrada foi, como sempre, o corte. Encerrar balcões e despedir no mínimo 200 colaboradores.
A pergunta impõe-se, e serve para todos os setores da economia: que culpa têm os empregados da incompetência das administrações? Seria muito mais digno que Ricardo Salgado reconhecesse os erros de gestão e previsão cometidos, ao invés de optar pela via cruxis a quem condenará imensas famílias.
E houve também a declaração de Nuno Amado, presidente do Millenium BCP, para quem a solução para as dificuldades de tesouraria das empresas em dificuldades, passaria pela possibilidade legal de que essas ,mesmas empresas pudessem reduzir ( ainda que temporariamente ) os salários do trabalhadores.
Essa solução até poderia ter um átomo de sentido, se também os compromissos, os preços, as taxas, o custo de vida, fossem também reduzidos. Mas todos sabemos que isso não acontece. E o primeiro lugar onde essa improbabilidade ocorre, é dentro dos próprios bancos. Um atraso, uma prestação em falta, e os juros avolumam-se e multiplicam-se, qual chagas, qual doença sem cura.
É triste o que assistimos numa sociedade cada vez mais sem valores. É penoso ver o Estado refém daqueles que durante anos Lhe suportaram a queda, controlaram a falência, conduziram - no à beira do abismo. Daqueles que traçaram um rumo de crescimento sem olhar a meios.
E existem outros...outras análises e declarações de figuras públicas, que mais não são do que abissais atropelos linguísticos, pois que produzidas sem nenhum sentimento.
É no mínimo indecoroso que certas pessoas se permitam dizer o que lhes é mais conveniente, desde que isso mantenha os seus status intocáveis. Que a estas mesmas pessoas, sejam dada toda a cobertura e publicidade, e que aos que sofrem na pele as agruras da recessão e da desregulação económico/financeira, seja negado o direito ao contraditório.
Sim... negado!
Porque a nossa comunicação social, em muitos casos ( felizmente com honrosas exceções ) não permite que os mais desfavorecidos falem. que digam o que sentem, como sentem e como resistem. Claro... isso não vende!
E perante toda essa panóplia de barbaridades, assistimos ao silêncio conveniente e conivente dos nossos atores políticos. E, porque não dizê-lo, da mesquinhês e egoísmo de todo um povo!
É tempo de mudar! É tempo de dizer basta!
É preciso devolver Portugal aos Portugueses!

João Ricardo Lopes

09/05/2013
05/05/2013

Tenho dito, repetido e continuarei a fazê-lo, que o CDS não deveria ter ido para o Governo, mas sim e apenas ter tido uma atuação ( apoio ) ao nível parlamentar.
A ida para o Governo, mesmo que em nome do superior interesse do País, teve, como era de prever, um efeito negativo e nefasto na forma como o CDS defendia aquilo que acreditava ser melhor para a população.
Bastou a participação no Governo para mudar, ou pelo menos "adequar" muitas das suas posições à nova situação. Defraudou, portanto, muitos daqueles ( especialmente os menos esclarecidos politicamente ) que confiaram e acreditaram que tinham perante si alguém em quem podiam confiar, que lhes podia devolver a esperança.
Bem sei que a situação económica e financeira era, e é, péssima. Aceito que havia e continua a haver uma imperiosa necessidade de organizar as contas públicas. Já não aceito, nem eu nem muitos e muitos portugueses, é que em nome dessa grave crise económica sejamos sujeitos uma austeridade sem humanismo e a uma recessão com foro de doença crónica e incurável, qual doente com cancro em estado terminal. Recuso-me a ter tais sentimentos! Recuso-me a entrar nessa espiral de destruição moral e intelectual que é por si só muito mais destrutiva.
A comunicação de hoje do Dr. Paulo Portas em nada esclareceu sobre o que verdadeiramente se passa no interior do Governo. Nem sei se isso verdadeiramente interessa e também não estava a espera que assim fosse, dado o taticismo político que existe. Sinceramente, começo a ficar um pouco farto de todos os jogos políticos onde o bem comum é sempre secundarizado em favor de interesses particulares ou, em última análise, em nome de uma apenas aparente união.
Os quase dois últimos anos de governo entre PSD e CDS, têm revelado muito pouco sobre a sensibilidade social que os dois partidos preconizam. A herança herdade foi pesada. A situação é grave. Mas não se conduz um País ao sucesso económico, reduzindo a atividade económica a um mero estado de "representação administrativa". Paralisando, bloqueando, constrangido a atividade económica, apenas se conseguirá o perpetuar de uma situação já de si insustentável.
Tendo a duvidar se a saída dos nossos credores externos, será mesmo uma realidade em meados de 2014. Começo a passar da desconfiança à certeza de que um segundo e ainda mais penoso resgate financeiro está em preparação se, o que seria pior, não estiver já concretizado. Afinal, sempre foram falados os 105 mil milhões, reduzidos afinal aos 78 mil milhões do "nossa infelicidade".
É tempo de dizer basta!
É tempo de exigir respostas!
O jogo do gato e do rato, o jogo do empurra, o diz que sim e que não, entre PSD e CDS tem de acabar!
Já chega... claro que já chega!
Tenho dito que o fim do Dr. Paulo Portas enquanto líder do CDS aproxima-se. Não esclareceu. Discordou concordando. Deixou mais uma vez entre -aberta a porta de saída da coligação e, por extensão, a queda do Governo. Deixou mais uma vez ao PSD, a Pedro Passos Coelho, a Vitor Gaspar, ao Presidente da República e ao País um aviso: o Governo existirá enquanto o CDS quiser!
Não retiro ao Dr. Paulo Portas o mérito do muito que fez pelo partido e do muito que tem feito em termos de diplomacia económica.
Não retiro ao Dr. Paulo Portas o fato de ser, sem sombra e dúvidas, um excelente e mais experiente político da atualidade. Mas não consigo entender essa cada vez mais confrangedora ideia do líder do CDS e seus seguidores, em permanecer no Governo sempre com um pé dentro e outro fora.
Por favor, em nome do bem do País que dizem defender e a bem de todos... decidam-se!

João Ricardo Lopes

03/05/2013

Ouvir e refletir...
concordar ou não, estará no íntimo de cada um decidir.
Ouvir e refletir...

Corte « das» pensões ou « nas » pensões? É que faz toda a diferença!
27/04/2013

Corte « das» pensões ou « nas » pensões? É que faz toda a diferença!

Proposta será apresentada à troika na sétima avaliação do programa de ajustamento português. Além das reformas dos políticos estão ainda em causa as pensões pagas pelo Banco de Portugal e Caixa Geral de Depósitos.

Quando foi que eu disse uma coisa semelhante ? Lembram-se? Claro que não! Então leiam!
09/04/2013

Quando foi que eu disse uma coisa semelhante ?
Lembram-se? Claro que não!
Então leiam!

Uma remodelação é hoje tão oportuna que devia incluir o Governo e o PS. Passos tem (ainda) a oportunidade de uns dias para zarpar do porto onde encalhou mudando de tripulantes. E fazer o que é preciso: governar. Porque das duas uma: ou o Governo não faz ideia do que fazer e está, mal, a gerar o caos...

Uma ordem deste calibre, só pode ter um significado...
09/04/2013

Uma ordem deste calibre, só pode ter um significado...

Despacho do ministro das Finanças congela todas as despesas dos ministérios, com excepção de pessoal, custas judiciais e contratos em execução com despesas. É a ordem de restrição à despesa mais forte dos últimos anos, que representa a quase paralisação do Estado.

A escolha deriva do conhecimento!
09/04/2013

A escolha deriva do conhecimento!

O secretário-geral do PS acusou hoje o primeiro-ministro de

Se não entendem o que Eu digo, façam o favor de entender o que Eu leio!João Ricardo Lopes
08/04/2013

Se não entendem o que Eu digo, façam o favor de entender o que Eu leio!

João Ricardo Lopes

Não há demissão, não há eleições antecipadas, não há aumento de impostos. Muito bem. Há corte de despesa. O Presidente apoia. E o Constitucional abre a porta à igualdade definitiva entre funcionários públicos e privados. Afinal, o que poderia Passos Coelho querer mais para fazer o que sempre quis?

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