25/03/2021
Terminaram as moratórias? Veja o que pode fazer
A sua moratória chegou ao fim??
Esta com dificuldades em continuar a pagar o empréstimo ??
A sua empresa esta asfixiada ??
1º Tente por todos os meios negociar com o seu gerente de conta , podem ter a solução certa para si .
( Caso haja negociações, peça sempre um documento do que se falou , assim terá sempre uma prova )
2º Deco pode ajudar em algumas questões jurídicas .
3º Não entregue o seu imóvel sem saber as condições contratuais e ter um documento, onde f**a tudo esclarecido entre ambas as partes.
4º Caso não tenha uma solução e tem que entregar o seu imóvel ao Banco,fale connosco , podemos ter uma solução para si.
Se infelizmente tem que entregar o seu imóvel , fale connosco …
5º Caso tenha empresa e necessite liquidez e tenham um imóvel , podemos dar-lhe uma solução.
A SF tem varias soluções para si , sem custos e sem burocracia analisamos e veremos qual a melhor situação para si.
IMPORTANTE
Nunca entregue os seus dados a terceiros ,sem saber com quem fala.
Nunca pague a ninguém por analise , mesmo que lhe diga que já tem a solução , caso lhe peçam ou já lhe tenham pago e não aconteceu nada, devem se dirigir a PJ da sua área de residência.
www.solucoesfinanceiras.pt
INFORMACAO DA DECO
Leia
Estão a ser um balão de oxigénio para muitas famílias e empresas perante os impactos negativos da pandemia mas muitos começam já a fazer contas à vida com o que poderá acontecer dentro de sete meses. Falamos das moratórias, instrumento implementado em março do ano passado pelo Governo com o propósito de evitar que as famílias corressem o risco de perder a sua habitação própria permanente, por incapacidade de cumprir o crédito à habitação contratado.
Com o prazo-limite estipulado para setembro deste ano (ou para dezembro para quem adira até 31 deste mês), as moratórias deixam de fora todo o crédito ao consumo, com exceção do financiamento de despesas com educação e formação. Os cerca de 11 milhões de contratos de crédito que não puderam aceder a este instrumento definido pelo Estado encontraram nas moratórias privadas definidas pela Associação Portuguesa de Bancos e pela Associação de Instituições de Crédito Especializado a alternativa possível.
Com características semelhantes às do documento governamental, estas moratórias permitiram suspender pagamentos de prestações relativamente a todos os créditos pessoais, além dos hipotecários, incluindo, em alguns casos, os montantes relativos a cartões de crédito. Prevê-se que terminem entre março e junho.
Para saber mais
• Está prestes a rebentar a bomba-relógio nas moratórias?
Como a moratória não constitui um perdão de dívida, apenas adia o cumprimento das obrigações (com uma carga-extra de juros), a DECO, a Associação de Defesa dos Consumidores, divulgou hoje através da revista DECO/Proteste, um pacote de soluções para preparar essa transição de uma forma mais suave.
Baixar o ‘spread’
Se a moratória está a terminar, sofreu uma redução do rendimento ou está desempregado, e os encargos com os créditos ultrapassam 35% do orçamento familiar, o melhor é agir. E quando mais cedo, melhor. Comece por conferir as condições do seu crédito à habitação.
Se tiver um spread acima de 2%, é altura de contactar o banco e renegociar este valor. Ainda que a sua situação financeira esteja mais fragilizada, pode conseguir uma redução da taxa, dado que os valores praticados, neste momento, no mercado estão abaixo dos 2 por cento. A DECO disponibiliza um simulador de crédito à habitação para se perceber quais as soluções mais baratas oferecidas pelos diversos bancos.
“Se o resultado apontar para uma TAEG (taxa anual de encargos efetiva global que reflete todos os custos do empréstimo, incluindo juros e comissões) mais favorável, confronte o seu banco. Na maior parte dos casos, este prefere melhorar as condições a perder o cliente. Se, para baixar o spread, lhe sugerir a contratação de mais um produto (por exemplo, um seguro de saúde), veja se vale a pena. O mais provável é encarecer a TAEG e o crédito f**ar mais caro no longo prazo”, refere-se no documento publicado hoje.
Os contratos de crédito ao consumo também podem ser renegociados. Apesar de os montantes serem muito mais baixos, quando comparados com o do empréstimo à habitação, o reduzido prazo traduz-se num maior peso nas contas mensais. Por isso, uma poupança obtida pode signif**ar um importante alívio no orçamento.
Alargar prazo do empréstimo
Além da taxa, pode negociar um alargamento do prazo do empréstimo. Mais tempo para amortizar o crédito signif**a uma prestação mensal mais reduzida, mas um aumento da fatura final dos juros a pagar.
Carência de capital
Um período de carência permite deixar de pagar o capital, continuando a suportar apenas os juros sobre o montante em dívida. Devido aos atuais valores negativos da Euribor, em muitos casos a taxa de juro no crédito à habitação é próxima de 0% ou mesmo negativa, o que signif**a que a prestação durante o tempo de carência pode ser bastante reduzida ou mesmo nula. Ou seja, pouco terá a pagar no final do mês.
Em regra, é atribuída por um período de seis a 24 meses, mas varia de banco para banco. Tenha o cuidado de consultar as condições do seu empréstimo. Em alguns casos, a carência de capital não se aplica a créditos já bonif**ados. Pode também negociar uma carência parcial, em que continua a pagar uma parte do capital. Note que esta solução, que se aplica tanto ao crédito à habitação como ao pessoal, também encarece o total de juros suportados com o empréstimo.
Adiar o reembolso de capital
Remeter o reembolso de uma parte do capital (por exemplo 10%) para a última prestação do empréstimo é outra solução para reduzir de forma signif**ativa as prestações atuais, uma vez que uma parcela do capital não está a ser reembolsada. Contudo, a última prestação é muito elevada, o que tem de acautelar, e o montante total de juros a pagar é maior.
Diminuir prémio dos seguros
Renegociar o prémio dos seguros associados ao crédito à habitação é uma boa forma de poupar algum dinheiro todos os meses. Ao comparar várias propostas de seguradoras, certifique-se de que, ao reduzir o prémio, não vai perder coberturas ou reduzir o valor de uma eventual indemnização.
Analise também as franquias e o seu impacto no preço. No seguro multurriscos, é provável que não precise de todas as coberturas enunciadas no contrato. Algumas podem estar já abrangidas por outra apólice (exemplo, cobertura de incêndio).
Se recusarem reduzir o prémio, pondere transferir os seguros para outra entidade mesmo que fora do banco. Contudo, não se esqueça de conferir o impacto que essa transferência pode ter na taxa contratada no crédito, perdendo a bonif**ação no spread. Ainda assim, há casos em que esta subida é compensada pela poupança obtida nos prémios dos seguros.
Transferir o crédito
Se o seu banco não fizer o mínimo esforço para continuar a relação comercial consigo, nem que seja só baixar as anuidades de cartões de débito e de crédito e as comissões de manutenção de conta, pondere transferir o crédito para outra instituição. Não se esqueça, porém, dos custos associados a esta transferência. Certifique-se de que o banco para onde vai transferir o contrato assume estas despesas, pelo menos parcialmente. Antes de dar o passo final, consulte o simulador com a proposta de crédito mais vantajosa.
Recorrer ao PARI e ao PERSI
Se, por qualquer razão, antevê que não vai conseguir pagar a prestação, existem instrumentos de proteção ao consumidor, nomeadamente o PARI (plano de ação para o risco de incumprimento ) e o PERSI (procedimento extrajudicial de regularização de situações de incumprimento), a que deve recorrer para forçar a instituição de crédito a encontrar uma solução, por forma a tentar ultrapassar as dificuldades criadas por esta crise, alerta a associação de defesa do consumidor.
Se não lhe for prestado o devido apoio após ter alertado o banco para a possibilidade de incumprimento, pode sempre apresentar queixa no livro de reclamações da instituição ou diretamente ao Banco de Portugal.
Informação retirada
https://visao.sapo.pt/.../2021-03-04-moratorias-o-que.../
Luis Xarepe
Direcção Coordenação da Soluções Financeiras
www.solucoesfinanceiras.pt
[email protected] — em Faro
Está a precisar de dinheiro urgente? Está com dificuldade em obter financiamento bancário? Tem dívidas que precisam de ser pagas? Obtenha DINHEIRO imediatamente, através do seu imóvel!