SardiSer Seguros

SardiSer Seguros Seguros em todos os ramos

16/01/2026

Os Planos Poupança Reforma (PPR) são um dos produtos financeiros favoritos dos portugueses, não só pela segurança que oferecem para o futuro, mas principalmente pelas vantagens imediatas que trazem no IRS.
Num cenário onde as reformas públicas tendem a ser mais baixas, utilizar o PPR para reduzir os impostos que paga anualmente é uma das estratégias mais inteligentes de planeamento familiar.
O benefício fiscal à entrada é, para muitos, a razão principal para subscrever um PPR. O Estado permite que deduza à sua coleta de IRS 20% do valor investido num PPR durante o ano civil, até um limite máximo que depende da sua idade.
1. Quanto pode deduzir (por idade)?
O limite da dedução à coleta é fixado por escalões etários. Quanto mais jovem for, maior é o benefício que o Estado concede para incentivar a poupança a longo prazo:
Idade do Subscritor Valor máximo de Dedução Investimento Necessário
Até aos 35 anos 400 € 2.000 €
Dos 35 aos 50 anos 350 € 1.750 €
Mais de 50 anos 300 € 1.500 €
Nota: Para casais que entregam o IRS em conjunto, os limites duplicam se ambos tiverem um PPR em seu nome.
2. O benefício à saída: Impostos reduzidos
As vantagens não terminam no IRS anual. Quando chegar a altura de levantar o dinheiro do seu PPR, a taxa de imposto sobre as mais-valias (os lucros) é muito inferior à de outros produtos financeiros, como os depósitos a prazo ou certif**ados de aforro (que pagam 28%):
Taxa normal de PPR: 8% (se levantado dentro das condições legais, como reforma ou após 5 anos em certas condições).
Fora das condições legais: A taxa pode variar entre 21,5% e 8,6% consoante a antiguidade da poupança, mas continua a ser competitiva.
3. Atenção ao limite das deduções à coleta
É importante lembrar que existe um limite global para as deduções no IRS (que inclui despesas de saúde, educação, habitação e PPR).
Se já atingiu o teto máximo de deduções com as suas despesas familiares, investir num PPR apenas pelo benefício fiscal imediato pode não resultar num reembolso extra.
4. O “perigo” de levantar o dinheiro antes do tempo
Se usufruiu do benefício fiscal no IRS (os tais 300€ a 400€), f**a obrigado a manter o dinheiro no PPR até à reforma ou outras situações previstas na lei (como desemprego de longa duração ou incapacidade).
Se levantar o dinheiro fora destas condições, terá de devolver ao Estado todos os benefícios fiscais que recebeu, acrescidos de uma majoração (coima) de 10% por cada ano decorrido.
Check-list para maximizar o seu PPR
Subscreva até 31 de dezembro: Para contar para o IRS deste ano, o dinheiro tem de entrar na conta do PPR até ao último dia útil de dezembro.
PPR Fundo vs. PPR Seguro: Se é jovem, os Fundos PPR (com risco) podem render mais. Se está perto da reforma, os Seguros PPR (com capital garantido) são mais prudentes.
Verifique o IRS Direto: Normalmente, as seguradoras e bancos comunicam estes valores automaticamente à Autoridade Tributária, aparecendo no seu IRS Automático.
Conclusão
O PPR funciona como um “salário extra” que o Estado lhe paga via reembolso de IRS. Investir 2.000€ para receber 400€ de volta signif**a um retorno imediato de 20% sobre o seu capital, algo que nenhum depósito a prazo oferece atualmente no mercado.

06/01/2026

Euronet ou Multibanco? As caixas parecem iguais, mas as comissões não. Saiba como identif**ar cada rede e evitar taxas escondidas ao levantar dinheiro.

30/12/2025

O mediador de seguros ainda faz sentido?
Faço esta pergunta provocatória, porque falamos cada vez mais da digitalização dos processos, dos Call Centers que tudo resolvem, das simulações feitas em apps, de contratos que “assinamos” pelo telefone, e o mundo dos seguros não é imune a essas mudanças.
Enquanto cidadão e consumidor, vejo algumas vantagens nesses novos processos, sobretudo pela rapidez com que posso aceder a um produto ou serviço e pela personalização imediata que por vezes alguns algoritmos conseguem atingir. Será que nos seguros é diferente?
A questão é: será que eu posso fazer um bom seguro, com as coberturas que quero, por um bom preço, através de uma app ou de um simulador na internet? A resposta é “sim”.
Mas se me perguntarem se faço os meus seguros através da internet ou de uma aplicação para telemóvel a resposta é “Não”. No meu caso específico – e tendo já algum conhecimento acima da média em relação à população em geral – faço sempre os meus seguros através de um mediador. Para mim, é uma questão de segurança.
Há uma espécie de relação com o mediador de seguros como a do paciente com o seu médico de família. É uma pessoa que eu conheço por nome, de quem tenho o número de telemóvel e e-mail e que sei que, se o contactar fora de horas, muito provavelmente atende no momento ou devolve a chamada assim que possível. Não há muitas profissões assim.
Eu conheço o meu mediador por nome (já agora, é Paulo), mas ele também me conhece por nome e tem a particularidade de saber que carros tenho, que profissões temos cá em casa, que viagens longas fazemos, quantos filhos tenho e o que provavelmente mais falta me faz no que diz respeito a seguros. A preocupação dele com as minhas circunstâncias particulares é uma coisa que dificilmente alguma vez as máquinas farão. É certo que posso querer tratar de tudo rapidamente, sem ter de falar com ninguém, e a um preço confortável. Mas o mediador é um seguro com rosto. Os seguros vendem confiança e eu confio mais em pessoas do que em máquinas.
No meu caso pessoal, como lhe disse, prefiro sempre ter o apoio de um profissional em vez de simplesmente contratar o seguro mais barato por vias mais tecnológicas.
Por exemplo, quando renegociei o meu seguro de vida associado ao crédito à habitação – que acabei por transferir para outra seguradora – só o consegui fazer com o preciosíssimo auxílio de uma mediadora de seguros que me acompanhou incansavelmente ao longo de todo o processo durante vários meses. No final, fiquei a pagar quase metade e com muito melhores coberturas e sem me terem aumentado o spread. Sem a ajuda daquela mediadora (a Carla) não teria conseguido ou teria sido muito mais difícil.
Quanto aos seguros dos dois carros cá de casa, basta ligar para o meu mediador (reparem como dizemos facilmente o “meu” mediador) e passadas umas horas já tenho uma ou duas simulações com condições e preços melhores do que os atuais.
Os mediadores são mais caros?
Aliás, um dos mitos mais recorrentes é que os mediadores são mais caros do que as seguradoras high tech e low cost. Pode haver outras experiências, mas no meu caso sempre consegui os melhores preços e coberturas (para o que eu queria) através de mediadores de seguros.
Infelizmente, algumas pessoas não fazem ideia de que não têm de pagar pelo serviço de análise e contratação de mediadores de seguros. Têm medo de entrar nas instalações de mediadores de seguradoras que não conhecem porque acreditam de alguma forma que terão de pagar ou que não serão bem tratados por não serem clientes. Nada mais errado.
O mediador de seguros é a pessoa mais bem informada e competente para o ajudar a escolher o melhor seguro para si. Ele tem perfeita consciência da melhor relação qualidade/preço entre os produtos que conhece ou representa.
Obviamente, os consumidores devem compreender também que há mediadores que trabalham com várias seguradoras e outros que só trabalham com uma. Logo, um deles tem uma visão geral do mercado e sabe quais são as várias alternativas e o outro terá um conhecimento muito mais aprofundado sobre os produtos e serviços da seguradora onde trabalha e acesso a mais informação ou contactos específicos que o podem ajudar a encontrar a solução ideal para o cliente. Tudo dependerá do grau de especificidade do seguro que pretende.
Propostas mais personalizadas
Um mediador de seguros pode analisar o seu caso ao pormenor e fazer até um seguro adaptado às suas necessidades mais específ**as. Pode até demorar mais algum tempo, mas pode fazer-lhe um fato à medida. Não consegue isso com os planos massif**ados que encontrará na internet.
O mediador-tradutor
Esta é outra das grandes vantagens dos mediadores de seguros: eles sabem e estão dispostos a descodif**ar e traduzir tudo aquilo que não entender sobre os seguros em geral e o seu em particular. Na internet, por mais asteriscos e links que tenha, não há ninguém a quem pedir para explicar o que é aquela cobertura ou exclusão que pode fazer toda a diferença.
O mediador age por antecipação
Ao fazer um seguro pela internet ou pelo telefone, acabará por fazer o seguro (e isto não tem nada de mal) que escolher e depois será o que “Deus quiser”.
Um mediador competente e interessado, alertá-lo-á ao longo do ano para a necessidade de alterar ou aumentar uma determinada cobertura ou para fazer um seguro que talvez lhe interesse e que poderá ser útil no futuro.
Vai interessar-se – sem ser intrusivo – em saber se tem o seguro que melhor o protege e explicar-lhe as vantagens e desvantagens de cada um.
Ajuda personalizada em caso de sinistro
Esta é uma das principais vantagens que quase todos apontam, quando falamos de mediadores de seguros. Uma coisa é ter um sinistro e ligar para o apoio ao cliente e outra é ligar para uma voz conhecida e que nos conhece, relatar o problema, e ter logo indicações precisas sobre o que fazer e com o apoio personalizado no mesmo dia ou no dia seguinte para fazer tudo bem à primeira quando comunicar o sinistro à seguradora.
Outra grande vantagem é que os mediadores podem servir como advogados do cliente perante a seguradora. Os conflitos existem e são normais.
Mas tudo é mais fácil quando temos alguém que nos ouve e entende em vez de enviar e-mails uns atrás dos outros para um endereço onde temos uma resposta diferente conforme a pessoa que está de serviço naquele dia. Os mediadores acompanham as situações e servem de facilitadores em caso de dificuldades. Isso pode fazer toda a diferença.
O facto de estarem sempre atualizados quer em relação às propostas de mercado, quer em relação à legislação, é outra extraordinária mais-valia quando precisamos de informação mais específ**a.
É por isso que muitos portugueses, embora eventualmente encontrem preços às vezes mais baratos, nunca chegam a mudar de seguradora.
Gostam do mediador que têm e até se recordam das situações em que o mediador já os “safou”.
Mediadores independentes ou da seguradora?
Do ponto de vista do consumidor, eu diria que é irrelevante desde que enquanto consumidor faça o meu trabalho de casa e peça várias simulações a uns e a outros. Um mediador que trabalha com várias seguradoras não é melhor nem pior do que um mediador que só trabalha com uma seguradora. O que deve pesar na minha escolha é a apólice com as respetivas coberturas e exclusões, o preço e a competência e profissionalismo do mediador.
No fim de contas, o que me interessa é o resultado final e não se o mediador trabalha com uma ou com várias seguradoras.
Em resumo, como já percebeu, embora o foco da minha atenção esteja na maior parte do tempo no preço, há situações em que a escolha deve levar também em conta o serviço. Como lhe disse, tal como no caso da saúde, quem presta o serviço pode fazer muita diferença. No caso dos seguros também é assim, na minha opinião. Não é absolutamente imprescindível fazer seguros através de um mediador, mas que pode ser muito vantajoso, pode.
(Pedro Andersen)

02/10/2025

Emprestar o carro pode sair caro. Saiba se o seguro cobre acidentes e multas quando o condutor não é o proprietário da viatura.

10/09/2025

Elevada concorrência levou a que os prémios de seguros subissem menos que o aumento dos custos das reparações. O "seguro contra terceiros" manteve-se ruinoso para as seguradoras no ano passado.

13/08/2025

 

21/07/2025

Nos últimos dias, temos assistido a um verdadeiro vai e vem de informação por parte das entidades reguladoras — ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões), ANSR (Associação Nacional de Segurança Rodoviáira, PSP, MUBI (Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta) — e percebemos que a confusão se instalou junto dos consumidores.
As perguntas multiplicam-se:
🤔 Pode-se ou não circular na estrada com trotinetes elétricas?
🤔 É obrigatório, ou não, ter um seguro de responsabilidade civil para trotinetes?
🤔 As bicicletas elétricas também precisam de seguro?
🤔 E o que vai ser fiscalizado pela PSP e GNR? A circulação? Ou a falta de seguro ativo e válido?
Vamos esclarecer, passo a passo, com base na informação até aqui publicada pelas várias entidades.
🧭 Obrigatoriedade do Seguro para Trotinetes
🗓️ 20 de junho de 2025: entrou em vigor o Decreto-Lei 26/2025, que torna obrigatório o seguro de responsabilidade civil automóvel para trotinetes elétricas, desde que:
✅ Pesem mais de 25 kg e ultrapassem 14 km/h, ou
✅ Ultrapassem os 25 km/h, independentemente do peso.
Se o veículo elétrico se enquadra nestes critérios, tem de ter seguro obrigatório, mesmo que não esteja a circular. Ou seja, mesmo que a trotinete elétrica esteja parada ou circule em zonas privadas.
📍 O que diz cada entidade?
📌 ANSR (Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária)
A ANSR indica que as trotinetes com características técnicas superiores a 25 km/h e 25 kg não estão autorizadas a circular na via pública, porque ainda não estão enquadradas no Código da Estrada.
Esclarecimento oficial aqui
📌 ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões)
Mesmo que não possa circular legalmente com a trotinete, se ela tiver as características técnicas acima indicadas, é obrigatório contratar um seguro. Mesmo que a trotinete esteja parada na garagem ou apenas circule em zonas privadas.
Comunicado oficial aqui
📌 MUBI (Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta)
A MUBI considera que a diretiva europeia excluía expressamente as bicicletas elétricas com assistência ao pedalar.
A legislação portuguesa pode ter ido mais longe no âmbito de aplicação da diretiva, o que estava contemplado na mesma. No entanto, e apensar de não ter existido um esclarecimento oficial, o comunicado da ASF indica o mesmo, portanto tudo indica que as bicicletas elétricas estão isentas da obrigatoriedade deste seguro.
Temos recebido muitas perguntas de clientes que circulam todos os dias com as suas trotinetes e querem estar em conformidade com a lei — e seguros.
Enquanto mediador de seguros autorizado pela ASF, seguimos as orientações de quem nos regula.
👉 A ASF indica que o seguro é obrigatório desde 20 de junho, se a trotinete:
✅ Pesa mais de 25 kg e vai além dos 14 km/h, ou
✅ Ultrapassa os 25 km/h, mesmo que pese menos
Se for esse o caso do teu cliente, precisa de contratar um seguro automóvel de responsabilidade civil, com um capital mínimo de 7.750.000 €.
💰 Quanto custa?
Trabalhamos com várias seguradoras, que já estão a aceitar fazer estes seguros.
O valor anual tem variado entre 25 € a 75 €, conforme o perfil do cliente e características do veículo.
🤔 Porque deve o cliente considerar o seguro, para além da obrigatoriedade?
Podes colocar-lhe estas perguntas:
➡️ E se bates num carro com a trotinete? Quem paga os danos?
➡️ E se não travas a tempo e acertas numa pessoa numa passadeira? Quem cobre as despesas médicas, invalidez ou até indemnizações por morte?
🟢 Mesmo que o seguro não fosse obrigatório, achamos que é altamente recomendável — porque estás a transferir um risco financeiro real para uma seguradora.
✌️ Em resumo
✔️ A lei mudou.
✔️ A informação ainda está a ser afinada.

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O que o analista financeiro da Deco Proteste não parece recomendar são os Certif**ados de Aforro, que, diz, são um produ...
14/01/2025

O que o analista financeiro da Deco Proteste não parece recomendar são os Certif**ados de Aforro, que, diz, são um produto que “deverá perder ainda mais interesse”. Porquê? “Porque o rendimento [taxa-base] depende da Euribor a três meses. Esta taxa está em queda e muito próximo dos 2,5% [taxa base máxima dos Certif**ados e que se mantém desde o lançamento da série]. Esta taxa deverá começar a descer já nos próximos meses. É um produto que está a render abaixo da inflação e, portanto, o rendimento real que proporciona é negativo”, explica.

Uma sugestão de investimento de António Ribeiro é “continuar a aplicar uma parte das poupanças em produtos que beneficiem da valorização das bolsas”. Como é o caso dos fundos de investimento, “criando uma carteira diversif**ada de fundos, repartida por diferentes setores e mercados e numa ótica de longo prazo”. Ou seja, sugere o analista, aplique na carteira de fundos aquele montante “que não vai necessitar nos próximos cinco anos”.

As famílias portuguesas poupam hoje mais de 11% do rendimento disponível. É uma grande subida que veio com a pandemia — e a tendência será para continuar. Mas são também estas famílias que têm o dinheiro em depósitos à ordem, com baixas taxas de remuneração. O que fazer com a poupanç...

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