Livingin - Investment Solutions

Livingin - Investment Solutions A Livingin é uma empresa especializada em investimento imobiliário português. Com 10 anos de e

A Livingin é a “casa” de investimento imobiliário com 10 anos de experiência no Mercado Mobiliário Português, na estruturação e operacionalização de soluções à medida para investidores em Portugal e no Mundo.

NUMERO DE ESTRANGEIROS A VIVER EM  PORTUGAL  DISPARA 83%Entre janeiro de 2017 e agosto de 2018 o número de residentes nã...
26/09/2018

NUMERO DE ESTRANGEIROS A VIVER EM PORTUGAL DISPARA 83%

Entre janeiro de 2017 e agosto de 2018 o número de residentes não habituais em Portugal aumentou 83% para os 23.767, revela o DN esta semana, baseando-se em dados do Ministério das Finanças.


São contabilizados os cidadãos estrangeiros que moram pelo menos 183 dias por ano no país, usufruindo do regime fiscal criado em 2009. Integram uma lista de profissões consideradas de elevado valor acrescentado, e pagam em sede de IRS 20% sobre os rendimentos do trabalho, conferindo ainda uma dupla isenção de tributação aos reformados nas suas pensões.

O RRNH pode também ser usado por portugueses que não tenham residido no país nos 5 anos anteriores, mas há apenas 1.502 residentes não habituais (6%) de naturalidade portuguesa. 2.701 são suecos, 5.448 franceses, 2.718 da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, 5.448 italianos e 491 finlandeses, segundo os números citados pelo Expresso.

Fonte | Vida Imobiliária

Setembro é um mês cheio de oportunidades!Aproveita-as!Bom dia!
04/09/2018

Setembro é um mês cheio de oportunidades!
Aproveita-as!

Bom dia!

17/07/2018
bom fim-de-semana!
13/07/2018

bom fim-de-semana!

Caixa tem quarteirão da Rua do Ouro à vendaTrata-se de um dos imóveis mais emblemáticos do portfólio imobiliário da Caix...
10/07/2018

Caixa tem quarteirão da Rua do Ouro à venda
Trata-se de um dos imóveis mais emblemáticos do portfólio imobiliário da Caixa que, segundo as estimativas dos especialistas neste segmento do mercado, pode valer perto de €60 milhões. Não só por causa da sua localização e dimensão, mas também pelo elevado potencial de retorno de investimento que o novo dono pode ter.

Só não vale mais, notam os mesmos analistas, porque é um edifício que não pode ter garagens, apesar de ter dois pisos em cave, e porque o balcão de atendimento é para manter, o que significa que haverá menos espaço comercial para o novo dono arrendar. Além disso, é um imóvel que vai precisar de muitas obras para se alterar o uso atual de escritórios para habitação ou hotel, o tipo de projetos que os investidores entendem serem os mais rentáveis naquela área da cidade e naquele tipo de imóvel.
A venda do quarteirão da CGD na Baixa não surge apenas porque há uma maior procura e disponibilidade financeira para comprar este tipo de ativos. É verdade que isso contribui para acelerar o processo, aliás, há vários exemplos de negócios que avançaram no último ano e meio precisamente porque o mercado está aquecido. Foi o caso de um quarteirão que o BPI tem também na Baixa, na Rua Augusta, e que está em processo de alienação. Ou dos terrenos da Feira Popular que vão a uma nova hasta pública em setembro, três anos depois da segunda tentativa de venda.

Mas para a Caixa, esta operação insere-se na estratégia de redução de ativos imobiliários que o banco tem em curso.

Fonte | Expresso

Processo faz parte da estratégia de redução de património imobiliário e pode render perto de €60 milhões

Imobiliário, do latim imomobilis, “que não pode ser movido”Graças a várias iniciativas no mercado, o conceito de habitaç...
06/07/2018

Imobiliário, do latim imomobilis, “que não pode ser movido”
Graças a várias iniciativas no mercado, o conceito de habitação está a libertar-se da condição de ser um espaço fixo e permanente, sendo, cada vez mais, “móvel”. A economia da partilha é o primeiro modelo a desafiar o conceito tradicional de habitação. Através de diferentes plataformas que possibilitam viver em espaços co-partilhados, como é o caso do Airbnb, os “convidados/hóspedes” sentem-se em casa graças à hospitalidade, mas também devido a uma cada vez maior uniformização das habitações.
No entanto, o setor imobiliário está, gradualmente, a adotar outro modelo, a padronização da habitação, mas costumizável, especialmente para pessoas com carreiras profissionais internacionais. Estes nómadas têm uma conta de cliente válida em qualquer lugar e encontram os mesmos standards de experiência e os mesmos serviços nos vários apartamentos para onde se deslocam. O serviço de concierge e de co-working Zoku Loft, lançado em Junho de 2016, em Amesterdão, é um exemplo perfeito desta nova tendência e pretende expandir-se para 50 cidades até 2026.
A última visão prospectiva do setor foi idealizada em Silicon Valley: Kasita é um prédio composto por nove cápsulas idênticas. Cada cápsula corresponde a um apartamento e pode ser transferida de cidade para cidade. O apartamento móvel foi inspirado na Torre Cápsula Nakagin construída em 1972 em Tóquio.

AS GERAÇÕES MAIS NOVAS PRIVILEGIAM O ESTILO DE VIDA DAS CIDADES, EM VEZ DA PROPRIEDADE, E REDEFINEM POR COMPLETO AS PROPOSTAS URBANAS.

Quem serão os primeiros a habitar estas cápsulas? Apostamos na geração mais nova! A ascensão de formas alternativas e inovadoras de viver, tais como o co-living ou arrendamento a curto prazo, têm sido largamente impulsionadas pelas gerações mais novas – populações familiarizadas com novas tecnologias e sensíveis a padrões de consumo colaborativo. Para os estudantes e os jovens ativos, que cada vez mais se deslocam geograficamente e profissionalmente, estes modos de habitação modulares, simplificados, que favorecem a utilização em detrimento da posse, adaptam-se aos seus estilos de vida. Estas habitações oferecem uma experiência única e de comunidade, ao contrário dos modos tradicionais de habitação (arrendamento a longo prazo, posse de uma casa) que se tornarão “pouco originais”, caros e rígidos.

O setor imobiliário encontra-se em plena transformação e o digital tem um papel determinante na aceleração desta revolução. Nos próximos anos, assistiremos à passagem de um modelo de propriedade para um modelo de acesso, “on-demand”.

Lisboa é a Melhor Cidade Destino da EuropaLisboa conquistou a distinção de Melhor Cidade Destino da Europa em 2018, nos ...
03/07/2018

Lisboa é a Melhor Cidade Destino da Europa

Lisboa conquistou a distinção de Melhor Cidade Destino da Europa em 2018, nos World Travel Awards, os chamados óscares do turismo mundial. Mas os prémios para Lisboa não se ficam por aqui, com a capital portuguesa a receber ainda o prémio de Melhor Porto Europeu de Cruzeiros na cerimónia que decorreu este sábado, em Atenas (Grécia).

Na categoria de Melhor Cidade Destino da Europa, Lisboa ficou à frente de cidades como Amesterdão, Barcelona, Londres, Paris, Roma e Veneza, fruto do crescente prestígio e da excelência da oferta turística conquistada nos últimos anos.

Pelo terceiro ano consecutivo, Lisboa recebeu ainda o título de Melhor Porto Europeu de Cruzeiros. Em 2017, o número total de passageiros de cruzeiros foi de 521 mil, mas a expetativa é que esse número possa aumentar este ano, sobretudo o de passageiros que começam ou acabam o cruzeiro na capital portuguesa.

“A conquista de Melhor Cidade Destino da Europa é histórica para Lisboa, pois já recebemos inúmeros prémios, mas este ainda não tinha sido conquistado. O facto de estarmos a estabelecer os níveis de qualidade a que outras cidades devem aspirar, deixa-nos muito orgulhosos do trabalho que tem sido feito ao longo dos anos”, refere Vitor Costa, diretor geral da Associação Turismo de Lisboa.

O responsável pela promoção do destino acrescenta ainda que “Lisboa está de parabéns pelo investimento que tem vindo a fazer na requalificação do património, na disponibilização de novos equipamentos e no enriquecimento da oferta cultural e gastronómica, garantindo assim o crescimento do Turismo e a melhoria da qualidade de vida dos residentes”.

Fonte | Imagens de Marca

Construção de habitação nova cresceu 21,1%Nos três primeiros meses deste ano, o licenciamento de fogos em construções no...
03/07/2018

Construção de habitação nova cresceu 21,1%

Nos três primeiros meses deste ano, o licenciamento de fogos em construções novas cresceu 21,1%, em termos homólogos, para um total de 4.203 habitações.

De acordo com a Síntese Estatística da Habitação, divulgada pela AICCOPN, foram ainda emitidas pelas Câmaras Municipais 3.400 licenças de construção nova e reabilitação de edifícios habitacionais, valor que traduz um aumento de 10,0% em termos homólogos.

O relatório mostra que o consumo de cimento no mercado nacional, no 1.º trimestre de 2018, totalizou 645 mil toneladas o que traduz uma quebra de 1,1%, face ao mesmo trimestre de 2017.

Quanto ao stock de crédito concedido pelas instituições financeiras às empresas do sector da construção e imobiliário registou-se, em Março, uma quebra de 5,4%, em termos homólogos. O mesmo se verificou no stock de crédito à habitação concedido pelas instituições financeiras a particulares verificou uma redução de 1,3%, totalizando 92,94 mil milhões de euros.

Só no novo crédito concedido para aquisição de habitação assistiu-se a uma subida de 21,2%.

No que diz respeito ao valor médio da avaliação bancária na habitação apurou-se, em Março, um aumento de 5,4% em termos homólogos, fixando-se em 1.167 euros por m2 . Nos apartamentos, o valor fixou-se em 1.218 euros por m2 , em resultado de um acréscimo de 5,5%, em termos homólogos. Nas moradias, o valor médio de avaliação bancária aumentou 5,0% para 1.077 euros por m2 .

A região em destaque neste período pela Sínteses foi a Autónoma dos Açores, onde foram licenciados 450 fogos em construções novas no 1º trimestre de 2018, o que traduz um aumento de 2,3%, em termos homólogos. Destes, 44,9% são de tipologia T3 e 30,7% de tipologia T2. Quanto aos valores de avaliação bancária na habitação nesta região verificou-se, em março, um aumento em termos homólogos, de 7,3% para 1.053 euros por m2 .

Fonte |Diário Imobiliário

IFRRU 2020 já distribuiu 77 milhões para reabilitação urbana Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização ...
02/07/2018

IFRRU 2020 já distribuiu 77 milhões para reabilitação urbana

Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas (IFRRU) 2020 já celebrou 15 contratos de financiamento no valor de 77 milhões de euros.

Segundo o ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, durante uma audição regimental no parlamento, na Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, foram recebidas 81 candidaturas avaliadas em 254 milhões de euros

Com uma verba total de 1,4 mil milhões de euros, o IFRRU 2020 é um instrumento financeiro que visa “contribuir para a revitalização das cidades e para a reabilitação integral de edifícios, com uma forte aposta na eficiência energética, através da disponibilização de empréstimos com condições mais favoráveis face às existentes no mercado (em termos de taxas de juro, maturidades e períodos de carência)”, tendo sido criado no âmbito do Portugal 2020 (acordo de parceria adoptado entre Portugal e a Comissão Europeia).

A Lusa avança que além dos 15 contratos assinados, encontram-se em fase de avaliação 625 intenções de pedido de investimento, o que corresponderia a um total de 1.750 milhões de euros, em 86 municípios, segundo dados apurados até ao dia 22 de Junho.

O ministro referiu ainda sobre as políticas da habitação que o Governo está a preparar para o sector, que no Programa de Arrendamento Acessível, as casas serão atribuídas “de acordo com uma taxa de esforço máxima de 35%, de modo a que os agregados não entrem em sobrecarga de custos com a habitação, garantindo também uma maior segurança no cumprimento do contrato”.

João Matos Fernandes referiu, ainda, que no âmbito deste programa está a ser preparado um mecanismo de seguros destinados a fazer face a “situações pontuais de quebra de rendimento dos arrendatários" e a "proteger os senhorios dos riscos de falta de pagamento”, ainda que, ressalvou, o risco seja baixo (0,48%) e para “danos no imóvel".

“A habitação é uma tarefa de todos. A Nova Geração de Políticas de Habitação encara os proprietários como parceiros essenciais na realização do acesso à habitação”, apontou, acrescentando que estas propostas “são fundamentais para promover a estabilidade e segurança no arrendamento”.

Fonte | LUSA/DI

Turistas rendidos aos encantos de LisboaLisboa é a segunda cidade do top 10 europeu com maior crescimento .Está entre as...
27/06/2018

Turistas rendidos aos encantos de Lisboa

Lisboa é a segunda cidade do top 10 europeu com maior crescimento .
Está entre as cidades preferidas para viajar em lazer, avança a Global Destinations Cities Index, elaborado pelo Mastercard.
Segundo a Secretária de Estado do Turismo existem 68310 registo de alojamento local contra os 23 mil em 2015, um negócio que serviu para reabilitar prédios e não para expulsar habitantes

Fonte | Destak

A Livingin Investments Solutions é a empresa especializada em investimento imobiliário em Portugal. Colocamos 10 anos de...
25/06/2018

A Livingin Investments Solutions é a empresa especializada em investimento imobiliário em Portugal. Colocamos 10 anos de experiência, profissionalismo e profundo conhecimento do mercado imobiliário português ao serviço dos nossos clientes.

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