Mil Folhas, Livraria e Papelaria

Mil Folhas, Livraria e Papelaria Livraria e Papelaria
Promoção do livro e da leitura

O novíssimo espaço comercial designado “Mil Folhas Livraria & Papelaria” localiza-se na freguesia de Vila Nova de Tazem, uma pequena vila do interior do país, no sopé da Serra da Estrela, a mais alta montanha de Portugal continental. A única vila do concelho de Gouveia, inserida numa zona privilegiada em termos naturais, culturais e gastronómicos, carecia de um espaço comercial dedicado à promoção

e divulgação da escrita, dos livros e dos seus autores, a par com a disponibilização aos seus clientes de artigos conexos de papelaria. O ponto de venda físico é um espaço moderno que mistura apontamentos de estilo industrial e vintage e disponibiliza aos seus clientes um ambiente acolhedor e sofisticado.

Décimo quinto romance de António Lobo Antunes, que acaba de vencer o prestigiado prémio União Latina para a literatura, ...
16/06/2026

Décimo quinto romance de António Lobo Antunes, que acaba de vencer o prestigiado prémio União Latina para a literatura, e a primeira das suas edições ne varietur (uma disposição jurídica que permite a um autor que um texto seu só possa ser de futuro citado, editado, traduzido, etc., sob a forma em que o publica com essa designação. Lobo Antunes chegou à conclusão que havia várias adulterações nas suas obras, desde gralhas a outras incorrecções, e a partir de agora todas elas serão publicadas em edições ne varietur, fixadas por uma equipa orientada por Maria Alzira Seixo, à medida que os antigos títulos se vão esgotando).
Neste livro, Lobo Antunes regressa a Angola, lugar essencial da sua obra romanesca, agora em época pós-descolonização. Um agente dos Serviços viaja à antiga colónia portuguesa incumbido de tarefa arriscada. Mas não volta. E logo outro o substitui, e depois outro, como na arena os touros se vão s eguindo uns aos outros, para a lide. E nós leitores embrenhando-nos na leitura, como se de uma floresta se tratasse.
É também um livro onde o autor de "Que Farei quando Tudo Arde?" questiona a linguagem, o valor da palavra ("Será que remendo isto com palavras ou falo do que aconteceu de facto?", dizem algumas personagens), como o realça Agripina Vieira em crítica no JL (15/10/03), numa escrita que se vai depurando cada vez mais (apesar das 574 páginas do romance).

Este livro é uma coletânea dos ensinamentos de três obras escritas por três grandes mestres. Homens cujos nomes são inqu...
15/06/2026

Este livro é uma coletânea dos ensinamentos de três obras escritas por três grandes mestres. Homens cujos nomes são inquestionáveis e que, ainda hoje, figuram permanentemente nas listas nacionais e internacionais dos livros mais vendidos. São eles: Napoleon Hill, Dale Carnegie e Joseph Murphy.

Composto por três livros, um de cada autor, este volume ganhará garantidamente um lugar na sua mesa de cabeceira.

Certos princípios sustentam a forma como os nossos desejos se materializam na nossa vida e no mundo ao nosso redor. Esses são os ensinamentos que estes três mestres do sucesso e felicidade nos transmitem de forma clara e direta.

Da Ciência ao Amor - Pelo esclarecimento espiritual, de Luís Portela, nas palavras do professor Mário Simões, da Faculda...
14/06/2026

Da Ciência ao Amor - Pelo esclarecimento espiritual, de Luís Portela, nas palavras do professor Mário Simões, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, é um livro que entra «em grande, pela espiritualidade superlativa!».

O nosso desenvolvimento nas áreas científica e tecnológica permitiu-nos um conhecimento do corpo humano e um aumento da esperança média de vida à nascença, como nunca antes. Vive-se mais tempo, com mais conforto material. Descurou-se, porém, o estudo da área espiritual: é notório o desequilíbrio na atitude de muitas pessoas, apenas focadas no ter e no parecer, e menos atentas aos valores universais, ser, à vida espiritual.

Fazendo um ponto da situação da evolução científica em algumas áreas por norma incluídas na fenomenologia parapsicológica, Luís Portela defende o seu aprofundamento: quer que os seres humanos se conheçam melhor e saibam aproveitar todas as suas potencialidades. Faz também reflexões na área da espiritualidade, cruzando conhecimentos, admitindo que o esclarecimento espiritual proporciona um crescente respeito pelo outro, nas suas diversas formas, gerando mais harmonia e até amor incondicional.

Um livro de desenvolvimento pessoal para quem não se contenta com o seco materialismo das nossas sociedades e quer ir mais longe no conhecimento de si.

«Uma obra-prima inigualável... um encanto, divertido e profundo, uma nova forma de linguagem, uma nova maneira de ver», ...
13/06/2026

«Uma obra-prima inigualável... um encanto, divertido e profundo, uma nova forma de linguagem, uma nova maneira de ver», A.S. Byatt

De visita a um primo seu aí residente, Hans Castorp instala-se no Sanatório Berghof, nos Alpes suíços. Mas quando se cruza com o médico-diretor e este o declara «totalmente anémico», acaba internado e rapidamente é atraído pela vida nas montanhas. Naquele espaço, tudo é sentido e discutido: o tempo e a eternidade, a morte e o amor, a liberdade e a sujeição. À medida que as três semanas que planeara para a sua estadia se transformam numa longa odisseia sem fim à vista, Hans vê-se profundamente cativado por aquelas pessoas e pelas ideias que lhes ocupam os dias, desconhecendo que em breve as verá fragmentadas num mundo tomado pela Grande Guerra. Um monumento de arte, cuja inventividade revolucionou as normas da criação literária, A Montanha Mágica é a obra maior de Thomas Mann e um marco inquestionável da literatura do século XX.

«Cuidado com Shalom Auslander: ele vai fazê-lo rir até lhe partir o coração.»The New York TimesE se tivesse de comer a s...
12/06/2026

«Cuidado com Shalom Auslander: ele vai fazê-lo rir até lhe partir o coração.»
The New York Times

E se tivesse de comer a sua mãe para receber a sua herança?

Antes do último suspiro, a mãe deste romance sussurra: Come-me. Os filhos da família Seltzer sabiam que ela o faria, mas não deixa de ser um último desejo desagradável, cruel até. Os doze irmãos Seltzers são canibais americanos, em tempos uma minoria étnica orgulhosa e florescente. Vão confrontar-se com os seus paradoxos, tradição, culpa, conflitos fraternais e a quantidade descomunal de carne que há para comer - e que sabe mal, porque «as mães sabem muito mal».

Mas só assim poderão receber a sua herança. Sétimo, o protagonista de Mãe para o Jantar, fala dos problemas logísticos e emocionais desta comezaina; Segundo só come comida kosher; Nono é vegano; Primeiro odiava a matriarca e os valores tribais; Sexto morreu (menos um com quem repartir tudo).

Auslander assina uma sátira hiperbólica. Um olhar hilariante e cínico sobre as identidades étnicas e sobre o fardo da tradição que pesa sobre as minorias que tomam a opressão como identidade. Para leitores que não temem um romance de humor, escândalo e provocação.

De como o autor deste erudito livro se resolveu a viajar na sua terra, depois de ter viajado no seu quarto; e como resol...
11/06/2026

De como o autor deste erudito livro se resolveu a viajar na sua terra, depois de ter viajado no seu quarto; e como resolveu imortalizar-se escrevendo estas suas viagens.

Numa combinação perfeita entre o género digressivo, num inusitado registo coloquial, e o estilo novelesco, Garrett explora o drama sentimental desta novela que todos conhecemos ou devíamos conhecer: a história de Joaninha, a «menina dos rouxinóis», e de Carlos, o romântico liberal que se opõe a um Portugal velho, inerte, corrupto e absolutista na figura de Frei Dinis.
A «Odisseia» de Almeida Garrett, a sua viagem de Lisboa a Santarém, a convite de Passos Manuel, acaba por ser o pretexto para um conjunto de divagações e reflexões filosóficas, ideológicas, políticas e sentimentais, em tom crítico e pedagógico, a respeito de questões nacionais, da marcha do progresso ou estado da civilização. Sabendo como captar a atenção do leitor, Garrett incorre pela literatura e filosofia clássica e europeia de então e critica o materialismo reinante na sociedade.

Filho de Uma Mãe, de Adalberto Faria, é um retrato íntimo e comovente da solidão e da perda no século XXI.Entrelaçando m...
10/06/2026

Filho de Uma Mãe, de Adalberto Faria, é um retrato íntimo e comovente da solidão e da perda no século XXI.

Entrelaçando memórias pessoais com reflexões filosóficas, Adalberto Faria conduz-nos por um percurso emocional marcado pelo luto da mãe, explorando o impacto da ausência, da saudade e da fragilidade humana.

Na primeira parte, o autor mergulha na sua própria vivência, expondo com crua honestidade dores e inquietações, mas também a capacidade de resistir e reencontrar algum sentido na memória, na arte, na natureza e nos laços afectivos que persistem, mesmo na ausência.

Na segunda parte, Filho de Uma Mãe dá voz a testemunhos diversos - de figuras públicas a anónimos - que partilham experiências sobre a solidão à luz de diferentes perspectivas.

Este é um livro que nos fala do que significa estar só, mas também da resistência, da busca de sentido e da capacidade de encontrar humanidade, esperança e amor nos lugares mais inesperados.

Com testemunhos de António Barreto, Bárbara Reis, Bernardino Soares, D. Januário Torgal, João Teixeira Lopes, Joaquim Vieira e Mário Dorminsky, entre muitos outros.

Esta obra é brutal! Não pense que vai ler este livro impune!Eça de Queiroz retrata-nos, nesta obra, um largo fresco da s...
09/06/2026

Esta obra é brutal! Não pense que vai ler este livro impune!

Eça de Queiroz retrata-nos, nesta obra, um largo fresco da sociedade portuguesa.

Como observa lucidamente Helena Cidade Moura, em Carlos da Maia, «uma educação exemplar não o liberta do peso da hereditariedade social. Personagens de um grande mundo, os netos de Afonso da Maia, vivificados e alimentados pela "grande civilização europeia" caem, apesar de tudo, ali numa rua ao Chiado».

Chamam-lhe Viúva Negra. Uma estrela pop. Uma tragédia dos tabloides. A rapariga que incendiou o mundo… e acabou por se q...
08/06/2026

Chamam-lhe Viúva Negra. Uma estrela pop. Uma tragédia dos tabloides. A rapariga que incendiou o mundo… e acabou por se queimar. As manchetes, as hashtags, os rumores que nunca morrem? Sloane Walker já não quer saber. Já sobreviveu a muito pior, como a traição que quase a destruiu. Agora toda ela é armadura e eyeliner quando canta canções que a magoam, fingindo que está tudo bem.

A meio da digressão esgotada e perigosamente à beira de se desmoronar, um encontro com fãs põe-na no caminho de Mateo Sylvester - o menino de ouro do futebol americano, com um sorriso magnético e uma avó que é a maior fã de Sloane. Ele sabe como a fama pode ser brutal. Já o viveu na pele, por isso, Mateo vê para lá da personagem de palco. Vê as fissuras no sorriso de Sloane. As canções que ela tem medo de escrever. A rapariga por trás dos brilhos, a lutar para se manter de pé.

Não era suposto apaixonarem-se. Não sob os holofotes. Não com o mundo inteiro a observá-los. A sua história não é um conto de fadas, é um desastre à espera de acontecer. Mas eles estão dispostos a pagar o preço necessário, juntos.

O investigador do GBI Will Trent e a médica-legista Sara Linton regressam num thriller eletrizante da mão de Karin Slaug...
07/06/2026

O investigador do GBI Will Trent e a médica-legista Sara Linton regressam num thriller eletrizante da mão de Karin Slaughter, autora best seller do New York Times.

Há quinze anos, a vida de Sara Linton mudou para sempre quando, depois de uma noite de festa, uma agressão violenta destruiu o seu mundo. Desde então, Sara refez a sua vida. Tornou-se uma médica bem-sucedida e vai casar-se com um homem que ama. Finalmente, conseguiu deixar o passado para trás.

Até que uma noite, quando está de plantão nas urgências, tudo muda. Sara luta para salvar a vida de uma jovem que sofreu uma agressão brutal. Mas à medida que a investigação avança, liderada pelo agente especial do GBI Will Trent, torna-se claro que o ataque sofrido por Dani Cooper está misteriosamente relacionado com o de Sara.

E o passado não ficará enterrado para sempre...

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