Sergio Maldonado, Mediação de Seguros, Lda

Sergio Maldonado, Mediação de Seguros, Lda Empresa pessoal de Mediação de Seguros.

19/01/2023

Um casal português foi de férias aos EUA. Que belas fotos que estamos a tirar, que maravilha de tempo que estamos a ter, que gozo enorme é estar do outro lado do Atlântico.
Mas de repente, o marido sente-se mal e tem de ser chamada uma ambulância, para ser acudido num hospital. Teve um aneurisma.
O seguro de viagem feito na agência, só lhe dava para pagar 30.000 €, de despesas médicas. Mas as despesas foram de 150.000 €.
O restante valor, teve de mendigar junto dos portugueses através das redes sociais. A solidariedade dos portugueses, fez com que conseguisse obter os 120.000 € em falta e resolver o seu problema e o da sua família.
Este é um caso verídico e recente. Vejam as notícias de 18/10/2022.
Se ele tivesse feito um seguro de viagem connosco na IATI, teria pelo menos 300.000 € para despesas médicas e não teria a necessidade de apelar à solidariedade dos portugueses.
Não vá para o estrangeiro, em especial fora da comunidade europeia, sem um bom seguro de viagem. É que nunca se sabe.

De que estão à espera para mudar o seguro de vida do crédito à habitação?O seu banco disse-lhe que o spread aumentava se...
21/04/2020

De que estão à espera para mudar o seguro de vida do crédito à habitação?
O seu banco disse-lhe que o spread aumentava sem o informar corretamente?
Informe-se com quem sabe, que são os mediadores de seguros.
Poupe até 60% no preço e tenha até melhores condições no seus seguro.

07/04/2016

Quero falar-vos neste momento num contrato de seguro bem actual para os nossos tempos.
Quem não pensa que um dia pode acordar com um problema grave de cancro, ou ter de repente de fazer um transplante?
Há um contrato de seguro que pode ajudar e muito. Uma companhia tem um contrato com o capital seguro de 1.000.000 € para doenças graves com a possibilidade da pessoa poder ir a qualquer país tratar-se.

Este contrato custa menos de 100 € por ano e pode ajudar e muito a salvar vidas. Se alguém achar interessante enviarei documentação.

É na verdade uma notícia importante que pode ser vista no link abaixo. Nos anos áureos dos empréstimos hipotecários para...
08/02/2016

É na verdade uma notícia importante que pode ser vista no link abaixo.
Nos anos áureos dos empréstimos hipotecários para compra de casa, invariavelmente as pessoas faziam com os bancos o seguro de vida e multirriscos a que estavam obrigados.
Como a pressa era sempre grande, pois queria-se a todo o custo e de forma rápida as verbas necessárias à compra da casa, as pessoas assinavam tudo e mais alguma coisa na mira de terem o tão desejado capital, que os faria atravessar a barreira do sonho...o de ter rapidamente a casa com que sonharam.
Pois é. Só que nunca leram as apólices que contrataram, a sua saúde era para quem preenchia a proposta a melhor do mundo, e tanto fazia terem a cobertura de invalidez A ou B que era tudo igual.
Casos já houve em que afinal a saúde não era assim tão boa e na hora de pagar a indemnização por uma morte ocorrida, a companhia detetava falsas declarações, com o consequente não pagamento da indemnização.
Por outro lado, o preço dos seguros feitos pelos bancos são substancialmente mais caros. Ou seja, se o cliente tivesse procurado um pouco melhor, podia ter um spred um pouco mais alto, mas compensado com preços de seguro mais baratos feitos através de uma boa empresa de mediação.
Para quem não sabe, os bancos são também mediadores de seguros, mas não estão interessados em que os seus clientes "fujam" do seguro que eles fizeram, pois ganham rios de dinheiro com este facto.
Para um mediador profissional que trabalhe com várias companhias, como é o nosso caso, além de ser explicado ao cliente as várias variantes de um contrato, também pode procurar o melhor preço dentro das companhias por ele representadas.
Muitos têm sido os nossos clientes que têm poupado centenas de euros por ano com a mudança do seu contrato, ficando ainda com melhores condições do que as que mantinha no seguro feito pela entidade bancária.
Quanto ao spred o banco só o pode aumentar caso esteja tal escrito na escritura. Tais casos aconteceram entre 2007 e 2010. Se não estiver na escritura o spred não pode ser alterado. Mesmo nos casos em que o banco o pode fazer, a diferença é mínima comparado com o que vai poupar no seguro.
Peça uma proposta e compare. Apenas precisamos de saber qual o capital em dívida, as datas de nascimento dos mutuários e as coberturas exigidas pelo banco. Vai ver que é muito compensador.

http://sicnoticias.sapo.pt/programas/contaspoupanca/2016-01-27-Como-poupar-ao-mudar-o-seguro-de-vida

Quando compramos casa, somos obrigados pelo banco a fazer um seguro de vida. O que poucos sabem é que daqui a uns anos vai provavelmente pagar mais de seguro de vida do que de empréstimo ao banco. O Contas-Poupança explica-lhe o que tem de fazer para evitar que isso aconteça.

09/11/2015

Não posso deixar de me pronunciar acerca do que aconteceu em Albufeira, não só pelo que vi, mas pelo que ouvi na comunicação social.
Várias têm sido as vezes que a DECO, que não é tão independente como apregoa, e a comunicação social, informam o público erradamente, fazendo crer que casos como o de Albufeira poderão não estar cobertos pelas apólices. Denota-se uma grande falta de conhecimentos na área de seguros e uma falta de vontade, propositada ou não, de informar o público correctamente, que já por si em Portugal leva de ânimo leve a previdência que pode obter através dos seguros.
Na televisão ouvi o proprietário de um estabelecimento dizer, quando questionado se tinha seguro, dizer que sim, mas que só cobria incêndio e roubo. Informou ainda que levaria 28 anos a recuperar o investimento que agora teria de fazer para repor a actividade a funcionar.
Por esta informação, dada pelo próprio proprietário, denota ter apólices com muitos anos, pois actualmente o vulgar é fazerem-se apólices multi-risco com cobertura de inundações. Esta é a cobertura que pagaria o que ocorreu, pois uma das várias situações cobertas por esta cobertura, tem a ver com enxurradas. Exactamente o que aconteceu.
As apólices não são produtos perfeitos, mas tem havido uma evolução muito grande ao longo dos últimos anos na actividade seguradora.
As apólices na verdade não cobrem tudo o que se imagina. É verdade. No entanto, certamente que seria melhor que antes de se falar asneiras, quem tem o dever de informar, procurasse saber junto dos profissionais de seguros factos, não levantando a dúvida de forma a que no subconsciente do público se leve a pensar ser mais um problema que as seguradoras nunca pagariam e daí perguntarem a si mesmos para que serve o seguro.
Se os proprietários afectados tivessem seguros, ou tivessem actualizados os que têm, este sinistro não passaria disso mesmo. Mais um sinistro, apenas mais grave do que o costume.

28/09/2015

ARTIGO MUITO IMPORTANTE

Sector segurador: maior crise dos últimos 30 anos

26 Set 2015 Económico

Desde o início do processo de privatizações do setor segurador e da liberalização do setor financeiro, iniciado em meados da década de oitenta do século passado, nunca foi tão urgente alertar a sociedade portuguesa para a crise que atravessa o setor dos seguros.

Sector segurador: maior crise dos últimos 30 anos

A relevância dos seguros no nosso quotidiano é demasiado importante para limitar este debate somente aos atores desta indústria, ou seja, às companhias de seguros, aos mediadores de seguros, aos peritos ou às entidades prestadoras de serviços directamente relacionadas com o setor.

Reflitamos sobre como poderia funcionar a sociedade sem um seguro de responsabilidade civil automóvel abrangendo todo o parque de viaturas existente: seria necessário uma litigância constante entre os cidadãos para solucionar o ressarcimento de danos causados pelos milhares de acidentes que ocorrem mensalmente.

Reflitamos sobre como poderia funcionar a sociedade sem o seguro de acidentes de trabalho garantindo ao trabalhador que, independentemente da situação financeira e da perenidade da empresa onde trabalha, caso tenha a fatalidade de sofrer um acidente que limite a sua capacidade futura, a assistência médica e a indemnização pela incapacidade atribuída estarão totalmente asseguradas até ao último dos seus dias.

Reflitamos sobre como poderia funcionar a sociedade sem um seguro de saúde que permite que as famílias possam recorrer, de forma célere, prática e económica, a sistemas alternativos ao Sistema Nacional de Saúde, reconhecida que é a sua incapacidade para a garantir à totalidade dos portugueses.

Reflitamos sobre como poderia funcionar a sociedade sem um seguro que proteja a habitação de cada família contra um evento catastrófico como por exemplo um incêndio, num contexto atual da sociedade portuguesa onde uma percentagem muito elevada das famílias se endividou através de crédito habitação para adquirir o seu lar, constituindo este um dos seus maiores ativos.

A relevância do setor dos seguros é inversamente proporcional à sua notoriedade ou à importância mediática que a sociedade lhe reserva. É um pouco como o oxigénio: apesar de tão decisivo para a vida de cada um de nós, não lhe atribuímos com frequência o devido valor.

Mas existem momentos na história das sociedades em que importa parar e medir se o equilíbrio dos ecossistemas importantes para a nossa vida estão garantidos, e conseguir gritar bem alto: PERIGO! O NOSSO ICEBERGUE ESTÁ A DERRETER ( parafraseando o pinguim Fred protagonista do livro que tem como título este grito de alerta).

O ciclo que estamos a atravessar, após a crise financeira iniciada nos Estados Unidos em 2008, que, no caso português, se traduziu numa profunda crise económica teve impactos fortes no setor segurador.

Passando por cima do detalhe da análise técnica e do jargão específico da indústria, o aspecto que importa reter é o seguinte: a prudência que caracterizou os gestores da área seguradora ao longo dos séculos foi ultrapassada por uma ânsia obsessiva por crescimento de quota de mercado, foco excessivo no ‘cash-flow' de curto prazo, e a necessidade de satisfação a qualquer custo da exigência dos seus acionistas, mesmo que por vezes fossem economicamente irracionais.

No mercado português, a situação acima caracterizada leva a que, reconhecidamente, o setor esteja com um nível de reservas incapaz de fazer face às responsabilidades futuras dos acidentes de trabalho, esteja a caminho de uma insuficiência de reservas para fazer face às responsabilidades da responsabilidade civil automóvel, tenha uma exploração do seguro de saúde em muitas situações deficitária e não menos importante para a sociedade civil, que as reservas financeiras que garantem que o setor segurador possa funcionar de forma perene estejam em algumas situações investidos de forma imprudente.

Esta situação não é um problema que diga respeito somente à empresa A ou B,ou deva ser uma preocupação exclusiva do regulador. A inquietação deve ser de toda a sociedade, pois mais importante que a perenidade da companhia de seguros A, do mediador B, do perito C é a solidez de todo o setor dos seguros.

A ultrapassagem deste momento que caraterizamos como a maior crise dos últimos 30 anos requer uma actuação com duas linhas de força importantes e decisivas: a recuperação financeira do setor; a emergência de uma competitividade com ética
A primeira deverá ser realizada através de uma correcta avaliação e aceitação do risco que está a ser transferido para o mercado segurador.

Não é possível compreender como é que o preço de um seguro de responsabilidade civil é hoje inferior ao preço médio praticado em 1991!

É necessário que a sociedade tenha a exacta percepção de que o preço de um seguro de acidentes de trabalho é hoje insuficiente para fazer face às responsabilidade futuras de protecção dos trabalhadores.

É necessário rever o modelo de seguros de saúde vigente, apostando no desenvolvimento da prevenção e não focando somente as soluções na salvaguarda do consumo de atos médicos.

Esta alteração de comportamento faz-se num contexto de competitividade com ética entre as companhias de seguros e entre os mediadores na sua interacção com a sociedade.

Competitividade com ética é implementar uma estratégia perene com profissionalismo e focado no esclarecimento e serviço ao cliente. É respeitar um conjunto de regras de funcionamento do mercado que garantem a protecção dos clientes. É combater aqueles que focados num resultado imediato, procuram iludir os clientes com falsas promessas aproveitando a assimetria de informação, e contribuem para o aprofundar da crise do setor.

A APROSE, associação que federa os mediadores profissionais de seguros, está focada em ser um ator muito ativo neste movimento. A profissionalização do setor de modo a garantir à sociedade que um associado da APROSE é um mediador que exerce a sua acção de forma ética é o nosso desiderato. Contamos necessariamente com todos os nossos parceiros para esta longa caminhada de recuperação de um setor tão importante para a sociedade. Mas temos que agir: PERIGO! O NOSSO ICEBERGUE ESTÁ A DERRETER!

Dicas sobre seguros para empregados domésticosTodas as pessoas que recorrem aos serviços prestados por uma empregada dom...
23/09/2015

Dicas sobre seguros para empregados domésticos


Todas as pessoas que recorrem aos serviços prestados por uma empregada doméstica estão obrigadas a subscrever a um seguro. Saiba como funciona.

15 set 2015

Seja apenas por umas horas para ajudar na limpeza da habitação ou em horário 'full-time' para auxiliar nas tarefas do dia-a-dia, a contratação de uma empregada doméstica deve obedecer a vários requisitos legais. Uma das obrigações é que os empregados domésticos tenham um seguro de acidentes de trabalho, independentemente, do facto de trabalharem apenas algumas horas, tenham uma função a 'full-time' ou sejam internas. De acordo com a informação presente na Associação Portuguesa de Seguradores é no Decreto-Lei 235/92, que está estabelecido o regime jurídico das relações de trabalho resultantes do contrato de serviço doméstico. Aqui se consagra que "a entidade empregadora deve transferir a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho para entidades legalmente autorizadas a fazer este seguro". Saiba como funcionam este tipo de apólices.

1. Quem deve contratar um seguro para empregadas domésticas?

Todas as pessoas que recorrerem aos serviços prestados por uma empregada doméstica estão obrigadas a subscrever a um seguro que proteja a colaboradora de possíveis acidentes no local de trabalho ou no trajeto para este ou deste para casa. Esta situação também é válida para os condomínios que contratem uma empregada para assegurar a limpeza dos espaços comuns. Saiba ainda que não ter contrato assinado com a empregada doméstica não é impedimento para a subscrição de um seguro de acidentes de trabalho.

2. Quais são as coberturas da apólice?

O seguro por acidentes de trabalho transfere para a seguradora a obrigação de compensação por acidente de trabalho sofrido pela empregada doméstica e abrange as prestações legais a serem pagas à empregada em caso de acidente. Estão abrangidas as prestações de natureza médica, cirúrgica, farmacêutica e hospitalar e quaisquer outras necessárias à recuperação da empregada para a vida ativa. Além disto, a apólice cobre também incapacidade temporária absoluta ou parcial, incapacidade permanente ou morte.

Lembre-se que se não tiver seguro para acidentes de trabalho para a sua empregada doméstica terá que suportar todos estes encargos e ainda pode ser alvo de uma coima.

3. Como é calculado o prémio do seguro?

O cálculo do prémio do seguro não é linear e difere de seguradora para seguradora embora tenha por base o valor da remuneração da sua empregada. É a partir daqui que a companhia de seguros vai também calcular o valor das indemnizações a atribuir em caso de acidente. Para saber qual o seguro de acidentes de trabalho para empregadas domésticas mais barato para a sua situação, pode utilizar o simulador da Deco.

4. O que deve fazer em caso de acidente?

Assim que tiver conhecimento do acidente deve preencher o documento de participação de sinistro e enviá-lo para a seguradora no prazo de 24 horas. Em função da urgência, a companhia de seguros indica ao trabalhador a data, hora e local em que poderá apresentar-se ao médico, com a cópia da participação do sinistro.

Na urgência hospitalar, há que referir tratar-se de um acidente de trabalho, coberto por seguro. O relatório do médico do serviço de urgência deve ser posteriormente anexado à participação do sinistro, já assinada e autenticada pelo empregador. Estes dois documentos devem estar na posse da empregada doméstica quando for necessário apresentar-se ao médico indicado pela seguradora. No caso da morte do trabalhador, este assunto deve ser comunicado imediatamente à companhia de seguros pelo empregador que encaminhará a participação formal do sinistro.

Leia também os seguintes artigos:

saldopositivo


URL: http://saldopositivo.cgd.pt/quatro-dicas-sobre-seguros-para-empregados-domesticos/

Temas: Zurich

Todas as pessoas que recorrem aos serviços prestados por uma empregada doméstica estão obrigadas a subscrever a um seguro. Saiba como funciona.

20/07/2015

Mediação de seguros
Devido à grande oferta que existe no mercado, onde operam vários tipos de mediadores de seguros, um candidato a segurado deve estar preparado para saber escolher, quem dos vários tipos de operadores servirá melhor as suas necessidades.
Já que um seguro não é, nem nunca será apenas um preço, deve o segurado optar por um profissional pronto a "perder algum tempo" com o tipo de necessidades do mesmo.
Um bom profissional na área da mediação, deverá ter em linha de conta o serviço prestado não só na altura em que efectua o contrato, mas partir do princípio de que um dia poderá haver um infortúnio a coberto pela apólice contratada, estando igualmente presente para apoiar o seu cliente.

Há neste momento 3 tipos de mediadores:

O mediador de seguros ligado:
Os mais conhecidos são por exemplo os bancos ou os CTT. Este tipo de mediador não assume qualquer responsabilidade pelos contratos que faz, sendo a seguradora para quem produz que assume os erros eventuais. Também só pode trabalhar com uma seguradora, a não ser que essa seguradora não tenha um determinado produto. Nesse caso pode estabelecer relações com outra seguradora.

O agente de seguros:
É um tipo de mediador que pode trabalhar com várias seguradoras e tem maior responsabilidade uma vez que actua em nome de uma ou várias companhias de seguros. Tem várias obrigações entre as quais a de melhor aconselhar o seu cliente, ou assumir a responsabilidade por qualquer erro, através de um seguro de responsabilidade civil profissional que é obrigatório.

O corretor de seguros:
É um tipo de mediador com maiores responsabilidades em especial perante a entidade reguladora. Estas maiores responsabilidades não implicam no entanto maior conhecimento da actividade de seguros comparativamente aos agentes de seguros.

Como pode ser lido, está nas mãos do candidato a segurado a escolha do mediador, aquele que melhor o sirva.

Portanto, não esqueça:
Faça a sua escolha de forma consciente.
Não pense apenas no preço.
Opte por um seguro que lhe ofereça o maior número de coberturas em função da melhor cobertura/preço.
Dentro das categorias de mediadores escolha quem lhe oferece o melhor serviço.
Pense que o sinistro pode acontecer e quem melhor o ajudará nessa ocasião.

FAÇA BOAS OPÇÕES. INFORME-SE. AJUDE-SE A SI PRÓPRIO

20/07/2015

Ao contrário do que normalmente se pensa hoje em dia e desde há alguns anos, as apólices de seguros já NÃO TÊM LETRA MIUDINHA. Tal foi proibido através de decreto lei. Apesar disso, muitas pessoas pensam que tal ainda existe e até há dois anos atrás, aquando das tempestades ocorridas no nosso país, no apontamento da DECO na antena 1, foi veiculada erradamente esta ideia ultrapassada da letra miudinha pela entrevistadora, tendo a advogada da DECO dado o seu consentimento, ao não esclarecer o público ouvinte de que tal já não era assim.
Outra questão colocada pelas pessoas quanto às apólices, tem a ver com a complexidade das mesmas. Não poderei dizer que tudo é sempre linear, mas as apólices também não são tão complicadas assim. Pode haver alguns pontos não tão compreensíveis, mas é normalmente mais o facto das pessoas nunca terem tido a coragem de pegar numa apólice bem estruturada e a lerem, que faz com que se diga que só foram feitas para advogados.
Numa apólice, o mais importante, tem a ver com as coberturas, naquilo que respeita ao que está coberto e ao que está excluído. Isto é a base de qualquer apólice.
Quando qualquer pessoa faz um seguro, recebe dois conjuntos de documentos; as condições gerais, onde, para além de tudo o mais, se indicam todas as coberturas possíveis dessa apólice, tendo em conta que há coberturas base e coberturas complementares, que são escolhidas, ou não, pelos segurados.
O outro documento importante são as condições particulares. Estas indicam, para além da cobertura base, as complementares, que foram escolhidas pelo segurado.

20/07/2015

Infelizmente a falta de tempo não tem tornado possível a publicação como desejamos de informações úteis sobre seguros.
Sabemos haver uma grande falta de conhecimento do público em geral de noções mesmo básicas sobre o assunto.
Queremos colocar à disposição dos nossos clientes e de todos aqueles que de alguma forma se queiram associar à nossa página informações ou respostas a perguntas que tenham sobre assuntos relacionados com seguros.
Esperamos poder fazê-lo com o profissionalismo que nos é reconhecido.

Boas Festas!
26/12/2014

Boas Festas!

Endereço

Rua Doutor António José De Almeida 329 Lj 10
Coimbra
3000-045

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Segunda-feira 10:00 - 13:00
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