21/10/2026
IMPORTANTE PARTILHAR: "Inclusão das pessoas com deficiência na redução dos riscos de desastres"
Estamos em 2026 e sectores críticos como o da Proteção Civil ainda não se encontram acessíveis para todos!
É necessário construir uma resiliência inclusiva para todos, integrando uma perspectiva que leve em conta (entre outros) aspectos como género, idade, deficiência e cultura.
É urgente superar o "fosso" entre grupos vulneráveis (e/ou situações de vulnerabilidade), visando uma perspetiva integradora da vulnerabilidade para a redução do risco de desastres.
A falha em incluir as pessoas com deficiência (de qualquer tipo) nos esforços globais para reduzir os riscos de catástrofes traz consequências dramáticas.
Devido aos planos de preparação para catástrofes e/ou de emergência que não são acessíveis, à discriminação sistémica e generalizada, as pessoas com deficiência são, muitas vezes, deixadas para trás nas ações de ajuda e resposta.
Impacto desproporcional: As pessoas com deficiência são, frequentemente, afetadas de forma desproporcional por desastres, apresentando níveis variados e desiguais de resiliência e capacidade de recuperação. Muitas encontram-se isoladas — quer socialmente, quer por razões logísticas — e não têm acesso a avisos de evacuação nem a meios de transporte adequados para si, para os seus cuidadores ou para o transporte de equipamento médico essencial ao seu bem-estar.
Por conseguinte, é fundamental que as pessoas com deficiência sejam consultadas e plenamente integradas no desenvolvimento e implementação de estratégias, quer nacionais, quer regionais, quer locais.
A segurança e a proteção civil são direitos constitucionais de TODOS os cidadãos!