Profecias

Profecias Profecias, II São Pedro,1:19. Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.
21.

Assim demos ainda maior crédito à palavra dos profetas, à qual fazeis bem em atender, como a uma lâmpada que brilha em um lugar tenebroso até que desponte o dia e a estrela da manhã se levante em vossos corações.
20. Porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus.

⚜ 15 de Setembro dia de Nossa Senhora das Dores ⚜Nossa Senhora, perdoa-nos por causar tanta dor e sofrimento a ti e a te...
16/09/2019

⚜ 15 de Setembro dia de Nossa Senhora das Dores ⚜

Nossa Senhora, perdoa-nos por causar tanta dor e sofrimento a ti e a teu amado filho, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! 🙌🏻😔🙏🏻

🔹️Visões da mística Ana Catharina Emmerich, beatificada por São João Paulo II 🔹️

⚜ Maria Santíssima durante a flagelação ⚜

Vi a SS. Virgem, durante a flagelação do Redentor, em continuo êxtase; via e sofria na alma e com indizível amor e tormento, tudo quanto sofria o Divino Filho. Muitas vezes lhe saíram fracos gemidos da boca; os olhos estavam inflamados de tanto chorar. Jazia velada nos braços da irmã mais velha, Maria Helí, que já era muito idosa e se parecia muito com a mãe, Sant’ Ana. Maria, filha de Cléofas e de Maria Helí, estava também presente e segurava sempre o braço se sua mãe. As santas amigas de Maria e Jesus, todas veladas e envolvidas em mantos, rodeavam a SS. Virgem, tremendo de medo e dor, como se esperassem sua própria sentença de morte. Maria vestia uma longa veste azul e sobre essa, um comprido manto branco de lã e um véu branco-amarelo. Madalena estava desnorteada e desolada de dor e lamentação; tinha o cabelo em desalinho, sob o véu.

Quando Jesus, depois da flagelação, caíra ao pé da coluna, mandara Cláudia Prócula, a mulher de Pilatos, um fardo de grandes panos à Mãe de Deus. Não sei mais se julgava que Jesus ficaria livre e a Mãe do Senhor lhe devia tratar as feridas com esses panos ou se a pagã compadecida mandou os panos para o fim o qual SS. Virgem os empregou.

Maria, voltando a si, viu passar o Divino Filho dilacerado, conduzido pelos soldados; Ele enxugou o sangue dos olhos com a túnica, para fitar a SS. Virgem, que Lhe estendeu as mãos, num transporte de dor e Lhe seguiu com a vista as pegadas sangrentas. Logo depois vi a SS. Virgem e Madalena, quando o povo se dirigia mais para o outro lado, aproximarem-se do lugar da flagelação. Cercadas e ocultas pelas outras santas mulheres e outra gente boa, que se aproximara, prostraram-se por terra, ao pé da coluna da flagelação e apanharam com os panos todo o sangue de Jesus, por toda a parte onde encontraram algum vestígio.
Não vi nessa hora João, junto das santas mulheres, que eram cerca de vinte. O filho de Simeão, o de Obed e o de Verônica, como também Aram e Temeni, os sobrinhos de José de Arimatéia, estavam todos ocupados no Templo, cheios de tristeza e angústia.

Foi pelas nove horas da manhã que acabou a flagelação.

Vi hoje as faces da SS. Virgem pálidas e mortiças, o nariz delgado e comprido, os olhos quase cor de sangue, de tantas lágrimas que derramou; não é possível descrever a impressão que faz a figura de Maria, na sua simplicidade e graça natural. Já desde ontem e durante toda a noite, tem ela vagueado, cheia de angústia e amor, pelo vale de Josafá e pelas ruas de Jerusalém e através do povo e contudo não se lhe vê nenhuma desordem nas vestes; cada prega do vestido da SS. Virgem respira santidade; tudo nela é simples e digno, puro e inocente.

Os movimentos, ao olhar em redor de si, são nobres e as pregas do véu, quando vira um pouco a cabeça, são de uma singular beleza e simplicidade. Nos movimentos não se lhe nota agitação e mesmo na mais dilacerante dor, todo o porte se lhe conserva simples e calmo. Tem o manto umedecido pelo orvalho da noite e por inúmeras lágrimas, mas em tudo mais está limpo e bem arrumado. É inefavelmente bela e de uma beleza toda sobrenatural; pois toda sua beleza é também pureza, simplicidade, dignidade e santidade.

Madalena, porém, tem um aspecto inteiramente diferente. É mais alta e mais gorda e chama mais a atenção pelas formas e os movimentos; mas toda a beleza lhe foi devastada pelas paixões, pelo arrependimento e excessiva dor; quase sem limite de sua dor. Tem as vestes molhadas e sujas de lama, em desarranjo e rasgadas; o longo cabelo cai-lhe solto e em desalinho, sob o véu molhado e amarrotado. Está toda desfigurada e agitada; não pensa senão em sua dor, e parece quase uma alienada. Há muita gente aqui de Magdala e arredores, que a viu dantes, na vida tão suntuosa e depois tão pecaminosa e em seguida tanto tempo retirada do mundo e agora a apontam com o dedo e a insultam, ao ver-lhe a estranha figura; há também gente baixa de Magdala que, ao passar por ela, lhe atira lama, mas Madalena não o nota, tão absorta está na sua dor.

O encontro de Jesus com a Santíssima Mãe. Segunda queda de Jesus debaixo da cruz.

A Mãe de Jesus, transpassada de dor, tinha se retirado do fórum, com João e algumas mulheres, depois de ouvir a sentença que lhe condenara injustamente o Filho. Tinham visitado muitos dos lugares sagrados pela Paixão de Jesus, mas quando o correr do povo e o toque dos clarins e o séqüito de Pilatos, com os soldados, anunciaram a partida para o Calvário, Maria não pode conter-se mais: o amor impelia-a a ver o divino Filho, no seu sofrimento e pediu a João que a conduzisse a um lugar onde Jesus tivesse de passar.

Eles tinham vindo dos lados de Sião; passaram ao lado do tribunal donde Jesus, havia pouco, fora levado por portas e alamedas que noutros tempo estavam fechadas, mas nessa ocasião abertas, para dar passagem à multidão. Passaram depois pela parte ocidental de um palácio, que do outro lado dá, por um portão, para a rua larga, na qual o séqüito entrou depois da primeira queda de Jesus. Não sei mais com certeza se esse palácio era uma ala da casa de Pilatos, com a qual parece estar ligada por pátios e alamedas ou se é, com me lembro agora, a própria habitação do Sumo Sacerdote Caifás; pois a casa em Sião era apenas o tribunal.

– João conseguiu de um criado ou porteiro compassivo a licença de passar, com Maria e as companheiras, para o outro lado e o mesmo empregado abriu-lhes o portão para a rua larga. – Estava com eles um sobrinho do José de Arimatéia; Suzana, Joana Chusa e Salomé de Jerusalém seguira a Santíssima Virgem.

Quando vi a dolorosa Mãe de Deus, pálida, olhos vermelhos de chorar, tremendo e gemendo, envolta da cabeça aos pés num manto azul cinzento, passando com as companheiras por aquela casa, senti-me presa de dor e susto. Já se ouviam por sobre as casas o tumulto e os gritos do séqüito, que se aproximava, o toque da trombeta e a voz do arauto, anunciando nas esquinas das ruas a execução de um condenado a cruz.

O criado abriu o portão; o ruído tornou-se mais distinto e assustador. Maria rezava e disse a João: “Que devo fazer, ficar para vê-lo ou fugir? Como poderei suportar vê-lo neste estado?” João disse: “Se não ficardes, arrepender-vos-eis amargamente toda a vida”. Então saíram da casa, ficando a espera, sob a arcada do portão; olhavam para a direita, rua abaixo, que até lá subia, mas continuava plana, do lugar onde estava Maria.

Ai! Como o som da trombeta lhe penetrou no coração! O séqüito aproximava-se, ainda estaria distante uns 80 passos, quando saíram do portão. Ali o povo não andava na frente, mas aos lados e atrás havia alguns grupos: grande parte da gentalha, que saíra por último do tribunal, corria por atalhos para a frente, para ocupar outros lugares, donde pudesse ver passar o séqüito.

Quando os servos dos carrascos, que transportavam os instrumentos do suplício, se aproximaram, impertinentes e triunfantes, começou a Mãe de Jesus a tremer e chorar e torcer as mãos de aflição. Um dos miseráveis perguntou aos que iam ao lado: “Quem é essa mulher, que está ali lamentando?” Um deles respondeu: “É a mãe do Galileu.” Ouvindo isso os perversos insultaram-na com palavras de zombaria, apontaram-na com os dedos e um desses homens perversos tomou os cravos, com os quais Jesus devia ser pregado na cruz e mostrou-o a Santíssima Virgem, com ar de escárnio. Ela, porém, torcendo as mãos, olhava na direção de seu Filho e esmagada pela dor, encostou-se ao pilar do portão. Tinha a palidez de um cadáver e os lábios roxos.

Passaram os fariseus a cavalo; depois veio o menino, com o título da cruz e, ai! Alguns passos atrás, Jesus, o Filho de Deus, seu próprio Filho querido, o Santo, o Redentor: lá ia cambaleando e curvado, afastando penosamente a cabeça, com a coroa de espinhos, do pesado fardo da cruz. Os carrascos arrastavam-no pelas cordas para a frente; tinha o rosto pálido, coberto de sangue e pisaduras, a barba toda junta e colada sob o queixo pelo sangue.

Os olhos encovados e sangrentos do Salvador, sob o horrível enredo da coroa de espinhos, lançaram um olhar grave e cheio de piedade a Mãe dolorosa e depois, tropeçando, ele caiu pela segunda vez, sob o peso da cruz, sobre os joelhos e as mãos. A mãe, na veemência da dor, não via mais nem os soldados nem os carrascos, via só o Filho querido em estado tão lastimoso e tão maltratado. Estendendo os braços, correu os poucos passos do portão até Jesus, através dos carrascos e abraçando-o, caiu-lhe ao lado de joelhos. Ouvi as palavras: “Meu Filho!” – “Minha Mãe!” – não sei se foram pronunciadas pelos lábios ou só no coração.

Houve um tumulto: João e as mulheres tentavam afastar Maria, os carrascos praguejavam e insultavam-na; um deles gritou: “Mulher, que queres aqui? Se o tivesse educado melhor, não estaria agora em nossas mãos.” Vi que alguns dos soldados estavam comovidos; eles afastaram a Santíssima Virgem, nenhum, porém, a tocou. João e as mulheres levaram-na e ela caiu de joelhos, como morta de dor, sobre a pedra angular do portão, a qual suportava o muro; estavam de costas viradas para o séqüito, apoiando-se com as mãos na parte superior da pedra inclinada, sobre a qual caíra. Era uma pedra com veias verdes; onde os joelhos de Nossa Senhora tocaram, ficaram cavidades e onde as mãos se lhe apoiaram, deixaram marcas menos profundas. Eram impressões chatas, com contornos pouco claros, semelhantes a impressões causadas por uma pancada sobre massa de farinha. Era uma pedra muito dura. Vi que no tempo do bispo Tiago o Menor essa pedra foi colocada na primeira Igreja Católica, que foi construída ao lado da piscina de Betesda.

Já o tenho dito várias vezes e digo-o mais uma vez, que vi em diversas ocasiões tais impressões causadas pelo contado de pessoas santas em acontecimentos de grande importância. Isso é tão certo, que há até a expressão: “Uma pedra sentir-se-ia comovida”, ou a outra: “Isso faz impresso”. A eterna Sabedoria não tinha precisão da arte da imprensa, para transmitir a posteridade testemunhos dos santos.

Como os soldados, armados de lanças, que marchavam aos lados do séqüito, impeliam o povo para diante, os dois discípulos que estavam com a Mãe de Jesus, reconduziram-na pelo portão, que foi fechado atrás deles.

Os carrascos tinha, no entanto, levantado Jesus aos arrancos e puseram-lhe a cruz de novo ao ombro, mas de outra maneira. Os braços da cruz, amarrados ao tronco haviam ficado um pouco soltos e um deles descera um pouco ao lado do tronco; foi esse que Jesus abraçou então, de modo que o tronco da cruz pendia atrás, mais no chão.

Depois do doloroso encontro da SS. Virgem com o Divino Filho, carregando a cruz, quando Maria caiu sem sentidos sobre a pedra angular, Joana Chusa, Suzana e Salomé de Jerusalém, com auxílio de João e do sobrinho de José de Arimatéia, conduziram-na para dentro da casa, impelidos pelos soldados e o portão foi fechado, separando-a do Filho bem-amado, carregado do peso da cruz e cruelmente maltratado.

O amor e o ardente desejo de estar com o Filho, de sofrer tudo com ele e de não o abandonar até o fim, davam-lhe uma força sobrenatural. As companheiras foram com ele a casa de Lázaro, na proximidade da porta Angular, onde estavam reunidas as outras santas mulheres, com Madalena e Marta, chorando e lamentando-se; com elas estavam também algumas crianças. De lá saíram em número de 17, seguindo o caminho doloroso de Jesus.
Vi-as todas, sérias e decididas; não se importavam com os insultos da gentalha, mas impunham respeito pela sua tristeza; passaram pelo fórum, a cabeça coberta pelos véus; no ponto onde Jesus tomara ao ombro a cruz, beijaram a terra; depois seguiram todo o caminho da Paixão de Jesus, venerando todos os lugares onde ele mais sofrera.

Maria e as que eram mais inspiradas, procuravam seguir as pegadas de Jesus e a SS. Virgem, sentindo e vendo-lhes tudo na alma, guiava-as onde deviam parar e quando deviam prosseguir nessa via sacra. Todos esses lugares se lhe imprimiram vivamente na alma; ela contava até os passos e mostrava as companheiras os santos lugares.

Desse modo a primeira e mais tocante devoção da Igreja foi escrita no coração amoroso de Maria, Mãe de Deus; escrita pela espada profetizada por Simeão; os santos lábios da Virgem transmitiram-na aos companheiros do sofrimento e por esses a nós. Esta é a santa tradição vinda de Deus ao coração da Mãe Santíssima e do coração da Mãe aos corações dos filhos; assim continua sempre a tradição na Igreja.

Quando se vem as coisas como as vejo, parece este modo de transmissão mais vivo e mais santo. Os judeus de todos os tempos sempre veneraram os lugares consagrados por uma ação santa ou por um acontecimento de saudosa memória. Eles não esquecem um lugar onde se deu uma coisa sobrenatural: marcam-no com monumento de pedras e vão em peregrinação para rezar. Assim também nasceu a devoção da Via Sacra, não por uma intenção premeditada, mas da natureza dos homens e das intenções de Deus para com seu povo, do fiel amor de uma mãe, e, por assim dizer, sob os pés de Jesus, que foi o primeiro que a trilhou.

Chegou então esse piedoso grupo á casa de Verônica, onde entraram, porque Pilatos com os cavaleiros e os duzentos soldados, voltando da porta da cidade, lhes vinham ao encontro. Ali Maria e os companheiros viram o sudário, com a imagem do rosto de Jesus e entre lágrimas e suspiros, exaltaram a misericórdia de Jesus para com sua fiel amiga.

Levaram o cântaro com o vinho aromático, com que Verônica não conseguira confortar Jesus e dirigiram-se todos, com Verônica, à porta do Gólgota. No caminho se lhes juntaram ainda muitas pessoas bem intencionadas e outras comovidas pelos acontecimentos, entre as quais também certo número de homens, formando um cortejo que, pela ordem e serenidade com que passou pelas ruas, me fez uma singular impressão. Esse cortejo era quase maior do que aquele que conduziu a Jesus, não contando o povo que o acompanhou.

As angústias e dores aflitivas de Maria nesse caminho, ao ver o lugar do suplício, com as cruzes no alto, não se podem exprimir em palavras; a alma amantíssima da Virgem sentia os sofrimentos de Jesus e era ainda torturada pelo sentimento de não poder segui-Lo na morte. Madalena, toda transtornada e como embriagada de dor, andava cambaleando, como que arremessada de angústia em angústia; passava do silêncio ás lamentações, do estupor ao desespero, das lamentações às ameaças. Os companheiros eram obrigados a sustê-la, a protegê-la, a exortá-la e a escondê-la da vista dos curiosos.

Subiram o monte Calvário pelo lado mais suave, ao oeste e aproximaram-se em três grupos do aterro circular do cume, a certa distância, um atrás do outro. A Mãe de Jesus, a sobrinha desta, Maria de Cléofas, Salomé e João avançaram até o lugar do suplicio; Marta, Maria Helí, Verônica, Joana Chusa, Suzana e Maria, mãe de Marcos, ficaram um pouco afastadas, rodeando Maria Madalena, que não podia conter a dor. Um pouco mais atrás estavam ainda sete pessoas e entre os três grupos havia gente boa, que mantinha uma certa comunicação entre eles. Os fariseus a cavalo estavam em diversos lugares em redor do local do suplicio, enquanto os soldados romanos ocupavam as cinco entradas.

Que espetáculo doloroso para Maria: o lugar do suplicio, o cume com as cruzes, a terrível cruz do Filho adorado e diante dela, no chão, os martelos, as cordas, os horrendos pregos e os repelentes carrascos, meio uns, quase embriagados, fazendo o horroroso trabalho entre imprecações. Os troncos das cruzes dos ladrões já estavam arvorados, munidos de paus encaixados para subir. A ausência de Jesus ainda prolongava o martírio da Mãe Santíssima; ela sabia que ainda estava vivo; desejava vê-lo, tremia ao pensar em que estado O veria; ia vê-Lo em indizíveis tormentos.

Desde a madrugada até as dez horas, quando foi pronunciada a sentença, caíra várias vezes chuva de pedra; durante o caminho de Jesus ao Calvário clareou o céu e brilhava o sol; mas pelas doze horas começou uma neblina avermelhada a velar o sol.

Fonte: Extraído do Livro "Vida, Paixão e Glorificação do Cordeiro de Deus - Anna Catharina Emmerich - Ed. MIR.

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