29/10/2019
Quando meu professor da faculdade de jornalismo me disse que a mensagem que eu escreveria deveria estar composta por palavras que o público entendesse e, não composta por um discurso que eu achasse "adequado"- fiquei sem entender nada!
O que signif**a isso? Ou seja, todo aquele desejo de ser jornalista e escrever conforme meu estilo, ser reconhecida por isso, aperfeiçoar cada vez mais de acordo com o que o meu "Eu" achasse ideal, começou a f**ar pequeno, desinteressante, pra não dizer frustrante. Foi assim que eu interpretei a mensagem conflitante dele.
Claro, eu estava iniciando meus estudos, cheia de sonhos e expectativas, ouvir isso foi como um banho de água fria.
Depois (bem depois, quase onte-ontem), voltei a pensar (não quer dizer que este tempo todo não pensei viu!?! - não vão interpretar algo que não é).
E me perguntei- bom se eu entendi assim, algumas pessoas quando leem algo também correm o risco de estar na mesma situação que eu me encontrava na época. Provavelmente, interpretando uma mensagem segundo sua vida do momento, seus valores, expectativas, sonhos, etc. Ai sim , ficou pior- como escrever algo que faça com que a mensagem seja interpretada como deveria com tantos "ingredientes" de peso interferindo nesta interpretação. Aiii que conflito - como usar as palavras!!!
As respostas vieram chegando com o tempo, com os estudos e a experiência.
Michel Maffesoli sociólogo francês da pós- modernidade defende que as pessoas se relacionam por identif**ação de grupos. Que sempre aparecerão nas sociedades - grupos emergentes apresentando novas idéias, novos códigos e modos de viver o cotidiano. Mas que todos eles se interdependem.
Na comunicação Social ou comunicação de massa isso também pode ser chamado de redes.
Redes de relacionamentos, network, mídias sociais de inter-relacionamentos.
Tudo o que já vivemos na atualidade.
Ai ficou mais fácil pensar em construir uma mensagem, pois os grupos são diferentes, cada um tem um objetivo e uma forma de se relacionar bem caracterizada.
Conclusão que faz sentido para o que quero especif**ar neste post: basta você entender para quem escreverá que você saberá o que escrever.
Um fato que observamos no Instagram e Facebook.
Agora vamos puxar a sardinha pro lado do empreendedorismo que é o “ar” que respiro.
Atualmente muitas pequenas empresas divulgam seus produtos e serviços falando de suas experiências e conhecimentos, mas incluindo em sua fala “coisas” do cotidiano.
Tá dando um resultado incrível!!!
Coisas engraçadas que aconteceram, coisas que vivenciaram com amigos, pais ,filhos ou parentes que tenham uma relação direta ou indireta com aquilo que você quer dizer ou vender.Use seu discernimento, use seu bom senso na hora de escolher o quê contar e como contar!
No entanto o que esta claro é que este formato está gerando um aumento de seguidores muito grande nos perfis de empreendedores. Além de aprender você se ligue a história de vida deste profissional.Isso tem um valor incalculável!E na sequência gera vendas! Perfeito.
Engrandeça o teu conteúdo, agregue valor a tua empresa. Tua mensagem f**a mais interessante, mais leve, mais atrativa.
Faca isso em tuas postagens!
Use tua própria vida que é riquíssima em vivências para compartilhar com seu público e criar proximidade com ele. Utilize estas ferramentas para construir uma imagem de respeito, uma imagem profissional e que conecte com os demais.
Somente postagens de vendas diretas não impactam mais as pessoas.
Solte-se, crie, arrisque e confie. Aprenda dos erros. Volte a tentar.
Mas não desista!
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