IRC Gestão de Seguros

IRC Gestão de Seguros A iRC Gestão de Seguros é especialista em Consultoria de Risco, principalmente em Seguros Corporativos.

Esta página possui carácter informativo, trazendo informações a respeito da iRC Gestão de Seguros, tal empresa é composta por sócios com mais de 15 anos de experiência no ramo de seguros. Esta expertise de mercado faz com que a iRC Corretora, seja formada por uma equipe especialista em consultoria de riscos corporativos, capaz de oferecer condições diferenciadas e customizadas aos seus clientes. I

nstituída em 2009, na capital do Espírito Santo, a marca passa por uma reformulação estrutural em 2013, unificando competência técnica e comercial com a entrada de novos sócios. A equipe iRC está qualificada a oferecer seguros, principalmente, para os ramos que tem absoluto conhecimento. Além do mais, temos como foco desenvolver soluções inovadoras em Gestão de Risco, proporcionando um atendimento com máxima competência técnica e comercial aos nossos Clientes. Trazendo Inovação em Risco Corporativo, a iRC busca administrar os seguros de sua empresa, de forma ágil e segura, contando com especialistas e ferramentas tecnológicas que auxiliam neste objetivo. Contate nossos profissionais de seguro para proteger sua Empresa dos riscos que ela está exposta.

Quer economia e um produto sob medida? Vem pra iRC Seguros!
20/10/2018

Quer economia e um produto sob medida? Vem pra iRC Seguros!

19/04/2018

Até então, a pena máxima aos motoristas considerados culpados em casos do tipo estava fixada entre dois e quatro anos.

18/02/2016

Cidade de Vitória recebe o X Congresso Brasileiro de Direito de Seguro e Previdência em março
Fonte: CNseg - 17/02/2016

O X Congresso Brasileiro de Direito de Seguro e Previdência, realizado pela Associação Internacional de Direito do Seguro (AIDA, na sigla em francês) seção Brasil, acontece em 04 e 05 de Março de 2016, em Vitória-ES. Com o objetivo de fomentar estudos, reflexões e debates sobre a dimensão jurídica dos institutos de seguro, resseguro e previdência privada, o Congresso contará com a participação de juristas reconhecidos pela pesquisa e atuação no setor, tendo como referência a busca da pacif**ação das relações com o consumidor e prevenção de conflitos.

No primeiro dia do evento, o painel sobre Saúde Suplementar contará com a palestra da nova presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes. O Novo Código de Processo Civil, Mediação e Arbitragem e o Seguro de Responsabilidade Civil são alguns dos demais temas a serem abordados. Fundada em Luxemburgo, em 1960, a AIDA é uma instituição de cunho científico sem fins lucrativos, presente em 71 países e composta por profissionais do direito de seguro, entre advogados, professores universitários, juízes, ministros de Estado e estudantes de direito, além de chefes de departamentos jurídicos das principais companhias de seguros e resseguros nos países onde possui seção. Os interessados em se inscrever e/ou obter mais informações sobre o evento podem acessar o site www.congressoaida.com.br.

X Congresso Brasileiro de Direito de Seguro e Previdência da Associação Internacional de Direito do Seguro (AIDA) seção Brasil

16/02/2016

A China se tornou o terceiro maior mercado de seguros em 2015, com o crescimento dos prêmios nos últimos cinco anos, de acordo com a Comissão Reguladora de Seguros da China. Com uma taxa de crescimento anual de 13.4 pontos percentuais, os prêmios de seguros cresceram de cerca de 197,9 milhões de Yuan em 2010 para 2.4 trilhões de Yuan em 2015, mostrou a Comissão. Com a expansão do Mercado de seguros na segunda maior economia do mundo, o total de ativos de toda a industria chinesa mais do que dobrou dos 5 trilhões de Yuan em 2010 para 12 trilhões de Yuan em 2015. Especialistas atribuem a performance do mercado à economia crescente da China e a melhora dos padrões de vida. Por trás de um mercado efervescente, companhias de seguro experimentam anos fartos no país. Os lucros em todo o setor de seguros totalizaram 282,4 bilhões de Yuan em 2015, comparado a apenas 83,7 bilhões de Yuan em 2010, quando a China era apenas o sexto mercado segurador no mundo. Em 2015, a China contribuiu com 26% do crescimento global do setor de seguros.

Fonte: Revista Apólice

A iRC Gestão de Seguros está de marca e site reformulados, faça-nos uma visita: www.ircseguros.com.br
27/09/2015

A iRC Gestão de Seguros está de marca e site reformulados, faça-nos uma visita: www.ircseguros.com.br

Seguro de vida pode evitar perdas do patrimônio familiarFonte: Valor EconômicoA forma como a existência de patrimônio ac...
07/07/2015

Seguro de vida pode evitar perdas do patrimônio familiar

Fonte: Valor Econômico

A forma como a existência de patrimônio acumulado afeta a definição do valor do seguro de vida não é tema de consenso. Fabiano Lima, diretor de vida e previdência da SulAmérica, chama a atenção para o fato de o seguro de vida não ser uma herança, mas uma proteção para que a família passe pela fase de adaptação à nova vida. "O foco precisa ser a reposição das perdas temporárias, mas claro que olhar a evolução do padrão de vida, que inclui o acúmulo de bens, ajuda a dimensionar melhor a demanda por proteção", diz o executivo. "Claro que ter um patrimônio já constituído precisa ser ponderado, mas é diferente uma pessoa com patrimônio, e sem filhos, de outra com patrimônio e filhos dependentes, que vão precisar de recursos líquidos de curto prazo em caso da perda do provedor. "

Para Marcelo Picanço, responsável por vida e previdência da Porto, embora o patrimônio constituído deva entrar na conta para a escolha do seguro de vida adequado, muitos não querem que a família se desfaça dos bens em caso da ausência do provedor. "Não é uma relação direta entre maior patrimônio, menor cobertura na apólice. Se formos incluir o patrimônio acumulado, precisamos também falar sobre eventuais dívidas, que muitas vezes f**am para os herdeiros. "

Na Taler, especializada na gestão de grandes fortunas, o que define a ponderação entre patrimônio e contratação de um seguro de vida é a liquidez dos bens. "Para alguns clientes nossos, com patrimônio elevado e líquido, não tem muito sentido a contratação de um seguro de vida, mas para outra parcela ele pode ser importante, em situações bem específ**as", destaca Paulo Colaferro, sócio da Taler. Entre as situações que podem levar clientes de alta renda e patrimônio a contratar um seguro de vida estão a existência de pendências financeiras ou disputas judiciais, como trabalhistas. "Neste caso, o seguro serve para proteger os familiares de heranças indesejadas. "

Colaferro explica que, para definir a real necessidade de um executivo contratar um seguro de vida, é preciso ponderar se o patrimônio líquido tem condições de garantir a sobrevivência da família por um determinado período de tempo após seu falecimento - prazo que depende do desejo da pessoa. O cálculo feito pela Taler, simplif**ado, pega o valor de remuneração do executivo, subtrai o que ele gasta, acrescenta a renda do cônjuge - caso haja - e multiplica pelo número de anos que ele quer proteger a família. O resultado desta conta, trazido a valor presente, é o necessário de cobertura do seguro de vida. Em uma segunda etapa, é feita a subtração de ativos líquidos. O valor final também leva em consideração que será investido a um juro real, hoje estimado por Colaferro em 4% ao ano, por aquele período em que a família estará protegida.

Outra situação que leva este cliente de mais alta renda a contratar um seguro de vida, lembra Colaferro, é a existência de um acordo entre sócios. Neste caso, o contrato entre as partes prevê que a empresa pague o seguro de vida para os proprietários, no valor da parte de cada um. Na eventualidade de um dos sócios falecer, a família recebe o valor do seguro e, simultaneamente, abre mão de participar da sociedade 'vendendo' para o sócio remanescente as ações a que teria direito. "Isto protege a empresa de familiares que não entendem do negócio ou não se interessam, e também a própria família. "

Karina Massimoto, diretora do grupo BB Mapfre, destaca outra hipótese para a contratação de um seguro de vida, para quem já tem um patrimônio constituído. "Como o valor da indenização não entra no inventário, ele pode ser importante para pagar os custos de todo o processo de regularização dos bens. É uma forma de evitar que parte do patrimônio se perca após a morte", explica. No exemplo citado pela executiva, um patrimônio de R$ 10 milhões terá um custo para os herdeiros de mais ou menos 10% do valor (4% inventário e 6% advogados), ou seja, R$ 1 milhão. "O valor coberto pelo seguro de vida pode ser definido para cobrir o inventário. "

O aconselhamento mais geral, destacam os executivos das seguradoras, é que as pessoas incluam no planejamento financeiro o seguro de vida e suas coberturas adicionais, como forma de proteger seu patrimônio e os dependentes. E quanto mais cedo, melhor, já que há seguros para quem tem menos de 30 anos a preços bem acessíveis. "Temos produtos para jovens com 20 anos e cobertura de R$ 200 mil a um custo de R$ 30 por mês", pontua Picanço, da Porto, onde 60,5% dos clientes que contratam a garantia de morte natural têm idade entre 31 e 64 anos. "É uma fatia da população, de menos idade, ainda pouco explorada. "

O segundo passo, ideal para profissionais liberais ou autônomos, é a inclusão de cláusulas de cobertura por invalidez permanente e temporária, podendo contar ainda com indenização por lucro cessante em virtude da impossibilidade de trabalho. Até os 30 anos, também com base em dados da Porto Seguro, 50% dos clientes que contratam um seguro de vida contratam apenas as garantias com cobertura para acidentes (morte e invalidez permanente total ou parcial por acidente).

O terceiro passo é fazer sempre o acompanhamento da cobertura. "Não é razoável que alguém tenha uma apólice em vigência por 10, 15 anos sem qualquer alteração nas coberturas, provavelmente as necessidades mudaram e este é um sinal de alertar. O segurado precisa f**ar atento", conclui Lima, da SulAmérica.

RCTR-C Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de CargaObrigatório por lei, este seguro cobre danos causados ...
07/06/2015

RCTR-C
Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga

Obrigatório por lei, este seguro cobre danos causados à mercadoria em decorrência de acidentes com o meio de transporte, incluindo incêndios e explosões, garantindo ao Segurado, até o valor da Importância Segurada, o pagamento das reparações pecuniárias, pelas quais, por disposição de lei, for ele responsável, em virtude de danos materiais sofridos pelos bens ou mercadorias pertencentes a terceiros e que lhe tenham sido entregues para transporte, por rodovia, no território nacional, desde que aqueles danos materiais ocorram durante o transporte e sejam causados diretamente por colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio ou explosão no veículo transportador.

06/02/2015

Como gerenciar riscos no setor de transportes

O gerenciamento de riscos busca identif**ar e neutralizar os diversos fatores que, juntos, podem resultar em uma perda, seja patrimonial ou até mesmo de uma vida. É o que diz Cyro Buonavoglia, presidente da Buonny Projetos e Serviços.

O executivo explica que, no setor de transportes, um dos mais promissores no Brasil, o serviço tornou-se indispensável para as operações logísticas, pois busca minimizar qualquer perda ou dano e, por conta disso, algumas ações são importantes neste processo.

A análise do perfil do motorista, por exemplo, é essencial para conhecer quem está levando uma determinada carga. A ação detalha o tipo de mercadoria que o profissional transporta habitualmente, região que atua, histórico dos trajetos, sinistros, referências profissionais, entre outros aspectos. Uma série de informações junto às características de cada embarque possibilita classif**ar o profissional mais adequado para cada viagem.

Já o plano de rotas identif**a os locais de risco potencial ao longo dos trajetos e indica os pontos seguros de parada a fim de evitar exposição a roubos e acidentes.

Os rastreadores ajudam a evitar e solucionar crimes, o que pode evitar perdas altíssimas para a empresa. Mas Buonavoglia frisa que é importante saber qual a tecnologia a ser usada em cada operação.

Por fim, a central de monitoramento dos veículos, na qual utiliza-se da tecnologia embarcada para o controle e segurança das viagens. É ela também a responsável por criar um histórico das viagens, que se transformam em informações importantes para localização e recuperação de mercadorias roubadas.

Apesar de várias etapas do processo serem automatizadas, ainda é o ser humano o responsável pela operação. O treinamento de cada profissional é fundamental. Seja para orientá-lo sobre os recursos da tecnologia embarcada, como viabilizar o entrosamento do motorista com a central de monitoramento nas ações de prevenção e disciplina para minimizar as perdas em caso de sinistro.

“Com essas ações, o gerenciamento de riscos auxilia a transportadora a cumprir o compromisso de entrega das mercadorias ao seu destino, ao embarcador a preservação da marca e a manutenção do seu market share, e à seguradora, possibilita o equilíbrio do índice de sinistros e prêmios, viabilizando melhores taxas de seguros. Assim, a qualidade da operação depende do nível de gerenciamento implantado”, conclui o executivo.

Sincor Online -06/02/2015

Seguros: conheça a modalidade que cobre até mordida de cachorroProcura por seguro de responsabilidade civil familiar, fa...
26/01/2015

Seguros: conheça a modalidade que cobre até mordida de cachorro

Procura por seguro de responsabilidade civil familiar, famoso nos Estados Unidos, cresce até 40% em seguradoras brasileiras

O cachorro que mordeu o vizinho, o vaso que estava na sacada e caiu no carro de outra pessoa, a visita que caiu da escada da sua casa e se machucou. Todos os gastos decorridos desses tipos de acidentes são cobertos por um seguro: o de responsabilidade civil familiar.

Em algumas seguradoras, o produto é vendido como cobertura adicional de outros seguros, como o residencial. Em outras, é uma modalidade do seguro de responsabilidade civil – que arca com os danos causados pelos segurados a terceiros. No Brasil, o seguro de responsabilidade civil mais conhecido é o de automóvel, geralmente chamado de cobertura para danos a terceiros, em caso de colisões ou atropelamentos, por exemplo.

"Nos Estados Unidos e em países da Europa, o seguro de responsabilidade civil pessoal é muito comum e, em alguns casos, obrigatório. No Brasil, ele ainda é pouco procurado", afirma o advogado Antônio Penteado Mendonça, especialista em seguros e sócio do escritório Penteado Mendonça Advogados.

O seguro de responsabilidade familiar é aquele que cobre os danos acidentais causados a terceiros por você, marido/mulher, seus filhos menores de idade ou outras pessoas que morem com você e sejam seus dependentes financeiros", explica Luiz Carlos Meleiro, diretor da Allianz Seguros, que comercializa o produto com o nome de "Tranquilidade Familiar".

Segundo Meleiro, a procura pelo produto vem crescendo no Brasil. "Os Estados Unidos são o país que mais se contrata responsabilidade civil no mundo. No Brasil, a procura é boa e vem crescendo, mas não chega perto. Na Allianz, a procura cresce de 30% a 40% por ano", diz.

"Se entrou um amigo seu na sua casa e a telha caiu na cabeça dele, se você derruba uma panela de água quente na visita, se você provoca um vazamento e e danif**a o apartamento do vizinho. Costumo dizer que essa cobertura cobre todo dano que você provoque a outra pessoa pelo qual ela possa te processar e ganhar", afirma Marcelo Santana, gerente de Ramos Elementares da Porto Seguro.

Na Porto Seguro, a cobertura de responsabilidade civil familiar é vendida junto ao seguro residencial, mas também cobre danos causados fora de casa – caso seu filho danifique um produto no supermercado, por exemplo. A taxa de sinistralidade – frequência de casos em que a seguradora é acionada –, é de 15%, considerada baixa.

Segundo Santana, 57% dos segurados residenciais optam pela cobertura. A procura cresceu 15% em janeiro deste ano, comparado a janeiro de 2013.

A SulAmérica também comercializa o produto junto ao seguro residencial e só paga indenização por danos que foram cometidos dentro da casa ou do condomínio do segurado. "Ao todo, 61% das apólices optam pela garantia. Esse número já foi de 20%, há cinco anos. As pessoas estão se conscientizando", diz Eduardo Dal Ri, diretor de Auto e Massif**ados da SulAmérica.

Segundo Del Ri, a maior parte dos segurados opta por apólices que cubram gastos de R$ 20 mil a R$ 100 mil. Na Allianz, as apólices são de R$ 100 mil a R$ 500 mil e o segurado paga de R$ 400 a R$ 1.500 pelo produto.

"A maioria os seguradores são moradores de apartamento, porque esse produto evita muitos conflitos com os vizinhos. Mas nos Estados Unidos, por exemplo, se uma pessoa se muda e ainda não teve tempo de contratar o seguro de responsabilidade civil, f**a sem receber visitas até resolver o problema. Lá eles levam muito a sério", relata o executivo da SulAmérica.

Em caso de ação judicial, seguradora arca com gastos jurídicos

Apesar do principio básico do seguro de responsabilidade civil ser o de responsabilidade jurídica, quando há uma ação tramitada e julgada sobre o dano, as seguradoras tentam evitar que isso aconteça.

"A maioria das indenizações são por acordo. Quando acontece o sinistro, o segurado avisa a seguradora e nós o orientamos a tomar as providências. Se f**a claro que ele é o responsável por aquilo, é mais fácil resolver rapidamente do que levar o caso para a Justiça e arcar com os gastos com advogados, sucumbência e indenização", explica Santana.

Segundo o executivo da SulAmérica, em alguns casos, a própria seguradora pode assumir a defesa do segurado.

Já no caso de ações criminais, a seguradora só arca com os gastos em caso de dano acidental. "Se o vaso da sua sacada cai na cabeça de uma pessoa que vem a morrer, e você é processado por homicídio culposo, tudo bem. mas não há cobertura para homicídio doloso ou crimes premeditados", explica.

Fonte: IG

ASSOCIAÇÕES E COOPERATIVAS: ISSO É SEGURO?Algumas associações e cooperativas estão comercializando ilegalmente seguros d...
16/12/2014

ASSOCIAÇÕES E COOPERATIVAS: ISSO É SEGURO?

Algumas associações e cooperativas estão comercializando ilegalmente seguros de automóveis com o nome, por exemplo, de "proteção", "proteção veicular", "proteção patrimonial", dentre outros.

Como essas associações e cooperativas não estão autorizadas pela Susep a comercializar seguros, não há qualquer tipo de acompanhamento técnico de suas operações.

A única forma legal dessas associações e cooperativas atuarem é como estipulantes de contratos de seguros, ou seja, contratando apólices coletivas de seguros junto a sociedades seguradoras devidamente autorizadas pela Susep, passando a representar seus associados e cooperados como legítimos segurados.

Portanto, antes de contratar um falso seguro, consulte o nome da sociedade seguradora no sítio eletrônico da Susep e leia as condições gerais do contrato de seguro.

Superintendência de Seguros Privados

07/11/2014

O seguro cobre contaminação por Ebola?

Devido ao recente surto do vírus Ebola, com mais de 2.000 vítimas fatais registradas na África e a suspeita – já descartada – de dois casos no Brasil, o portal Tudo sobre Seguros publicou o artigo “Ebola: Nova Pandemia?”, sobre a cobertura oferecida pelos seguros de saúde e viagem em casos de doenças graves e epidemias.

Desde 1999, os planos de saúde no Brasil são obrigados a cobrir doenças infectocontagiosas e epidemias. Entretanto, por se tratar de doença relativamente nova e de tratamento experimental, não houve tempo suficiente para conhecimento de sua real morbidade e mortalidade e do correspondente custo.

Quanto ao seguro viagem, o CNSP obrigou, recentemente, as seguradoras a oferecer cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas, regresso sanitário e translado médico e de corpo devidos a acidente pessoal ou enfermidade súbita ocorrida durante viagem ao exterior. Mas a norma não contempla cobertura para tratamento de doenças epidêmicas.Além de explicar os casos em que há cobertura do seguro, o artigo orienta sobre como se prevenir da contaminação.

www.tudosobreseguros.com.br

(Escola Nacional de Seguros - 06/11/2014)

Endereço

Avenida Nossa Senhora Da Penha, 549, Ed. Wilma, Sala 205, Santa Lúcia
Vitória, ES
29056-245

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

+55 27 3029-0001

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando IRC Gestão de Seguros posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para IRC Gestão de Seguros:

Compartilhar