Vipazzi pesquisa e consultoria

Vipazzi pesquisa e consultoria O INSTITUTO FUTURA pensas as pesquisas eleitorais como uma oportunidade de extrair informações que vão além das posições de cada candidato.

Pesquisas eleitorais de opinião pública são a base para o sucesso de uma campanha eleitoral. Pensar em uma candidatura ou mesmo em administrar uma cidade, estado ou país nos dias de hoje sem a ajuda da opinião popular é praticamente impossível.

Nota de esclarecimento
12/11/2020

Nota de esclarecimento

As redes sociais vão dar o tom das eleições municipaisSem financiamento privado. Com a falta de costume de militantes, e...
27/06/2016

As redes sociais vão dar o tom das eleições municipais

Sem financiamento privado. Com a falta de costume de militantes, e simpatizantes, sustentarem o financiamento de candidaturas. Com um Fundo partidário insuficiente para bancar campanhas eleitorais Brasil afora. Estas serão as primeiras eleições em que o uso de redes sociais e da plataforma digital vão predominar nas eleições. Serão os instrumentos para atacar os adversários, transmitir propostas e apresentar a biografia de cada candidato ao conjunto dos eleitores.

Todos os partidos produziram ou estão elaborando cartilhas para ensinar como usar essas plataformas nas campanhas eleitorais. Especialistas foram contratados para seminários e para percorrer o país ensinando como usá-las. A experiência das eleições municipais será um ensaio para as eleições presidenciais de 2018. Servirá para testar quais das práticas, conhecidas pela experiência internacional, se aplicam às peculiaridades políticas do Brasil.

http://blogs.oglobo.globo.com/panorama-politico/post/redes-sociais-vao-dar-o-tom-das-eleicoes-municipais.html

Sem financiamento privado. Com a falta de costume de militantes, e simpatizantes, sustentarem o financiamento de candidaturas. Com um Fundo parti...

24/05/2016

Quem vai participar dessa verdadeira olimpíada de concorrer a Prefeito, Vice-Prefeito ou Vereador é importante saber: IDADE – Os candidatos a Prefeito ou a Vice precisam ter no mínimo 21 anos…

Fiquem atentos candidatos
24/05/2016

Fiquem atentos candidatos

2016 vai ter uma das campanhas mais curtas da história recente do Brasil. Nas capitais todos os prefeitos que podem disputar a reeleição, ou seja, 22 deles, o farão. Mas agora o tempo de campanha é…

Eleições Municipais de 2016.Estamos em ano eleitoral, na qual os pré-candidatos começam a realizar a pré-campanha, pois,...
16/05/2016

Eleições Municipais de 2016.

Estamos em ano eleitoral, na qual os pré-candidatos começam a realizar a pré-campanha, pois, nestas Eleições de 2016, em razão da reforma eleitoral, pré-candidatos podem, antes mesmo do início da campanha (16/8/16), exaltar suas qualidades pessoais e fazer menção à pretensa candidatura sem que isso caracterize propaganda eleitoral antecipada (desde que não haja pedido explícito de votos).
Mas, há limites, do contrário a pré-campanha se torna um ambiente propício para a prática de abusos de poder econômico e político, bem ainda de captação ilícita de recursos, com violação à igualdade, legitimidade e moralidade das eleições.

13/05/2016

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/05/1770995-governo-cortara-4000-cargos-e-deixara-espaco-para-revisao-da-meta.shtml

Governo cortará 4.000 cargos e deixará espaço para revisão da meta.

Após sua primeira reunião ministerial, nesta sexta-feira (13), a equipe do presidente interino Michel Temer sinalizou que o déficit previsto na meta fiscal deve ser ampliado, anunciou uma série de cortes em cargos e funções e a intenção de fazer um pente-fino em empresas estatais.

Em entrevista à imprensa, o novo ministro do Planejamento, Romero Jucá, disse que a intenção é rever a estrutura organizacional e a meta é um corte de 4 mil postos de trabalho e a simplificações de 51 denominações de cargos públicos até o final deste ano. O "Painel" havia adiantado a informação sobre o corte.

No encontro, o presidente interino pediu aos novos ministros que supram no máximo até 75% das funções gratificadas e cargos comissionados. Em seu primeiro discurso, Temer já havia antecipado que tinha encomendado estudos para eliminar posições avaliadas por ele como "desnecessárias".

"Em tese, fizemos uma reserva de espaço de 25% que depois será ajustado à necessidade de funcionamento. A meta fixada é de 4 mil postos", disse Jucá. "Todas as empresas e todos os bancos estão sujeitos a esse novo ordenamento de comando que é simples e direto: gastar menos com ele e mais com a atividade de fim, para servir a sociedade", acrescentou.

Segundo o ministro, a meta fiscal enviada ao Congresso pelo governo Dilma Rousseff não prevê a queda de arrecadação, renegociação de dívidas estaduais e restos a pagar, o que deverá ser corrigido pelo governo interino.

Eles não pretendem mudar o valor enviado pela gestão petista, mas vão inserir emendas que possibilitem a atualização do número nos próximos meses.

"Nós teremos certamente um déficit fiscal superior aos R$ 96 bilhões que estão no projeto do Congresso Nacional. O déficit é maior que esse número reconhecido pelo governo federal e isso deve ser fruto de discussão no Congresso", disse o novo ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Segundo o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, a máquina pública está em uma "situação emergencial" e há um déficit em torno de R$ 100 bilhões não contabilizado na proposta de meta fiscal.

"Em tempo de bonança, é feita uma previsão. Agora, precisamos ter medidas que correspondam [à realidade]. O partido que estivesse hoje no governo, independente da ideologia, teria que adotar essas medidas para ter, até o fim do ano, condição de pagar salários [a servidores públicos]", completou.

Na reunião, Temer ordenou ainda que o retrato oficial da presidente afastada, Dilma Rousseff, não seja retirado de nenhum gabinete em que ainda esteja pendurado. A Folha flagrou que, menos de duas horas após a saída da petista do Palácio do Planalto, servidores do governo interino já tinham retirado as fotos de salas e gabinetes.

"Temer entende que esse governo é transitório", disse Padilha, emendando, em seguida, que não conta com a possibilidade de o Senado absolver Dilma para que ela volte à Presidência e eles tenham que deixar o Planalto.

"Se, por ventura, nós não tivéssemos a possibilidade de prosseguir [com o governo Temer] ao final da votação do Senado, e acredito que não será assim, temos que ter paciência que este é o único caminho que vai fazer com que o Estado brasileiro possa voltar a ser o de sempre", concluiu o ministro da Casa Civil

Como são feitas as coligações em eleições municipais?O ambiente político no Brasil é bem heterogêneo. Um partido que pod...
11/04/2016

Como são feitas as coligações em eleições municipais?

O ambiente político no Brasil é bem heterogêneo. Um partido que pode ser o dominante em uma cidade pode ser insignificante em um município vizinho. Cabe a estes partidos que não detém grande parte do poder político se juntarem a outros para conseguir ganhar as eleições. Esta é a principal motivação de uma coligação: ter mais força e espaço durante a campanha eleitoral para poder ter mais condições de ganhar uma eleição.

Mas cuidado, coligações não podem ser feitas de qualquer forma!
Como fazer coligações partidárias Há sempre a preocupação de não coligar com políticos com ideologias muito adversas, mesmo que através de uma pesquisa eleitoral identifiquemos um perfil complementar dos candidatos, a população nunca aceitará que duas pessoas que sempre foram como água e vinho, situação e oposição, por exemplo, se unam. Certamente um dos lados sairá perdendo.

As coligações podem ser feitas com a formulação da chapa que vai concorrer as eleições. Ex: candidato a prefeito do partido A + candidato a vice-prefeito do partido B. Elas também podem ser formadas com vereadores que apoiam o prefeito. Ainda há a negociação de partidos que apoiam a coligação conseguir alguma secretaria se a chapa for vencedora nas eleições. Tudo é válido, se a pesquisa eleitoral indicar um aumento significativo de intenções de votos. Mas cuidado de novo: sempre deve haver coerência.

Campanha Eleitoral 2016 – A importância do Planejamento O bom candidato sabe que não se pode esperar resultados positivo...
07/04/2016

Campanha Eleitoral 2016 – A importância do Planejamento

O bom candidato sabe que não se pode esperar resultados positivos de uma campanha eleitoral feita ao acaso e sem planejamento. Este é o momento de organizar as informações sobre as estratégias de marketing, sobre os eleitores e sobre a sua região de atuação. Faltam alguns meses para as eleições 2016, que irão definir prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em todo o país, e é preciso mais do que a garantia de candidatura em um ano de crise como 2015/2016.
Mas como atuar de modo estratégico, suprimindo os efeitos da crise econômica e social enfrentada pelo Brasil e que terão, de uma forma ou de outra, reflexos nesta próxima eleição?
Podemos responder à questão com três termos essenciais: planejamento, pesquisa eleitoral e projeto integrado de alta qualidade. O candidato precisa considerar que a campanha eleitoral contemporânea requer informações estratégicas para um bom diagnóstico, investimentos em inteligência competitiva, foco e um posicionamento assertivo. Isso só ocorre com dados e informações para um bom planejamento, e assim deixando de perder tempo e dinheiro em estratégias erradas, por isso o INSTITUTO FUTURA tem a solução ideal para seu projeto.

Pesquisa EleitoralO INSTITUTO FUTURA vai até sua cidade, elabora com sua equipe o questionário e aplica-o através de pes...
06/04/2016

Pesquisa Eleitoral

O INSTITUTO FUTURA vai até sua cidade, elabora com sua equipe o questionário e aplica-o através de pesquisadores experientes, treinados em técnicas de abordagem. As informações apuradas serão apresentadas por meio de um relatório contendo gráficos e tabelas explicativas, permitindo uma análise reveladora de como eleitores avaliam sua candidatura e as suas intenções de votos. Após a análise destes dados, suas decisões estarão baseadas, não apenas no que você e sua equipe acham que os eleitores pensam, mas de fato na opinião dos mesmos.
Você sabe qual percentual do eleitorado tem intenção de votar em sua candidatura?
Qual o seu índice de rejeição?
Quais as principais qualidades e defeitos associados a você pelo eleitorado?
Qual é o perfil de seus eleitores? E o de seus concorrentes?
Em qual região tem maior índice de intenções de voto?
Qual o tema que os eleitores consideram ser mais importante para definir seu voto?
Qual candidato tem mais chances de conquistar os votos dos eleitores indecisos?
Qual a melhor estratégia para atingir seu eleitorado
Se você não tem respostas para estas e outras perguntas... O INSTITUTO FUTURA elaborou um programa de pesquisa rápido, eficiente e de baixo custo para satisfazer as necessidades de sua campanha.

Pesquisa não faz o voto, tampouco é o voto. Pesquisas de Opinião tentam captar o voto em determinado momento, simulando ...
05/04/2016

Pesquisa não faz o voto, tampouco é o voto. Pesquisas de Opinião tentam captar o voto em determinado momento, simulando “se” as eleições fossem hoje (momento da pesquisa). Portanto, as pesquisas sempre conterão um dado de artificialidade por antecipação de uma realidade porvir. A metodologia aplicada não consegue monitorar todas as variáveis que incidem na formação do voto pelo eleitor. Monitora algumas, as mais importantes e com maior predominância sobre o amplo universo que constitui o eleitor: s**o, idade, região domiciliar, escolaridade, religião, por exemplo. No entanto, existem centenas de outras variáveis que estão agindo para formar estes votos e quando há um processo de variação intensa, abrupta e em massa, como está ocorrendo nestas eleições, o nível de precisão desta metodologia tende a baixar e, inversamente proporcional, aumentar a imprevisibilidade da opinião do eleitor. Pense em um rio caudaloso em movimento. Você tira a foto daquele momento, mas segundos depois já ocorreu uma transformação de seu formato, pois a água está em movimento constante. Dependendo das condições deste rio é possível perceber por onde a água vai correr, mas nem sempre. Às vezes esta correnteza está muito agitada e veloz, o que torna difícil perceber previamente este movimento. Decorre daí as surpresas que, às vezes, as urnas revelam quando abertas e expressam, então, a opinião definitiva do eleitor.

Mercadoimposto de renda futuro digital folhainvest o brasil que dá certo a copa que não acabou. Desemprego nas metrópole...
23/03/2016

Mercado
imposto de renda futuro digital folhainvest o brasil que dá certo a copa que não acabou. Desemprego nas metrópoles vai a 8,2%, o maior desde maio de 2009 Mercado cortou fortemente postos de trabalho em fevereiro, segundo pesquisa do IBGE; demissões foram maiores no setor de comércio, com o corte de 177 mil empregos.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/03/1753151-desemprego-nas-metropoles-vai-a-82-e-e-o-maior-desde-maio-de-2009.shtml

A taxa de desemprego cresceu de 7,6% em janeiro para 8,2% em fevereiro nas seis maiores regiões metropolitanas do país, informou o IBGE nesta quarta-feira (23). Trata-se da maior taxa desde maio de 2009 (8,8%).

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