Lucas Beato - Consultor de Investimentos

Lucas Beato - Consultor de Investimentos Ajudando o brasileiro a investir melhor

Receber a certificação CFP® (Certified Financial Planner) é um marco importante na minha trajetória como consultor de in...
14/11/2025

Receber a certificação CFP® (Certified Financial Planner) é um marco importante na minha trajetória como consultor de investimentos.

A certificação, concedida pela Planejar – Associação Brasileira de Planejamento Financeiro, é hoje o principal selo de excelência para profissionais que atuam com gestão patrimonial, planejamento financeiro e construção de legado.

Ela exige não apenas conhecimento técnico avançado, mas também adesão a um rigoroso código de ética e responsabilidade fiduciária — princípios que sempre guiaram meu trabalho.

Este passo reforça o meu compromisso com um atendimento personalizado, transparente e alinhado aos interesses de cada cliente, especialmente aqueles que buscam uma visão global e estruturada do patrimônio.

Sigo firme no propósito de ajudar famílias a transformarem patrimônio em legado, com independência, profundidade técnica e visão estratégica de longo prazo.

Muito obrigado a todos que fizeram parte dessa jornada.

Evento de mercado financeiro organizado pela .ufuGrato pelo convite de ser um dos palestrantes. Foi gratificante!
29/03/2024

Evento de mercado financeiro organizado pela .ufu

Grato pelo convite de ser um dos palestrantes.
Foi gratificante!

No Brasil, os mercados tiveram um mês de janeiro com pouco otimismo. O Ibovespa fechou o mês em queda de -4,8%, enquanto...
09/02/2024

No Brasil, os mercados tiveram um mês de janeiro com pouco otimismo. O Ibovespa fechou o mês em queda de -4,8%, enquanto o índice de fundos imobiliários, IFIX, teve performance positiva, de 0,7%. Na renda fixa, o índice IMA-B, que acompanha os preços dos títulos públicos indexados à inflação, não repetiu o forte desempenho de dezembro e fechou em queda de -0,4%, enquanto a renda fixa prefixada teve desempenho positivo de 0,7%, ainda que abaixo do CDI no mês, que foi de 0,97%. Já o dólar interrompeu sua tendência recente de queda e subiu 2,3% contra o real no mês, voltando a patamares próximos de R$ 5,00.

No cenário econômico, o destaque ficou para a continuidade de uma inflação comportada, mas não sem riscos no radar. Após fechar 2023 acima da meta do Banco Central, mas dentro de seu limite superior (com alta de 4,6% no ano), a inflação medida pelo IPCA-15 surpreendeu positivamente em janeiro – registrando alta de 0,31%.

Nesse cenário, o apagar das luzes de janeiro contou com redução de 0,5 p.p. da nossa taxa básica de juros. Em sua primeira reunião do ano, o Copom manteve o ritmo de cortes da taxa Selic, reduzindo-a para 11,25% ao ano. A decisão veio em linha com a nossa expectativa, reforçando nosso cenário de quedas da Selic ao longo do ano – atingindo 9,00% em setembro, diante do cenário ainda cauteloso no campo doméstico (com riscos fiscais como destaque) e internacional.

Após um forte rali em 2023, os mercados globais iniciaram o ano novo mais fracos. Dados econômicos mistos dos EUA além d...
09/02/2024

Após um forte rali em 2023, os mercados globais iniciaram o ano novo mais fracos. Dados econômicos mistos dos EUA além de um tom mais duro de membros do Federal, reduziram as expectativas do mercado sobre um início próximo do ciclo de cortes de juros. Como resultado de um macro levemente pior, os investidores estrangeiros venderam R$ 5 bi em ações brasileiras, o que explica parcialmente a correção de -4,8% no Ibovespa. Nós não acreditamos que esse fluxo negativo seja estrutural, e sim mais relacionado com o macro global, com períodos de fluxos negativos coincidindo com um sentimento mais negativo globalmente.

Fonte: Expert XP

O último mês de 2023 foi marcado pela continuidade do otimismo observado nos mercados globais e domésticos em novembro, ...
08/01/2024

O último mês de 2023 foi marcado pela continuidade do otimismo observado nos mercados globais e domésticos em novembro, na esteira dos passos do banco central americano (Fed). O bom humor da reta final do ano ganhou força especialmente após a última reunião de política monetária da instituição, que trouxe uma mensagem relativamente mais branda, apesar da manutenção dos juros entre 5,25% e 5,50%, conforme o esperado. Além do destaque para o progresso considerável atingido na redução da inflação, os membros do comitê discutiram, pela primeira vez, o momento apropriado para início dos cortes da taxa básica de juros.

No Brasil, em dezembro, o Copom seguiu seu processo de redução da taxa Selic com um novo corte de 0,5 pontos percentuais, para 11,75% ao ano. No âmbito fiscal, o apagar das luzes de 2023 trouxe relativa melhora na percepção de curto prazo, embora a perspectiva para as contas públicas no longo prazo siga afetando negativamente o risco país. Dezembro contou finalmente com a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024, que manteve a meta de déficit zero para o ano que vem, e com a aprovação final do texto da Reforma Tributária, que simplificará o sistema tributário atual. Além disso, a agência de classificação de riscos S&P elevou o rating soberano do Brasil, deixando com isso a nota de crédito do país dois degraus abaixo do patamar de grau de investimento.

Diante da relativa melhora dos ambientes doméstico, e, especialmente, internacional, os mercados tiveram desempenhos positivos no mês. O Ibovespa tem alta acima de 5,3%, enquanto o IFIX registrou crescimento acima de 3,8%, demonstrando uma performance mais forte dos fundos imobiliários em relação à alta tímida do mês anterior. Na renda fixa, o destaque foi a variação acima de 2,5% do índice IMA-B, que acompanha os preços dos títulos públicos indexados à inflação. Já o dólar cai mais de 2% contra o real no mês, caminhando para encerrar o ano próximo ao patamar de R$4,80.

Fonte: Expert XP

O ano de 2023 foi marcado pela alta volatilidade nos mercados globais e o Brasil surpreendeu positivamente, terminando o...
08/01/2024

O ano de 2023 foi marcado pela alta volatilidade nos mercados globais e o Brasil surpreendeu positivamente, terminando o ano com um dos melhores desempenhos no período. Mesmo com o cenário macro desafiador, vimos o Ibovespa encerrar 2023 perto do recorde dos 134 mil pontos, além de um crescimento econômico acima do consenso, políticas econômicas melhores do que temidas e o início do ciclo de corte da taxa Selic. Globalmente, também vimos uma melhora considerável do cenário macro, com uma economia global ainda resiliente, embora desacelerando, em meio a um processo de desinflação contínua. Uma postura mais suave do banco central americano em sua última reunião do ano alimentou mais uma vez a narrativa do “pouso suave”, levando os mercados a mais altas e a quedas nas taxas das Treasuries.

Fonte: Expert XP

É um pássaro? É um avião? Não, são as bolsas globais tendo um forte rali em novembro com o alívio nos rendimentos das Tr...
12/12/2023

É um pássaro? É um avião? Não, são as bolsas globais tendo um forte rali em novembro com o alívio nos rendimentos das Treasuries.

O apetite a risco dos investidores foi ganhando intensidade ao longo do mês, à medida que dados indicavam alguma desaceleração do mercado de trabalho dos EUA e uma inflação ao consumidor com tendência de queda. Além disso, os riscos geopolíticos, ao menos no que tange aos impactos nos mercados, foram perdendo força ao longo do mês, o que se refletiu inclusive em mais um mês bastante volátil e de queda para o petróleo, dessa vez de pouco mais de 5%.

Assim, a despeito de resultados do setor de serviços mostrando uma economia ainda resiliente e a confirmação de uma forte leitura do PIB no 3º trimestre, mercados passaram a precificar de cortes nos juros americanos antes do que previamente observado, além de um alívio na curva de longo prazo. Precipitados ou não, os investidores foram às compras nas principais bolsas – o movimento se refletiu em fortes altas, de 10,7% para a Nasdaq e 8,9% para o S&P500 em novembro.

No Brasil não foi diferente. Mesmo diante de certa volatilidade por conta do cenário fiscal, o mau humor foi parcialmente revertido após a manutenção da meta de déficit fiscal zero para 2024 e da aprovação do relatório da Reforma Tributária no Senado.

Com o apoio de um cenário externo mais benigno, um IPCA mais fraco e atividade econômica por aqui também dando sinais de arrefecimento, o caminho ficou aberto para termos um mês bastante positivo para a bolsa. O Ibovespa subiu 12,5% no período, enquanto o índice de dividendos, o IDIV, registrou alta de 10,7%. O impacto positivo no índice de fundos imobiliários foi limitado, com o IFIX anotando alta tímida de 0,65%.

Juros americanos em queda e leitura de uma economia americana que começa a dar sinais de acomodação levaram o dólar a se desvalorizar, tendo o DXY (índice que compara a moeda americana a outras seis moedas globais, como euro e iene) apresentado uma queda de 3% em novembro. Contra o real não foi diferente, e o dólar à vista fechou o mês em R$4,92, com queda mensal de 2,5%.

Em novembro, os mercados globais tiveram uma recuperação forte com um cenário de “céu de brigadeiro”. Uma economia resil...
12/12/2023

Em novembro, os mercados globais tiveram uma recuperação forte com um cenário de “céu de brigadeiro”. Uma economia resiliente, porém desacelerando meio à continuação do processo de desinflação. Portanto, os mercados já precificam uma probabilidade de 43% de que o banco central americano vá cortar juros em março do ano que vem, enquanto as taxas de juros de longo prazo também caíram, com o Treasury de 10 anos recuando de 4,92% para 4,33% nesse mês. Consequentemente, as ações globais e americanas subiram cerca de 9% em novembro, enquanto o Brasil teve uma alta de 15% em dólares.
Olhando os setores, maioria deles tiveram uma performance positiva em novembro e no ano, mas escondem a volatilidade vista ao longo de 2023. Após alguns meses pressionados por taxas de juros mais altas e uma aversão a risco, nomes mais sensíveis ao juros recuperaram fortemente em novembro, com setores como Educação, Varejo, e Construção, superando o Ibovespa. No acumulado do ano, a maioria destes setores tiveram um desempenho forte também, porém com muita volatilidade. Varejo, por exemplo, negocia praticamente de lado no ano. Já Mineração & Siderurgia foi o pior setor.
Após o rali recente, a dúvida é se continuamos positivos. Enquanto o potencial de alta naturalmente diminuiu, nós ainda vemos muitas oportunidades em ações brasileiras: (i) vemos fluxos de investidores retornando à medida que investidores estrangeiros devem continuar comprando bolsa e investidores domésticos retornam para ações, (ii) o valuation continua muito descontado comparando com os pares globais e a média histórica e (iii) o ciclo de corte de juros está a todo v***r, e ações brasileiras tendem a desempenhar bem durante estes ciclos.

Fonte: Expert XP

Os mercados em geral tiveram perdas em outubro justificadas tanto pela seguida reprecificação de juros nos Estados Unido...
03/11/2023

Os mercados em geral tiveram perdas em outubro justificadas tanto pela seguida reprecificação de juros nos Estados Unidos, com as altas das Treasuries, quanto pela cautela com a guerra no Oriente Médio, entre Israel e o Hamas.

O rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA de 10 anos atingiu seu ponto máximo dos últimos 16 anos durante o mês, acima dos 5,0%, mas encerram o mês em 4,93%. Já no que tange a guerra, houve uma constante ameaça da escalada do conflito, com possível envolvimento de outros países da região, mas que não se materializaram até então.

Por fim, ne cenário global, a resiliência da economia americana também marcou outubro, com diversos dados econômicos que foram divulgados ao longo do mês vindo mais fortes do que o esperado, reforçando a tese de juros mais altos por mais tempo, que poderiam causar uma desaceleração mais firme da economia dos EUA no horizonte à frente.

Com todo esse pano de fundo, o desempenho das bolsas internacionais foi majoritariamente negativo. O S&P500 caiu 2,2%, o Nasdaq teve queda de 2,8% e o MSCI ACWI, índice global, fechou com queda de mais de 3%.

Os mercados locais também sentiram todos os efeitos acima vindos de fora e ainda por cima voltaram a se preocupar com a questão fiscal brasileira depois de falas do Presidente da República e do Ministro da Fazenda do Brasil nos últimos dias do mês.

Do lado positivo, as últimas leituras do IPCA trouxeram sinais favoráveis, sugerindo uma trajetória consistente de desinflação. Além disso, os dados recentes de atividade econômica vieram abaixo do esperado, apontando para variação negativa do PIB no 3º trimestre deste ano.

Nesse contexto, a maioria dos ativos brasileiros fechou outubro com variação negativa ou abaixo do CDI. Até mesmo o IFIX que vinha se mostrando mais resiliente a esse cenário teve variação de -1,97%. Junto com ele o Ibovespa, que caiu quase 3% no mês, mas ainda acumula alta de 3,1% em 2023. Por fim, o dólar seguiu ganhando força frente ao real e subiu 0,29%.

Fonte: Expert XP

Em outubro, o sentimento de aversão ao risco continuou a pressionar as ações brasileiras. O Ibovespa caiu 2,9% em reais ...
03/11/2023

Em outubro, o sentimento de aversão ao risco continuou a pressionar as ações brasileiras. O Ibovespa caiu 2,9% em reais e 3,6% em dólares. As taxas de juros de longo prazo mais elevadas nos mercados desenvolvidos pesaram sobre os ativos de risco globalmente, com a taxa da Treasury de 10 anos ultrapassando a marca de 5,0% pela primeira vez desde 2007.
Introduzimos a nossa estimativa de valor justo para o Ibovespa em 2024 em136 mil pontos, considerando o nível atual das taxas de juros, e apresentamos sensibilidades para diferentes cenários potenciais.

Fonte: Expert XP

Em setembro, um sentimento global de aversão ao risco continuou a pressionar os ativos brasileiros. Após os principais b...
13/10/2023

Em setembro, um sentimento global de aversão ao risco continuou a pressionar os ativos brasileiros. Após os principais bancos centrais sinalizarem juros mais altos por mais tempo, as taxas dos títulos globais continuaram subindo. Isso voltou a pesar sobre as ações globais. As ações brasileiras também sofreram, caindo 0,7% em dólares. Além de uma perspectiva macro global mais negativa, a política fiscal no Brasil continua sendo um tema chave.

Preços mais altos do petróleo – necessariamente negativo para as ações brasileiras? O principal desafio para a desinflação global é o recente aumento nos preços do petróleo. Nossa análise mostra uma correlação positiva entre o petróleo e as ações globais. Embora o Brasil compartilhe um nível comparável de exposição aos preços do petróleo com as ações globais, o impacto no setor de Energia local é mais expressivo.

A política fiscal voltou a pesar sobre os ativos brasileiros. Por um lado, existem riscos de aumento nos impostos corporativos, por outro lado, os riscos de o governo não atingir sua meta de resultado primário também são uma preocupação. O consenso do mercado é que alcançar a meta parece pouco provável, mas os investidores aguardam mais esclarecimentos. Nossa visão é que uma mudança na meta é negativa. Embora a não aprovação das medidas fiscais possa remover um uma grande incerteza para as empresas, poderíamos ver um efeito mais negativo no câmbio e nas taxas de juros, o que deve pressionar negativamente as ações.

Revisamos o nosso valor justo do Ibovespa para 128 mil de 133 mil pontos para o final de 2023 por conta da alta nos juros de longo prazo. Continuamos a ver o múltiplo do Ibovespa como descontado, com o P/L em 7,9x vs. a média histórica de 11x.

Fonte: Expert XP

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