Soma Créditos

Soma Créditos A Soma Créditos tem a solução perfeita para você realizar seus sonhos e reorganizar seu orçamen

A Soma Créditos é uma empresa que trabalha com soluções em empréstimos consignados e financiamentos. Temos a solução perfeita para você realizar seus sonhos e reorganizar seu orçamento. Possuímos as melhores taxas para aposentados, pensionistas, servidores públicos e funcionários de empresas privadas.

Quer construir, reformar ou viajar? Precisando de dinheiro? Adquira já um empréstimo consignado com as melhores taxas pa...
16/07/2015

Quer construir, reformar ou viajar? Precisando de dinheiro? Adquira já um empréstimo consignado com as melhores taxas para aposentados, pensionistas, servidores públicos e funcionários de empresas privadas conveniadas. A aprovação poderá ser feita através da internet, por e-mail, telefone ou pessoalmente.
Contate-nos e faça uma simulação:
(71) 3015-6201 – Salvador
(79) 3211-2563 – Aracaju
[email protected]

Alexandre Tombini “subtrai” demais e mercado “soma” em juroUma alteração de texto, uma interpretação supostamente equivo...
13/03/2013

Alexandre Tombini “subtrai” demais e mercado “soma” em juro

Uma alteração de texto, uma interpretação supostamente equivocada de declarações do presidente do Banco Central durante um seminário em Varsóvia, na Polônia, e a confirmação de que diminuiu a ociosidade na indústria brasileira em janeiro foram os ingredientes do coquetel que fez detonar uma frenética alta dos juros projetados nos contratos negociados no mercado futuro da BM&FBovespa nesta terça-feira. A súbita arrancada dos juros, que chegaram a recuar mas encerraram o dia pressionados, deve ser lida como um único recado ao BC: são fortes os motivos que justificam a revisão da Selic e, para controlar a inflação, a taxa deve subir.

Ontem, a dois dias da divulgação da ata do Copom de onde saiu o comunicado que “subtraiu” a “manutenção prolongada” da Selic, é improvável que o presidente do BC tenha tido a intenção de dar alguma sinalização ao mercado sobre as próximas decisões que o colegiado poderá tomar na condução dos juros. No entanto, para um mercado atordoado com as ações que o governo e o próprio BC vêm tomando, “acrescentar” ou “subtrair” explicações de textos praticamente decorados por analistas dispara alertas.

O presidente do BC pecou ao “subtrair” da apresentação feita no seminário do BC da Polônia a referência à queda da inflação no segundo semestre deste ano. E o pecado só aumentou com a “subtração” do slide inteiro de justificativas para esse esperado arrefecimento do IPCA. Essas justificativas constam da apresentação feita por Tombini nos Estados Unidos, em 22 de fevereiro. E são encerradas, inclusive, com a lembrança de que a inflação cumpriria a meta pelo 10º ano consecutivo. Não bastasse a percepção do mercado de que Tombini poderia estar “dizendo” com que a inflação estaria subindo no segundo semestre, por deixar de dizer que ela estará caindo, a informação disparada por uma agência noticiosa de que o presidente do BC teria afirmado estar enxergando resistência ainda maior da inflação fortaleceu a alta dos juros futuros no Brasil. A assessoria da instituição esclareceu que Tombini referia-se à inflação de alimentos e serviços e não à inflação geral. Essa correção trouxe um arrefecimento momentâneo às taxas.

Os indicadores divulgados ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) também ajudaram a aquecer os juros especialmente à tarde. Os números indicam ainda que o volume de investimentos e o emprego na indústria de transformação estão em rota de recuperação moderada ao longo do ano. Mas em janeiro o setor operou, em média, com 84% da capacidade, a taxa mais alta desde fevereiro de 2008.

Essa constatação só fez reforçar a percepção crescente do mercado de que será difícil para o governo driblar a alta dos preços sem um aperto monetário com o uso da alta de juro. Na ata do Copom apresentada em janeiro, os diretores do BC ainda consideravam que o cenário central “observa que o nível de utilização da capacidade instalada se encontra abaixo da tendência de longo prazo, ou seja, está contribuindo para a abertura do hiato do produto e para conter pressões de preços”.

O parágrafo 30 da ata que será publicada amanhã pode repetir exatamente esta frase. Mas o cenário parece outro. O mercado percebe. O BC também. E esta realidade não dá para “subtrair”.


Fonte: Valor Econômico

Bancos dos EUA têm em 2012 o maior lucro desde 2006, diz FDIC Ganhos foram de US$ 141,3 bilhões, alta de 19,3% sobre 201...
28/02/2013

Bancos dos EUA têm em 2012 o maior lucro desde 2006, diz FDIC Ganhos foram de US$ 141,3 bilhões, alta de 19,3% sobre 2011.
Muito do crescimento se deu pela menor provisão para perdas com crédito.
O setor bancário dos Estados Unidos teve em 2012 o maior lucro desde antes da crise financeira de 2007-2009, segundo dados divulgados nesta terça-feira (26) pela agência norte-americana responsável por garantir os depósitos bancários no país, a Federal Deposit Insurance Corp (FDIC).
Segundo a entidade, o setor bancário dos EUA teve o segundo maior lucro anual da história, US$ 141,3 bilhões, alta de 19,3% sobre 2011. O recorde foi registrado em 2006, com resultado positivo conjunto de US$ 145,2 bilhões.
Muito do crescimento do lucro no ano passado se deu pela menor provisão para perdas com crédito, segundo o FDIC.
"Apesar de ainda haver espaço para mais crescimento da receita, não esperamos que o ritmo de expansão do lucro continue nestes níveis", disse o presidente do FDIC, Martin Gruenberg.
O resultado provavelmente será considerado como um sinal de que o setor bancário dos EUA está se recuperando após a crise financeira, mas grandes bancos promoveram demissões no ano passado diante da persistência de pressões como volume de corretagem em queda.
O setor bancário lucrou US$ 34,7 bilhões no quarto trimestre, salto de 36,9% ante os US$ 9,3 bilhões de um ano antes, afirmou a FDIC.
A receita operacional líquida durante o quarto trimestre foi de US$ 169 bilhões, alta 4,5%, na comparação anual.

27/02/2013

Empréstimo Consignado: Modalidade vantajosa de empréstimo e de muita popularidade.

O Empréstimo Consignado é aquele cujo pagamento das parcelas mensais é descontado diretamente em folha de pagamento de quem contrata. Isso significa que os bancos ou instituições financeiras têm um risco igual a zero quando realizam a operação. Entretanto, o valor do empréstimo oferecido pelas instituições é menor do que o das demais modalidades, em que os riscos de inadimplência são maiores.

O Empréstimo consignado é o que tem as taxas de juros mais atraentes no atual mercado financeiro brasileiro. Somente em janeiro de 2012 foram contratados R$ 6,8 bilhões nessa modalidade, segundo informações do Banco Central. Esse valor significou uma alta de 46,2% em relação a janeiro de 2011.

Os créditos consignados vinculados ao Ministério da Previdência Social, ou seja, concedidos a aposentados e pensionistas, beneficiários da Previdência corresponderam a R$ 2,9 bilhões no primeiro mês do ano, com um aumento anual de 26%.

28/01/2013

A Soma Créditos é uma empresa que trabalha com soluções em empréstimos consignados e financiamentos. Temos a solução perfeita para você realizar seus sonhos e reorganizar seu orçamento.
Precisando de EMPRÉSTIMO CONSIGNADO? Fale conosco: (71) 3015-6201

Endereço

Salvador, BA
41820-460

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Soma Créditos posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Soma Créditos:

Compartilhar