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Muita gente trata as declarações antigas do Imposto de Renda como se fossem apenas arquivos sem utilidade. Mas, na práti...
28/05/2026

Muita gente trata as declarações antigas do Imposto de Renda como se fossem apenas arquivos sem utilidade.

Mas, na prática, o histórico do IRPF funciona como um registro oficial da sua vida financeira perante o Fisco — e pode ser exigido em diversas situações importantes.

Existem momentos em que o histórico das declarações se torna essencial, por exemplo:

1. Financiamento imobiliário
Bancos costumam solicitar as 2 ou 3 últimas declarações de IRPF para analisar a capacidade financeira do cliente e a origem dos recursos utilizados na entrada do imóvel.

2. Vistos consulares
Alguns países, como Estados Unidos e membros do Espaço Schengen, podem solicitar a declaração de IRPF como forma de comprovar renda e vínculo econômico com o Brasil.

3. Divórcio ou espólio
Em processos de partilha de bens, o histórico das declarações ajuda a demonstrar quais bens já existiam antes da união e quais foram adquiridos durante o relacionamento.

4. Saída definitiva do país
Ao deixar de ser residente fiscal no Brasil, é necessário apresentar uma declaração final com a posição do patrimônio, que se baseia no histórico das declarações anteriores.

Guarde sempre suas declarações e recibos de entrega por pelo menos 5 anos, que é o prazo em que a Receita Federal pode realizar questionamentos fiscais.

Em caso de bens como imóveis, o ideal é manter esses registros enquanto o bem fizer parte do seu patrimônio.

Precisa de orientação sobre o seu Imposto de Renda ou organização do seu histórico fiscal?

Entre em contato com nosso escritório de contabilidade e conte com o apoio de profissionais para manter sua vida fiscal em ordem.

Muitos casais escolhem a declaração em conjunto achando que essa opção sempre traz economia. Mas, no Imposto de Renda, d...
27/05/2026

Muitos casais escolhem a declaração em conjunto achando que essa opção sempre traz economia.

Mas, no Imposto de Renda, declarar junto não é uma simples conveniência: é uma decisão que precisa ser calculada com cuidado.

Na declaração em conjunto, um dos parceiros entrega a declaração como titular e o outro entra como dependente.

Com isso, a Receita passa a considerar na mesma declaração os rendimentos, bens, direitos e dívidas de ambos.

Essa opção costuma ser mais interessante quando um dos dois tem pouca ou nenhuma renda e possui despesas dedutíveis que ajudam a reduzir o imposto do titular.

Por outro lado, quando os dois têm rendimentos tributáveis relevantes, a soma pode elevar a base de cálculo e tornar a declaração menos vantajosa.

Outro ponto de atenção: se o cônjuge ou companheiro for incluído como dependente, é obrigatório informar todos os rendimentos, pagamentos e bens dessa pessoa.

A própria Receita alerta que a omissão de rendimentos do dependente é uma das causas mais comuns de retenção em malha.

Antes de decidir, faça a simulação das duas formas: em conjunto e em separado.

Muitas vezes, declarar separado gera uma restituição total maior para o casal ou reduz o imposto a pagar.

Quer saber qual opção é realmente mais vantajosa no seu caso? Fale com nosso escritório e declare do jeito mais econômico e correto.

Muita gente comete esse erro no IR 2026: acha que, por estar isento de pagar imposto, também está dispensado de entregar...
21/05/2026

Muita gente comete esse erro no IR 2026: acha que, por estar isento de pagar imposto, também está dispensado de entregar a declaração.

Mas uma coisa não tem relação automática com a outra.

Estar isento significa que determinado rendimento não sofre cobrança de Imposto de Renda.

Já estar dispensado significa que você não se enquadrou em nenhuma das regras que obrigam a enviar a declaração.

E é aí que mora o perigo.

Uma pessoa pode, por exemplo, receber valores isentos como dividendos, pensão, rendimentos da poupança, e etc. e, mesmo sem pagar imposto sobre isso, ainda assim ser obrigada a declarar, caso ultrapasse os limites definidos pela Receita Federal.

Ou seja: o fato de não pagar imposto não significa que a Receita não queira saber de onde veio o dinheiro.

E quando a pessoa deveria declarar, mas não entrega, pode ter problemas como multa, CPF pendente de regularização, perda de restituição e risco de cair na malha fina.

Antes de concluir que você está “livre” do IR, vale conferir sua situação com cuidado.

Fale com nosso escritório e vamos te ajudar a elaborar sua declaração do IRPF 26 de forma segura.

Você pode ter entregue o IR e mesmo assim estar com a declaração “irregular” — e o pior: sem perceber. Isso acontece por...
18/05/2026

Você pode ter entregue o IR e mesmo assim estar com a declaração “irregular” — e o pior: sem perceber.

Isso acontece porque o sistema da Receita cruza informações o tempo todo (bancos, fontes pagadoras, médicos, planos, etc.).

Quando algo não bate, a declaração pode ficar com pendência, ir pra malha ou até gerar cobrança.

A boa notícia? Na maioria dos casos, dá para resolver de forma simples.

Se você quer resolver isso com segurança e sem dor de cabeça, a gente confere seu extrato e orienta o caminho correto.

Fale com nosso contador !🤝

Investimentos também entram no Imposto de Renda.Se você investe em ações, renda fixa, fundos, criptomoedas ou investimen...
16/05/2026

Investimentos também entram no Imposto de Renda.

Se você investe em ações, renda fixa, fundos, criptomoedas ou investimentos no exterior, esses ativos precisam aparecer corretamente na sua declaração do IRPF 2026.

Muitas pessoas cometem erros simples, como esquecer rendimentos isentos ou não informar operações realizadas ao longo do ano.

O problema é que a Receita Federal recebe informações diretamente de bancos, corretoras e instituições financeiras, e qualquer divergência pode levar à malha fina.

No carrossel acima reunimos boas práticas importantes para declarar seus investimentos com segurança.

Precisa de ajuda para declarar seus investimentos?

Nosso escritório pode analisar sua situação e garantir que sua declaração seja feita corretamente.

Fale com nossa equipe e evite problemas com o Leão.

Receber uma herança ou doação pode parecer apenas uma transferência de patrimônio…Mas no Imposto de Renda isso pode muda...
14/05/2026

Receber uma herança ou doação pode parecer apenas uma transferência de patrimônio…
Mas no Imposto de Renda isso pode mudar muita coisa.

Muita gente acredita que basta declarar o valor recebido e pronto.
Só que existem várias regras que precisam ser observadas, e algumas delas mudaram recentemente.

Esses detalhes parecem pequenos, mas erros nesse tipo de informação são muito comuns e podem levar o contribuinte para a malha fina.

Neste carrossel você vai entender algumas das mudanças importantes que podem impactar a sua declaração do IR 2026.

Deslize as imagens e veja os pontos de atenção.

Salve este post para consultar quando estiver preparando sua declaração.

Muitos pais acreditam que, por dividirem o tempo e as despesas dos filhos igualmente, podem "dividir" o dependente na de...
13/05/2026

Muitos pais acreditam que, por dividirem o tempo e as despesas dos filhos igualmente, podem "dividir" o dependente na declaração.

Mas cuidado: para o Leão, a regra é bem diferente!

Confira os pontos essenciais para não cair na malha fina:

- Mesmo na guarda compartilhada, o filho só pode constar como dependente na declaração de UM dos genitores.

Não é permitido que ambos deduzam o mesmo CPF no mesmo ano-calendário.

- O ideal é que os pais entrem em acordo. Geralmente, vale mais a pena para quem tem a maior renda tributável, pois as deduções de saúde e educação ajudam a reduzir uma mordida maior de imposto.

- Se houver um valor fixado judicialmente (ou por escritura pública) que um genitor paga ao outro para equilibrar os custos, as regras mudam:

Quem paga: Declara o filho como Alimentando e deduz o valor pago.

Quem recebe: Se o filho for seu dependente, você informa o valor como Rendimento Isento (Código 28).

- Você só pode deduzir as mensalidades escolares ou consultas médicas do filho se ele for seu Dependente OU se esses gastos estiverem previstos na sentença judicial como parte da pensão (neste caso, entram na ficha de Alimentandos).

DICA DE OURO: Se você paga a escola "por fora" (sem estar na sentença) e o filho é dependente do outro genitor, você NÃO pode deduzir esse gasto.

Organize os papéis e veja o que é mais vantajoso para o caixa da família!

Precisa de ajuda com sua declaração do Imposto de Renda? Entre em contato com o nosso Escritório de Contabilidade e agende seu atendimento agora mesmo!😉🤝

Se você é médico, dentista, psicólogo ou outro profissional da área da saúde, existe um detalhe fiscal que muitos profis...
13/05/2026

Se você é médico, dentista, psicólogo ou outro profissional da área da saúde, existe um detalhe fiscal que muitos profissionais ignoram: um erro na DMED pode fazer o seu paciente cair na malha fina do Imposto de Renda.

A DMED (Declaração de Serviços Médicos e de Saúde) é a declaração que clínicas, consultórios e empresas da área da saúde enviam à Receita Federal informando os valores recebidos pelos atendimentos realizados.

Nela são informados dados como:

• CPF do paciente
• CPF do beneficiário do atendimento
• valor exato pago pelo serviço

Essas informações são utilizadas pela Receita Federal para cruzar os dados com a declaração de Imposto de Renda do paciente.

Funciona assim:

1. O paciente declara no IR quanto pagou de despesas médicas.
2. O profissional ou clínica informa na DMED quanto recebeu.
3. A Receita Federal cruza essas duas informações automaticamente.

Se os valores não coincidirem — mesmo que seja por diferença pequena — a declaração do paciente pode ser retida para verificação na malha fina.

Por isso, inconsistências na DMED não afetam apenas o prestador do serviço, mas também quem utilizou aquela despesa para dedução no Imposto de Renda.

Dica Extra: Antes de enviar a DMED, confira se os valores estão exatamente iguais aos recibos, notas fiscais e registros do sistema de gestão do consultório.

Essa conferência simples evita divergências no cruzamento de dados da Receita Federal.

Se você é profissional da saúde e quer garantir que sua contabilidade e suas obrigações fiscais estejam corretas, fale com um contador especializado.

Entre em contato com nosso escritório e receba orientação segura para evitar problemas com o Fisco.🤝

Trocar as fichas de Alimentando e Dependente no Imposto de Renda é um dos caminhos mais rápidos para a Malha Fina.Entend...
12/05/2026

Trocar as fichas de Alimentando e Dependente no Imposto de Renda é um dos caminhos mais rápidos para a Malha Fina.

Entenda a diferença:

DEPENDENTE: É quem vive sob sua responsabilidade econômica e tem vínculo previsto em lei (filhos até 21/24 anos, cônjuge, pais com baixa renda).

O benefício: Você abate um valor fixo por pessoa e pode deduzir gastos com saúde e educação deles.

A regra de ouro: Se o dependente tiver renda (estágio, aposentadoria), você DEVE somar os ganhos dele aos seus.

ALIMENTANDO: É para quem você paga Pensão Alimentícia por decisão judicial ou escritura pública em cartório.

O benefício: Você deduz o valor integral da pensão paga conforme o acordo legal.

A regra de ouro: Pagamentos "por fora", feitos por acordo verbal ou mera liberalidade, NÃO podem ser declarados como alimentandos.

O erro comum: Tentar declarar como "dependente" um filho que já tem pensão judicial estipulada. No ano da separação, ele pode até aparecer nas duas fichas, mas depois disso, para quem paga a pensão, ele é estritamente um Alimentando.

Evite multas e dores de cabeça. Organize seus comprovantes e verifique se as decisões judiciais estão atualizadas!

Ficou na dúvida sobre onde encaixar alguém da sua família? Conte a situação para o nosso contador e te ajudaremos a identificar a categoria correta!

Hoje o Imposto de Renda é 100% digital — e isso trouxe praticidade, mas também aumentou a atenção com segurança. Um aces...
11/05/2026

Hoje o Imposto de Renda é 100% digital — e isso trouxe praticidade, mas também aumentou a atenção com segurança.

Um acesso indevido pode virar dor de cabeça, principalmente quando envolve dados fiscais e restituição.

O Certificado Digital (e-CPF) funciona como sua identidade no mundo online.

Ele confirma que é você de verdade realizando acessos e assinaturas, com validade jurídica.

Na prática, ele ajuda porque:

- reduz o risco de alguém tentar agir em seu nome nos serviços da Receita;
- libera acesso mais completo ao e-CAC, onde você acompanha sua vida fiscal e resolve pendências;
- permite procuração eletrônica para o contador atuar com segurança, sem você precisar passar senha.

Dica extra

Verifique agora se o seu certificado está válido. Se ele vencer no meio do prazo do IR, você pode ficar travado para acessar serviços importantes quando mais precisar.

Quer saber se o e-CPF é ideal para o seu perfil (investidor, alta renda, movimentações maiores) e como usar isso para deixar o IR mais seguro?

Entre em contato! 🤝

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