06/05/2026
Por que fui até a China?
Mais do que olhar para inovação, tendências e tecnologia, fui entender como tudo isso ganha corpo na prática.
Fui à China a convite de Roberto Azevedo, em uma imersão preparada com a equipe do Ricardo Geromel junto a um grupo da YPO, comunidade global que reúne CEOs, fundadores e executivos em mais de 150 países.
Ao longo dessa agenda, passamos por empresas como JD.COM, Lenovo, Tencent, Huawei, MiniMax, MEGVII旷视, Zelostech, SYP e SANY Heavy Equipment, além de instituições ligadas à construção, infraestrutura, indústria e inteligência artificial.
O que mais me interessava ali não era a novidade pela novidade. Era entender como a tecnologia entra na operação, reduz atrito, sustenta decisões e se transforma em vantagem competitiva.
Porque tecnologia, quando integrada à operação, aos dados, à distribuição e à experiência do usuário, deixa de ser tendência e passa a sustentar escala.
Nos próximos conteúdos, vou compartilhar aprendizados sobre algumas das empresas e instituições que visitamos, analisando como elas operam, crescem e constroem vantagem competitiva.
Porque, no fim, a pergunta mais importante não é apenas “o que há de novo?”.
É: o que já está sendo construído com consistência suficiente para sustentar o futuro?