CYCLE Seguros Gerais

CYCLE Seguros Gerais Contando com profissionais experientes e altamente qualificados, atendemos nossos clientes de forma personalizada.

Buscamos sempre entender o negócio de nossos clientes, para poder identificar e avaliar seus riscos e necessidades com precisão.

14/02/2019

Levantamentos preliminares junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revelaram que o helicóptero que caiu com o jornalista Ricardo Boechat ontem não tinh...

13/02/2019
08/02/2019

O Estado americano da California decidiu proibir que seguradoras cobrem preços diferentes baseados no gênero do segurado.

08/02/2019

Em janeiro, um homem identificado como Alexander Goldinsky foi preso por ter sido acusado de fraude. O acusado simulou uma queda em um edifício comercial

07/02/2019

Vale pede confidencialidade em seguro de Brumadinho

O contrato de seguro de responsabilidade civil da Vale está sob cláusula de confidencialidade (NDA, na sigla em inglês) desde 25 de janeiro, quando a barragem em Brumadinho se rompeu. O pedido de silêncio foi feito pela própria mineradora. Com isso, as partes envolvidas na apólice ficam proibidas de divulgar informações do contrato sob o risco de serem punidas. Entre advogados, a cláusula de NDA é vista com estranheza uma vez que a função da apólice de responsabilidade civil é indenizar os terceiros atingidos. Ou seja, o seguro é das vítimas e beneficiários e não algo de interesse exclusivo do segurado que o contratou. Apesar do NDA, órgãos de fiscalização e regulação como o Ministério Público Federal (MPF) e a Superintendência de Seguros Privados (Susep) podem requerer as apólices se assim desejarem.

Cifras e nomes. O seguro de responsabilidade civil (RC) da Vale é estimado em US$ 2 bilhões e está nas mãos da alemã Allianz. A cobertura de barragens é de até US$ 400 milhões. Já o RC geral, para cobrir indenizações, é de US$ 50 milhões e conta ainda com participação da seguradora japonesa Tokio Marine. Procurada, a Vale informou que possui seguros que cobrem os danos causados aos seus empregados, bens e terceiros. Já a Allianz e AGCS não comentaram. A Tokio Marine confirma que tem apólice com a Vale, mas não comenta porque o contrato é confidencial.

07/02/2019

Veículos antigos é um segmento extremamente importante para seguradora A Suhai Seguradora, empresa do Grupo Suhai, líder no segmento de segurança pessoal há mai...

09/01/2019

o explica o que envolve a cobertura de RCF-V e por que é bom contratá-la.

26/09/2018

Você sabe: quem se planeja chega mais seguro ao futuro. Escolha o Seguro de Vida da Porto Seguro e conte com coberturas que atendem às suas necessidades e às da sua família. Fique tranquilo hoje mesmo para enfrentar os imprevistos de amanhã.

NENHUM MUSEU PÚBLICO NO BRASIL TEM SEGURO, DIZEM ESPECIALISTASO jornal Valor Econômico registra que nenhum museu brasile...
06/09/2018

NENHUM MUSEU PÚBLICO NO BRASIL TEM SEGURO, DIZEM ESPECIALISTAS

O jornal Valor Econômico registra que nenhum museu brasileiro em qualquer esfera, federal, estadual ou municipal, tem seguro para proteção do acervo permanente, que incluiria também a cobertura a danos nos edifícios, segundo afirma o especialista em gestão de segurança da seguradora e resseguradora britânica JLT, Roberto Muniz.

A diretora de seguros patrimonial e responsabilidade civil da Marsh Brasil, Eduarda Tenes, também reforça esse cenário. “É possível que grande parte dos museus no Brasil não tenha seguro”, diz.

Museu Nacional não tinha seguro contra incêndio nem para acervo

O Estado de S. Paulo completa que o Museu Nacional, localizado na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão (RJ), não tinha qualquer tipo de seguro para atenuar os prejuízos do incêndio que engoliu uma instituição bicentenária e que abrigava um acervo com mais de 20 milhões de itens. É fato que para as obras de arte e o conteúdo histórico é praticamente impossível contratar uma apólice. Até mesmo porque, as perdas, que são calculadas para a precificação de um contrato de seguro, são quase sempre irreparáveis. Mas para a sua estrutura não.

O Museu Nacional também não tinha qualquer tipo de proteção contra incêndio ou gerenciamento de risco, a despeito da sua importância para a cultura e história brasileiras. Uns três pontos de sprinklers, os chamados “chuveiros automáticos”, seriam suficientes para conter o início do fogo em um ambiente do Museu, de acordo com o diretor-geral do Instituto Sprinkler Brasil (ISB), Marcelo Lima.

Não é só o Museu Nacional. A maioria dos museus no Brasil não possui sistemas de sprinklers, segundo o ISB. Pesa, sobretudo, o fato de a legislação só exigir o sistema de proteção para empreendimentos novos ou que passaram por grandes reformas e também resistência por parte da comunidade cultural que teme prejuízo às obras.

Fonte – Boletim Sindseg-SP – 4/9/2018

Endereço

São Paulo, SP
01303010

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 07:00 - 17:30
Terça-feira 07:00 - 17:30
Quarta-feira 07:00 - 17:30
Quinta-feira 07:00 - 17:30
Sexta-feira 07:00 - 17:30

Telefone

+551131590733

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando CYCLE Seguros Gerais posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar