30/05/2023
O que fazer se não concordar com os reajustes? O reajuste é válido para o período de maio de 2023 a abril de 2024.
Nós da Almeida Bueno Seguros junto com nossos especialistas buscaremos a redução dos custos sem a perca da carência seguindo algumas regras estabelecidas pela ANS, em outros planos com a mesma qualidade e rede de atendimento que os clientes já utilizam. Essa redução pode atingir até 40% de desconto nas mensalidades.
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Entenda os reajustes abaixo👇
Planos individuais e familiares-
Anualmente, a ANS determina qual o teto para o reajuste que as operadoras podem aplicar para planos individuais e familiares. No ano passado, os planos tiveram o maior reajuste em 22 anos, de 15,5%, O aumento só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato; ou seja, no mês que foi assinado.
Planos coletivos PMEs -
O reajuste de planos coletivos já aplicados em 2023 para pequenas e médias empresas passa de 35%. Um relatório do BTG Pactual mostra que algumas operadoras vão aplicar o maior reajuste em dez anos. É o caso da Porto (24,90%), GNDI (21,94%), Bradesco (24,16%), Sulamérica (24,76%) e Amil (23,4%).
Planos coletivos por adesão-
As operadoras são livres para determinar o percentual de reajuste dos planos coletivos. A ANS entende que as operadoras e as empresas têm poder para negociar os melhores reajustes e condições de igual para igual. As empresas consideram a sinistralidade (ou seja, o uso do plano) para justificar o aumento. Quanto maior o uso do plano, maior o valor do reajuste. Um relatório do Itaú diz que os planos da Unimed FESP tiveram reajuste de 35,9%. O preço médio dos planos de saúde no país subiu 15,3% no acumulado em 12 meses até abril, segundo a prévia da inflação do IBGE.
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