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Land Finance - BR Estruturamos garantias imobiliárias para empresários terem acesso ao crédito internacional

2025 marca o início de mais um capítulo repleto de oportunidades no mercado financeiro global. Na Land Finance, continua...
31/12/2024

2025 marca o início de mais um capítulo repleto de oportunidades no mercado financeiro global. Na Land Finance, continuaremos empenhados em oferecer soluções personalizadas, criando pontes que conectam negócios às melhores opções de crédito e financiamento internacional.

Que 2025 traga crescimento, inovação e sucesso para todos nós. Estamos prontos para seguir juntos, transformando projetos em realidade e levando você mais longe.

O setor agropecuário brasileiro deverá registrar um aumento significativo de 7,4% no valor bruto da produção em 2025, se...
30/12/2024

O setor agropecuário brasileiro deverá registrar um aumento significativo de 7,4% no valor bruto da produção em 2025, segundo projeções divulgadas pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) nesta quarta-feira (11). Após um ano marcado por estabilidade devido a adversidades climáticas, como secas no Centro-Oeste e enchentes no Rio Grande do Sul, o segmento volta a crescer de forma expressiva.

De acordo com a CNA, o valor da produção agropecuária no próximo ano deverá atingir R$ 1,43 trilhão. O setor agrícola, que enfrentou perdas severas nas safras, está projetado para crescer cerca de 6%.

No caso da pecuária, espera-se um avanço de 9,2%, impulsionado principalmente pela bovinocultura de corte, que deve alcançar uma expansão de 20,9%, favorecida pela valorização dos preços.

A produção brasileira ainda se concentra em quatro itens principais — soja, carnes, milho e cana-de-açúcar — que juntos representam cerca de 60% do total produzido.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a safra de grãos 2024/2025 alcance um recorde de 322,5 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 8,2% em relação ao ciclo anterior.

Segundo Bruno Lucchi, diretor técnico da CNA, além da recuperação na colheita de grãos, há uma expectativa positiva quanto à valorização dos preços internacionais da soja e do milho, o que deve contribuir para o desempenho do setor.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) registrou um aumento de 0,34% em dezembro, fechando o ano d...
27/12/2024

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) registrou um aumento de 0,34% em dezembro, fechando o ano de 2024 com uma variação acumulada de 4,71%, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (27).

Com o resultado, a inflação de 2024 deve superar o limite superior da meta de inflação de 3,0%, levando em consideração a margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Segundo levantamento da Reuters, a previsão dos economistas era de uma alta de 0,45% em dezembro e de 4,82% nos 12 meses.

O grupo de Alimentação e Bebidas foi o principal responsável pela alta em dezembro, com variação de 1,56%, e pelo maior aumento no acumulado anual, de 8,00%. As elevações nos preços de itens como óleo de soja (9,21%), alcatra (9,02%), contrafilé (8,33%) e carne de porco (8,14%) impulsionaram esse resultado. Por outro lado, alimentos como batata-inglesa (-9,85%), tomate (-6,71%) e leite longa vida (-2,42%) apresentaram queda nos preços.

O segmento de Despesas Pessoais teve um aumento de 5,12% no acumulado de 12 meses e de 1,36% em dezembro, sendo impulsionado pela alta do cigarro (12,78%), consequência do reajuste na alíquota do IPI em novembro. Também houve aumentos nos preços de serviços como cinema, teatro e concertos (2,58%) e de cabeleireiro e barbeiro (1,37%).

No setor de Transportes, o aumento foi de 0,46%, impulsionado principalmente pela alta de 4,43% nas passagens aéreas em dezembro. O acumulado de 2024 registrou uma variação de 2,32%. Além disso, os preços de ônibus urbano (1,20%), etanol (0,80%) e óleo diesel (0,41%) subiram, enquanto a gasolina (-0,01%) e o gás veicular (-0,12%) registraram pequenas quedas.

Entre os grupos com quedas, o de Habitação foi o que apresentou a maior redução em dezembro, com -1,32%. Essa variação negativa foi explicada pela redução de 5,72% na energia elétrica residencial, após o retorno da bandeira tarifária verde.

Economistas projetam uma desaceleração no crescimento do PIB brasileiro em 2025, com alta estimada de cerca de 2%, bem a...
26/12/2024

Economistas projetam uma desaceleração no crescimento do PIB brasileiro em 2025, com alta estimada de cerca de 2%, bem abaixo dos 3,5% previstos para 2024. Apesar do cenário desafiador, o consumo das famílias e a agropecuária devem sustentar o ritmo da economia, enquanto setores dependentes de crédito enfrentarão dificuldades devido aos juros elevados.

🔹 Destaques por setor:
- Agropecuária: Alta de 4% com nova safra recorde e condições climáticas favoráveis.
- Consumo das famílias: Resiliente, apoiado pelo mercado de trabalho aquecido e programas de transferência de renda.
- Setores dependentes de crédito: Construção civil e bens duráveis devem ser impactados pela política monetária restritiva.

🔹 O que esperar do PIB?
- Setores como agropecuária e indústria extrativa devem contribuir com 0,7 p.p. para o crescimento.
- O consumo e as exportações, lideradas pelo agronegócio e petróleo, serão os pilares do crescimento.

⚠ Riscos e desafios:
- Sustentabilidade fiscal e concessões de crédito sob alerta.
- Investimentos privados devem cair com juros reais elevados.

Segundo economistas, será necessário um “freio de arrumação” para estabilizar as expectativas de câmbio e inflação, configurando o que muitos chamam de pouso quase suave.

Analistas consultados pelo Banco Central elevaram pela sexta semana consecutiva a projeção para a taxa básica de juros a...
25/12/2024

Analistas consultados pelo Banco Central elevaram pela sexta semana consecutiva a projeção para a taxa básica de juros ao final de 2025, estimando a Selic em 14,75%. O dado foi divulgado na pesquisa Focus desta segunda-feira (23).

Na semana anterior, o levantamento indicava uma expectativa de 14% para a Selic no mesmo período.

A revisão reflete o aumento da Selic em 1 ponto percentual neste mês, encerrando 2024 em 12,25% ao ano. O Banco Central também surpreendeu o mercado ao sinalizar mais duas elevações da mesma magnitude, justificando a decisão com o risco de piora na dinâmica inflacionária após o anúncio de medidas fiscais do governo.

Na ata da reunião do Copom divulgada na semana passada, o BC apontou uma deterioração adicional de fatores que influenciam a política de juros, como câmbio, inflação corrente e expectativas de mercado. O documento destacou que impulsos fiscais e de crédito têm reduzido o impacto do aperto monetário implementado para conter a inflação.

A pesquisa Focus também revelou piora nas expectativas inflacionárias. A projeção para o IPCA subiu para 4,91% em 2024 e 4,84% em 2025, ante 4,89% e 4,60% na semana anterior, respectivamente.

Para 2026, a expectativa permanece em 4,0%, mas para 2027 houve elevação para 3,80%, contra os 3,66% projetados na semana anterior. O centro da meta oficial para a inflação é de 3,00%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Além disso, a pesquisa indica que o dólar deve encerrar 2024 cotado a R$ 6, ligeiramente acima da projeção anterior de R$ 5,99, refletindo o recente histórico de alta da moeda norte-americana, que tem ultrapassado a marca de R$ 6.

Neste momento de celebração e renovação, reforçamos nosso compromisso em transformar objetivos financeiros em realizaçõe...
25/12/2024

Neste momento de celebração e renovação, reforçamos nosso compromisso em transformar objetivos financeiros em realizações. Que a magia do Natal traga prosperidade, paz e novas oportunidades para todos!

Agradecemos pela confiança e parceria ao longo do ano. Estamos prontos para conquistar ainda mais juntos em 2025!

Equipe Land Finance 🎄✨

O dólar registrou alta de 1,87% nesta segunda-feira (23), encerrando a sessão a R$ 6,1855, enquanto o Ibovespa recuou 1,...
24/12/2024

O dólar registrou alta de 1,87% nesta segunda-feira (23), encerrando a sessão a R$ 6,1855, enquanto o Ibovespa recuou 1,09%, aos 120.767 pontos, em meio à continuidade das discussões sobre o pacote de corte de gastos aprovado no Congresso Nacional. O mercado permanece cauteloso quanto à eficácia das medidas do governo para equilibrar as contas públicas, especialmente após as alterações feitas no pacote, que podem reduzir seu impacto.

O dólar acumula uma valorização de 27,47% no ano, com o Banco Central intervindo no mercado para aumentar a liquidez e conter a pressão cambial. O Ibovespa também reflete as incertezas fiscais, com uma desvalorização de 10% no ano.

Enquanto o governo visa zerar o déficit público até 2025, especialistas apontam que as mudanças no pacote podem limitar o efeito das medidas, com o governo evitando cortes em despesas estruturais. Além disso, o boletim Focus elevou a projeção da inflação para 2023 e 2025, enquanto as expectativas para a taxa de juros também foram ajustadas.

Na esfera internacional, o Federal Reserve sinaliza um ritmo mais moderado de cortes nas taxas de juros, com destaque para o aumento de 5,9% nas vendas de casas novas nos Estados Unidos em novembro.

Aprovado pela Câmara, o PLP 68/2024 promete transformar o mercado imobiliário com novas regras tributárias. O texto segu...
23/12/2024

Aprovado pela Câmara, o PLP 68/2024 promete transformar o mercado imobiliário com novas regras tributárias. O texto segue para sanção presidencial e traz as seguintes mudanças:

🔹 Redução de alíquotas: Operações com imóveis terão cortes de 50%, e o desconto para receitas de aluguéis sobe para 70%.

🔹 Tributação de pessoas físicas frequentes: Quem tem renda anual acima de R$ 240 mil com aluguéis de mais de três imóveis será tributado no regime regular.

🔹 Benefícios para habitação social: Imóveis do Minha Casa, Minha Vida terão desconto fixo de R$ 100 mil na base de cálculo, podendo zerar a tributação.

🔹 Cadastro centralizado: O Cadastro Imobiliário Brasileiro unificará dados de imóveis urbanos e rurais.

Essas mudanças buscam maior justiça fiscal, incentivando investimentos no setor e modernizando o sistema tributário.

Nesta terça-feira (17), a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3817/24, que estabelece uma tributação mínima de...
20/12/2024

Nesta terça-feira (17), a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3817/24, que estabelece uma tributação mínima de 15% sobre os lucros das multinacionais que operam no Brasil. A medida, alinhada ao acordo internacional da OCDE, visa combater a evasão fiscal e se aplica a grupos com receita anual superior a 750 milhões de euros (cerca de R$ 4,78 bilhões). 🌐💰

Se os cálculos indicarem que a multinacional pagou menos que 15% em tributos, um adicional de CSLL será cobrado para atingir essa alíquota.

🔹 Objetivo: Cumprir os requisitos para a adesão do Brasil à OCDE e evitar que lucros sejam transferidos para paraísos fiscais.

🔹 Prazo: A nova regra entra em vigor no ano fiscal de 2025, com pagamento até o último dia do 7º mês após o encerramento do período fiscal.

O relator, deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), recomendou a prorrogação do crédito presumido de 9% sobre lucros no exterior até 2029, garantindo competitividade para multinacionais brasileiras e prevenindo a dupla tributação. 📆✨

Essa mudança representa um passo importante para o Brasil se alinhar às práticas tributárias globais e reforçar sua posição no cenário internacional! 🌍✅

Com a Selic em alta, atualmente em 12,25% ao ano e podendo atingir 15% em 2025, o crédito para setores essenciais, como ...
19/12/2024

Com a Selic em alta, atualmente em 12,25% ao ano e podendo atingir 15% em 2025, o crédito para setores essenciais, como o agronegócio, está cada vez mais caro. Produtores rurais, que dependem de financiamento para custear safras e adquirir maquinário, enfrentam dificuldades crescentes.

Nesse contexto, a Cessão Temporária de Garantias (CTG) se apresenta como uma solução vantajosa. Proprietários de imóveis podem oferecer suas propriedades como garantia para facilitar o crédito empresarial. Em troca, recebem remunerações atrativas, enquanto empresas obtêm recursos com menos burocracia e taxas menores que as dos financiamentos convencionais.

Enquanto os juros elevados tornam os financiamentos tradicionais menos acessíveis, a CTG permite empréstimos personalizados e flexíveis. Consultorias especializadas, como Gabriela e Tainara, oferecem crédito com taxas a partir de 2% ao ano e prazos de pagamento de até 20 anos.

Com a CTG, o agronegócio e outros setores essenciais podem continuar investindo, mesmo em tempos de alta da Selic, dinamizando a economia e oferecendo uma nova fonte de renda para proprietários de imóveis.

Endereço

Avenida Paulista, N° 1374, 11°, Sala/conjunto N° 11B102 E 11B 104
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01310-100

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