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23/12/2020

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25/11/2019

Crescem roubos e furtos de veículos na Grande São Paulo
No ano passado, os roubos e furtos de veículos na Grande São Paulo aumentaram aproximadamente 25%. O Fiat Palio segue como o modelo mais roubado, assim como os carros fabricados entre 2010 e 2013. O horário com mais ocorrências é a noite e a região, a Zona Leste da cidade. Essas são algumas das informações reveladas pelo levantamento realizado pela Ituran. A empresa atendeu 9.812 ocorrências em 2016 na Grande São Paulo, que concentra a maioria da sua base de clientes. Depois do Palio, em segundo lugar como mais roubados veio VW Gol, seguido por Fiat Uno e VW Fox. Os carros mais roubados: Palio, Gol, Uno, Fox, Fiesta, Voyage, Siena, Celta, Corsa, Strada. O levantamento também indica que a Zona Leste de São Paulo é campeã em roubos/furtos. São Matheus, Itaquera, Guaianazes e Taubaté são os bairros preferidos pelos marginais. Itaquera (Zona Leste), São Mateus (Zona Leste), Guaianazes (Zona Leste), Itaim Paulista (Zona Leste), Ipiranga (Zona Sul), Tatuapé (Zona Leste), Vila Prudente (Zona Leste), Penha (Zona Leste), Parque São Rafael (Zona Leste), Sapopemba (Zona Leste). Com base nos dados, a Ituran também apontou quais são as vias com maiores índices de roubos/furtos. A avenida Sapopemba lidera o ranking, seguida pela Jacu Pêssego e Aricanduva. “Essas avenidas têm características que colaboram para um maior número de eventos (roubo/furto), pois são vias extensas, de grande circulação de veículos e de fuga rápida”, lembra Yaron Littan, presidente da companhia. Entre as principais vias também estão as Avenidas Ragueb Chohfi, Cupecê, São Miguel, Itaquera, Mateo Bei, Nordestina e Marechal Tito. O período da noite é o mais perigoso, com 39,72% dos casos de roubo/furto, em especial das 21 horas às 23 horas, com 20,02% dos casos. Das 18 horas às 20 horas aconteceram 19,70% dos casos.

25/11/2019

Veiculo mais roubados e furtados na Capital - São Paulo.

Crescem roubos e furtos de veículos na Grande São Paulo
No ano passado, os roubos e furtos de veículos na Grande São Paulo aumentaram aproximadamente 25%. O Fiat Palio segue como o modelo mais roubado, assim como os carros fabricados entre 2010 e 2013. O horário com mais ocorrências é a noite e a região, a Zona Leste da cidade. Essas são algumas das informações reveladas pelo levantamento realizado pela Ituran. A empresa atendeu 9.812 ocorrências em 2016 na Grande São Paulo, que concentra a maioria da sua base de clientes. Depois do Palio, em segundo lugar como mais roubados veio VW Gol, seguido por Fiat Uno e VW Fox. Os carros mais roubados: Palio, Gol, Uno, Fox, Fiesta, Voyage, Siena, Celta, Corsa, Strada. O levantamento também indica que a Zona Leste de São Paulo é campeã em roubos/furtos. São Matheus, Itaquera, Guaianazes e Taubaté são os bairros preferidos pelos marginais. Itaquera (Zona Leste), São Mateus (Zona Leste), Guaianazes (Zona Leste), Itaim Paulista (Zona Leste), Ipiranga (Zona Sul), Tatuapé (Zona Leste), Vila Prudente (Zona Leste), Penha (Zona Leste), Parque São Rafael (Zona Leste), Sapopemba (Zona Leste). Com base nos dados, a Ituran também apontou quais são as vias com maiores índices de roubos/furtos. A avenida Sapopemba lidera o ranking, seguida pela Jacu Pêssego e Aricanduva. “Essas avenidas têm características que colaboram para um maior número de eventos (roubo/furto), pois são vias extensas, de grande circulação de veículos e de fuga rápida”, lembra Yaron Littan, presidente da companhia. Entre as principais vias também estão as Avenidas Ragueb Chohfi, Cupecê, São Miguel, Itaquera, Mateo Bei, Nordestina e Marechal Tito. O período da noite é o mais perigoso, com 39,72% dos casos de roubo/furto, em especial das 21 horas às 23 horas, com 20,02% dos casos. Das 18 horas às 20 horas aconteceram 19,70% dos casos.

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14/02/2019

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Voce pensa que esta seguro em seu veiculo Zero com relação ao Airbag, então leia esta reportagem e se for o caso faça o ...
13/04/2018

Voce pensa que esta seguro em seu veiculo Zero com relação ao Airbag, então leia esta reportagem e se for o caso faça o recall.

'Airbags mortais' ainda equipam mais de 1 milhão de veículos no Brasil
Caso, que gerou o maior recall da história e é ligado a 22 mortes, completa 5 anos.
Por André Paixão, G1

13/04/2018 06h01 Atualizado há menos de 1 minuto

Corey Burdick, uma das vítimas dos airbags da Takata nos Estados Unidos, ficou cego de um olho (Foto: Reuters) Corey Burdick, uma das vítimas dos airbags da Takata nos Estados Unidos, ficou cego de um olho (Foto: Reuters)
Corey Burdick, uma das vítimas dos airbags da Takata nos Estados Unidos, ficou cego de um olho (Foto: Reuters)

Mais de 1 milhão de carros brasileiros ainda possuem os chamados “airbags mortais”, fornecidos pela fabricante japonesa Takata. São equipamentos defeituosos que abrem com tanta força que atiram pedaços de metal contra os ocupantes.

Há cerca de uma semana, o G1 pediu às 15 fabricantes que fizeram ao menos um recall dos "airbags mortais" o número de veículos envolvidos e o índice de atendimento.

Chevrolet, Subaru e Ford informaram que não iriam disponibilizar essas informações. A BMW afirmou que não possui controle sobre o número de unidades atendidas. Veja mais abaixo.

O escândalo veio à tona 5 anos atrás. Envolveu, em todo o mundo, mais de 30 milhões de veículos de diversas marcas: o maior recall da história.

O defeito também está relacionado com a morte de pelo menos 22 pessoas, além de 180 feridos (conheça a história de algumas vítimas). Não há relatos de nenhuma ocorrência no Brasil.

Mais de 2 milhões de carros, de 15 diferentes marcas, foram chamados para a troca da peça defeituosa, chamada insuflador, durante esses 5 anos no país. A grande maioria é da Honda e da Toyota. A Ford foi a mais recente, com recall aberto no mês passado.

VEJA SE SEU CARRO ESTÁ NO RECALL DOS 'AIRBAGS MORTAIS'
O conserto é gratuito. No entanto, o índice de atendimento das chamadas sequer atingiu 50%.
Isso signif**a que apenas cerca de 800 mil proprietários foram às concessionárias em busca de uma solução.

Entenda o caso dos 'airbags mortais' da Takata; Brasil tem recalls

Veja abaixo o percentual de veículos atendidos das demais marcas, por ordem de volume.

Toyota e Lexus
Toyota Corolla (Foto: Divulgação) Toyota Corolla (Foto: Divulgação)
Toyota Corolla (Foto: Divulgação)
A Toyota foi a marca que mais convocou veículos para recalls pelos “airbags mortais”. Até agora, foram 882.748 unidades de 7 modelos diferentes. A conta também inclui carros da Lexus, a divisão de luxo do grupo.

Deste montante, 41,3% já recebeu atendimento. Isso representa 364,5 mil carros. Ou seja, mais de meio milhão de proprietários ainda não submeteram os veículos ao reparo.

Veículos chamados: 882.748
Índice de atendimento: 41,3%
Veículos atendidos até março: 364,5 mil
Modelos envolvidos: Etios, Corolla, Hilux, RAV4, Fielder, SW4 e Lexus IS 300
Onde consultar os veículos em recall: www.toyota.com.br/servicos/recall
Honda
Primeira geração do Honda City (Foto: Divulgação) Primeira geração do Honda City (Foto: Divulgação)
Primeira geração do Honda City (Foto: Divulgação)
Encostada na Toyota, a Honda é a segunda marca que mais tem veículos chamados para recall pelos airbags da Takata. São 871.320 carros de 5 modelos. Destes, pouco menos de 280 mil, ou 32%, já tiveram o defeito solucionado.

Isso quer dizer que quase 600 mil unidades ainda necessitam realizar a troca dos airbags da Takata. Em julho do ano passado, a marca firmou parceria com o Detran de São Paulo para conseguir notif**ar clientes que tenham carros envolvidos em campanhas.

Veículos chamados: 871.320
Índice de atendimento: 32%
Veículos atendidos até março: cerca de 280 mil
Modelos envolvidos: Civic, City, Fit, CR-V e Accord
Onde consultar os veículos em recall: www.honda.com.br/suaseguranca
Nissan
Nissan Frontier (Foto: Divulgação) Nissan Frontier (Foto: Divulgação)
Nissan Frontier (Foto: Divulgação)
A Nissan é a terceira marca com mais carros convocados para recall. De acordo com a fabricante, são 224,5 mil unidades de 10 modelos diferentes. Desde abril de 2013, foram 14 campanhas.

A marca não informa, no entanto, o índice total de atendimento ou o número de unidades já reparadas. A empresa divide o percentual pela idade dos veículos. Para veículos mais novos, com até 5 anos de uso, 75% já atenderam aos recalls.

Na faixa intermediária, entre 5 e 10 anos, o índice cai para 35%. Para os mais velhos, com mais de 10 anos, o valor é ainda mais baixo, de apenas 10%. A justif**ativa da marca é que, quanto mais antigo o veículo, mais difícil encontrar o dono atual para que ele seja notif**ado da necessidade do recall.

Veículos chamados: 224,5 mil
Índice de atendimento: não foi divulgado um percentual geral. A marca diz que o índice é de 75% em carros de até 5 anos, 35% em carros com idade entre 5 e 10 anos e 10% em carros com mais de 10 anos de fabricação
Modelos envolvidos: March, Versa, Sentra, Frontier, Livina, Grand Livina, Tiida, X-Trail e e Pathfinder
Onde consultar os veículos em recall: www.nissan.com.br/servicos/recall-nissan.html
Mitsubishi
Mitsubishi Pajero Full (Foto: Divulgação) Mitsubishi Pajero Full (Foto: Divulgação)
Mitsubishi Pajero Full (Foto: Divulgação)
Quarta marca com mais veículos envolvidos em recalls, a Mitsubishi tem 4 modelos chamados em campanhas para troca de airbags da Takata. São eles: L200, Lancer Evo e Pajero Full. Este último teve ao menos 3 recalls diferentes.

Segundo a Mitsubishi, 32,3% dos modelos já foram reparados. Isso representa 21,8 mil veículos.

Veículos chamados: 67.713
Índice de atendimento: 32,3%
Modelos envolvidos: L200, Lanver Evo e Pajero Full
Onde consultar os veículos em recall: https://www.mitsubishimotors.com.br/recall
Fiat Chrysler (FCA)
Jeep Wrangler 2012 (Foto: Divulgação/Pedro Bicudo) Jeep Wrangler 2012 (Foto: Divulgação/Pedro Bicudo)
Jeep Wrangler 2012 (Foto: Divulgação/Pedro Bicudo)

O grupo FCA tem 23,2 mil veículos das marcas Fiat, Jeep, Chrysler e RAM convocados para recalls no país. São 7 modelos diferentes: Uno, Palio, Grand Siena, Renegade, Wrangler, 300 e 2500, com datas de produção entre 2004 e 2013.

A FCA não informou um número exato, mas afirma que o índice de atendimento é de aproximadamente 25%. Considerando este dado, cerca de 5,8 mil veículos das marcas já receberam reparo. Ou seja, outros 17,4 mil ainda não foram consertados.

Veículos chamados: 23.292
Índice de atendimento: cerca de 25%
Veículos atendidos: cerca de 5,8 mil
Modelos envolvidos: Fiat Uno, Palio e Grand Siena, Jeep Renegade e Wrangler, Chrysler 300C e RAM 2500
Onde consultar os veículos em recall:
Fiat - www.fiat.com.br/ja-tenho-um-fiat/fiat-recall/uno-outubro-17.html

Chrysler - www.chrysler.com.br/ #!recall

Jeep - www.jeep.com.br/recall-carros-jeep.html

RAM - www.ram.com.br/recall-carros-ram.html

Volkswagen
Volkswagen Tiguan (Foto: Divulgação) Volkswagen Tiguan (Foto: Divulgação)
Volkswagen Tiguan (Foto: Divulgação)
Um dos melhores índices de atendimento é da Volkswagen. Só que o número de unidades chamadas também é irrisório, perto das demais fabricantes. Das 33 unidades do Tiguan convocadas em 2016, 32 já fizeram o reparo. Isso representa 97% do total. A marca não confirma que a Takata é a fabricante dos airbags, mas também não especif**a a fornecedora.

Veículos chamados: 33
Índice de atendimento: 97%
Veículos atendidos: 32
Modelos envolvidos: Tiguan
Onde consultar os veículos em recall: www.vw.com.br/pt/servicos/recall.html

Audi
Audi Q5 (Foto: Divulgação) Audi Q5 (Foto: Divulgação)
Audi Q5 (Foto: Divulgação)
Todas as 13 unidades de Q5 e SQ5 chamadas para recall já foram atendidas. Assim como a Volkswagen, a Audi não confirma que a Takata é a fabricante dos airbags, mas também não especif**a a fornecedora.

Veículos chamados: 13
Índice de atendimento: 100%
Veículos atendidos: 13
Modelos envolvidos: Q5 e SQ5
Outras fabricantes
Veja informações sobre os recalls das que não divulgaram o índice de atendimento.

BMW
Veículos chamados: não informado
Índice de atendimento: não divulgado
Modelos envolvidos: Série 3, Série 5 e X5
Onde consultar os veículos em recall: www.bmw.com.br/pt/ssl/recall.html
Chevrolet
Veículos chamados: não informado
Índice de atendimento: não divulgado
Modelos envolvidos: Agile e Montana
Onde consultar os veículos em recall: www.chevrolet.com.br/servicos/recall.html
Subaru
Veículos chamados: não informado
Índice de atendimento: não divulgado
Modelos envolvidos: Impreza (hatch, WRX e STI), Forester, Legacy, Outback e Tribeca
Onde consultar os veículos em recall: www.subaru.com.br/recalls-subaru
Ford
Veículos chamados: 2.316
Índice de atendimento: não divulgado
Modelos envolvidos: Ranger
Onde consultar os veículos em recall: https://www.ford.com.br/servico-ao-cliente/recall/
O que são 'airbags mortais'
Takata deve pagar US$ 1 bilhão nos EUA (Foto: REUTERS/Toru Hanai) Takata deve pagar US$ 1 bilhão nos EUA (Foto: REUTERS/Toru Hanai)
Takata deve pagar US$ 1 bilhão nos EUA (Foto: REUTERS/Toru Hanai)

O falha na abertura de airbags fabricados pela Takata se tornou pública em 2013. No entanto, uma investigação dos Estados Unidos indica que as montadoras tinham conhecimento da falha 10 anos antes.

A partir de 2014, quando a falha passou a ser associada a mortes no exterior, o fato ganhou destaque no Brasil.

Insuflador de airbag da Takata pode lançar pedaços de metal contra os passageiros (Foto: REUTERS/Joe Skipper) Insuflador de airbag da Takata pode lançar pedaços de metal contra os passageiros (Foto: REUTERS/Joe Skipper)
Insuflador de airbag da Takata pode lançar pedaços de metal contra os passageiros (Foto: REUTERS/Joe Skipper)
O defeito está na vedação do insuflador, onde f**a o gás que faz o airbag ser acionado. A falha pode fazer essa peça trincar e também alterar o gás, devido à exposição à umidade.

Assim, quando há uma colisão e o airbag deve ser acionado, ele não abre corretamente, e explode. O insuflador (que tem peças metálicas) se parte e seus pedaços são atirados contra os ocupantes dos veículos. Até por isso, os ferimentos de algumas vítimas foram confundidos com facadas ou tiro.

O caso da Takata motivou o maior recall da história. A fornecedora se declarou culpada e aceitou pagar uma multa de US$ 1 bilhão nos EUA.

VEJA COMO FUNCIONA UM AIRBAG SEGURO:
Veja como é feito o airbag e como se posicionar
AUDI

BMW

CHRYSLER

FIAT

FORD

GM/CHEVROLET

HONDA

JEEP

LEXUS

MITSUBISHI

NISSAN

RAM

RECALL

SUBARU

TOYOTA

VOLKSWAGEN

Conheça o site da Toyota.

10/04/2018

Proposta assinada é caso serio.

Proposta não assinada: Corretor corre sério risco
03/04/2018 / FONTE: CQCS

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Corretores e seguradoras correm sério risco ao aceitarem propostas de seguro não assinadas pelos segurados ou por seus representantes legais. O alerta foi feito pelo presidente do Sincor-DF e vice-presidente da Fenacor, Dorival Alves de Sousa, ao comentar, para o CQCS, o caso da seguradora Prudential, que foi condenada pela Justiça de São Paulo por falsif**ar a assinatura de um cliente em um contrato. “Tem companhia que nem proposta exige ou que foi apenas transmitida pelo computador. A Susep deve olhar com maior rigor essa situação de seguradoras que não recepcionam propostas”, observou.

Na avaliação de Dorival Alves de Sousa, o corretor precisa f**ar atento, pois essa “estratégia de venda” pode causar prejuízo irreparável ao consumidor e para ele próprio.

O presidente do Sincor advertiu ainda que eventuais “comodidades” concedidas pela seguradora podem causar prejuízo futuro irreparável. “O corretor deve colher a assinatura na proposta, para não correr o risco de responder administrativamente, até com cassação de registro, e também a um processo judicial”, frisou, acrescentando que, ao entregar propostas sem as assinaturas dos clientes, o corretor pode até mesmo ser condenado e obrigado a pagar indenização, pois “ele é solidário nessa responsabilidade”.

Dorival Alves de Sousa destacou também que, se for constatado que a assinatura da proposta do seguro não é do segurado, a companhia seguradora que negou o sinistro pode, inclusive, ser condenada pela ação de danos morais.

Além disso, o segurado pode levar o caso à Susep para que seja apurada a responsabilidade da companhia e aplicadas as penalidades devidas, administrativas e pecuniárias. “Parece uma prática comum as seguradoras não recepcionarem as propostas de seguros, optando por deixa-las com o corretor. Então, o risco é muito grande para o corretor que retém esse documento. A seguradora precisa ter a proposta assinado pelo segurado ou representante legal”, concluiu.

10/04/2018

Como calibrar corretamente os pneus.

SAIBA COMO CALIBRAR CORRETAMENTE OS PNEUS DO CARRO
Além de exercerem a principal função de gerar movimento aos veículos, os pneus também têm influência em outros aspectos da direção. Sua calibragem correta garante maior segurança na hora de dirigir e ajuda a reduzir o consumo de combustível. Enquanto que a calibragem errada pode comprometer a direção e segurança dos passageiros, além de prejudicar o desempenho do automóvel.

Segundo indicações das montadoras, a calibragem dos pneus, seguindo sua pressão correta, deve ser feita a cada 15 dias e sempre com os pneus frios (com no máximo 3 Km rodados). A pressão dos pneus varia de acordo com as especif**ações de cada fabricante e essa informação está disponível no manual do carro - em alguns casos está fixada na porta do motorista também.

Há também uma dúvida frequente: por que há diferença de pressão entre as rodas traseiras e dianteiras? Segundo as montadoras, essas diferenças ocorrem para chegar a uma combinação adequada entre estabilidade e conforto. A equação leva em consideração os pesos diferentes dos eixos do carro, fatores como consumo de combustível e até mesmo o tipo de câmbio utilizado no carro.

O rodízio dos pneus visa garantir a maior durabilidade e o desgaste por igual de todos eles. Alguns fabricantes ainda indicam que o estepe pode fazer parte do rodízio, porém, os mais tradicionais alegam que por ser utilizado somente em casos especiais, não deve participar. Caso o estepe faça parte do rodízio, é indicado que entre sempre pelo eixo dianteiro, de preferência pelo lado direito.

No caso de pneus unidirecionais (que são os mais antigos e mais raros) recomenda-se que o rodízio seja realizado em paralelo, trocando o eixo (dianteiro pelo traseiro) sem trocar os lados dos pneus

Já para os pneus assimétricos, há divergências entre as recomendações dos fabricantes. A troca pode ser realizada em paralelo, em “X” ou até mesmo mista, trocando de lado somente os pneus do eixo sem tração.

Nos veículos 4x4, a maioria das fabricantes recomenda a troca em “X” para garantir o desgaste uniforme dos pneus.

E lembre-se:

Arrancadas: evite arrancada, a famosa “cantada de pneu” ao colocar o carro em movimento. Elas causam o desgaste excessivo por conta do grande atrito causado entre o chão e a borracha do pneu. Se for praticada com frequência, pode comprometer a vida útil.

Buracos: fique atento aos buracos das ruas e estradas. Dependendo do tamanho, um buraco é capaz de cortar ou fazer o pneu estourar. Outro problema causado por buracos são as bolhas. Elas podem aparecer no pneu e, dependendo do tamanho, prejudicar a banda de rodagem.

Sobrecarga: evite a sobrecarga no automóvel para poupar o pneu. Cada pneu tem em sua especif**ação, um limite de carga compatível para o transporte. Além de prejudicar os pneus, a sobrecarga afeta a direção, freios e suspensão.

Curva em alta velocidade: assim como a prática das arrancadas, cantar pneu na curva por conta da alta velocidade é prejudicial. O problema é parecido com o de arrancada, por conta do atrito excessivo entre o pneu e o chão, com o agravante da possibilidade de acidente. Fazer curva em alta velocidade aumenta o risco de perda de direção.

Em todo caso, se você tiver dúvidas na hora de realizar o revezamento, siga as instruções indicadas no manual do carro. E lembre-se sempre de que, após as trocas, é necessário fazer o alinhamento e balanceamento dos pneus.

05/03/2018

A aquaplanagem é um fenômeno em que um veículo, ao passar sobre uma camada de água, perde o atrito com o asfalto e desliza, fazendo com que o motorista perca o controle do automóvel. Por isso, para dirigir na chuva, a atenção do motorista deve ser redobrada.
O tipo de asfalto, a velocidade constante do veículo, o estado do pneu e a quantidade de água na superfície são alguns fatores que favorecem a aquaplanagem, aumentando o risco de acidentes automobilísticos.
Para evitar acidentes na chuva, vale seguir algumas recomendações. Mas lembre-se: em épocas de chuva, antes de sair de casa sempre pesquise se o seu local de destino corre riscos de alagamentos, caso tenha opte por outro trajeto.
Está chovendo? Não corra!
A alta velocidade é um dos principais fatores da perda do atrito entre o pneu e o asfalto, facilitando a entrada de água entre os dois elementos.
Manutenção dos pneus é fundamental
Realizar sempre a manutenção dos seus pneus é garantir a segurança de sua viagem. Não os deixar “carecas”, calibra-los, manter a pressão indicada pelo fabricante e realizar o rodízio a cada 5 mil quilômetros são algumas ações que precisam estar em dia.
Cuidado ao passar por um trecho alagado
Segundo o Corpo de Bombeiros, depois de um trecho alagado, se você precisar parar, existe um grande risco de acidente, pois os freios podem não funcionar, já que os componentes estão molhados e não existe atrito entre eles. Por isso, engrene uma marcha forte (primeira ou segunda) e rode uns 30 segundos pisando fundo no acelerador com o pé direito e firme no pedal do freio com o esquerdo. O atrito entre as peças vai provocar calor e este vai secar as pastilhas, discos, lonas e tambores.

21/08/2017

Golpe do seguro: dono de caminhão contrata casal para levar veículo para o Paraguai 18/08/2017 / Fonte: MidiaMax Foram detidos e levados para a delegacia de polícia Nesta quinta-feira (17) um casal, de 21 e 27 anos, foram detidos por policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) na BR-16...

07/08/2017

Veja o valor do seguro dos veículos preferidos pelos ladrões de carros 07/08/2017 / Fonte: CQCS | Ivan Netto De acordo com o Índice de Veículos Roubados (IVR), da Superintendência de Seguros Privados (Susep), no último semestre, os dez carros mais roubados no Brasil foram: Hyundai HB20, Volkswagen G...

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Rua Costa Barros, 2100/sala 503
São Paulo, SP
03210001

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