R3 Representação e Consultoria

R3 Representação e Consultoria Para as organizações que buscam otimização e melhoria contínua da cadeia de negócios

Para as organizações que buscam otimização e melhoria contínua da cadeia de negócios, a área de serviços profissionais presta consultoria em processos com total apoio ao cliente, realizando a modelagem, definição, entendimento das necessidades e redefinição de suas atividades. Transformação, melhoria e inovação do seu negócio são os principais objetivos da R3 neste serviço. O serviço de consultori

a é oferecido pela empresa ao mercado para apoiar integralmente o cliente no dimensionamento tecnológico, realizando estudos de viabilidade e necessidade, com foco na redução de custos e melhoria dos processos internos. São indicados os melhores caminhos para adoção e utilização de tecnologias, com estudos baseados no investimento, disponibilidade e nos prazos esperados pelo cliente.

01/07/2014

Absenteísmo e Alto turnover

Constantemente nos deparamos sobre a preocupação das empresas em adotarem novas políticas de RH: recrutamento e seleção, endomarketing, plano de carreira, aumentos salariais. E tudo isso por quê? Porque nunca se falou e vivenciou tanto o absenteísmo nas empresas como ultimamente. Mas, mesmo com todos os esforços empregados, o nível de satisfação das pessoas no trabalho vem caindo ano a ano.

Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Towers Watson, 65% das pessoas entrevistadas sentem-se “desconectadas” da empresa. Alegam que não recebem suporte suficiente para a realização de suas tarefas e relatam distúrbios emocionais e problemas de saúde. Um dado importante a acrescentar é que este estudo foi feito com profissionais em diversos países, mas os brasileiros foram os que apresentaram com maior índice esses sintomas. Na conclusão, constata-se que os brasileiros enxergam o trabalho como algo negativo, como um fardo duro de carregar.

O resultado – além do aumento do absenteísmo – é o preço que se paga pelo alto turnover dentro das organizações. Com o mercado de trabalho cheio de oportunidades, a insatisfação é um fator motivador para constantes mudanças de emprego. Isso gera perdas para os dois lados: empresas e profissionais. Para as primeiras, aumento de custos de novas contratações e treinamentos, e para os segundos, falta de “fincar os pés” e construir um plano de carreira mais consistente.

Outro panorama que também faz parte dessa triste realidade são os profissionais que não estão felizes em seus trabalhos, mas também não tomam iniciativas saudáveis para buscar reverter o quadro. Isso gera desgaste emocional, baixa produtividade, depressão e sérios problemas físicos.

Há duas décadas as pessoas viam no emprego somente a relação “trabalho X remuneração financeira”. Hoje, o trabalho precisa dar muito mais que isso, precisa trazer um sentido à vida. Mesmo que as pessoas não tenham isso conscientemente, é um desejo intrínseco e precisa ser atendido. O não atendimento dessas expectativas emocionais leva a dois distúrbios que encontramos constantemente no mercado de trabalho: os estagnados e os workaholics. O primeiro grupo tem baixa produtividade, não inova, procura desculpas para ausências. Já o segundo trabalha mais horas do que o normal, sente-se culpado quando não está trabalhando e encontra-se emocionalmente e fisicamente esgotado. Nenhum dos dois traz bons resultados. Não há equilíbrio.

Bem, o fato é que a situação existe e é grave. E quem são os culpados? Empregado e empregador.

Ouvimos funcionários justificando sua falta de motivação pela falta de espaço e estrutura, pela centralização de poder, por ser vítima de implicâncias por parte do chefe. Dizem que se não fossem esses empecilhos, seu resultado seria excelente. Não tenho tanta certeza disso. Será? Evidentemente existem chefes (não líderes) centralizadores e empresas com culturas super engessadas, mas será que essa não seria um desculpa, uma forma de mascarar uma falta de competência ou de identificação com o trabalho? Não seria talvez um ciclo vicioso de acomodação e síndrome do “eterno injustiçado”?

Por outro lado, a empresa que mantém regras muito rígidas e excessivas pressões por resultados a curto prazo, bloqueia a capacidade de raciocínio e de partes do cérebro do funcionário, ligadas à inovação e ao prazer.

Então, como buscar conciliar a necessidade de resultados e a motivação dos colaboradores? Em primeiro lugar a empresa tem que proporcionar um ambiente favorável ao melhor relacionamento interpessoal, à troca de informações, à colaboração e solidariedade. Cabe aos gestores das áreas – e não somente ao RH – fazer com que as pessoas sintam que pertencem ao grupo e que seu trabalho resultará em algo muito maior do que lucros financeiros, que não são meros números e nem “descartáveis”.

Pequenos atos dos gestores como reconhecimentos constantes, mesmo que por pequenas conquistas, feedbacks feitos da forma correta, orientados ao desenvolvimento e não à punição. Criar formas de gerar conexão entre o colaborador e suas atividades – um dos maiores fatores do desejo de pedir demissão é justamente não enxergarem essa ligação e não terem uma clara visão do por que fazem o que fazem e estão onde estão –, buscar a transparência nas relações “líder-liderado” e oferecer maior autonomia na realização das atividades.

Dentro de seu papel, os profissionais também tem que buscar formas de reverter esse quadro, procurando melhorar seus relacionamentos interpessoais, tentando encontrar modos diferentes de fazer o seu trabalho, buscar conhecimento para desenvolver novas competências e habilidades, tendo em mente que você é responsável pela sua carreira. A empresa tem suas responsabilidades, mas é coadjuvante no processo. É comprovado que profissionais que tem em mente que sua carreira está em suas mãos, tem mais chances de sucesso. Você precisa encontrar um propósito em seu trabalho.

Cabe aos líderes oferecer a direção e cabe aos colaboradores se reencontrarem no caminho.

Como encontramos as melhores soluções para o sucesso da sua empresa
01/07/2014

Como encontramos as melhores soluções para o sucesso da sua empresa

13/02/2014

Os Sete Desperdícios na Produção

É sabido que o novo ambiente de competitividade – ocasionado pela globalização da economia – impõe que as empresas tenham compromissos cada vez maiores com o contínuo aperfeiçoamento de seus processos. E por isso, os desperdícios dentro do sistema produtivo, são objetos de estudo por parte das empresas, pois a ineficiência não pode mais ser repassada aos clientes.
Desse modo a literatura fabril, buscando sempre proporcionar altos níveis de desempenho produtivo, aponta sete grandes perdas a serem evitadas. São elas:

1. | Superprodução (Overproduction)
Ocorre no momento em que a empresa produz além das necessidades do próximo processo ou além da realidade momentânea do mercado. Para muito estudiosos essa pode ser considerada a pior forma de desperdício, pois contribui para a ocorrência de todas as outras.

Pergunta-chave para remediar o determinado problema: A produção poderia fabricar para a demanda ao invés de produzir para o estoque?

2. | Estoque (Inventory)
Acontece quando a empresa possui estoque(s) de produtos acabados ou semiacabados maior(es) que o mínimo necessário. De modo geral, esse desperdício representa a ocupação de grandes áreas, manutenção dos itens estocados, além de necessidade de inventários, entre outros.

Pergunta-chave para remediar o determinado problema: A produção poderia operar apenas com o estoque mínimo ou isso é algo realmente necessário? Ou ainda, a produção poderia trabalhar sem estoque?

3. | Espera (Waiting)
Incide quando um trabalhador ou uma equipe precisa aguardar por algum tipo de material (matéria prima, semiacabada, etc.). A espera é considerada um gargalo, um desperdício que aumenta o chamado lead time, ou seja, acrescenta tempo desnecessário à todo o processo de fabricação.

Pergunta-chave para remediar o determinado problema: A produção poderia executar atividades em paralelo ao invés de apenas em série?

4. | Transporte (Transportation)
Acontece quando há lacunas entre um ponto de beneficiamento e outro resultando em transporte desnecessário dentro do parque fabril. Vale lembrar que o transporte é algo necessário ao processo, porém por ser uma atividade que não agrega valor ao produto, a automatização deste deve ser algo sempre buscado.

Pergunta-chave para remediar o determinado problema: A produção poderia ser configurada uma linha de montagem onde os itens em processo pudessem ser conduzidos automaticamente pelo parque fabril?

5. | Defeitos (Defects)
Incide quando algum item no processo de produção ou mesmo o produto acabado não atende às características de qualidade exigidas. Logo, como resultado, esse desperdício se concretiza na forma de refugo ou retrabalho.

Pergunta-chave para remediar o determinado problema: A produção poderia implementar sistemas anti-falhas a fim de que erros na produção fossem reduzidos?

6. | Movimentação nas operações (Staff movement/ Excess Motion)
Dá-se quando operadores realizam movimentações dispensáveis no momento da realização de uma atividade. Alguns exemplos comuns a esse desperdício são a procura por equipamentos, peças, documentos, etc.

Pergunta-chave para remediar o determinado problema: A produção poderia rearranjar o layout dos postos de trabalho a fim de reduzir a movimentação desnecessária dos trabalhadores?

7. | Processamento (Unnecessary processing/ Inappropriate Processing)
Ocorre no processo de atividades desnecessárias, ou muitas vezes, incorretas aumentando os custos no processamento de algo, sendo esse físico ou não. Esse tipo de desperdício, de modo geral, é apenas percebido no momento da mensuração da produtividade.

Pergunta-chave para remediar o determinado problema: A produção poderia combinar ou eliminar algumas tarefas? Ou ainda, a produção poderia sistematizar as atividades inerentes aos processos?

Assim, ao visualizar essas perdas, a organização, pode implementar ferramentas de auxílio para a produção como a TRF (Troca Rápida de Ferramenta), Poka-Yoke, a Cronoanálise, entre outros. Porém, o ponto mais significativo acerca dessa análise é o fato de que o lucro empresarial muitas vezes se encontra na redução dos custos fabris, ou seja, na eliminação de seus desperdícios.

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