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Governo libera mais R$ 197,4 milhões para seguro rural06/10/2017Subsídio é importante para evitar que produtores enfrent...
10/10/2017

Governo libera mais R$ 197,4 milhões para seguro rural
06/10/2017

Subsídio é importante para evitar que produtores enfrentem problemas financeiros caso safras sejam afetadas por questões climáticas

Para dar a tranquilidade necessária para os produtores rurais e garantir que a agricultura continue a alavancar a economia, o governo aumentou o subsídio ao seguro rural. Nessa quinta-feira (5), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento anunciou mais R$ 197,4 milhões para o programa.

Os recursos vão beneficiar grãos de verão, como soja, milho, arroz, entre outros, frutas (maçã e uva) e ainda segmentos do café, olerícolas, pecuária e floresta. Esse seguro é importante para garantir que os produtores não enfrentem dificuldades financeiras caso suas colheitas sejam afetadas por problemas climáticos.

Recursos para política agrícola

O Ministério da Agricultura informou que no início de agosto já haviam sido liberados R$ 180 milhões do Orçamento para a execução do seguro rural. O valor foi usado nas culturas de inverno, como o milho e o trigo, cultivadas ao longo do primeiro semestre, além de parcela inicial de grãos de verão e frutas.

O último balanço do ministério mostra que, até agora, foram recebidas 32 mil apólices de seguro referentes a mais de 2 milhões de hectares. A expectativa é de completar, até o fim de novembro, 5 milhões de hectares, o equivalente a 70 mil apólices com subvenção.

Fonte: Governo Federal
http://revistasegurototal.com.br/governo-libera-mais-r-1974-seguro-rural/

Panorama de roubo e furto de automóveis no estado de São Paulo Nos últimos 12 meses, uma média de 209 automóveis, caminh...
22/08/2017

Panorama de roubo e furto de automóveis no estado de São Paulo

Nos últimos 12 meses, uma média de 209 automóveis, caminhonetes, caminhonetas e utilitários foram roubados, por dia, no Estado de São Paulo, e outros 303 foram furtados. O mês de maio registrou 5.870 eventos, um crescimento de 5,65% no número de roubo, em comparação a abril. A modalidade furto apresentou uma alta ainda maior, 7,78%, em comparação ao mês anterior, totalizando 9.406 casos.





tabela

Os dados são do Boletim Econômico Tracker-Fecap de julho – uma parceria entre o Grupo Tracker e a Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – que fez um estudo detalhado das ocorrências envolvendo automóveis, caminhonetes, caminhonetas e utilitários, no mês de maio, sendo expurgados todos os demais segmentos.

O documento foi elaborado com base nas informações disponíveis no site Transparência da Secretaria de Segurança Pública. “A SSP-SP divulga apenas os dados gerais de roubo e furto de veículos, por isso, Tracker e FECAP decidiram fazer uma análise mais profunda das informações disponíveis, segmento por segmento, para trazer para a população um cenário mais real”, revela o diretor comercial do Grupo, Rodrigo Abbud.

“Infelizmente, no Estado de São Paulo, essa indústria ilegal é bastante eficiente. A redução signif**ativa do roubo e do furto de veículos não passa por soluções fáceis e triviais. As leis locais que procuram reduzir o crime nesse mercado são suficientes apenas por pouco tempo, pois os empresários do crime se adequam rapidamente, criam novas rotinas, locais e parcerias”, comenta o professor de Economia Erivaldo Costa Vieira, coordenador do NECON – Núcleo de Conjuntura Econômica da FECAP.

Roubo

Entre as cinco cidades com o maior número de roubos de automóveis, caminhonetes, caminhonetas e utilitários, três são do ABC.

Estado de São Paulo

tabela 2

Quase metade das ocorrências de roubo (48,01%) foi no período da noite, quando analisadas as ocorrências do Estado todo. A parte da manhã e da tarde têm comportamentos parecidos, 19,87% e 19,63%, respectivamente. Na capital, o comportamento dos bandidos é semelhante: 46,20% dos casos de roubo acontecem à noite, seguidos pela tarde (21,15%) e logo após pela manhã (20,82%).

A análise dos dados do site da Transparência da SSP-SP constatou também que os roubos no mês de maio, no Estado, ocorreram principalmente na via pública, 77,47%. Os roubos em residência representaram 6,07% dos eventos.

Entre os 20 modelos mais roubados, os seis primeiros se enquadram na categoria “carros populares”.

tabela 3

Com relação aos 20 bairros da capital paulista que registraram o maior número de ocorrências, no mês de maio, oito estão localizados na Zona Leste e sete na Zona Sul.

tabela 4

O Boletim Econômico Tracker-Fecap se preocupou em entender quais os logradouros mais perigosos da cidade de São Paulo, com relação a roubos, são eles:

tabela 5

Furto

Entre as cidades com alta incidência de furto de automóveis, caminhonetes, caminhonetas e utilitários, Campinas e Santo André são os destaques negativos, aparecem nas duas categorias, roubo e furto.

tabela 6

Já entre os bairros mais visados pelos criminosos, surgem áreas com grande concentração de empresas, escolas e faculdades.

tabela 7

As vias mais visadas para furto são Rua Alvinópolis, Avenida Sapopemba, Avenida Ragueb Chohfi e Avenida Presidente Wilson, todas localizadas na Zona Leste da cidade de São Paulo.

Os horários que mais ocorrem furtos são bem diferentes dos horários que os bandidos preferem praticar roubos. 28,98% dos furtos de automóveis e SUVs, em maio, no Estado, ocorreram pela manhã, 26,12% à noite e 21,09% à tarde. Na Capital, o cenário é parecido: 33,02% das ocorrências pela manhã, 25,40% à noite e 22,58% à tarde. “Muitos proprietários de carros populares estacionam seus veículos pela manhã em ruas próximas aos seus locais de trabalho e só retornam no final do dia. Neste intervalo, um bandido pode agir ‘tranquilamente’. Ele f**a horas à frente da vítima e, consequentemente, da própria polícia, minimizando as possibilidades de recuperação e aumentando consideravelmente as chances de sucesso”, analisa o gerente de Operações do Grupo Tracker, Rodrigo Boutti.

Os furtos acontecem principalmente em vias públicas (64,76%), seguido por Residências (2,57%) e Comércios (2,35%).

Quanto aos TOP 20 modelos mais furtados no Estado, praticamente todos se enquadram em “carros populares”.

tabela 8

“Em nosso dia a dia, sabemos que a recuperação de um veículo é um jogo contra o relógio. O tempo existente entre o crime e o aviso às empresas de rastreamento e às autoridades competentes é um dos principais trunfos (se não o principal) para o sucesso de uma recuperação. Se providências forem tomadas rapidamente, uma grande parcela dos furtos perderá efetividade e talvez deixe de ser um bom negócio. E só assim, minando a eficiência, a lucratividade e gerando prejuízos aos bandidos é que poderemos combater essa verdadeira Economia do Crime,”, finaliza Boutti.

L.S.
Revista Apólice

Proteção veicular não é seguro em nenhum sentido.Tem-se popularizado no Brasil a comercialização de um pacote de serviço...
18/08/2017

Proteção veicular não é seguro em nenhum sentido.

Tem-se popularizado no Brasil a comercialização de um pacote de serviços denominado “Proteção Veicular”. Tais serviços têm sido oferecidos e adquiridos como substitutos mais baratos dos seguros automotivos. Como consequência de tal movimento, o que se tem visto não é outro resultado que não um grande número de pessoas lesadas.

A proteção veicular, oferecida por cooperativas ou associações, funciona como uma espécie de “seguro pirata”, já que não oferece as mesmas condições de um seguro, embora seja vendido como se assim fosse. Entre os vários problemas enfrentados por aqueles que optam por esta modalidade, estão o fato de ela não oferecer qualquer tipo de garantia, fiscalização ou regulamentação por parte da Superintendência de Seguros Privados (Susep), principal órgão e responsável pela autorização, controle e fiscalização dos mercados de seguros no Brasil.

A Susep tem agido com rigor para afastar as cooperativas piratas e as associações do mercado. Até a metade de 2016, quase 80 empresas já haviam sido multadas por oferecerem este tipo de seguro sem nenhuma garantia para o “segurado”. Até mesmo a Policial Federal tem entrado em ação em alguns casos.

O funcionamento, dos serviços de proteção veicular não segue o mesmo processo daquele dos seguros. Nos serviços de proteção veicular, aqueles que aderem ao sistema são considerados associados a uma instituição e no caso dos seguros a relação com as seguradoras é de cliente. Caso a associação venha a ter problemas financeiros, o associado pode vir a não receber sua indenização. Nas seguradoras, a Susep exige a manutenção de grandes reservas calculadas com base estatística e com rigor, para que o cliente nunca fique sem receber seu pagamento em caso de um sinistro.

Há outras diferenças. A cobertura de furto simples não é oferecida na proteção veicular. Enquanto o recebimento da indenização no seguro automotivo é certo, na proteção veicular ela depende do caixa da associação. E para citar mais um exemplo comparativo, ao contrário do que ocorre com os seguros, é praxe haver franquia no pagamento de danos a terceiros pelas empresas de “seguro pirata”.

Para quem quer ter uma cobertura confiável, as dicas são as mais básicas: contrate um seguro de automóvel com um corretor de seguros. Desconfie de preços muito baixos, pois não há milagres que possam diminuir tanto os custos. Cheque na autarquia se a empresa que oferece o produto é realmente legal e se está apta para exercer essa comercialização.

Um seguro não deve ser atrativo apenas pelo preço, mas sim, por toda garantia e tranquilidade oferecidas. Com tantos exemplos, não é difícil imaginar que o preço mais baixo pode f**ar muito mais caro em caso de qualquer tipo de sinistro. Contratar proteção veicular não é seguro. Em nenhum sentido.

proteção veicular



Por Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros

Revista Apólice

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) assinaram, no dia 15...
16/08/2017

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) assinaram, no dia 15 de agosto, um Acordo de Cooperação Técnica. A iniciativa tem como objetivo facilitar a coordenação e articulação entre as agências, visando ao aperfeiçoamento da atuação das instituições. Dentre as ações previstas, estão a realização conjunta de estudos e pesquisas, o compartilhamento de bancos de dados e pareceres técnicos, apoio operacional e desenvolvimento de ações e eventos, entre outras ferramentas que farão parte do plano de ações.

“Esse acordo formaliza compromisso para realização de parcerias em projetos que visam à melhora da saúde da população, com ganhos institucionais enormes. A troca de experiências promove capacitação e melhores práticas regulatórias. O que se espera é que a ANS e a Anvisa possam juntas aprimorar cada vez mais seus processos de regulação”, explica Leandro Fonseca, diretor-presidente interino da ANS.

Para o diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, a parceria representa o fortalecimento do trabalho em conjunto entre as agências, que poderão desenvolver, por exemplo, estudos sobre impactos econômicos nas áreas de atuação. “Os esforços terão retorno positivo do ponto de vista de processos de registro de produtos e preços no mercado de saúde, tema que compete à Anvisa, e também sobre a aplicação prática desses produtos e serviços, área regulada pela ANS”, pontua Barbosa.

Os dirigentes representaram as entidades durante a solenidade de assinatura do acordo, na sede da Anvisa, em Brasília. Com a oficialização, as agências vão iniciar a elaboração conjunta de um Plano de Trabalho, a ser proposto e aprovado pelas equipes técnicas das duas reguladoras. O Acordo de Cooperação Técnica tem um prazo inicial de cinco anos, podendo ser prorrogado no futuro.

L.S.
Revista Apólice

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São Paulo, SP
04711-030

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