Amigos da Rota

Amigos da Rota O Projeto Amigos da Rota tem o objetivo de aproximar a população da polícia militar através das redes sociais, Não tendo vínculos com a instituição.
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SOMOS UM GRUPO DE PESSOAS, COM IDEAIS E PRINCÍPIOS PATRIÓTICOS INABALÁVEIS, ALGUNS MILITARES DA RESERVA, OUTROS CIVIS E ALGUNS POLICIAIS AJUDAM A MANTER A PÁGINA, A PÁGINA NÃO É INSTITUCIONAL, É APENAS UMA FERRAMENTA DE APROXIMAÇÃO QUE VISA LEVAR INFORMAÇÃO SOBRE A POLICIA AO POVO PAULISTA, SOMOS RECONHECIDOS PELO BATALHÃO TOBIAS DE AGUIAR, DESSA FORMA, AS NOTICIAS,IMAGENS E TUDO RELACIONADO AO BA

TALHÃO SÃO ADQUIRIDAS SEMPRE EM PRIMEIRA MÃO. CURTA COMPARTILHE. Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, mais conhecidas pelo seu acrônimo ROTA, é uma modalidade de policiamento do 1º Batalhão de Policiamento de Choque - "Tobias de Aguiar" - e uma tropa reserva do Comando Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Constitui-se numa força tática da Polícia Militar, que visa possibilitar flexibilidade e capacidade de reação com o uso do policiamento motorizado. Utilizada na necessidade do controle de distúrbios civis através do agrupamento de viaturas, conforme o caso, Grupo de combate, Pelotão, Companhia ou Batalhão de Choque. A história do Batalhão é defender as Instituições Republicanas. Após diversas denominações, passou a ostentar seu nome atual em 15 de dezembro de 1975. Desde sua criação, o Batalhão teve seu efetivo presente em conflitos marcantes na história do Brasil, podendo ser citados:
Campanha do Paraná, em 1894, conhecida como Revolta da Armada, quando defendeu a República dos Federalistas, avançando de Itararé – interior de São Paulo – até Curitiba – Paraná;
Questão dos Protocolos, em 1896, quando defendeu a capital do Cônsul da Itália, que revoltou-se pela morte de imigrantes alistados nas Forças Legais;
Campanha de Canudos, em 1897, sendo responsável pelo último combate que derrubou o Reduto de Canudos, comandado por Antônio Conselheiro. Suas ações foram positivamente citadas no livro “Os Sertões”, de Euclides da Cunha, que a ele se referia como “Batalhão Paulista”;
Levante do Forte de Copacabana, em 1922, defendendo as fronteiras do Estado contra as invasões vindas do Paraná;
Revolução Constitucionalista de 1932, quando o povo paulista levantou-se contra o governo Getúlio Vargas e lutou pelo retorno do Brasil à Constitucionalidade, aclamando Pedro de Toledo como governador;
Golpe Militar de 31 de março de 64, quando participou da derrubada do Presidente da República João Goulart, democraticamente eleito vice-presitente[1], dando início ao governo militar com o General Castelo Branco;
Campanha do Vale do Rio Ribeira do Iguape, em 1970, para sufocar a Guerrilha Rural instituída por Carlos Lamarca, um dos líderes da oposição armada ao governo militar.

29/03/2026

“Ele m4t0u mais de 10 moças, inclusive minha irmã!”
Parabéns Deputado

26/03/2026

Parabéns pelas palavras Deputado

17/03/2026

Dr. Nico, parabéns pela homenagem ao Deputado Capitão Conte Lopes! Sigam>>>

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16/03/2026

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05/03/2026

Mais ninguém!

04/03/2026

Impunidade no Brasil!
Parabéns pelas palavras

02/03/2026

ACORDA BRASIL 🇧🇷🇧🇷🇧🇷
Muito obrigado

26/02/2026

NÃO FUJA DA POLÍCIA 🚔
RESPEITE A ORDEM DE PARADA POLICIAL🚨

25/02/2026

Muito obrigado ! Mais recursos para os Bombeiros!

Durante 40 anos, Chico viveu ao lado de Dona Lurdes, em Casa Amarela, no Recife. Entre o cheiro de café fresco e o rádio...
20/02/2026

Durante 40 anos, Chico viveu ao lado de Dona Lurdes, em Casa Amarela, no Recife. Entre o cheiro de café fresco e o rádio de pilha ligado, ele não era apenas um papagaio, era confidente, companhia e família. Cantava o hino do Santa Cruz, assobiava frevos e preenchia o silêncio deixado pela viuvez.

Quando Dona Lurdes partiu aos 82 anos, parentes distantes invadiram a casa pensando apenas no valor do terreno. Para eles, Chico era um estorvo. Foi colocado em uma caixa de papelão, lacrada e deixada no lixo, sob o sol quente da cidade. No escuro e com medo, ele repetia baixinho a frase que sempre ouvia quando estava assustado: “Mainha tá aqui…”.

O caminhão de lixo parou. Severino, o gari, ouviu um som diferente antes de prensar a caixa. Rasgou o papelão e encontrou Chico fraco, desidratado e em luto. Sem hesitar, levou-o para casa. Ele e a esposa cuidaram do papagaio com conta-gotas, banana e muito carinho.

Duas semanas depois, um assobio trouxe resposta. Chico voltou a cantar.

Hoje, aos 41 anos, ele chama Severino de “Painho”. Sua história nos lembra que nenhuma vida merece ser descartada e que o amor sempre pode começar de novo. 💚🦜







18/02/2026

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18/02/2026

DOS PROJETOS DE DEUS NÃO SE ZOMBA!

Lula é sempre uma ideia ruim, seja para governar o País, seja para um samba enredo. Nunca nos esqueçamos: família é algo sagrado. Depois dessa escola, o próximo rebaixamento vai ser do Lula e do PT.

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