O ano era 1995, quando o clube estava sob domínio de um modelo de administração totalmente incompatível com a história e tradições correspondentes ao legado Palestra Palmeiras. Estabelecido como um sistema opressor e supremo, a administração da época perseguia toda e qualquer semente de liderança que brotasse nas alamedas. Indignados, alguns sócios e conselheiros, liderados pelos senhores Luiz Gon
zaga de Mello Belluzzo, Wlademir Pescarnona e Luiz Granieri, por meio das constantes reuniões no BAR DO TÊNIS, dentro do clube, localizado próximo à entrada da Avenida Francisco Matarazzo, iniciaram o movimento MUDA PALMEIRAS através da CHAPA UNIÃO VERDE E BRANCA, a popular UVB. Eis que surge, através da chapa, uma maneira de organizar a política oposicionista dentro da Sociedade Esportiva Palmeiras, com o objetivo de concorrer a cargos institucionais com o apoio do voto do associado no calendário eleitoral do clube. Um caminho árduo e combativo começou a ser trilhado. Um início turbulento, vítima de retaliações e diminuição por conta da atual administração, que rapidamente apelidou a UVB como “Turma da Kombi”. Assim rotularam os 22 homens que se levantaram contra o “GOLPE NO ESTATUTO” realizado de forma ditatorial em 1996, impedindo o Sr. Seraphin Del Grande de ser eleito presidente do Palmeiras. O sistema eleitoral implantado de VOTO INDIRETO era composto por:
100 conselheiros indicados pelo presidente ( Biônicos )
100 conselheiros vitálicios (O conselho deliberato elegia pela sua maioria 50% mais 1 )
100 conselheiros titulares ( Disputados na urna e eleitos pelo associado )
A DEMOCRACIA não existia, pois 2/3 dos conselheiros eram qualificados pelo SISTEMA implantado e impedindo a renovação do quadro do Conselho Deliberativo. E por mais difícil que fosse, a UVB não parou de lutar. Por meio do trabalho liderado por Luiz Gonzaga Belluzo chegou ao clube o primeiro contrato de CO-GESTÃO DO FUTEBOL PROFISSIONAL com a multinacional PARMALAT no ano de 1992. Um trabalho de excelência realizado sem “trocas políticas” com a UVB servindo ao Palmeiras. A marca de futebol foi preservada naquela década de vitórias nas mãos de profissionais experientes e competentes. A luta politica pela DEMOCRACIA e LIBERDADE continuava e crescia em proporções nunca vistas na história do glorioso Palmeiras. Belluzzo, e também da UVB, um grande benefício foi feito ao clube sem nenhum ônus ou bonificação além do bem institucional da marca Palmeiras. O futebol caminhava, porém o SISTEMA POLÍTICO exercido naquela época, criava de forma rotineira situações conflitantes que geravam dificuldades na relação com a PARMALAT, vindo a findar o contrato de cogestão no ano 2000. Tudo somado a problemas empresariais de outra natureza. Não o bastante, passamos também pela então maior vergonha que, outrora vencedor, nosso futebol nos fez passar. O modelo “bom e barato” não entendia o anseio popular de um clube plural, vencedor, miscigenado e dono de uma marca mundialmente conhecida. Eis então que este mesmo sistema levou o Palmeiras à queda para a segunda divisão do futebol nacional, para desespero e tristeza de milhares de palmeirenses. Depois disso a UVB participou do pleito presidencial pela primeira vez no ano de 2003, quando recebeu 76 votos das cadeiras titulares eleitas ou seja, o SISTEMA OPRESSOR venceu através dos indicados e vitalícios. Mensuramos ali que, definitivamente, este fora o primeiro round da luta pela DEMOCRACIA. Aquele mesmo SISTEMA POLITICO que nos derrubou em 2002 permaneceu no poder até o ano de 2005, quando por uma atitude firme do presidente Afonso Della Mônica a UVB teve a oportunidade de participar da gestão do clube com uma visão profissional e planejada. Foi então nessa época que os ideais democráticos começaram a tomar espaço justamente após o rompimento do então presidente com o SISTEMA POLITICO perdedor BOM e BARATO instalado desde 1.976. As receitas aumentaram e dentro do clube, depois de muito tempo, foi possível enxergar novamente as cores VERDE E BRANCO além de estamparmos novamente os símbolos do Palestra Palmeiras. As eleições também se modernizaram com a abolição do antigo voto “no papelzinho”, pelo uso das urnas eletrônicas, sendo a Sociedade Esportiva Palmeiras o primeiro clube a ter o pleito com o apoio e lisura do TSE. O sócio passou a ser tratado como acionista do clube, e veio o titulo CAMPEAO PAULISTA 2008 através parceria inovadora com TRAFFIC e montagem de um elenco campeão, com nomes de peso e qualidade. A área social do clube também sofreu alterações, com a Sala de troféus e o Acervo Histórico sendo resgatados e catalogados, o restaurante reformado e os banheiros devidamente restaurados. Tudo resultado da administração de membros da UVB: Luiz Gonzaga de Mello Bellluzo (Planejamento) e Wlademir Pescarmona (Administração) com o apoio do presidente Afonso Della Mônica. Eis que o predestinado PALMEIRAS recebe uma nova oportunidade de reinvenção e bom futuro: A Arena Palestra Itália saiu do papel e tornou-se uma futura realidade. Mais uma vez a inovação visitava o Palmeiras e o caminho estava pavimentado. Definiu-se que o projeto, 100% financiado pelo capital privado, traria ao PALMEIRAS o seu porte institucional de volta. Vitimados pelo famigerado SISTEMA POLITICO, o Projeto da Arena foi e até hoje é insistentemente atacado de forma ríspida e covarde. O bastante para promover a desagregação política da então situação, voltando ao poder em 2011. O SISTEMA POLITICO do “bom e barato” elegeu o presidente Arnaldo Tirone e passou a combater tudo o que havia sido feito de bom para o Palmeiras. Ressurgia o hábito de condenar a evolução causada pelo adversário político, não se importando com o bem do clube. Um retrocesso político-administrativo ameaçava tomar conta novamente do então Campeão do Século. Eis que, mesmo com tantas afrontas, a UVB liderou o início do movimento pelas ELEIÇÕES DIRETAS e pelo PALMEIRAS livre e vencedor. Tudo devidamente alicerçado por uma moderna plataforma de trabalho visando o despertar do gigante adormecido. Hoje somos a única chapa de OPOSIÇÃO ao SISTEMA POLITICO atual, que impede o crescimento da marca PALMEIRAS desde 1.977 com o surgimento de uma “figura” nefasta, agressiva e revanchista nas alamedas. Continuaremos nos dedicando a conciliação, reformas, combate a pequenez e mesquinharia. O Palestra nasceu em uma terra de oportunidades e transformou se em Palmeiras , vencedor , visionário e conquistador. Junte se a nós para fazer do nosso futebol novamente um carro-chefe de um clube vencedor, despertando esse gigante VERDE e BRANCO, nascido no BRASIL com uma ideia ORIUNDI para o MUNDO. O Palmeiras pertence a seu maior patrimônio, OS PALMEIRENSES. Aqui a lealdade é padrão!