15/04/2026
Paixão de Cristo na Lagoa/2026!
* Apresentador: Montgomery Vasconcelos
A Paixão de Cristo na Lagoa/2026, no Parque Solon de Lucena, sábado, a 11/4/2026, das 19h às 20h30min, já em a sua 40ª edição, vem a ser o maior espetáculo em área livre e a céu aberto na Capital da Parahyba, onde o Sol nasce 1° no Planeta! Maior espetáculo este de que se tem notícia na Parahyba, mesmo desde a sua fundação oficial, a 5 de agosto de 1585, pelo seu, então, 1° Donatário Frutuoso Barbosa da Capitania Hereditária Parahyba. Donatário este quem fora também o seu pioneiro e maior representante executivo imperial, equivalente ao 1° Governador-Geral dessa Antiga Capitania Hereditária consabida Parahyba.
À Paixão de Cristo na Lagoa, Parque Solon de Lucena, merece destaque e reconhecimento intelectual a todo seu Elenco abnegado, virtuoso e generoso, formado por 67 atores, atrizes, Cia & Equipe com cerca de 100 pessoas, dentre tantos figurantes, todos envolvidos no espetáculo composto de 30 cenas reais e complexas, realizadas em cenários épicos diferentes, com a soberba indumentária de época adequada, mais preciso, à luz da Direção Geral da diretora Juvinete de Lourdes.
Eis aqui, ali, acolá e aos quatro cantos do espaço cênico da Lagoa, mais preciso, do Parque Solon de Lucena, a presença viva e efetiva duma operária de teatro grego, clássico mesclado ao teatro popular de rua, praça pública e demais locais públicos históricos, a então objetiva Diretora Geral Juvinete de Lourdes. Diretora geral esta quem se destaca pela sua perseverança, abnegação e foco cerrado à Cia de Teatro da Comunidade Adorai.
Não obstante, ainda, pela, também, dedicação competentíssima e reconhecimento intelectual à maestria de a sua parceria inseparável e siamesa à luz da tecnologia midiático-digital, vinda e advinda da ideia de conjunto de todo o espetáculo da "Paixão de Cristo na Lagoa/2026", sendo mais preciso no Parque Solon de Lucena. Espetáculo épico este que vem sendo já instaurado e assentado às bases sólidas da investigação científica, desde aquela outrora era analógica da comunicação duma moderna e nova Direção de Produção Geral do indizível, do imprevisível, do desconhecido, do inevitável e doutro inesperado diretor Junior Campos.
Enfim, tal espetáculo épico, montado, armado, produzido e dirigido pela Companhia de Teatro da Comunidade Adorai, vindo assim tão natural e sensibilizando, inclusive, alguns de seus próprios participantes voluntários, quem já estão mobilizando-se pra criar uma reserva prudente às despesas indomáveis. Tratam-se de despesas externas à visão daquela ideia de conjunto no entorno da "Paixão de Cristo na Lagoa/2026", mais preciso, no Parque Solon de Lucena. Posto que elas vão aparecendo aos turbilhões à produção externa do espetáculo já em nível épico. Daí propõem abrir uma conta às voluntárias colaborações mensais, quer em Pix quer em outra denominação a ser definida.
Destarte, a Cia à luz da diretora geral ao ser consultada aceita tal proposta como doação, a fim de cobrirem às despesas com logística de transporte, alimentação e demais àqueles e àquelas distintas participações voluntárias, também, oriundas de outras cidades. Mas que também são imprescindíveis pra chegar todos a bom termo nesse empreendimento épico, exemplar e desprovido de quaisquer tipos de rendas e enriquecimentos ilícitos, nem tampouco atividades que visem às riquezas desconhecidas e com fins lucrativos da Cia de Teatro da Comunidade Adorai.
Além ainda de que também há um de seus maiores destaques ao ator revelação carioca Francisco por meio de a sua construção complexa em cenas próprias do dialogismo e da polifonia bakhtinianos. Dialogismo e polifonia esses que vêm reverberando e permeando toda essa ideia de conjunto do espetáculo da "Paixão de Cristo na Lagoa/2026", no Parque Solon de Lucena. Posto que também elas são novas e virtuosas categorias teóricas do filólogo e filósofo russo, Mikhail Mikhailovik Bakhtin, autor virtuoso e original de o livro "Problemas da Poética de Dostoiévski", dentre tantas outras obras primas suas.
Nem é à toa que aqui, ali, acolá e aos quatro cantos desse espetáculo, também, essas consabidas tais categorias teóricas bakhtinianas voltam àquelas outras cenas imperiosas do Calvário de Jesus! Bem como ainda atingindo ao ápice da "Paixão de Cristo/2026 na Lagoa", no Parque Solon de Lucena, por ocasião da crucificação de Jesus na Cruz. Crucificação esta, agora, inequívoca e completamente emergindo sob os auspícios competentíssimos do notável Centurião da Guarda Pretoriana do Imperador Cesar, por meio da performance de Iego Rannieux, ator quem representou à liderança da Guarda supra, levando o público à catarse dum teatro grego clássico ora mesclado ao teatro popular do oprimido de rua, de praça pública, povos originários e habitação de rua.
Ressalte-se, ainda, que aquelas tais categorias teóricas congêneres de Bakhtin são essas mesmas que se exploram por meio de a gerência de palco generosa do virtuoso ator carioca Francisco em performance soberba, também, virtuosa e notável quando vem representar ao Demônio. Demônio este quem levantou novamente à plateia em catarse geral do teatro grego mesclado ao teatro popular do oprimido em palco descentralizado, em área livre e a céu aberto, na Lagoa, mais preciso no Parque Solon de Lucena, na Capital da Parahyba, a 1ª Cidade Real do Brasil já erigida em 1534 por meio de ordem direta e expressa do Rei Dom João III de Portugal.
Trata-se de a Parahyba ser mesmo a 1ª Cidade Real do Brasil esta, que nem sequer passou pelo estatuto e estágio de aldeia, povoado e província, a praxe daquela época, auge da Idade Média, indo de imediato à cidade, mandada ser erigida por ordem direta e expressa do Rei de Portugal Dom João III em 1534 como sua, também, maior estratégia militar. Estratégia militar esta que tinha como objetivo defender à Colônia Brasil das constantes invasões piratas dos franceses, dos holandeses, dos ingleses, dos anglo-saxões, dos dinamarqueses, dos escoceses, dos italianos, dos espanhois e demais exploradores em toda essa sua extensão enorme que se registra nessa sua grande costa tropical brasiliana!
Haja vista ser também a Parahyba o ponto mais oriental das américas que mais se adentra, indo em direção, ao Oceano Atlântico e que mais se aproxima àquele Continente África. Além, ainda, repita-se aqui, ali, acolá e aos quatro cantos da Parahyba, do Nordeste, do Brasil, da América do Sul e do mundo, que esse ponto, consabido a atual Ponta do Seixas, é mesmo onde o Sol nasce 1° no Planeta Terra!
* Montgômery José de Vasconcelos é Doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC-SP/2002.