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NOSSA HISTÓRIA

A HPC seguros divisão CLINICAL TRIALS, surgiu com o propósito principal de atender a um segmento crescente e carente de profissionais qualificados e capacitados, entendendo as necessidades de proteger todas as figuras de responsabilidade diante da ocorrência de um erro na atividade de pesquisa clínica. Desde 2006, nossa empresa vem acompanhando os avanços da pesquisa clínica no

Brasil, estudando suas características, riscos e particularidades, a fim de possibilitar um melhor enquadramento das coberturas aplicadas a essa importante atividade. Dessa forma, garantimos que nossos clientes terão a tranqüilidade de possuírem apólices com coberturas adequadas aos riscos que correm. Além de seguros de responsabilidade civil por experimentações clínicas, a HPC também dá consultoria para empresas nas áreas de veículos, saúde, vida, seguros empresariais, frotas de veículos, equipamentos portáteis, entre outros. VALORES

Nossos valores são muito fortes entre todos os que fazem parte de nossa equipe, procuramos praticá-los em cada projeto desenvolvido, e a maior prova disso é que eles compõem o nome de nossa empresa – HPC (H onestidade , P arcería e C ompetência). FILOSOFÍA

Nossa prioridade no momento em que estamos com nossos clientes é de identificar exatamente sua necessidade para que possamos lhe sugerir as melhores proteções junto às maiores seguradoras do Brasil e do mundo.

02/07/2018

Porto Seguro não acredita em venda online sem o corretor
02/07/2018 / FONTE: CQCS

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A Porto Seguro passa por um processo de profunda “transformação digital”, mas isso não significa que a seguradora vai direcionar o seu foco para as vendas online. Segundo o presidente da companhia, Roberto Santos, a intenção é tornar a operação mais “leve, simples e fácil” para o corretor. “Transformação digital é criar facilidade. A venda online sem a participação do corretor não funciona no Brasil nem no mercado internacional. Não há case de sucesso e não acreditamos nesse desenho”, salientou Santos, que também é presidente do Sindicato das Seguradoras (Sindseg-RJ/ES), ao participar de encontro do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCs-RJ), nesta sexta-feira (29).

Ele acrescentou que a intenção é valorizar a parceria com o corretor e oferecer as ferramentas que tragam mais eficiência.

Dessa forma, em breve será possível para a empresa apontar para o corretor os produtos que podem ser oferecidos para cada cliente.

Roberto Santos ressaltou que esse processo passa também por uma mudança de postura da companhia, que deixa de ser verticalizada e passa a passar a atuar com base na “governança do cliente”, com o foco em suas necessidades gerais. “Hoje, a relação é de 1,3 negócio por cliente. Isso é pouco. Do total de 10 milhões de clientes da Porto Seguro, 5,5 milhões são do ramo Auto”, revelou.

Ele explicou que a companhia quer depender menos da carteira de veículos. Na prática, essa dependência já vem mudando e os resultados são muito bons. No primeiro trimestre, por exemplo, embora 60% da produção da seguradora tenham sido gerados nesse ramo, apenas 30% do lucro vieram da carteira de automóveis.

Assim, a meta é investir mais em modalidades que apresentam grande potencial, com os seguros para pequenas e médias empresas e o vida individual, entre outros.

Além disso, a Porto Seguro aposta em sua nova plataforma tecnológica para produtos nos ramos elementares, da qual deverá surgir uma linha de seguros de responsabilidade civil já no segundo semestre.

Em breve, a companhia também terá novidades no segmento de riscos cibernéticos, na área de riscos financeiros, com foco em fianças, e no ramo garantia, explorando o segmento de obras de pequeno e médio portes. “Nossa vocação é o varejo”, salientou Santos, anunciando ainda a entrada da Porto Seguro no segmento de garantias trabalhistas, ainda inexplorado no mercado brasileiro.

Por fim, Roberto Santos conclamou os corretores de seguros presentes para diversificarem seus negócios, aproveitando as oportunidades que a Porto Seguro oferece nas áreas de consórcios e cartões de crédito. “O presidente da Visa, quando esteve no Brasil, quis conhecer nossa operação. Afinal, temos dois milhões de cartões de crédito que foram comercializados por corretores de seguros. O Brasil é o único país onde isso ocorre”, disse o executivo.

Também presente ao evento, o diretor executivo da Essenius, Gustavo Doria Filho, convidou a todos para participaram do CQCS Insurtech & inovação, que será realizado nos dias 1º e 02 de agosto, no Villa Blue Tree de São Paulo (SP). Segundo ele, esse evento será uma oportunidade única para profissionais brasileiros, pois contará com a presença de palestrantes internacionais de alto nível, além das principais insurtechs brasileiras e das seguradoras mais avançadas tecnologicamente.

Doria lembrou ainda que o encontro trará também empresas especialistas dos Estados Unidos e Europa, que virão dispostos a “compartilhar experiências” e anunciou condições especiais para a inscrição de associados do Clube dos Corretores.

17/10/2017
14/10/2013

Cientistas descobrem substância que pode levar à cura de doenças como Alzheimer e Parkinson

13/10/2013, 18:15

Brasília - Pesquisadores da Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha, descobriram a primeira substância química capaz de prevenir a morte do tecido cerebral em casos de doenças que causam degeneração dos neurônios, como Alzheimer, mal de Parkinson e doença de Huntington. Para a descoberta chegar aos pacientes, ainda é necessário que seja desenvolvido um medicamento com a substância.

Nos te**es feitos com camundongos em laboratório, cientistas identificaram que a substância pode prevenir a morte das células cerebrais causada por doenças priônicas que afetam as estruturas cerebrais ou outros tecidos neurais, que podem atingir o sistema nervoso tanto de humanos como de animais. A equipe do Conselho de Pesquisa Médica da Unidade de Toxicologia da universidade priorizou os mecanismos naturais de defesa formados em células cerebrais.

O estudo, publicado na revista científica Science Translational Medicine, aponta que o composto foi originalmente desenvolvido para uma finalidade diferente, mas foi capaz de entrar no cérebro a partir da corrente sanguínea e parar a doença. No entanto, a substância, além de proteger o cérebro, causou a perda de peso nos ratos com diabetes, devido a danos no pâncreas.

Os pesquisadores estudaram camundongos com doença de príon, porque esses ratos atualmente fornecem a melhor representação em animais de doenças neurodegenerativas humanas, em que o acúmulo de proteínas deformadas está relacionado com a morte das células cerebrais.

Segundo o líder da equipe, professor Giovanna Mallucci, o estudo anterior já previa que esse caminho poderia ser um alvo para a proteção das células do cérebro em doenças neurodegenerativas. O tratamento precisa ser aprimorado para ser usado em seres humanos.

"Ainda estamos muito longe de uma droga útil para seres humanos este composto tem efeitos secundários graves. Mas [é importante] o fato de que nós estabelecemos que esta via pode ser manipulada para proteger contra a perda de células cerebrais. Em primeiro lugar, com ferramentas genéticas, e, agora, com um composto, significa que o desenvolvimento de tratamentos medicamentosos visando a esse caminho para príon e outras doenças neurodegenerativas é uma possibilidade real ", disse Giovanna Mallucci.

04/09/2013

Cientistas descobrem 'elo perdido' e preveem cura do mal de Alzheimer

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