Everton Andreazza Consultoria Financeira Pessoal

Everton Andreazza Consultoria Financeira Pessoal Afinal, o que faz um Consultor Financeiro Pessoal?

Meu trabalho é avaliar e organizar a sua vida financeira, elaborando estratégias personalizadas de acordo com os seus objetivos, fazendo com que você os atinja de forma rápida, eficiente e segura. Sendo totalmente isento de relações com intituições financeiras, assim sem conflito de interesses, atuando com honestidade e respeito. Atuando nas principais áreas que afetam a vida financeira das pessoa

s:
- PLANEJAMENTO FINANCEIRO
- GESTÃO DE ATIVOS E INVESTIMENTOS
- INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA
- SEGURANÇA FINANCEIRA / GESTÃO DE RISCOS
- PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO
- PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

28/08/2017

QUAL A MELHOR OPÇÃO PARA AQUISIÇÃO DE UM BEM? FINANCIAMENTO, CONSÓRCIO OU À VISTA?
No caso de compras de bens mais caros, como um veículo, um terreno ou mesmo um apartamento, as pessoas tendem a f**ar em dúvida sobre qual opção escolher: financiamento, consórcio ou à vista? Qual dessas opções apresenta um melhor custo-benefício? Quais critérios você deve priorizar na hora de escolher?

O BÁSICO DAS MODALIDADES
Uma das principais vantagens do financiamento é o usufruto imediato do bem assim que o crédito é aprovado e a transação é concluída. Porém, na hora de escolher a melhor opção, esse definitivamente não deve ser o único ponto observado. Vale ressaltar que, na maioria das vezes, o bem f**a alienado no nome da instituição financeira que concedeu o financiamento, só sendo legalmente transferido para o nome do comprador no fim do pagamento das parcelas.
O consórcio, que também é um investimento a médio ou longo prazo, porém com um bom planejamento a pessoa pode dar um lance e receber a carta logo no primeiro mês.

BUROCRACIA ENVOLVIDA
A adesão ao consórcio não exige entrada nem a infinidade de documentos comuns a outras formas de pagamento. Já os financiamentos imobiliários são famosos por exigirem, além da documentação pessoal de costume, comprovação de renda e de nome limpo na praça, registros, documentos e comprovantes relativos ao próprio bem.
Como citado, os consórcios são bem menos burocráticos. Bastam os documentos de praxe para começar a caminhada rumo à concretização do seu sonho! A exigência de nome limpo, por exemplo, só surge no momento de receber a carta de crédito, permitindo que o consorciado lide com essa questão enquanto quita tranquilamente as mensalidades.

OS JUROS E REAJUSTES
Uma enorme desvantagem do financiamento diz respeito à altíssima incidência de juros, que acompanha a taxa Selic e costuma ser mais pesada em prazos mais longos. Financiamentos imobiliários pelo SFH são os que cobram as menores taxas, mas ainda assim podem fazer uma grande diferença no orçamento doméstico. No caso de atrasos no pagamento, há cobrança de multas e ainda mais juros, o que pode gerar o nada agradável efeito bola de neve.
Os consórcios, por sua vez, não cobram juros nas mensalidades. Podendo sofrer reajustes no valor das parcelas para o montante da contemplação não f**ar defasado. No caso de imóveis esse reajuste é feito anualmente conforme o INCC e para bens móveis (carros, motos, caminhões), o reajuste é de acordo com a tabela do fabricante.

OS CUSTOS TOTAIS
No caso de um financiamento imobiliário, além dos juros, ainda existem outros encargos que devem ser pagos e que nem sempre são considerados pelo consumidor. Assim, ao fazer um financiamento, é essencial solicitar o Custo Efetivo Total (CET). Na planilha do CET estão inclusos os juros e outros encargos necessários, como tarifas, tributos e seguros. Só com esse documento em mãos é que você realmente conhecerá os custos totais.
Já as mensalidades do consórcio são formadas por: fundo comum, correspondente ao valor do bem, seguro e uma taxa administrativa. Há administradoras que ainda cobram um fundo de reserva. Esses valores são divididos pelo período de duração do consórcio. Por isso a importância de procurar empresas que não cobrem fundo de reserva e que a taxa administrativa seja a menor possível.

AS FORMAS DE CONTEMPLAÇÃO
Devido à sua natureza, o consórcio possui certos elementos que não existem no financiamento. As formas de contemplação são sorteios e lances, que, em regra, ocorrem todos os meses. Para participar, o consorciado precisa estar em dia com suas mensalidades.
Os lances embutidos permitem que o consorciado faça sua oferta mesmo sem ter dinheiro em mãos, oferecendo parte do valor da sua carta de crédito. Nesse caso, sendo contemplado, ele recebe a carta de crédito com o devido desconto equivalente ao lance. Se a carta é de 200 mil reais, por exemplo, e ele oferece como lance embutido 15% desse total, receberá 170 mil. A porcentagem desse tipo de lance pode variar entre os grupos de consórcio e é determinado pela administradora.

A POSSIBILIDADE DE USO DO FGTS
O FGTS pode ser usado em financiamentos e consórcios imobiliários residenciais. Em ambos os casos, as regras são as mesmas. No consórcio, o FGTS pode ser usado para:
• Dar lances;
• Completar o valor da carta de crédito para comprar um imóvel mais caro;
• Amortizar parte ou liquidar toda a dívida do consórcio.

A APLICAÇÃO DA CARTA DE CRÉDITO
O consórcio oferece grande flexibilidade quanto ao uso da carta de crédito, permitindo que o consorciado compre o bem do tipo, modelo e local que quiser. Ainda é possível completar o valor da carta contemplada e comprar um bem mais caro, assim como adquirir um mais barato e usar a diferença para quitar parcelas do consórcio. Também é permitido usar parte do valor da carta para cobrir despesas burocráticas — no caso de um imóvel, por exemplo, já pode bancar o registro ou a escritura.

E A OPÇÃO À VISTA?
No caso de pagamento à vista é importante levar em conta o desconto que será oferecido, pois em inúmeros casos existe uma enorme vantagem em ao invés de se descapitalizar monetariamente investir parte deste dinheiro em alguma aplicação, que graças aos juros compostos no médio e longo prazo trará um retorno maior.

02/08/2017

Você sabia que o plano PGBL em nome do filho tem benefício fiscal?

Dentro do limite de 12% de dedução da renda bruta tributável, também podem ser incluídos os aportes feitos em planos PGBL que estão em nome de dependentes. Só é preciso prestar atenção a um detalhe: se o dependente for maior de 16 anos, ele também deverá contribuir para a previdência oficial.
Por exemplo se a sua renda bruta tributável for de 100 mil reais, você pode deduzir da base de cálculo do IR até 12 mil reais que foram aplicados tanto em um plano PGBL em seu nome quanto em um plano no nome de seu dependente —a soma dos aportes em ambos os planos só não pode ultrapassar o limite de 12% da renda bruta tributável. Ou seja, a base de cálculo do imposto passa a ser de 88 mil reais.

Para mais informações basta deixar sua mensagem.

01/08/2017

CDBs e letras de crédito:

Se você tem um perfil conservador e não está preparado para correr risco de perder algum dinheiro durante o período do seu investimento, CDBs e letras de crédito são uma boa opção.
Títulos de renda fixa de bancos médios, como CDBs e letras de crédito (LCIs e LCAs), isentas de Imposto de Renda, bons CDBs costumam pagar mais do que 100% da taxa DI, também conhecida como CDI, por isso a importância de f**ar atento a rentabilidade. É mais fácil encontrar melhores retornos se você puder deixar o dinheiro aplicado por, no mínimo, um ano. Mas sempre lembrando que esses são investimentos de médio prazo, antes de partir para eles você já deve ter a sua reserva de emergência.

Lembrando sempre a importância de ter uma assessoria na hora de fazer investimentos assim maximizando os ganhos e minimizando os riscos.

Para qualquer dúvida basta mandar mensagem.
💰

27/07/2017

E agora? Melhor investir no Tesouro SELIC ou Poupança?

O Copom decidiu nesta última quarta-feira (26) a sétima queda consecutiva da taxa básica de juros da economia, a SELIC, que passou de 10,25% a.a. para 9,25%a.a., que ainda assim continua em patamar elevado, beneficiando as aplicações conservadoras, tais como, CDBs com taxas pós fixadas, os fundos DI e o Tesouro Selic, que é negociado pelo Tesouro Direto.
Estas três opções têm seu rendimento atrelado à taxa Selic ou à taxa DI (CDI), que é bem próxima ao patamar do juro básico. Já pelas regras da caderneta de poupança só f**a atrelada à Selic quando ela é menor ou igual a 8,5% ao ano.
Assim sendo, a caderneta rende 70% da taxa Selic mais a Taxa Referencial (TR) quando a taxa básica é inferior ou igual a 8,5% ao ano e, quando a taxa é maior do que 8,5%, o rendimento da poupança é de 0,5% ao mês mais a TR.
Portanto a caderneta de poupança sempre será a opção menos vantajosa para investimentos, assim só não sendo caso as taxas administrativas existirem e/ou elevadas e com remuneração abaixo da CDI.

Por isso a importância de uma pessoa qualif**ada para indicar a melhor e mais rentável opção.

14/07/2017

Em que investem os maiores fundos de investimento brasileiros?

Juntos, os 10 maiores fundos do país têm patrimônio de cerca de R$ 669 bilhões. A maior parte deles são fundos para fundos (no setor financeiro são chamados de “fundos master”, pois não estão disponíveis para investimento direto pelas pessoas, servindo apenas para que outros fundos apliquem neles). Para efeito de comparação abaixo seguem listados os Top 5:

Banco do Brasil
BB TOP RENDA FIXA CURTO PRAZO FUNDO DE INVESTIMENTO
R$ 115.394.131.599,81

Itaú
ITAÚ FLEXPREV RENDA FIXA – FUNDO DE INVESTIMENTO
R$ 91.573.782.310,80

Itaú
SPECIAL RENDA FIXA REFERENCIADO DI – FUNDO DE INVESTIMENTO
R$ 91.519.590.398,34

Banco do Brasil
BRASILPREV TOP TPF FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA
R$ 89.822.127.410,03

Bradesco
BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA MÁSTER II PREVIDÊNCIA
R$ 83.583.082.415,26

Fontes: CVM e banco de dados do Comparação de Fundos, com dados de abril de 2017.

Do patrimônio total investido nos fundos listados, cerca de 82% estão aplicados em títulos públicos indexados à Selic.
Até aí, tudo bem. Brasileiros em geral gostam de renda fixa, pelo fato de ser mais rentável alta liquidez e segura! Nada mais natural que os maiores fundos sejam de renda fixa, com aplicações remuneradas pelo principal indicador da renda fixa, a Selic, taxa básica de juros da economia.
O que vale f**ar extremamente atento é quanto as taxas de administração cobradas pelos fundos.
O primeiro fundo da lista, o BB Top Renda Fixa Curto Prazo Fundo de Investimento, é um fundo de fundos e não está disponível para investimento. Por isso mesmo, sua taxa de administração é zero. Esse fundo, de acordo com seu regulamento, aplica 100% do seu patrimônio em aplicações indexadas à Selic.
Outros 29 fundos aplicam no BB Top. O maior deles é o BB Renda Fixa Curto Prazo Supremo Setor Público FIC FI, que administra nada mais nada menos que R$ 44 bilhões. Esse fundo tem 140 mil cotistas (investidores) e cobra taxa de administração de 4% ao ano. Para se ter uma idéia a taxa média cobrada no mercado, no segmento de varejo, é de 1,03% ao ano para fundos de renda fixa, podendo chegar ao seu mínimo de 0,30% ao ano.
Este fundo é “indicado para os Governos Estaduais e Municipais, suas Autarquias e Fundações que desejem liquidez e rentabilidade diárias”, de acordo com informações do Banco do Brasil. São 140 mil contas bancárias de órgãos públicos que pagam essa taxa de administração de 4% ao ano com o dinheiro da população.
Com taxas de 4% ao ano, alguns fundos podem render menos até que a inflação, levando você a uma situação de perda de dinheiro.
Em vez de deixar seu dinheiro nesses fundos, você pode aplicá-lo na mesma coisa (títulos públicos indexados à Selic) com custo médio bem menor, pagando apenas a taxa de custódia da Bolsa de Valores.
O caminho mais correto para fugir das altas taxas dos bancos é tirar o dinheiro de lá e buscar um Consultor Financeiro, pelo fato da sua independência perante as instituições financeiras.
Tesouro Selic é a aplicação mais segura do Brasil, por ter o menor risco já que é garantida pelo Tesouro Nacional. Mais segura inclusive que a caderneta de poupança, que está sujeita à saúde financeira do banco e só é garantida dentro dos limites do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Para investir no Tesouro Selic o custo total f**a em 0,30% ao ano, que corresponde à taxa de custódia da B3. É um custo 13 vezes menor que um fundo que cobra 4% ao ano, para ter o mesmíssimo investimento no fim das contas.
E a boa e velha poupança? Bom, a caderneta de poupança não vale a pena nunca, a não ser que seja comparada com um fundo que cobre taxas abusivas e tenha baixa rentabilidade. Por isso a importância de ter um Consultor Financeiro ao seu lado, para lhe ajudar a tomar a decisão mais sensata e rentável.

13/07/2017

Qual o melhor plano para você, PGBL ou VGBL

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)
O PGBL é indicado para pessoas que fazem a declaração completa do IR e contribuem para a Previdência Social. Com as contribuições e possível abater em até 12% da base de cálculo do imposto de renda. Sendo o imposto cobrado sobre o valor total acumulado.
Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)
A diferença do VGBL em relação ao anterior é que este não pode ser abatido no Imposto de Renda. Porém, quando o dinheiro é sacado, o imposto cobrado é referente ao rendimento que o trabalhador obteve.

Muita atenção nas taxas cobradas pelas instituições.

Existem duas taxas cobradas pelas instituições financeiras, a Administrativa que costuma variar entre 6% a 1% e também há a taxa de carregamento que possui três variantes, podendo ser cobrado um percentual na entrada, na saída e o modo híbrido que é cobrado tanto na entrada quanto na saída, vale frisar que existem empresas que depois de atingidos alguns requisitos de tempo ou dinheiro acumulado zeram esta taxa.

Qual o regime tributário mais adequado?

Tabela Progressiva: A alíquota do IR f**a fixa em 15% para resgates, é indicada para quem não declara IR, pretende utilizar o dinheiro investido no curto e médio prazo.
Tabela Regressiva: A alíquota do IR começa em 35% atingindo o seu mínimo de 10% em 10 anos, a menor alíquota cobrada dentre os investimentos, sendo recomendada para quem pretende resgatar as suas aplicações no longo prazo.

Antes de fechar qualquer negócio, é de suma importante consultar um planejador financeiro. Ele é quem vai analisar o seu perfil e te indicar os melhores investimentos.

10/07/2017

PREVIDÊNCIA PRIVADA

Quem não sonha em viver a etapa final da vida tranquilo e sem preocupações?
Para se tornar um aposentado independente financeiramente, porém, é preciso planejar o futuro desde cedo.
O grande problema é que o brasileiro não recebe instrução escolar sobre esse assunto. Geralmente, as pessoas costumam pensar na aposentadoria por volta dos 50 ou 60 anos.
Esse fato é explicitado em uma pesquisa do Banco Mundial, divulgada este ano. O estudo mostrou que apenas 4% dos brasileiros poupam dinheiro para complementar os ganhos do INSS, um dos piores índices do mundo.
Para ter um futuro tranquilo e com qualidade de vida, o ideal é que o contribuinte pense em formas de complementar o valor oferecido pelo INSS em torno de 20 anos antes de se aposentar, já que em muitos casos mesmo o teto do INSS não será suficiente para sua independência financeira. Assim garantindo uma velhice com mais qualidade de vida e tranquilidade.

Como funciona a previdência privada?
A previdência privada é um sistema de acúmulo de recursos, sendo considerada uma forma complementar de aposentadoria, sendo fiscalizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), pertencente ao governo federal.
Além disso, a disciplina é outro fator importante, você deve ter em mente que deverá realizar contribuições mensais, sem falhas.
Antes de contratar um plano, você deve conhecer exatamente todas as opções de investimento disponíveis no mercado, assim como suas vantagens e desvantagens. Somente com uma boa pesquisa será possível fazer a escolha certa.
Atualmente, o mercado oferece dois tipos de previdência privada: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), bem como seu regime de tributação que pode ser Regressivo ou Progressivo. A escolha vai depender da forma como você faz a declaração do Imposto de Renda e sua idade.

Antes de fechar qualquer negócio, é de suma importante consultar um planejador financeiro. Ele é quem vai analisar o seu perfil e te indicar os melhores investimentos.

No próximo post aprofundarei mais sobre os planos de aposentadoria privada VGBL e PGBL bem como seu regime de tributação.

Endereço

São Paulo, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Everton Andreazza Consultoria Financeira Pessoal posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Everton Andreazza Consultoria Financeira Pessoal:

Compartilhar