Acrefi Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento.

A Casa do Crédito ao Consumidor desde 1958

A ACREFI – Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento foi fundada em 1958 com o objetivo de congregar as empresas do setor, defender seus legítimos interesses, fortalecer as relações entre os associados e promover o desenvolvimento de suas atividades. Em todo esse período, a Associação se manteve fiel a seus objetivos,

procurando adaptá-los às constantes mutações ocorridas no quadro econômico em geral e nas atividades de financiamentos em particular. Em 29 de abril de 1993 transformou-se em entidade nacional, com a participação em sua diretoria de empresários dirigentes das entidades regionais de todo o País. A partir da década de 90, o quadro de associados sofreu diversas alterações como conseqüência da constituição de instituições financeiras múltiplas. Atualmente, a ACREFI conta com mais de 50 associadas, incluindo instituições que preferiram se manter como financeiras atuantes exclusivamente na área de crédito ao consumidor e aquelas que se transformaram em bancos múltiplos,mantendo a carteira de crédito. A ACREFI continua sendo, cada vez mais, a Casa do Crédito ao Consumidor e o local onde essa atividade é sempre prioritária, apesar de todas as transformações e diversificações que ocorrem na economia e no mercado financeiro. Com sede localizada na Rua Líbero Badaró, 425, 28º andar, no centro financeiro de São Paulo, a ACREFI dispõe de uma área total em torno de 500m², dotada de centro de computação ligado à Internet, auditório para 54 pessoas, com equipamentos de som e imagem, espaço para coquetel e áreas de apoio à disposição dos associados.

A longevidade e a prosperidade financeira caminham juntas e construir um futuro sustentável exige planejamento, informaç...
18/05/2026

A longevidade e a prosperidade financeira caminham juntas e construir um futuro sustentável exige planejamento, informação e escolhas conscientes desde o presente.

É com esse propósito que a Acrefi reforça seu compromisso com o fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional ao apoiar ativamente a 13ª Semana Nacional de Educação Financeira - Semana ENEF, que acontece de 18 a 24 de maio de 2026.


Promovida pelo Fórum Brasileiro de Educação Financeira, a iniciativa deste ano traz como tema central “Educação Financeira: construindo um futuro com longevidade e prosperidade”. Entendemos que disseminar esse conhecimento é uma responsabilidade coletiva, essencial para capacitar os cidadãos a tomarem decisões financeiras mais seguras e de longo prazo.


Como parte do nosso engajamento, preparamos uma série de conteúdos em vídeo gravados exclusivamente para esta semana. São conteúdos compostos por análises, dicas práticas e reflexões sobre crédito consciente e planejamento na saúde financeira da população.

👉 Acompanhe as nossas publicações e participe desta grande mobilização nacional.

 Prosperidade CréditoConsciente MercadoFinanceiro

As novas regras de capital e liquidez estão em vigor, e oprazo de transição está se encerrando.A questão agora não é ape...
18/05/2026

As novas regras de capital e liquidez estão em vigor, e o
prazo de transição está se encerrando.

A questão agora não é apenas conhecê-las, é definir quais
estratégias a sua instituição precisa adotar para se
antecipar e se adequar com inteligência.

O Painel “O Impacto das Novas Regras de Capital e
Liquidez no Mercado”, mediado por Cláudio Padial, Sócio
da Axius Consultoria e consultor Acrefi, reuniu Diego Perez,
Vice-presidente da ABCripto, Raphael Salomão, Sócio do
Pinheiro Neto Advogados, e Volnei Eyng, CEO da
Multiplike. Juntos, discutiram como as novas exigências de
capital e liquidez impactam fintechs, bancos menores e
instituições financeiras, e quais caminhos seguir para
quem precisa se adequar.

A nova regulação não foi um simples reajuste de valores.
Foi uma troca completa de metodologia.
O modelo anterior, sem atualização desde 1994, definia
capital mínimo por tipo de licença. A nova regra adota o
princípio Same Activity, Same Risk, Same Regulation: a
atividade define a exigência, independentemente da
licença. A magnitude da mudança varia por escopo de
operação, mas em todos os casos, o salto é substancial.
Os efeitos já aparecem: projetos cancelados, licenças
devolvidas e fundadores reposicionando estratégia.

O caminho para a adequação passa por rotas diferentes:
• Redução de escopo
• Consolidação via M&A
• Operação via Banking as a Service
- Entrada gradual via licença escalonada
Para quem precisar sair do mercado regulado, o processo
existe: pedido de cancelamento, plano de saída ordenada
ao BC, encerramento das operações reguladas e migração
do objeto social, o mesmo CNPJ segue ativo em atividade
não regulada.

Do lado das oportunidades: instituições com operação
verticalizada absorvem melhor o novo custo regulatório. O
movimento de consolidação já atrai investidores
estrangeiros interessados em tecnologia, equipes e
carteiras prontas para escala no Brasil.
O mercado vai ficar mais maduro.

As instituições que anteciparem a adequação terão mais
espaço para construir essa maturidade nos próprios
termos.

A tokenização não veio para substituir.Ela veio para ser mais um produto na prateleira.Foi esse o tema central do painel...
18/05/2026

A tokenização não veio para substituir.
Ela veio para ser mais um produto na prateleira.

Foi esse o tema central do painel mediado por Filipe Pena,
Diretor Executivo da Acrefi, com a participação de João
Gianvecchio, Gerente de Tecnologia e Inovação do Banco
BV, Vanessa Butalla, Chief Legal, Compliance & Risk Officer
do Grupo MB - Mercado Bitcoin, Rita Casolato, Diretora de
Compliance e PLD/FT da Liqi Digital Assets, e Ricardo
Gomes, Diretor de Novos Negócios da Núclea.

O mercado passou os últimos anos construindo a
infraestrutura. Nos últimos 12 meses, as ideias finalmente
saíram do papel:
- FIDCs acessando ativos tokenizados
- CCBs com liquidação 24x7 via stablecoin
- URs de recebíveis com cessão em cadeia
A regulação, contrariando a narrativa de que atrapalha, foi
apontada como peça central desse avanço. As normas das
PSAVs trouxeram confiança ao mercado de stablecoins. A
reforma da Resolução 88 da CVM e a esperada consulta
pública sobre a 135 sinalizam o próximo passo: destravar o
mercado secundário. Quando a governança é programada
em contrato inteligente, a segurança não diminui — ela
aumenta.

O argumento que reorganizou o debate foi sobre quem
ganha com isso. Não só as grandes instituições que
chegam agora trazendo credibilidade ao ecossistema. Mas
as pequenas e médias empresas que pela primeira vez
têm acesso a uma rota de captação que antes
simplesmente não existia para elas - estruturas de dívida
mais baratas, base de investidores muito maior.
DLT e sistemas tradicionais vão conviver. A tecnologia será
adotada onde fizer sentido, não como ruptura, mas como
expansão do que já foi construído.

Sua instituição está preparada para essa transição?

A tokenização não veio para substituir.Ela veio para ser mais um produto na prateleira.Foi esse o tema central do painel...
18/05/2026

A tokenização não veio para substituir.
Ela veio para ser mais um produto na prateleira.
Foi esse o tema central do painel mediado por Filipe Pena,
Diretor Executivo da Acrefi, com a participação de João
Gianvecchio, Gerente de Tecnologia e Inovação do Banco
BV, Vanessa Butalla, Chief Legal, Compliance & Risk Officer
do Grupo MB — Mercado Bitcoin, Rita Casolato, Diretora de
Compliance e PLD/FT da Liqi Digital Assets, e Ricardo
Gomes, Diretor de Novos Negócios da Núclea.

O mercado passou os últimos anos construindo a
infraestrutura. Nos últimos 12 meses, as ideias finalmente
saíram do papel:
- FIDCs acessando ativos tokenizados
- CCBs com liquidação 24x7 via stablecoin
- URs de recebíveis com cessão em cadeia

A regulação, contrariando a narrativa de que atrapalha, foi
apontada como peça central desse avanço. As normas das
PSAVs trouxeram confiança ao mercado de stablecoins. A
reforma da Resolução 88 da CVM e a esperada consulta
pública sobre a 135 sinalizam o próximo passo: destravar o
mercado secundário. Quando a governança é programada
em contrato inteligente, a segurança não diminui — ela
aumenta.

O argumento que reorganizou o debate foi sobre quem
ganha com isso. Não só as grandes instituições que
chegam agora trazendo credibilidade ao ecossistema. Mas
as pequenas e médias empresas que pela primeira vez
têm acesso a uma rota de captação que antes
simplesmente não existia para elas — estruturas de dívida
mais baratas, base de investidores muito maior.
DLT e sistemas tradicionais vão conviver. A tecnologia será
adotada onde fizer sentido, não como ruptura, mas como
expansão do que já foi construído.

Sua instituição está preparada para essa transição?

81 milhões de brasileiros com restrição de crédito.Desemprego em mínimas históricas.A contradição é evidente, e a oportu...
18/05/2026

81 milhões de brasileiros com restrição de crédito.
Desemprego em mínimas históricas.

A contradição é evidente, e a oportunidade, enorme. O
crédito está migrando das prateleiras dos bancos para
dentro das jornadas de vida de trabalhadores, dos fluxos de
caixa de indústrias e do cotidiano do varejo.

Foi esse o debate do painel Crédito 2026: Oportunidades
Além do Mercado Financeiro, mediado por Cintia Falcão,
Diretora-Executiva da Acrefi, com a participação de
Leonardo Biondo, CRO da Serasa Experian, Paula Mazanék,
CEO da Realize, financeira do grupo Lojas Renner, e
Sérgio Moreira, Diretor Comercial do Banco John Deere.

O consignado privado atingiu R$ 117 bilhões no primeiro
ano de operação e tem potencial de triplicar nos próximos
quatro anos.
O embedded finance deve chegar a US$ 13,82 bilhões até
2029.
O agronegócio redesenha suas estruturas de
financiamento via mercado de capitais, com emissões de
CRAs em recorde de R$ 46,2 bilhões em 2025.
A demanda está represada. As soluções criativas, não as
tradicionais, serão as principais beneficiárias desse
crescimento.

O diferencial competitivo não está mais no produto de
crédito em si, está no contexto da oferta.

Crédito dado por IA é commodity. O que diferencia é o
momento e os dados.
O cliente que tem o cartão da loja compra 30% mais e
frequenta o ecossistema seis vezes mais do que quem
paga com cartão de terceiro.

O cartão deixou de ser instrumento de crédito para se
tornar gerador de relacionamento e dados, e são esses
dados que retroalimentam o modelo de risco, a oferta e o
negócio.
A tensão que atravessou o debate foi o
superendividamento. Com 81 milhões de famílias tomadas
por dívidas e educação financeira ainda incipiente na
maior parte da população, a hiperpersonalização com IA
pode ser tanto solução quanto problema.

Quem souber construir esteiras de baixo custo de
originação, risco contextualizado e distribuição próxima ao
tomador estará construindo a vantagem competitiva mais
duradoura do setor.

Siga nos acompanhando para mais insights sobre os
debates que moldam o futuro do setor de crédito.

Acontece hoje, em São Paulo, o Fórum Bancos & Banking 2026, uma iniciativa conjunta da Acrefi e da Cantarino Brasileiro ...
18/05/2026

Acontece hoje, em São Paulo, o Fórum Bancos & Banking 2026, uma iniciativa conjunta da Acrefi e da Cantarino Brasileiro que responde a uma pergunta crucial para o setor: como navegar na nova arquitetura financeira desenhada para os próximos quatro anos?

Com o Banco Central acelerando a rota do Real Digital, Open Finance, tokenização e cibersegurança, o WTC Event Center transformou-se no epicentro desse debate. O tema deste ano, “Nova Arquitetura Financeira: estabilidade, inovação e cidadania”, sintetiza exatamente os objetivos estratégicos do regulador para o próximo ciclo.

A abertura do evento foi realizada por Tadeu Silva, Presidente da Acrefi, e Marcos Cantarino, Diretor da Cantarino Brasileiro.

Tadeu reforçou o nosso compromisso em promover debates de alto nível, com a profundidade técnica de quase sete décadas de atuação institucional e foco permanente na defesa e no desenvolvimento do ecossistema de crédito brasileiro.

Marcos Cantarino reforçou que educação, financeira, digital e de base, é um dos fios condutores do que o Cantarino Brasileiro constrói. No centro dessa missão, uma convicção: preparar pessoas é o que sustenta qualquer avanço do mercado.

A Acrefi atuou diretamente na Câmara de Curadores, garantindo que as mais de 8 horas de conteúdo em 4 palcos simultâneos reflitam a realidade de mercado de suas associadas. Essa contribuição técnica assegura que os debates tragam os desafios reais operados pelo ecossistema financeiro hoje, desde os bancos tradicionais às fintechs, consolidando a associação como o canal qualificado para traduzir as transformações regulatórias em oportunidades de negócios e desenvolvimento para o país.

O futuro do crédito e do sistema financeiro nacional está sendo debatido agora.

Acompanhe a nossa cobertura completa ao longo do dia e fique por dentro das principais tendências do setor.

31% dos veículos vendidos no Brasil são financiados. Em países com garantia extrajudicial consolidada, esse número chega...
15/04/2026

31% dos veículos vendidos no Brasil são financiados. Em países com garantia extrajudicial consolidada, esse número chega a 90%.

A diferença está no que ainda trava o modelo por aqui, e foi exatamente isso que Márcio Pires Berr (Diretor Jurídico do Detran/RS), Márcio Rosa (Coordenador da Divisão de Veículos do Detran/RS) e Isaac Ferreira - Tecnobank , com mediação de nossa diretora executiva Cintia Falcão, discutiram no último painel do dia “Retomada Extrajudicial de Veículos e Democratização do Crédito”.

São Paulo foi um dos primeiros estados a regulamentar a retomada extrajudicial de veículos, e os dados do projeto-piloto já mostram o caminho:
- 19% dos devedores renegociaram em até 17 dias após a notificação.
- Apenas 6% dos veículos chegaram à apreensão.
- Custos 75% menores do que o modelo cartorial.
O debate evidenciou um ponto central: a insegurança jurídica gerada pelas indefinições no STF ainda limita o avanço do modelo, ao mesmo tempo em que reforça a discussão sobre o papel do Detran como plataforma central das informações veiculares.

Nesse contexto, também se destacou o papel das registradoras como infraestrutura para viabilizar o processo com segurança, rastreabilidade e integração entre instituições financeiras e Detrans.

A retomada extrajudicial já demonstrou eficiência operacional e redução de custos, mas sua escala depende de segurança jurídica e expansão coordenada entre os estados.

O mercado financeiro atravessa um momento de transformação relevante e compreender seus desdobramentos deixou de ser opc...
14/04/2026

O mercado financeiro atravessa um momento de transformação relevante e compreender seus desdobramentos deixou de ser opcional.

Amanhã, em Porto Alegre, realizaremos um encontro técnico dedicado a alguns dos temas mais discutidos do setor na atualidade:

• Estratégia do BC para assegurar a resiliência operacional do SFN/SPB
• Os impactos da Reforma Tributária no mercado financeiro
• A evolução da agenda de prevenção a fraudes
• A relação entre regulação, tecnologia e confiança

Um ambiente estruturado para análise qualificada, troca de perspectivas e leitura de cenário com profundidade.

Ainda é possível participar.

📍 Roadshow Porto Alegre| Instituto Caldeira | 15 de abril

Inscrições: https://eventos.acrefi.org.br/roadshow-porto-alegre

Nota conjunta das entidades signatárias sobre a atuação do Banco Central do Brasil. Leia a nota na íntegra no link:🔗 htt...
27/12/2025

Nota conjunta das entidades signatárias sobre a atuação do Banco Central do Brasil.

Leia a nota na íntegra no link:

🔗https://acrefi.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Nota-Conjunta-Entidades-SFN-ACREFI.pdf

A maioria dos golpes bem-sucedidos não começa em uma falha tecnológica, mas em uma falha de comportamento, de quem ataca...
24/12/2025

A maioria dos golpes bem-sucedidos não começa em uma falha tecnológica, mas em uma falha de comportamento, de quem ataca e de quem é atacado. Levantamentos recentes mostram que mais de um terço dos brasileiros já foi vítima de golpes ou tentativas de golpes financeiros. Entre os mais comuns estão:

➡️ Golpe da falsa venda (lojas falsas, promoções inexistentes, perfis falsos em redes sociais);

➡️ Golpe da falsa central ou falso funcionário (contato via telefone ou mensagem induzindo o cliente a passar dados ou autorizar transações);

➡️ Golpes via WhatsApp, clonagem de contas e sequestro de identidade.


Para o sistema financeiro, isso significa que programas de prevenção a fraudes precisam ir além de tecnologia:

➡️ Treinamento contínuo de equipes de atendimento e canais;

➡️ Campanhas claras e frequentes aos clientes, com exemplos concretos de golpes em circulação;

➡️ Padrões de atendimento que deixem explícito o que a instituição nunca faz (como pedir senha, código de autenticação ou acesso remoto).

Educar é tão estratégico quanto bloquear. E as duas coisas precisam caminhar juntas.

Endereço

Rua Líbero Badaró, 425, 28º Andar Centro
São Paulo, SP
01009-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:30 - 18:00
Terça-feira 08:30 - 18:00
Quarta-feira 08:30 - 18:00
Quinta-feira 08:30 - 18:00
Sexta-feira 08:30 - 18:00

Telefone

11 3107-7177

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