03/04/2025
É muito comum confundir os conceitos entre dívida e endividamento.
Dívida, todos nós temos uma vez que, quase todos os compromissos financeiros nos dão um prazo determinado para honrá-lo. E, enquanto não o fazemos, automaticamente, temos uma dívida a ser paga.
No caso de endividamento, não identificamos em nosso orçamento o valor correspondente para cumprir com tal obrigação, ou seja, não há dinheiro para pagar o que se deve. Nesse caso, o que se tratava de um simples compromisso , se torna dívida pendente, que por não ser paga na data estipulada pelo credor (Ex; Conta de luz/Enel), sofrerá acréscimo de juros e multa, e, nosso poder de compra diminui comprometendo demais obrigações, principalmente no caso de um orçamento limitado. Assim começa a condição de endividado.
Seus ganhos (receita = dinheiro que entra) a título de salário, soldo, pró-labore, comissão ou retirada, se ao final do mês não cobrir seus gastos (receita-despesa) ou mal chegar positivo no fim do mês, os juros sobre as contas atrasadas incidirão sobre o valor em aberto e crescerão mais rápido do que seus próprios ganhos. Nessa hora é necessário parar, refletir, “recalcular" o orçamento para “virar o jogo”. A questão a ser observada é que o endividamento surge em prol da má administração de seus recursos( por falta de conhecimento e/ou educação financeira) e não propriamente dita do dinheiro que entra.
A educação financeira comportamental, que é preventiva, vem ao encontro de cada pessoa em auxílio à sua identificação quanto aos produtos/serviços essenciais de fato, identificando e descaartando a compra de supérfluos que, muitas vezes, nos levam ao endividamento..
Com educação financeira comportamental, é possível transformar sua relação com o dinheiro, equilibrar as contas e conquistar estabilidade. É o primeiro passo em direção a uma vida equilibrada e sustentável.
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