27/08/2026
A revolução da IA não depende apenas de chips e algoritmos. Ela também exige energia, metais, água e infraestrutura em escala global.
Por isso, uma nova tese começa a ganhar espaço em Wall Street: além das gigantes de tecnologia, empresas ligadas à produção de energia e commodities podem se tornar protagonistas desse ciclo. O argumento é simples, enquanto as techs consomem recursos em velocidade crescente, alguém precisa fornecer tudo isso.
Com energia e materiais ainda ocupando uma fatia pequena do S&P 500, parte do mercado já começa a discutir se esse desequilíbrio pode abrir espaço para uma nova rotação de capital nos próximos anos.