Rosa Alegria Futurista

Rosa Alegria Futurista PALESTRAS - CONTEÚDOS - PESQUISAS - WORKSHOPS

A futurista que está entre as 3 mais reconhecidas da América Latina
Mestre em Estudos do Futuro pela UHCL.

www.rosaalegria.com.br Rosa Alegria Futurista se pauta nos fundamentos e práticas da Prospectiva Estratégica, disciplina científica também conhecida por Futurismo. Faz do pensamento e do estudo do futuro um princípio de inovação no presente. SOBRE ROSA ALEGRIA

Graduada em Letras e Filosofia pela USP Universidade de São Paulo, Mestre em Estudos do Futuro pela Universidade de Houston, Clear Lake, p

alestrante internacional, pesquisadora de tendências, facilitadora de processos de inovação. Atua como futurista profissional há 16 anos. Co-fundadora e Vice-Presidente do NEF Núcleo de Estudos do Futuro PUC-SP, co-diretora do núcleo brasileiro do Projeto Millennium, a maior rede de pesquisadores de tendências e de estudos prospectivos. Atuou como consultora de inovação do sistema SESI em São Paulo e Paraná por 4 anos. Está entre as futuristas mulheres mais reconhecidas do mundo. Desenvolveu estudos de tendências para diversas empresas como Sebrae, Banco Santander, Banco Itau, Alpargatas, Grupo Pão de Açucar, Mastercard, Boticário, Natura, Petrobras, entre outras.

CULTURA DO DESPERDÍCIO: O QUE MUDOU?Há cerca de oito anos participei do documentário Cultura do Desperdício – Por uma So...
26/12/2025

CULTURA DO DESPERDÍCIO: O QUE MUDOU?
Há cerca de oito anos participei do documentário Cultura do Desperdício – Por uma Sociedade Mais Consciente, criado e produzido por Sergio Lopes e idealizado por Paula Galacini, uma obra que escancara uma contradição profunda: o desperdício de alimentos convivendo com a fome mesmo sendo o Brasil um país com a maior territorialidade fértil e produtiva do planeta.
Quando o documentário foi lançado, em 2017, os dados já eram alarmantes. Estimava-se que cerca de 30% dos alimentos produzidos no mundo eram perdidos ou desperdiçados: aproximadamente 1,3 bilhão de toneladas por ano. No Brasil, o problema já era estrutural, embora ainda pouco mensurado de forma sistemática.
Desde 2017, poucos avanços. A UNEP criou métricas mais robustas; governos e empresas se mobilizaram em torno do ODS 12.3. Mas o desafio permanece: mais dados, mais compromissos, mais eficiência logística, mais blá blá blá da sustentabilidade, e o desperdício escandaloso permanece.
No Brasil ainda se descarta cerca de 30% dos alimentos, o que equivale a cerca de 46 milhões de toneladas por ano fazendo do país um dos 10 maiores desperdiçadores de comida no mundo.
Minha participação, ao lado de grandes nomes como Eduardo Gianetti, Aron Belinky, Ricardo Guimarães, entre outros, foi o de alertar para a urgência de mudarmos de direção, à luz de futuros plausíveis e conscientes que pudessem inaugurar o fim do consumismo. Três anos depois desse depoimento, veio a pandemia em 2020, um ano que colocou na berlinda a cultura do excesso e provocou revisão de valores com gente encastelada em seus closets entupidos de roupas e sapatos. Mas de volta ao normal (que normal?), o "revival do acúmulo" se sobrepôs ao que poderia ter sido uma mudança civilizatória.
Seguimos comprando, descartando e acumulando os lixões em todo o planeta.
Relembrar esse documentário de 2017 na passagem de 2025 para 2026 vai além da nostalgia. É constatar que "se não mudarmos de direção, acabaremos onde estamos indo" (provérbio chinês anônimo).
Assista aqui a esse documentário de imenso valor: https://lnkd.in/d_kKpv-i

ENTREVISTA EM CADERNO ESPECIAL DO JORNAL VALOR.Dei uma entrevista para o Jornal Valor em que eu e outros especialistas t...
21/12/2025

ENTREVISTA EM CADERNO ESPECIAL DO JORNAL VALOR.
Dei uma entrevista para o Jornal Valor em que eu e outros especialistas trazemos reflexões sobre como tecnologias disruptivas, inteligência artificial e hiperconectividade estão transformando nossa relação com o futuro.
Minha contribuição foi especialmente relacionada à realidade das juventudes a partir de dados colhidos do estudo “Da Futurofobia à Futurotopia”, que idealizei para o TTF Brasil - Teach The Future.. A partir da escuta realizada com 689 jovens brasileiros de 18 a 28 anos e com 12 especialistas de diversas áreas, o estudo revela sinais "futurofóbicos" preocupantes que necessitam urgentemente de soluções "futurotópicas".
Diante de tantas mudanças disruptivas, os horizontes futuros, para grande parte dos jovens, não trazem sonhos, mas ameaças. Olhar para o que virá, em vez de trazer esperança, traz medo entre os jovens. Esse estudo foi realizado em parceria com a diretora de pesquisa do TTF Ludymila Pimenta, MSc. e com a produção de Eduardo Sá e Wellington Porto todos diretores do movimento.

Se quisermos que as novas gerações enxerguem o futuro como algo que pode ser construído e não apenas temido, ensinar a pensar e a criar futuros precisa deixar de ser exceção e se tornar parte central da educação e do debate público.

OBS: Embora o gráfico da matéria mencione Ipsos ao lado do Teach the Future, os dados apresentados são exclusivamente do estudo conduzido pelo Teach the Future Brasil.

Seguimos abrindo essa conversa.
Matéria publicada em 19/12 - https://lnkd.in/es8qpb3x
Acesse o estudo completo aqui: https://lnkd.in/dqQizDkQ

21/12/2025
ENTREVISTA EM CADERNO ESPECIAL DO JORNAL VALOR.Dei uma entrevista para o Jornal Valor em que eu e outros especialistas t...
21/12/2025

ENTREVISTA EM CADERNO ESPECIAL DO JORNAL VALOR.
Dei uma entrevista para o Jornal Valor em que eu e outros especialistas trazemos reflexões sobre como tecnologias disruptivas, inteligência artificial e hiperconectividade estão transformando nossa relação com o futuro.
Minha contribuição foi especialmente relacionada à realidade das juventudes a partir de dados colhidos do estudo “Da Futurofobia à Futurotopia”, que idealizei para o the Future Brasi.. A partir da escuta realizada com 689 jovens brasileiros de 18 a 28 anos e com 12 especialistas de diversas áreas, o estudo revela sinais "futurofóbicos" preocupantes que necessitam urgentemente de soluções "futurotópicas".
Diante de tantas mudanças disruptivas, os horizontes futuros, para grande parte dos jovens, não trazem sonhos, mas ameaças. Olhar para o que virá, em vez de trazer esperança, traz medo entre os jovens. Esse estudo foi realizado em parceria com a diretora de pesquisa do TTF Ludymila Pimenta, MSc. e com a produção de Eduardo Sá e Wellington Porto todos diretores do movimento.

Se quisermos que as novas gerações enxerguem o futuro como algo que pode ser construído e não apenas temido, ensinar a pensar e a criar futuros precisa deixar de ser exceção e se tornar parte central da educação e do debate público.

OBS: Embora o gráfico da matéria mencione Ipsos ao lado do Teach the Future, os dados apresentados são exclusivamente do estudo conduzido pelo Teach the Future Brasil.

Seguimos abrindo essa conversa.
Matéria publicada em 19/12 - https://lnkd.in/es8qpb3x
Acesse o estudo completo aqui: https://lnkd.in/dqQizDkQ

Lançamento do documentário “Quem está no Controle?”Participo dessa obra instigante ao lado de vozes nacionais e internac...
20/12/2025

Lançamento do documentário “Quem está no Controle?”
Participo dessa obra instigante ao lado de vozes nacionais e internacionais que nos convidam a refletir sobre quem, ou o quê, está moldando nossas decisões e os futuros que estamos construindo. Em tempos de tecnologias, algoritmos e crises simultâneas, o filme provoca essa pergunta-título essencial sobre consciência, escolha e responsabilidade coletiva.
Acesso ao doc completo aqui https://lnkd.in/eqHgvqne

  2010 com um grande mestre da gestão organizacional. Foi com ele que aprendi muito como facilitadora de processos  de m...
11/12/2025

2010 com um grande mestre da gestão organizacional. Foi com ele que aprendi muito como facilitadora de processos de mudança. Obrigada por tão fundamental aprendizagem David Cooperrider

COP30, MUITO ALÉM DA ZONA AZUL A primeira COP a gente nunca esquece. Foi a número 30 para o mundo mas a número 1 para mi...
02/12/2025

COP30, MUITO ALÉM DA ZONA AZUL
A primeira COP a gente nunca esquece. Foi a número 30 para o mundo mas a número 1 para mim. Plantada em solo brasileiro, no coração da Amazônia, o que era considerado impossível, se tornou palco do encantamento de 195 países. Nada mais simbólico e verdadeiro, do que falar do clima e da Natureza no pulmão que faz a Vida respirar, diretamente de Belém. Tive o privilégio de representar o movimento TTF Brasil - Teach The Future em diferentes ocasiões, com destaque para o Painel Intergeracional que espalhou Sonhos Lúcidos pelas Lentes de 3 futuristas: eu aqui, Bazzanella e Piva. Foi tudo muito mais e além do que estava no espaço oficial que só podia entrar quem tinha credencial: a zona azul com seus avanços e também frustrações não representou a totalidade do que foi isso. O que também tem que contar é o que estava além da concretude da Zona Azul : a subjetividade das ideias, dos sentimentos, das percepções e das conexões ocultas entre olhares, abraços, sorrisos e encontros. Uma honra enorme estar nesse papo encantado com Alan Dubner e Marco Ornellas. Venham! é amanhã 3/12 as 18h30 no espaço da 157 Next

Mama Africa em seus múltiplos horizontes, segredos, sensações e afetos. Impossível ser mais linda e majestosa.
21/11/2025

Mama Africa em seus múltiplos horizontes, segredos, sensações e afetos. Impossível ser mais linda e majestosa.

De encontros, reencontros, sabores, cores, aromas, chuvas, texturas, ternuras, em cada esquina dessa cidade,  cabia o pl...
21/11/2025

De encontros, reencontros, sabores, cores, aromas, chuvas, texturas, ternuras, em cada esquina dessa cidade, cabia o planeta. O chanceler alemão não cabia. Já foi tarde. E eu, indo cedo demais. Quero voltar. Até daqui a pouco, Belém.

É uma alegria e uma grande honra seguir por mais quatro anos no Board Executivo da World Futures Studies Federation (WFS...
12/11/2025

É uma alegria e uma grande honra seguir por mais quatro anos no Board Executivo da World Futures Studies Federation (WFSF) — uma rede global que há mais de 50 anos conecta futuristas, pesquisadores e educadores do mundo inteiro
Nossa missão?Usar o conhecimento sobre o futuro para transformar o presente.
A Federação já foi liderada por grandes nomes da história dos estudos do futuro — Eleonora Masini, Jim Dator, Richard Slaughter, Bertrand de Jouvenel, Johan Galtung, Fabienne Goux-Baudiment, Jennifer Gidley, entre tantos outros que deixaram um legado inspirador.
Criada sob a orientação da UNESCO nos anos 1970, a WFSF continua sendo o espaço onde a imaginação encontra a ciência, onde o pensamento crítico abraça a utopia, e onde nos perguntamos: que futuros queremos criar juntos?
Durante a 26ª Conferência Mundial de Estudos do Futuro, realizada na deslumbrante Cidade do Cabo, foi empossado o novo Board — com colegas incríveis e inspiradores:
Jan Berger, Luke van der Laan, Gabriele Rizzo e Zhao Cheng
Um grupo intergeracional e intercultural do qual tenho muito orgulho de fazer parte.
Nosso propósito é reconectar os estudos do futuro com suas raízes éticas, científicas e humanistas, fortalecendo pontes entre:
Estudos do Futuro (base acadêmica)
Foresight (aplicação prática em diversos setores)
Alfabetização em Futuros (desenvolvimento de habilidades e imaginação)
Antecipação Estratégica (transformar sinais do presente em criação de futuros)
Nesta nova fase, levo comigo dois grandes propósitos:
🔹 Levar as vozes jovens para dentro da Federação, abrindo espaço para diálogo, criatividade e experimentação.
🔹 Representar a força criativa do Sul Global — especialmente da América Latina — no centro das conversas sobre o futuro.
A WFSF vive um tempo bonito de renovação, e fazer parte desse movimento global — ao lado de pessoas que dedicam suas vidas a imaginar e construir futuros possíveis — é um privilégio e também uma grande responsabilidade.
Seguimos com imaginação ativa, responsabilidade planetária e coragem para agir.

O MUNDO NO LIMITE: O QUE REALMENTE IMPORTA?Amanhã vou participar do Horasis Global Meeting, que pela primeira vez aconte...
08/10/2025

O MUNDO NO LIMITE: O QUE REALMENTE IMPORTA?
Amanhã vou participar do Horasis Global Meeting, que pela primeira vez acontece em São Paulo. Horasis é um dos principais fóruns globais que reúnem empresários, CEOs, autoridades governamentais, investidores e especialistas que este ano está na sua 10ª edição.

O encontro reunirá líderes globais para refletir sobre o que realmente importa neste momento decisivo da humanidade — como podemos transformar incertezas em cooperação, inovação em equidade e mudança em resiliência.

Além de mim, o painel “World on the Brink: What Matters Now”, contará com a participação de:
Njideka Harry, Global Vice President, Ashoka (EUA)
Débora G. Masullo, Senior Partner, Impacta Sustainable Finance (Brasil)
Kauan Kartcheski Pereira, CEO, AgroHorizon (Brasil)
Gui Rangel, Lead Futurist, What The Future?! (Brasil)
Chair: Ralf Hirt, Founder & CEO, CovQ by 8W8 (EUA)

Como futurista e co-fundadora do The Millennium Project no Brasil há 25 anos, levarei à conversa a importância da imaginação coletiva e do letramento em futuros como forças de transformação diante dos desafios globais. O futuro exige mais do que especulações e distopias auto-realizáveis — exige coragem para imaginar e cooperar.

Endereço

Avenida Vereador José Diniz 1308
São Paulo, SP
04604-001

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Rosa Alegria Futurista posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Rosa Alegria Futurista:

Compartilhar