20/08/2026
E se a educação ajudasse a reconstruir nosso imaginário?
Vivemos um tempo em que o futuro parece ter encolhido.
Diante das crises e da imposição tecnológica, a predominância de narrativas distópicas vêm afetando não apenas a maneira como as novas gerações se relacionam com o futuro mas sua própria capacidade de imaginar e se mobilizar pelos futuros desejáveis.
Por que tantos jovens estão perdendo a capacidade de imaginar futuros desejáveis, e o que a escola pode fazer para reconstruir essa capacidade, tão natural do ser humano?
É essa a pergunta que quero colocar no centro da mesa “O Papel da Educação na Reconstrução do Imaginário Social”, que terei a alegria de mediar e conduzir no Brasil Futures Forum 2026, no Museu do Amanhã.
Vamos reunir perspectivas complementares da educação, da psicologia, da pesquisa social, da juventude e dos Estudos de Futuros para compreender as causas desse estreitamento de horizontes; mas, principalmente, para buscar caminhos.
Estarão comigo vozes diversas e potentes: Edu Valladares Marco Andreazzi Malu Criar Ferreira
Levarei alguns dados do estudo Da Futurofobia à Futurotopia. Diante do medo e da incerteza, precisamos retomar o que é nosso: o espaço da imaginação que é uma dávida com a qual só os seres humanos foram dotados. Não para escapar da realidade, mas para enxergar além dela. Imaginação é luz que ilumina o porvir.
E se a escola pudesse ser também um lugar para reencantar o mundo, ampliar o que nos é possível (e ainda não visto) e fazer nascer um novo imaginário social?
Quem estiver no Rio, venha participar dessa conversa conosco.
📍 Museu do Amanhã | Rio de Janeiro
📅 24 de agosto
🕦 11h30
Brasil Futures Forum 2026