10/10/2017
Hoje além da "POUPANÇA" muitos tem buscado investir em "FUNDOS DE RENDA FIXA" porém será que todos sabem das "entrelinhas" que dificilmente são falados pros clientes na hora da contratação? A seguir postarei algumas informações sobre essas "armadilhas" que caímos quando pensamos em investir nesse modelo de RENDA FIXA:
Custos e taxas
Os fundos cobram uma taxa de administração anualmente, acompanhada muitas vezes também de uma taxa de performance, abatida diretamente da rentabilidade obtida. Esse é um custo em que se deve ter muita atenção, pois pode comprometer diretamente os rendimentos conseguidos e fazer o investidor ganhar menos dinheiro.
O valor mais adequado para taxas de administração em fundos de renda fixa deve ser de, no máximo, algo em torno de 1% ao ano. Na hora de avaliar os fundos, lembre-se de analisar qual é a rentabilidade líquida dos mesmos, ou seja, quando ele rende já descontando a taxa de administração cobrada.
Tributação
Os fundos de investimentos têm uma forma de tributação bem característica chamada de come-cotas. Elas incidem sobre o capital investido a cada seis meses (normalmente em maio e novembro) já descontando diretamente do fundo o imposto sobre os rendimentos do período, a uma alíquota de 15%. O imposto come-cotas funciona “reduzindo” pouco a pouco as cotas do investidor no fundo, interferindo assim na rentabilidade do mesmo. Além disso, no momento do resgate de capital, poderá existir a cobrança de um adicional, caso o imposto de renda do investimento se enquadre esteja em outra faixa de tributação.
Ausência de Garantia
Diferentemente de outros papéis em renda fixa, o dinheiro aplicado em fundos de investimento não possuem a garantia do FGC – Fundo Garantidor de Crédtios. Isso acontece porque os fundos não são um investimento em si, mas sim uma “cesta” com vários diferentes investimentos de origens diversas. Porém a falta de cobertura pelo FGC pode não significar tanto assim, pois em caso de problemas o patrimônio do fundo estará em separado.
Mesmo que o gestor venha à falência, os recursos dos investidores ficarão sob os cuidados do custodiante, sem se misturar. Em caso de quebra de alguma dessas instituições, os recursos também podem ser transferidos para outro banco administrador, e as operações podem continuar normalmente.
Fonte: http://londoncapital.com.br
Espero ter agregado conhecimento a meus amigos e clientes!
Boa tarde a todos!