ÓGUI Consultoria em Governança e Gestão da Sustentabilidade

Os riscos ambientais dominam o ranking global há mais de uma década. Eventos climáticos extremos, perda de biodiversidad...
19/03/2026

Os riscos ambientais dominam o ranking global há mais de uma década. Eventos climáticos extremos, perda de biodiversidade e crises ambientais passaram a figurar de forma recorrente entre os principais riscos para a economia global — como mostram as edições sucessivas do Global Risks Report.

Para as empresas, isso marca uma mudança estrutural: sustentabilidade deixou de ser agenda paralela e passou a influenciar diretamente gestão de riscos, investimentos e competitividade.

Na ÓGUI, acompanhamos essa transição de perto ao longo dos últimos anos, apoiando empresas na tradução dessa agenda em decisões estratégicas.

Aproveite e baixe o e-book "Megatendências de Sustentabilidade para 2026". Um material profundo focado na execução estratégica e nos gargalos que separam o discurso da prática na iniciativa privada no link da bio.

Empresas do agro operam em ciclos biológicos. Plantio, desenvolvimento, colheita, processamento e comercialização não se...
04/03/2026

Empresas do agro operam em ciclos biológicos. Plantio, desenvolvimento, colheita, processamento e comercialização não seguem a lógica do calendário fiscal tradicional.

Quando o relatório não considera essa dinâmica:
• o risco parece genérico;
• a materialidade perde precisão;
• a conexão ESG–financeiro se enfraquece.

O benchmark que fizemos mostra que ainda há inconsistências na forma como essa lógica é refletida nos relatórios.

Ano safra exige:
– análise de risco alinhada ao ciclo produtivo real;
– integração entre dados operacionais e financeiros;
– clareza sobre governança em momentos críticos da safra.

Comunicar resiliência exige precisão.
📘 O e-book detalha essa estrutura técnica, acesse através do link na bio.

Fórum Crea-SP – Visão ESG: O Papel da Engenharia na Resiliência dos Negócios A ÓGUI Consultoria tem o prazer de apoiar a...
13/02/2026

Fórum Crea-SP – Visão ESG: O Papel da Engenharia na Resiliência dos Negócios

A ÓGUI Consultoria tem o prazer de apoiar a divulgação de uma iniciativa que promoverá o diálogo estratégico sobre o futuro dos negócios sustentáveis a partir da perspectiva das engenharias.

📅 Data: 26 de março de 2026
🕗 Horário: 08h30 – 13h00
📍 Local: Auditório CREA-SP Angélica, São Paulo – SP

O Fórum CREA-SP – Visão ESG, é uma realização do CREA-SP e curadoria da querida Onara Lima e reunirá lideranças setoriais para debater os cenários econômicos e sua integração com práticas ESG, destacando o papel essencial da engenharia na construção de negócios resilientes e inovadores.

Será um espaço de troca qualif**ada, com foco em estratégias que impulsionam a transição para modelos sustentáveis na prática.

🔗 Participe deste encontro e fortaleça sua visão sobre como a engenharia pode escalar a inovabilidade e gerar impacto positivo nos negócios e na sociedade.

Materialidade é o processo que ajuda a transformar a agenda ESG em prioridades claras e executáveis.Em empresas com oper...
05/02/2026

Materialidade é o processo que ajuda a transformar a agenda ESG em prioridades claras e executáveis.

Em empresas com operações complexas e múltiplas demandas regulatórias, a materialidade cumpre um papel muito prático: apoiar equipes na decisão sobre onde concentrar esforços, indicadores e recursos, com base em impactos reais, riscos e expectativas dos stakeholders.

Na ÓGUI, o processo de materialidade é conduzido de forma estruturada e aplicada, combinando:
• análise de contexto regulatório e setorial;
• mapeamento dos impactos ao longo da operação;
• escuta de stakeholders internos e externos;
• avaliação de severidade e probabilidade dos impactos.

Esse foi o caminho seguido pelo Grupo OCQ, um dos maiores grupos empresariais do setor químico da América Latina. Com 23 empresas atuando em diferentes segmentos da indústria química, o grupo atende múltiplos mercados e perfis de clientes, com operações distribuídas e elevada complexidade regulatória e operacional.

Nesse contexto, o processo de materialidade resultou em uma base sólida para orientar:
• a priorização da agenda ESG;
• a definição e revisão de indicadores;
• o planejamento de metas;
• a preparação para o reporte em sustentabilidade.

“Conduzimos o processo de Dupla Materialidade para orientar a estratégia ESG do Grupo OCQ, baseando-nos em evidências e na escuta qualif**ada de stakeholders. Os resultados conferiram clareza e robustez às prioridades, aprofundando a avaliação de impactos e riscos financeiros, além de fortalecer o direcionamento estratégico do negócio.” Túlio Soares - Especialista em ESG no Grupo OCQ

O principal ganho do processo é a clareza operacional: o que precisa ser gerenciado, monitorado e comunicado — e por quê.

Materialidade não adiciona complexidade.
Ela organiza.

IFRS S1 e S2: nova oportunidade para se preparar antes da obrigatoriedadeOs novos padrões internacionais de reporte em s...
12/01/2026

IFRS S1 e S2: nova oportunidade para se preparar antes da obrigatoriedade

Os novos padrões internacionais de reporte em sustentabilidade já estão redefinindo a forma como empresas identif**am, avaliam e comunicam riscos e oportunidades ESG.

Após o grande interesse na primeira edição, a ÓGUI abre uma nova oportunidade voltada a quem precisa compreender, de forma prática, o que muda com o IFRS S1 e S2 — e como se preparar desde já.

21 de janeiro, às 11h

Conteúdo aplicado, com visão estratégica e técnica
O IFRS será mandatório. A preparação começa agora.

Inscrições até 19/jan. Vagas limitadas.
Faça agora sua inscrição!

2026 começa com a força de decisões estratégicas, transparência e visão de futuro.Avançamos para um ano em que governanç...
01/01/2026

2026 começa com a força de decisões estratégicas, transparência e visão de futuro.
Avançamos para um ano em que governança, sustentabilidade e geração de valor caminham lado a lado.

Seguimos ao lado de organizações que desejam estruturar caminhos sólidos, ampliar impacto e elevar sua maturidade em gestão ESG.

Feliz 2026.

ÓGUI Consultoria

Nos últimos anos, o ESG consolidou-se como um pilar relevante da gestão empresarial. Mais do que uma resposta a pressões...
22/12/2025

Nos últimos anos, o ESG consolidou-se como um pilar relevante da gestão empresarial. Mais do que uma resposta a pressões externas, ele reflete a necessidade das organizações de lidar, de forma estruturada, com riscos, oportunidades e decisões que impactam diretamente a perenidade dos negócios.

Na prática, não se trata de perda de relevância, mas de integração do ESG à estratégia central das empresas. Temas ambientais, sociais e de governança deixaram de ser iniciativas paralelas e passaram a orientar decisões sobre investimentos, operações, cadeia de valor e governança — com impacto direto no desempenho e na competitividade.

A gestão de riscos climáticos ilustra esse avanço. Empresas mais maduras incorporam a análise de eventos extremos, exposição regulatória e impactos na cadeia de suprimentos às variáveis financeiras tradicionais, fortalecendo resiliência, continuidade operacional e capacidade de adaptação.

Esse movimento também alcança a governança corporativa. Sustentabilidade, compliance e gestão de riscos tornam-se dimensões integradas do planejamento estratégico, permitindo respostas mais ágeis a crises, mudanças regulatórias e transformações do mercado.

Na ÓGUI, apoiamos empresas na tradução desse novo estágio do ESG em estratégia prática, conectando clima, governança e desempenho financeiro.
Atuamos na construção de jornadas estratégicas que reduzem riscos, orientam decisões e preparam organizações para a fase da implementação.

Quer evoluir o ESG da sua empresa do discurso para a estratégia? Converse com a ÓGUI e descubra como transformar riscos e exigências climáticas em vantagem competitiva e visão de longo prazo.

Levar à liderança empresarial uma leitura estratégica da COP do clima — traduzindo decisões globais em impactos reais, r...
19/12/2025

Levar à liderança empresarial uma leitura estratégica da COP do clima — traduzindo decisões globais em impactos reais, riscos concretos e oportunidades de negócio — é essencial para quem precisa tomar decisões hoje com visão de longo prazo.

A COP do clima não é apenas um espaço de negociação entre países. É o principal fórum global onde se definem direções em relação a transição energética e que afetam diretamente empresas, mercados e estratégias corporativas.

A ÓGUI participa das COPs do clima desde o Acordo de Paris (há 10 anos) porque entende que clima é, sobretudo, agenda de negócio. Estar presente signif**a antecipar tendências regulatórias, compreender riscos emergentes e transformar decisões globais em caminhos práticos para o setor privado. Nossa atuação conecta estratégia climática, ESG e visão de futuro.

A partir dessa experiência, estruturamos uma palestra executiva pós-COP30, com foco em:
• Os impactos da COP30 para o setor empresarial;
• A leitura estratégica dos seus resultados e desdobramentos;
• Tendências que afetam finanças, operações, cadeia de valor e governança;
• A preparação das empresas para a fase de implementação;
• Caminhos práticos para transformar riscos climáticos em estratégia de negócio.

Quer levar essa análise qualif**ada para sua empresa, seu comitê, conselho ou evento?

Fale com a ÓGUI e conheça nossas palestras executivas pós-COP30, em formato presencial ou online com agenda aberta para janeiro e fevereiro.

IFRS S1 e S2 ainda geram muitas dúvidas entre profissionais de RI, controladoria e sustentabilidade. Preparamos um guia ...
17/09/2025

IFRS S1 e S2 ainda geram muitas dúvidas entre profissionais de RI, controladoria e sustentabilidade. Preparamos um guia rápido com as perguntas mais comuns e respostas objetivas para ajudar você a entender o que realmente muda.

1. A adoção é obrigatória?
➡️ Não. O ISSB não tem poder regulatório. A obrigatoriedade depende de cada jurisdição. Entretanto, no Brasil, a CVM já tornou compulsório para empresas de capital aberto, emissores de títulos de dívida e companhias securitizadas, a partir de 2026.

2. Como f**a a materialidade?
➡️ Diferente da CSRD/ESRS, o foco do IFRS é no que é financeiramente relevante para investidores, credores e financiadores, e por isso é fundamental ter uma materialidade elaborada a partir da metodologia de dupla materialidade (financeira e de impacto).

3. O que signif**a "IFRS adotado pela UE"?
➡️ São os padrões do IASB (International Sustainability Standards Board) endossados pela União Europeia, com eventuais adaptações locais para empresas que precisam reportar sustentabilidade com atuação no mercado europeu.

4. Quais os primeiros passos para adoção?
➡️ Fazer um checklist de aderência, revisar governança, envolver controladoria, RI e sustentabilidade, e mapear áreas mais afetadas na transição.

O que parece apenas produção de relatório ou um assunto extremamente técnico é, na verdade, uma mudança profunda na forma como empresas integram finanças, governança e sustentabilidade no seu processo de gestão e não necessariamente só comunicação.

A ÓGUI Consultoria acompanha de perto a evolução regulatória e já apoia empresas brasileiras na transição para os novos padrões IFRS S1 e S2.

Agora é com você. Sua empresa já começou a se preparar para o primeiro ciclo de reporte ESG sob o IFRS? Conta para a gente!

A ÓGUI na NYCW 2025A New York Climate Week é uma das maiores e mais importantes semanas do clima do mundo. com mais de 9...
16/09/2025

A ÓGUI na NYCW 2025

A New York Climate Week é uma das maiores e mais importantes semanas do clima do mundo. com mais de 900 eventos acontecendo simultaneamente, debatendo sobre clima e sustentabilidade. Pelo segundo ano consecutivo a ÓGUI realiza um workshop dentro da programação oficial do evento, reafirmando nosso compromisso, tanto de participação, como de compartilhamento de experiências do protagonismo brasileiro na agenda climática.
Realizaremos o Workshop “IFRS S1 e S2 – Integrando estratégia climática à gestão financeira” no dia 23/09 que será conduzido pela nossa CEO Velma Gregório.

Serviço:
Workshop Driving IFRS S1 S2
Data: 23/09
Horário: 10h às 12h
Local: We Work – 450 Lexington 45th Street New York NY 10017

📌 Se você participará da NYCW, inclua na sua programação presencial.

🔗 Inscreva-se aqui: link na bio

O que muda com os novos padrões IFRS S1 e S2O mundo corporativo está entrando em uma nova fase de reporte. Com a entrada...
12/09/2025

O que muda com os novos padrões IFRS S1 e S2

O mundo corporativo está entrando em uma nova fase de reporte. Com a entrada em vigor dos padrões IFRS S1 e S2, elaborados pelo ISSB, as empresas brasileiras precisarão adaptar seus processos de governança, finanças e sustentabilidade para atender a uma lógica muito mais integrada de disclosure.

IFRS S1 estabelece requisitos gerais para o reporte de informações de sustentabilidade, garantindo comparabilidade, consistência e confiabilidade nos dados divulgados.
IFRS S2 foca especif**amente em riscos e oportunidades climáticas, alinhado às recomendações da TCFD.

O que isso signif**a na prática?
• A Controladoria precisará integrar métricas não financeiras no mesmo nível de qualidade e auditoria das informações financeiras.
• As áreas de Finanças e RI terão de explicar de forma clara ao mercado como eventos climáticos impactam fluxos de caixa, valuation e acesso a capital.
• A Sustentabilidade deixa de ser periférica: passa a ser fonte essencial de dados estratégicos, exigindo governança robusta entre áreas.

Principais mudanças que os gestores devem observar:
1. Obrigatoriedade de integração: os relatórios financeiros e de sustentabilidade não podem mais caminhar em paralelo;
2. Cenários climáticos: empresas terão de simular impactos de diferentes trajetórias de aquecimento global sobre suas operações.
3. Materialidade dupla: além dos impactos financeiros, as empresas devem evidenciar também como suas atividades afetam clima, sociedade e ambiente.
4. Pressão regulatória: no Brasil, a CVM já sinalizou convergência regulatória via resoluções 193 e 227, tornando o cumprimento inevitável.
Mais do que atender a uma norma, essa transição abre espaço para um novo tipo de gestão de riscos e oportunidades.

No final, quem sair na frente não apenas estará em conformidade, mas também construirá vantagem competitiva em acesso a capital, confiança de investidores e resiliência de longo prazo

Já começou a avaliar como sua empresa vai se preparar para o primeiro ciclo de reporte ESG sob IFRS S1 e S2?

A ÓGUI Consultoria é referência no assunto e pode guiar sua empresa nesse processo. Fale com nossos especialistas.

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