14/02/2026
Antes de ser chamado de o maior investidor do mundo, Warren Buffett era só um garoto comum.
Vendia chicletes.
Vendia Coca-Cola.
Vendia amendoins de porta em porta.
Ninguém olhava para aquele adolescente e pensava em Wall Street.
Muito menos em alguém capaz de superar os maiores nomes do mercado.
Enquanto os outros gastavam o que ganhavam, ele fazia algo estranho para a idade:
lia relatórios financeiros.
estudava empresas.
pensava em longo prazo.
Aos 11 anos comprou suas primeiras ações.
Aos 14, já tinha dinheiro suficiente para comprar um terreno.
E decidiu investir de um jeito que quase ninguém entendia.
Ele aprendeu com Benjamin Graham que investir não era sobre emoção ou apostas — era sobre método, paciência e disciplina.
O tempo fez o resto.
Décadas depois, aquele garoto virou o nome por trás da Berkshire Hathaway, um império que ultrapassou US$ 1 trilhão e ainda influencia mercados no mundo inteiro.
No fim, a história nunca foi sobre começar rico.
Foi sobre começar pequeno… e pensar diferente do senso comum quando ninguém estava olhando.
Enquanto muitos esperam o “momento perfeito”,
ele começou vendendo chicletes.