26/09/2025
Pela terceira vez consecutiva, o Copom manteve a Selic em 15% a.a., uma decisão amplamente esperada, mas acompanhada de uma comunicação mais hawkish do que o mercado previa.
O Banco Central reforçou a cautela ao manter sua projeção de inflação em 3,4%, dar pouco peso à melhora recente do câmbio e sinalizar que juros elevados por período prolongado ainda são necessários para garantir o cumprimento da meta.
Com isso, diminuem as apostas de corte já em dezembro e aumentam as dúvidas sobre o ritmo da política monetária à frente, em um cenário que afeta diretamente o crédito, os investimentos e a atratividade da renda fixa no país.
Entenda os desdobramentos dessa decisão e o que pode vir pela frente com a análise de Laura Moraes, economista da Neo.