Vitória Intermediação de Negócios Ltda

Vitória Intermediação de Negócios Ltda Somos uma corretora associada à BBM - Bolsa Brasileira de Mercadorias, com mais de 30 anos de atua? Palavras valem muito para nós. Nosso foco é o cliente.

Somos uma corretora associada à BBM - Bolsa Brasileira de Mercadorias, com mais de 30 anos de atuação no mercado de algodão em Pluma. Carregamos no nosso "DNA" a tradição das negociações no "fio do bigode". "Idéia de Preço", "Oferta firme", "Fechado". Nossos clientes sabem como é trabalhar com a Vitória. Trabalhamos com a "oferta na mão" e numa negociação buscamos as melhores soluções para todas a

s partes. Fundada nos anos 80 por João Fernando Seren Garcia e Shunhiti Hoshiba como Vitória Corretora de Mercadorias, passaram também pelo nosso time diversos corretores que muito contribuíram para os nossos negócios, como Lúcio Yamasita, Jorge Lubos entre outros. Hoje a mesma Vitória Corretora é a Vitória Intermediação de Negócios. E o nosso time é composto por Ronald Lino e Marcelo Hoshiba nas negociações, fechamentos e informações de mercado e Natalina Assaf na operação e backoffice.

09/06/2020

https://www.cepea.esalq.usp.br/images/algodao/informativos/20200609rel_algodao_1019.pdf

21/05/2020

Memorial dedicado à história de cada uma das vítimas do coronavírus no Brasil

15/05/2020

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07/05/2020
06/05/2020

EXCLUSIVO: METADE DA INDÚSTRIA TÊXTIL JÁ DEMITIU E 59% NÃO CONSEGUEM TER ACESSO A CRÉDITO

Por André Ítalo Rocha

São Paulo, 06/05/2020 - Um dos setores da economia que mais sentiram o fechamento de lojas causado pela pandemia do novo coronavírus, a indústria têxtil e de confecção registrou demissões em pelo menos metade das empresas no Brasil. É o que aponta pesquisa feita pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções (Abit), realizada na semana passada, entre os dias 27 e 30 de abril, um pouco mais de um mês depois do início das medidas de isolamento social em vários Estados e municípios.

Segundo o levantamento, 52% das companhias já demitiram em razão da crise causada pela pandemia. Por enquanto, a maior parte das empresas está entre as que menos demitiram. Em 44% delas, as demissões atingiram até 5% dos trabalhadores. Em 19%, os cortes afetaram entre 6% e 10% dos funcionários. Em outras 19%, algo entre 11% e 15% dos colaboradores foram demitidos. Nas demais, os cortes atingiram mais de 16% dos trabalhadores, sendo que em 4% delas pelo menos 41% dos funcionários foram demitidos.

As demissões, contudo, não são o recurso mais utilizado pelas empresas para enfrentar a crise. De acordo com a pesquisa, 80% recorreram ao chamado home office - regime de trabalho em que o funcionário trabalha de casa. Além disso, cerca de 70% também anteciparam férias, 57% recorreram ao banco de horas e 54% promoveram férias coletivas.

A pesquisa também mostra uma adesão de 61% das empresas a reduções de jornadas e salários na mesma proporção, como prevê a Medida Provisória adotada pelo governo federal, com duração de três meses. Na avaliação do presidente da Abit, Fernando Pimentel, sem essa medida, as empresas teriam demitido mais. Ele estima que a maior parte das companhias, em vez de ter cortado até 5% dos colaboradores, teria demitido quatro vezes mais. "O estrago teria sido muito maior", disse.

Pimentel, aliás, acredita que muito provavelmente a medida do governo terá de ser prorrogada, pois, mesmo que haja flexibilização do isolamento social, as empresas não voltarão a produzir a todo v***r. Segundo ele, se o Estado de São Paulo - onde estão 46% das empresas do setor - começar a sair da quarentena no dia 11 de maio, como prometeu o governador João Doria (PSDB), o ritmo de produção, em junho, voltaria em 30% do considerado normal e chegaria ao fim do ano em cerca de 75%.

Pelas contas da Abit, a atividade do setor deve terminar 2020 com uma queda de 10% em relação a 2019. "Portanto, é razoável supor, mas não desejável, que cerca de 10% das empresas não consigam terminar o ano", disse o presidente da associação, em referência às companhias que podem falir antes do fim de 2020, em razão das dificuldades financeiras causadas pela crise. Hoje, 63% das empresas afirmam que houve diminuição de mais de 50% nos pedidos.

Para amenizar a situação, Pimentel defende uma melhora das condições de crédito, para que as empresas possam ter acesso a financiamento para capital de giro. Segundo a pesquisa, 76% das companhias do setor procuraram os bancos para obter crédito e 59% delas não tiveram suas demandas atendidas. As garantias exigidas pelos bancos foram consideradas excessivas pela maioria das empresas, segundo o levantamento.

O presidente da Abit reconhece que o risco da economia aumentou e os bancos, em lugar nenhum do mundo, atuam de forma anticíclica. Portanto, sugere que um fundo de garantia seja criado para que o risco seja reduzido e o crédito seja destravado. "Esse dinheiro precisa chegar na ponta para que as empresas tenham condições de honrar seus compromissos", disse Pimentel.

Para ele, a única linha que tem funcionado é a que foi criada para empresas com faturamento anual de até R$ 10 milhões, para financiar salário de até dois salários mínimos, durante dois meses, com juro igual à taxa Selic, 36 meses de prazo e seis meses de carência. "Nenhuma outra linha chegou para dar suporte às empresas com faturamento superior a R$ 10 milhões", afirmou. "O crédito está empoçado. Se não destravar o crédito, vamos assistir a uma quebradeira geral", disse.

05/05/2020

cepea

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