Auro Capital

Auro Capital Ajudamos a construir a Segurança Financeira de longo prazo dos nossos clientes.

✨ Boas Festas! ✨Ao encerrar mais um ano, a Auro Capital agradece a confiança de cada cliente que caminhou conosco.Foram ...
24/12/2025

✨ Boas Festas! ✨

Ao encerrar mais um ano, a Auro Capital agradece a confiança de cada cliente que caminhou conosco.
Foram meses de decisões, aprendizados e construção — sempre com foco no que realmente importa: o seu futuro.

Que este novo ciclo traga equilíbrio, prosperidade e novas oportunidades.
Seguimos juntos em 2026, com visão de longo prazo, responsabilidade e compromisso com cada escolha.

Desejamos a você e à sua família boas festas e um Ano Novo de realizações.

🤍 Auro Capital

Novembro/25: Cenário global mais favorável e boa valorização de ativos brasileiros. No mês de novembro foi encerrado o s...
15/12/2025

Novembro/25: Cenário global mais favorável e boa valorização de ativos brasileiros.

No mês de novembro foi encerrado o shutdown do governo americano que durou mais de 40 dias. O episódio gerou perdas relevantes para a economia e atrasou a divulgação de diversos indicadores. Com a normalização do calendário de dados, ficou mais claro que a economia dos Estados Unidos segue resiliente, embora em um ritmo de crescimento mais moderado. O mercado de trabalho continuou apresentando sinais graduais de arrefecimento, em linha com o processo de desaceleração observado nos últimos meses.

O principal destaque segue sendo o setor de tecnologia, especialmente nas áreas ligadas à inteligência artificial. Apenas em 2025, os investimentos das grandes empresas do setor se aproximam de meio trilhão de dólares, sustentando o desempenho de segmentos específicos da economia. Ainda assim, o mercado acionário americano apresentou desempenho praticamente estável no mês, com alta de apenas 0,1%.

O banco central americano tem reforçado sua preocupação com o enfraquecimento do mercado de trabalho e tratado a inflação acima da meta como um fenômeno transitório. Esse diagnóstico sustenta a expectativa de continuidade do ciclo de cortes de juros, ainda que as próximas decisões dependam da evolução dos dados econômicos. No campo fiscal e comercial, o governo americano reduziu tarifas sobre diversas commodities, com o objetivo de aliviar pressões de preços no consumo, movimento que beneficiou as exportações brasileiras, especialmente de café e carne.

Na Europa, os dados mais recentes apontaram recuperação da atividade econômica em um ambiente de inflação controlada. Esse cenário trouxe maior otimismo para os mercados, com as bolsas europeias registrando valorização de 1,3% no mês. A melhora da atividade na região contribuiu para um quadro global mais construtivo, marcado por crescimento sustentado, inflação sob controle e baixa probabilidade de uma desaceleração abrupta nos Estados Unidos — combinação historicamente favorável para os mercados acionários. Continue lendo pelo link na bio.

O mês de outubro começou com forte volatilidade, influenciada pelas negociações comerciais entre Estados Unidos e China....
19/11/2025

O mês de outubro começou com forte volatilidade, influenciada pelas negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Ao longo do mês, porém, houve avanços relevantes na redução de tarifas e na flexibilização de itens estratégicos, como terras raras, agronegócio e semicondutores. Os dois países também estabeleceram um prazo de 12 meses para novas rodadas de negociação, o que reduziu o risco de uma escalada na disputa comercial, trazendo um ambiente global mais favorável. Como resultado, as bolsas internacionais tiveram desempenho positivo: o S&P 500 avançou 2,3% e o índice de mercados emergentes subiu 4,1%.

Nos Estados Unidos, o governo seguiu em paralisação parcial (“shutdown”), limitando a divulgação de dados oficiais e aumentando as especulações sobre os próximos passos do banco central americano (Fed). A atividade econômica permanece aquecida, impulsionada por setores ligados à inteligência artificial, mas a geração de empregos ainda não mostra tendência clara de recuperação. A inflação segue acima da meta, mostrando impactos em itens de consumo que sofreram com tarifas de importação. O Fed reduziu os juros em 0,25%, conforme esperado, mas o mercado passou a apostar em maior cautela nas próximas decisões, diminuindo a probabilidade de novos cortes no curto prazo. Há também pressões políticas na administração Trump, com várias prefeituras importantes tendo candidatos democratas vitoriosos nas últimas eleições.

Na Europa, o cenário é de estabilização. Há sinais mais firmes de recuperação da atividade econômica e riscos menores de inflação, indicando um ciclo de manutenção de juros no médio prazo. A bolsa europeia encerrou o mês com alta de 0,6%.

No Brasil, o Banco Central manteve a taxa Selic em 15% ao ano e reforçou uma comunicação firme, indicando que os juros devem permanecer elevados por um período prolongado. Ainda assim, dados recentes — como inflação mais comportada e desaceleração do PIB — levaram o mercado a antecipar expectativas de queda da Selic para o início do próximo ano. O índice Bovespa se valorizou 2,3% no mês… Continue lendo através do link na Bio.

Setembro/25: Queda de juros americanos geram ganhos em bolsas globais    Nos Estados Unidos, as decisões do Federal Rese...
16/10/2025

Setembro/25: Queda de juros americanos geram ganhos em bolsas globais

Nos Estados Unidos, as decisões do Federal Reserve (Fed) seguem no centro das atenções dos mercados. O banco central americano enfrenta um cenário desafiador, ao tentar equilibrar seus dois objetivos principais: controlar a inflação e sustentar o nível de emprego.
De um lado, o aumento das tarifas de importação e a resiliência da economia americana elevam o risco inflacionário. De outro, o mercado de trabalho tem mostrado ritmo mais fraco na geração de novos empregos. Diante desses fatores, o Fed tem se mostrado mais tolerante com uma inflação um pouco acima da meta, optando por iniciar antecipadamente o ciclo de redução de juros. O mercado projeta agora cinco cortes de 0,25 p.p. ao longo dos próximos meses.
Esse movimento de afrouxamento monetário tem provocado enfraquecimento do dólar e rebalanceamento dos fluxos globais de investimento, beneficiando mercados emergentes e bolsas fora dos Estados Unidos. No Brasil, o Ibovespa avançou 3,4% em setembro.
Na Europa, a atividade econômica vem se fortalecendo, sustentada pelo consumo, pelos investimentos e por uma política fiscal mais expansionista. Os gastos de defesa e o novo orçamento da Alemanha já produzem efeitos positivos, e a reconstrução futura da Ucrânia, assim que as condições políticas permitirem, tende a acrescentar novo impulso à região.
A China também tem apresentado desempenho melhor que o esperado, mostrando capacidade de adaptação às novas barreiras tarifárias impostas pelo governo americano. O crescimento econômico se estabilizou e as ações chinesas acumulam ganhos expressivos no ano, contribuindo para um ambiente global mais construtivo, apesar dos riscos associados ao alto endividamento público em diversas economias desde a pandemia.
No Brasil, o foco recente permaneceu no campo político, com o julgamento do ex-presidente Bolsonaro e as disputas entre o Executivo e o Congresso. A questão fiscal, no entanto, continua sem a devida prioridade: os gastos e benefícios vêm aumentando, sem medidas estruturais para conter despesas ou melhorar a eficiência do Estado. Como resultado, as taxas de juros de longo prazo permanecem elevadas, desestimulando o investimento produtivo.
O crescimento do PIB e a inflação seguem em trajetória de desaceleração, reflexo da política monetária restritiva mantida pelo Banco Central. A principal dúvida agora é quando se iniciará o ciclo de queda da Selic.
Apesar do avanço recente da bolsa brasileira, entendemos que esse movimento foi impulsionado principalmente pelo ambiente internacional, e não por fundamentos domésticos. As disputas políticas e a falta de avanços na agenda fiscal continuam limitando uma recuperação mais consistente da economia local. Mantemos, portanto, uma postura cautelosa, concentrando as alocações de maior risco em ativos internacionais e sempre de forma alinhada ao perfil e aos objetivos de cada cliente.

Nos Estados Unidos, as decisões do Federal Reserve (Fed) seguem no centro das atenções dos mercados. O banco central americano enfrenta um cenário desafiador, ao tentar equilibrar seus dois objetivos principais: controlar a inflação e sustentar o nível de emprego. De um lado, o aumento das ta...

Setembro/25: Queda de juros americanos geram ganhos em bolsas globais    Nos Estados Unidos, as decisões do Federal Rese...
16/10/2025

Setembro/25: Queda de juros americanos geram ganhos em bolsas globais

Nos Estados Unidos, as decisões do Federal Reserve (Fed) seguem no centro das atenções dos mercados. O banco central americano enfrenta um cenário desafiador, ao tentar equilibrar seus dois objetivos principais: controlar a inflação e sustentar o nível de emprego.
De um lado, o aumento das tarifas de importação e a resiliência da economia americana elevam o risco inflacionário. De outro, o mercado de trabalho tem mostrado ritmo mais fraco na geração de novos empregos. Diante desses fatores, o Fed tem se mostrado mais tolerante com uma inflação um pouco acima da meta, optando por iniciar antecipadamente o ciclo de redução de juros. O mercado projeta agora cinco cortes de 0,25 p.p. ao longo dos próximos meses.
Esse movimento de afrouxamento monetário tem provocado enfraquecimento do dólar e rebalanceamento dos fluxos globais de investimento, beneficiando mercados emergentes e bolsas fora dos Estados Unidos. No Brasil, o Ibovespa avançou 3,4% em setembro.
Na Europa, a atividade econômica vem se fortalecendo, sustentada pelo consumo, pelos investimentos e por uma política fiscal mais expansionista. Os gastos de defesa e o novo orçamento da Alemanha já produzem efeitos positivos, e a reconstrução futura da Ucrânia, assim que as condições políticas permitirem, tende a acrescentar novo impulso à região.
A China também tem apresentado desempenho melhor que o esperado, mostrando capacidade de adaptação às novas barreiras tarifárias impostas pelo governo americano. O crescimento econômico se estabilizou e as ações chinesas acumulam ganhos expressivos no ano, contribuindo para um ambiente global mais construtivo, apesar dos riscos associados ao alto endividamento público em diversas economias desde a pandemia. Continue lendo pelo link na Bio.

Agosto/25: Ótimo mês para os ativos financeiros    O mês de agosto trouxe resultados positivos para os ativos financeiro...
17/09/2025

Agosto/25: Ótimo mês para os ativos financeiros

O mês de agosto trouxe resultados positivos para os ativos financeiros, mesmo em um ambiente de forte turbulência econômica e política. Entre os principais pontos de atenção destacam-se: a polarização política com o julgamento do ex-presidente Bolsonaro, a continuidade das guerras no Oriente Médio e na Ucrânia, as negociações tarifárias em andamento e as intervenções do governo Trump junto ao Federal Reserve (Fed).

Nos Estados Unidos, a economia segue resiliente, com aceleração do PIB. Apesar disso, o mercado de trabalho tem mostrado sinais de enfraquecimento após revisões de dados de períodos anteriores. A inflação, por sua vez, ainda não reflete integralmente o impacto dos custos mais altos de importação, mas sofre pressão relevante do setor de serviços. Esse cenário aumenta a complexidade das decisões do Fed, que precisa equilibrar seu duplo mandato: controlar a inflação e sustentar o nível de empregos. O mercado, no entanto, reagiu com otimismo diante da expectativa de cortes mais rápidos de juros nos próximos meses, sustentando a atividade econômica e valorizando as ações. A Bolsa americana encerrou agosto em alta de 1,9%.

Na Europa e na China, o ambiente também foi mais positivo, com perspectivas de crescimento econômico no médio prazo. As bolsas subiram 3,2% e 4,9%, respectivamente.

No Brasil, o destaque foi a deflação de agosto, explicada por fatores pontuais, principalmente pela redução temporária nas tarifas de energia (impacto do bônus de Itaipu). Ao mesmo tempo, houve aceleração preocupante da inflação de serviços. O noticiário local seguiu dominado pelas disputas tarifárias e ideológicas com o governo Trump, além das especulações eleitorais sobre 2026. Esse contexto gerou um forte desempenho do mercado acionário, com o Ibovespa avançando 6,3% no mês.

Do lado monetário, o Banco Central manteve o tom cauteloso, reforçando que a taxa Selic deve permanecer elevada por um período prolongado. O consenso de mercado aponta início da queda dos juros apenas no primeiro trimestre de 2026.

A estratégia de investimentos da Auro Capital segue inalterada: mantemos alocação majoritária em renda fixa, aproveitando oportunidades pontuais de acordo com o perfil de cada cliente, sempre com foco em preservação e crescimento sustentável do patrimônio.

O mês de agosto trouxe resultados positivos para os ativos financeiros, mesmo em um ambiente de forte turbulência econômica e política. Entre os principais pontos de atenção destacam-se: a polarização política com o julgamento do ex-presidente Bolsonaro, a continuidade das guerras no Orient...

Julho/25: O Brasil no centro das disputas comerciais com os Estados Unidos    O início de julho trouxe uma surpresa rele...
19/08/2025

Julho/25: O Brasil no centro das disputas comerciais com os Estados Unidos

O início de julho trouxe uma surpresa relevante para o Brasil: o anúncio de um forte aumento tarifário por parte dos Estados Unidos. O que antes parecia um cenário estável — com tarifa de 10% sobre nossas exportações para o mercado americano — transformou-se em um caso excepcional, com motivações comerciais e políticas, ao se aplicar uma sobretaxa adicional de 40%. Com isso, a tarifa total chegou a 50%. Embora diversas exceções tenham sido anunciadas posteriormente, o impacto estimado ainda afeta cerca de metade do fluxo financeiro entre os dois países.

O mês também foi marcado por elevada polarização política, dificuldades na construção de uma resposta diplomática consistente e forte volatilidade nos mercados locais. No campo político, a aprovação do governo Lula chegou a subir pontualmente, mas retornou aos níveis anteriores. O Ibovespa encerrou julho com queda de 4,2%, enquanto os títulos indexados à inflação recuaram 0,8%.

O Comitê de Política Monetária manteve a Selic em 15% e sinalizou a intenção de preservar esse patamar elevado por um período prolongado. Apesar desse cenário de juros altos, não observamos aumento relevante de inadimplência ou recuperação judicial nas principais empresas que compõem os fundos de crédito privado pós-fixados em que investimos. A atividade econômica doméstica mostra sinais de desaceleração, a inflação segue em leve declínio e o mercado de trabalho permanece em níveis historicamente elevados.

No cenário internacional, os Estados Unidos avançaram de forma significativa em negociações comerciais, firmando acordos vantajosos com Japão, Coreia do Sul e União Europeia. Esses pactos preveem ajustes tarifários, redução de barreiras às exportações americanas e compromissos de investimento em território americano. Como resultado, a bolsa dos EUA subiu 2,2%, enquanto as bolsas europeias recuaram quase 2%.

Já o aguardado acordo entre EUA e China foi adiado, mas as conversas seguem com sinalização positiva de ambas as partes. A bolsa chinesa manteve sua trajetória favorável no ano, acumulando alta de 4,5% no mês.

Em relação às carteiras da Auro Capital, julho apresentou estabilidade para os perfis mais conservadores e moderados. Já as carteiras com maior exposição a risco tiveram desempenho ligeiramente abaixo do CDI. Mantemos uma postura cautelosa na alocação, priorizando renda fixa pós-fixada e aproveitando oportunidades pontuais em prefixados e títulos atrelados à inflação, especialmente aqueles com isenção de imposto de renda.

O início de julho trouxe uma surpresa relevante para o Brasil: o anúncio de um forte aumento tarifário por parte dos Estados Unidos. O que antes parecia um cenário estável — com tarifa de 10% sobre nossas exportações para o mercado americano — transformou-se em um caso excepcional, com mo...

Junho/25: Selic vai a 15% e juros altos por período prolongado. O mês de junho foi marcado por tensões geopolíticas e si...
17/07/2025

Junho/25: Selic vai a 15% e juros altos por período prolongado.

O mês de junho foi marcado por tensões geopolíticas e sinais mistos na economia global. Um breve confronto envolvendo Israel, EUA e alvos ligados ao programa nuclear do Irã gerou forte oscilação nos preços do petróleo, que acabou se estabilizando após uma resposta mais moderada do governo iraniano.

No campo comercial, houve uma pausa nas medidas tarifárias americanas, com o mercado aguardando o próximo pacote de anúncios previsto para 9 de julho. Até o momento, a inflação nos EUA segue relativamente estável, com impactos leves devido as tarifas, enquanto o dólar perdeu força frente a outras moedas globais, refletindo a expectativa de desaceleração.

O Federal Reserve mantém um discurso cauteloso, mas o mercado já precifica um possível corte de juros em setembro. Em paralelo, a aprovação de medidas que prorrogam tributação corporativa reduzida sem contrapartidas fiscais relevantes mantém as preocupações de longo prazo com a trajetória da dívida americana.

Apesar desses fatores, os ativos financeiros globais tiveram um desempenho positivo em junho: a bolsa americana subiu quase 5% e a renda fixa global teve alta de 1,75%

No cenário doméstico, o Banco Central elevou a Selic para 15% ao ano, sinalizando em seu comunicado que os juros deverão permanecer em níveis elevados por um período prolongado. A decisão reflete o aumento das incertezas fiscais, a persistência da inflação e os ruídos políticos em torno de aumentos de impostos — como o caso do IOF, que gerou atrito entre Executivo e Legislativo. Apesar do discurso de maior responsabilidade fiscal no Congresso, na prática, tem havido expansão de benefícios e isenções, elevando as projeções de endividamento público para os próximos anos.

Mesmo nesse ambiente desafiador, o desempenho dos ativos locais foi razoável: Bolsa e ativos atrelados à inflação ficaram ligeiramente acima do CDI e o dólar recuou fortemente, com queda de 4,4% no mês.

Na Auro, seguimos com uma estratégia mais conservadora, priorizando renda fixa pós-fixada e alocações pontuais em oportunidades táticas, sempre respeitando o perfil de risco de cada cliente. Em um cenário de juros elevados e incertezas políticas e fiscais, seguimos atentos para proteger o patrimônio e buscar ganhos mais consistentes.

Maio/25: Alívio nas negociações entre EUA e China trazem ganhos aos mercados    O mês de maio trouxe avanços importantes...
23/06/2025

Maio/25: Alívio nas negociações entre EUA e China trazem ganhos aos mercados

O mês de maio trouxe avanços importantes nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China, o que gerou bons ganhos aos mercados. A bolsa americana subiu 6,15%, impulsionada principalmente pelas ações de tecnologia que seguem surpreendendo com resultados consistentes e inovações em inteligência artificial.

Enquanto isso, as discussões fiscais seguem ganhando força no Congresso americano. O ponto de preocupação é a dívida pública que já vinha elevada há anos, mas era financiada com juros baixos. Depois da pandemia, esse quadro mudou — a dívida cresceu ainda mais e, agora, está sendo financiada a custos mais altos. A consequência tem sido a subida dos juros de longo prazo, impactando projetos futuros de investimento.

As tarifas mais altas impostas ao comércio internacional tendem a trazer dois efeitos principais na economia americana: inflação mais persistente e crescimento econômico mais fraco. Nesse cenário, o Federal Reserve deve manter os juros elevados por mais tempo, sem espaço para cortes no curto prazo.

No restante do mundo, o movimento tem sido o oposto. Diversas economias têm adotado medidas de estímulo e redução de juros para compensar o enfraquecimento do comércio internacional. Com isso, os mercados globais tiveram um bom desempenho em maio, com altas nas bolsas chinesa e europeias. O ouro, por sua vez, ficou estável após meses de ganhos consecutivos.

No Brasil, mesmo com a Selic ainda muito alta (14,75% ao ano), a atividade econômica continua surpreendendo positivamente. O crescimento do agronegócio, o aumento do consumo das famílias e a geração consistente de empregos ajudam a manter o ritmo. O problema continua sendo a inflação: as projeções seguem em patamares elevados para os próximos anos, o que deve levar o Banco Central a manter os juros altos por um período mais longo. Por outro lado, a tendência de queda do dólar pode ajudar a aliviar alguns preços internacionais e conter parte dessas pre…
Continue lendo acessando o link na bio…

Maio/25: Alívio nas negociações entre EUA e China trazem ganhos aos mercados    O mês de maio trouxe avanços importantes...
23/06/2025

Maio/25: Alívio nas negociações entre EUA e China trazem ganhos aos mercados

O mês de maio trouxe avanços importantes nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China, o que gerou bons ganhos aos mercados. A bolsa americana subiu 6,15%, impulsionada principalmente pelas ações de tecnologia que seguem surpreendendo com resultados consistentes e inovações em inteligência artificial.

Enquanto isso, as discussões fiscais seguem ganhando força no Congresso americano. O ponto de preocupação é a dívida pública que já vinha elevada há anos, mas era financiada com juros baixos. Depois da pandemia, esse quadro mudou — a dívida cresceu ainda mais e, agora, está sendo financiada a custos mais altos. A consequência tem sido a subida dos juros de longo prazo, impactando projetos futuros de investimento.

As tarifas mais altas impostas ao comércio internacional tendem a trazer dois efeitos principais na economia americana: inflação mais persistente e crescimento econômico mais fraco. Nesse cenário, o Federal Reserve deve manter os juros elevados por mais tempo, sem espaço para cortes no curto prazo.

No restante do mundo, o movimento tem sido o oposto. Diversas economias têm adotado medidas de estímulo e redução de juros para compensar o enfraquecimento do comércio internacional. Com isso, os mercados globais tiveram um bom desempenho em maio, com altas nas bolsas chinesa e europeias. O ouro, por sua vez, ficou estável após meses de ganhos consecutivos.

No Brasil, mesmo com a Selic ainda muito alta (14,75% ao ano), a atividade econômica continua surpreendendo positivamente. O crescimento do agronegócio, o aumento do consumo das famílias e a geração consistente de empregos ajudam a manter o ritmo. O problema continua sendo a inflação: as projeções seguem em patamares elevados para os próximos anos, o que deve levar o Banco Central a manter os juros altos por um período mais longo. Por outro lado, a tendência de queda do dólar pode ajudar a aliviar alguns preços internacionais e conter parte dessas pressões.

O governo segue tentando aumentar a arrecadação para lidar com o risco fiscal, mas algumas medidas, como o recente aumento do IOF, trouxeram distorções ao mercado. Outras propostas seguem em discussão no Congresso, em um ambiente político agitado e pouco eficiente, o que acaba gerando incertezas e volatilidade.

Na Auro, tivemos um mês positivo nos resultados das carteiras. Seguimos com uma postura conservadora, mas aproveitando oportunidades pontuais que possam agregar valor aos investimentos.

O mês de maio trouxe avanços importantes nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China, o que gerou bons ganhos aos mercados. A bolsa americana subiu 6,15%, impulsionada principalmente pelas ações de tecnologia que seguem surpreendendo com resultados consistentes e inovações em int...

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