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Saiba mais sobre opções para o gerenciamento de riscos acessando nosso link na Bio.
09/12/2022

Saiba mais sobre opções para o gerenciamento de riscos acessando nosso link na Bio.

A curva de juros é a remuneração paga pelos títulos públicos nos seus diversos prazos de vencimento, conhecida como taxa...
07/12/2022

A curva de juros é a remuneração paga pelos títulos públicos nos seus diversos prazos de vencimento, conhecida como taxa livre de risco (porque é o Governo quem garante)

É formada a partir da SELIC, que é a taxa média praticada pelos Bancos, no mercado de titulos, para o prazo de um dia. O Banco Central tem uma meta para essa taxa, definida pelo COPOM – Comitê de Política Monetária, que se reúne duas vezes por mês. A partir da meta, o BC opera no mercado de títulos públicos, de forma que o resultado da taxa SELIC fique em linha com ela.

A partir da SELIC são definidas as taxas para os outros prazos, pela negociação dos títulos e também pelo mercado futuro de juros na B3.

Papéis de empresas privadas, como debêntures, pagam mais que essa curva. A diferença é chamada de prêmio de risco.

A curva de juros normalmente é ascendente, ou seja, quanto maior o prazo, mais alto é o juro. Curvas invertidas, como a do mercado brasileiro hoje, acontecem em períodos de ajuste e desaceleração da economia, para combater a inflação
Quando a taxa sobe, o titulo cai, e vice-versa (nos CDBs corrigidos pelo CDI, isso não acontece porque a taxa se ajusta diariamente).

Também afeta as ações, porque o investidor projeta os ganhos futuros da empresa. Se o juro sobe, esses ganhos valem menos hoje, e a ação cai - por isso, normalmente, a bolsa e os juros têm movimentos contrários.

O câmbio também varia conforme a relação da curva de juros local e a da outra moeda. Quanto mais altos os juros de uma moeda em relação aos da outra, maior a sua cotação, e vice-versa!

Anúncios feitos pelo governo de transição estão repercutindo no mercado, causando volatilidade na bolsa e no dólar. O qu...
06/12/2022

Anúncios feitos pelo governo de transição estão repercutindo no mercado, causando volatilidade na bolsa e no dólar. O que fazer?

Investidores profissionais usam os indicadores Alpha e Beta para analisar o risco e o retorno de seus investimentos.  O ...
23/11/2022

Investidores profissionais usam os indicadores Alpha e Beta para analisar o risco e o retorno de seus investimentos.

O Beta compara a volatilidade do investimento com um indicador de referência (pode ser o mercado como um todo). Se o Beta for maior do que 1, ele é mais volátil do que a referência, ou seja, seus ganhos e perdas são maiores do que a referência ao longo do tempo. Se a referência subir, o investimento tende a subir mais que ela, e se cair, também tende a cair mais. Se o Beta for menor do que 1 é o contrário, ou seja, o investimento é mais estável que a referência.

O Alpha mede a performance do investimento em relação a uma referência. Um Alpha positivo indica que o investimento rendeu mais que o indicador.

A combinação do Beta e do Alpha dão uma sensibilidade do risco/retorno do investimento. Por exemplo, para um Beta de 1.2 esperamos que o Alpha seja, pelo menos, 20% acima da referência para compensar.

Existem indicadores que combinam esses dois conceitos em um só número, como o índice de Sharpe e o índice Sortino.

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Enquanto o Value at Risk (VaR) estima as perdas de um portfólio no dia-a-dia, o Stress estima o que pode acontecer numa ...
21/11/2022

Enquanto o Value at Risk (VaR) estima as perdas de um portfólio no dia-a-dia, o Stress estima o que pode acontecer numa situação de crise grave nos mercados financeiros.

Para isso, utiliza cenários onde os mercados sofrem quedas profundas, medindo seu impacto na carteira analisada. Mais do que o tamanho da queda, a composição da carteira tem uma importância grande nos resultados. Exemplos de crises foram a de 2008 (mercado imobiliário americano, quando vários bancos quebraram), os ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos, e a pandemia de Covid-19.

Os investidores profissionais usam a métrica do Stress em conjunto com o VaR para entender e administrar os riscos de suas carteiras, para que fiquem em linha com os objetivos dos investidores – ou seja, que eles podem tolerar as possíveis perdas.

Conheça nossas soluções de mercado!

O VaR calcula, com base estatística, o quanto uma carteira pode perder, em um intervalo de tempo e nível de confiança. L...
18/11/2022

O VaR calcula, com base estatística, o quanto uma carteira pode perder, em um intervalo de tempo e nível de confiança. Leva em conta todos os investimentos da carteira e seus fatores de risco, portanto considera a relação dos investimentos entre si.

É muito utilizada por investidores profissionais, como gestores de fundos, Chief Investment Officers (CIOs) e administradores de carteiras. Na prática, numa carteira com 1% de VaR de 1 dia com 95% de confiança, o gestor espera uma perda maior que 1%, em pelo menos 1 dia por mês.

Existem diferentes metodologias para se estimar o VaR, as mais conhecidas são o P-VaR (Parametric VaR), usada em carteiras com fatores de risco linear (como ações e títulos em geral), e H-VaR (Historical VaR), utilizada em portfolios com produtos não lineares, como opções e ativos exóticos.

Sempre que fazem novos investimentos, os gestores consideram seu impacto no risco total, avaliando seu custo-benefício.

Saiba mais sobre VaR e Análise de Risco acessando nosso link na bio!

O índice de Sharpe foi proposto pelo economista William Sharpe, prêmio Nobel em economia de 1990. É um índice de risco-r...
16/11/2022

O índice de Sharpe foi proposto pelo economista William Sharpe, prêmio Nobel em economia de 1990. É um índice de risco-retorno, que compara o risco e o retorno de um investimento com uma referência.

Ele compara os rendimentos e as volatilidades. Quando o índice é maior do que 1, a relação risco / retorno é considerada boa, ou seja, o rendimento do investimento compensa a sua volatilidade (risco de sofrer retornos negativos). Se é menor que 1, o retorno não está compensando o risco. Quanto maior o índice, melhor a relação risco / retorno. Essa análise pode ser feita para um investimento individual e para o portfolio como um todo.

Investidores profissionais usam o índice para avaliar o efeito de novos investimentos no portfolio (se vão melhorar ou piorar sua relação risco-retorno). Existem alternativas para o Indice de Sharpe, como o índice Sortino e o índice de Treynor. Saiba mais

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A Análise de Risco permite proteger melhor seus investimentos.
04/11/2022

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26/10/2022

Saiba analisar o mercado financeiro e entenda quais riscos você está correndo na hora de fazer o seu investimento.

Conheça a história de mais um dos sócios fundadores da LOTE45.
21/10/2022

Conheça a história de mais um dos sócios fundadores da LOTE45.

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