Economia Para Corretores/Consultores de Imóveis

Economia Para Corretores/Consultores de Imóveis Um corretor “consultor de imóveis” entende que o mercado mudou e que hoje em dia é preciso foc

O interesse dos brasileiros em procurar um lugar para morar cresceu após mais de um ano do início da pandemia, de acordo...
23/06/2021

O interesse dos brasileiros em procurar um lugar para morar cresceu após mais de um ano do início da pandemia, de acordo com a 4ª rodada da “Pesquisa da Influência do Coronavírus no Mercado Imobiliário Brasileiro”, realizada pelo DataZAP, braço de inteligência imobiliária de ZAP+. Os dados mostram que 4 em cada 10 brasileiros aumentaram a busca por imóveis. No mesmo período de 2020, essa proporção era de 4 em 100.

Quando questionados sobre como andava a procura por um imóvel desde o início da pandemia do Coronavírus no Brasil, o número de entrevistados que respondeu “Aumentou muito” cresceu 17 pontos percentuais. Por outro lado, a resposta “Diminui muito” caiu 47 pontos percentuais.

Por que aumentou a busca por imóveis?
Para Danilo Igliori, economista do DataZAP, juros baixos e disponibilidade de crédito imobiliário foram decisivos para estimular a busca por imóveis. “Os resultados sinalizam que a moradia ganhou um novo significado. Ao passar mais tempo em suas casas, inclusive com a adoção do home office, os consumidores passaram a ter novas preferências e desejos por residências com características diferentes”, explica o economista.

A pesquisa também mostrou que as pessoas estão aderindo ao isolamento social, como pontuou Danilo. Ficar em casa e sair só quando muito necessário tem sido a rotina de 53% dos brasileiros. Um crescimento de 10 pontos percentuais quando comparados com 2020. Já 3% estão vivendo normalmente sem alterações no dia a dia. O número representa uma queda de 10 pontos percentuais quando comparado com o ano passado.

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu, nesta quarta-feira, 16, aumentar a taxa básica de juro ...
17/06/2021

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu, nesta quarta-feira, 16, aumentar a taxa básica de juro da economia, a Selic, de 3,5% para 4,25% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado. Trata-se do terceiro aumento consecutivo na Selic.

Diante do cenário inflacionário, a expectativa é que novos aumentos sejam feitos nos próximos meses. No último boletim Focus, relatório semanal divulgado pelo BC com as projeções do mercado, a expectativa para a Selic passou de 5,75% ao ano para 6,25% ao ano até o final de 2021.
Com a Selic em 4,25% ao ano, investimentos de renda fixa, como CDBs com taxas pós-fixadas, fundos DI e títulos do Tesouro Selic se tornam mais atrativos ao investidor por dois motivos: carrego e possibilidade de ganhos turbinados no curto prazo.

O carrego significa o acúmulo de juros diários incorporado ao título. Como boa parte das aplicações da renda fixa é atrelada ao CDI, estes investimentos passam a render mais a partir da alta de 0,75 ponto percentual. A boa notícia para o investidor de renda fixa é que há projeção de aumentos adicionais da taxa Selic, aumentando ainda mais o carrego.

É importante que o investidor analise a rentabilidade e os custos de cada aplicação. O Tesouro Selic pode ser uma boa opção para quem está montando sua reserva de emergência, por exemplo, já que o título é líquido e mantém o poder de compra do investidor ao longo do tempo. Outra possibilidade é investir em um fundo DI simples (que aplica toda a carteira no Tesouro Selic) com taxa zero de administração. No caso da poupança, vale lembrar que a rentabilidade está negativa desde o ano passado, ou seja, perdendo para a inflação.

Você trabalha no Ramo Imobiliário? Então se diferencie no Mercado.Curso voltado para corretores e Gerentes de imobiliári...
17/06/2021

Você trabalha no Ramo Imobiliário?
Então se diferencie no Mercado.
Curso voltado para corretores e Gerentes de imobiliária para treinamento de Equipe..

An online space for you to learn all about Finances and Investment

A forte queda da taxa básica de juros nos últimos anos atraiu muitos investidores para a aplicação em fundos imobiliário...
16/06/2021

A forte queda da taxa básica de juros nos últimos anos atraiu muitos investidores para a aplicação em fundos imobiliários (FIIS). Apenas em dois anos, quando a taxa caiu de 6,5% para a mínima histórica, o valor de 2% ao ano, o número de pessoas que colocaram dinheiro em FIIs saltou de 90 mil para 1,1 milhão, segundo levantamento feito pelo Núcleo de Real State da Poli-USP.

Agora, com a perspectiva de aumento da Selic para cerca de 6% até o final do ano, quem entrou na aplicação deve reconsiderar aportes feitos nos fundos? Segundo Arthur Vieira de Moraes, especialista em fundos imobiliários e professor da EXAME Academy, não. Para ele, a alta dos juros pode até valorizar as aplicações.

Isso porque muitos fundos imobiliários, quando emitem novas cotas, precisam ter caixa para aquisições de imóveis, e essas operações não acontecem rapidamente. Hoje, o dinheiro dos fundos aplicado nessa reserva, cautelosamente indexada ao CDI, está rendendo 3,5% bruto, sem descontar impostos. Enquanto isso, os FIIs precisam continuar a manter o valor dos dividendos distribuídos em cerca de 7%.

"Ou seja, quanto mais tempo demorar para comprar o imóvel, que pode chegar a seis meses, pior tende a ser o fluxo financeiro do fundo, pois o dinheiro rende pouco. Isso diminui o resultado da aplicação e os cotistas pressionam por compras rápidas ou para que os gestores abram mão da taxa de gestão. Se os juros chegarem a 6%, carregar esse caixa não será tão penoso", conclui Moraes.

A alta prevista para a Selic muda pouco os rendimentos distribuídos pelos FIIs. Isso porque a alta dos juros que deve acontecer até o final do ano já está precificada no valor, diz Moraes. "A meta da Selic e o CDI chegaram a 2% ao ano, mas o rendimento dos títulos públicos prefixados se manteve entre 6% a 8% ao ano porque o mercado nunca achou cabível um juros neste nível no país".

16/06/2021

An online space for you to learn all about Business and Career

Que tal atender prefeituras de todo o País com um produto que todas elas necessitam e sem concorrência:
16/06/2021

Que tal atender prefeituras de todo o País com um produto que todas elas necessitam e sem concorrência:

An online space for you to learn all about Business and Career

Na contramão da economia brasileira, arrasada pela pandemia da Covid-19, o mercado imobiliário na cidade de São Paulo an...
15/06/2021

Na contramão da economia brasileira, arrasada pela pandemia da Covid-19, o mercado imobiliário na cidade de São Paulo anda aquecido.

Levantamento do Secovi-SP aponta aumento de 14,2% na quantidade de...

Leia mais em:

Levantamento do Secovi-SP aponta aumento de 14,2% na quantidade de imóveis vendidos na capital paulista

Endereço

São Paulo, SP
65728-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Economia Para Corretores/Consultores de Imóveis posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar