30/09/2026
Estima-se que o mercado brasileiro gere entre R$ 10 trilhões e R$ 13 trilhões anuais em duplicatas. Desse volume, apenas 10% a 15% são efetivamente utilizados como garantia em operações de crédito.
A evolução da duplicata escritural pode contribuir para ampliar o uso desses recebíveis como instrumento de crédito, trazendo novas possibilidades para empresas e para o mercado.
Mas transformar esse potencial em operações em escala exige mais do que volume. É preciso uma infraestrutura capaz de conectar participantes, integrar informações e oferecer segurança ao longo de toda a operação.
A interoperabilidade será uma etapa importante dessa evolução e a ANFIDC acompanha de perto essa transição e os impactos que ela pode trazer para o mercado de recebíveis.