14/09/2022
De alguns anos pra cá, um dos principais conselhos era para que os investidores também tivessem aplicações fora do Brasil, para mitigar os riscos de um cenário quase sempre permeado de incertezas e, claro, para tentar garantir uma rentabilidade maior.
Neste ano, no entanto, a alta inflação global, os rumos ainda incertos da pandemia na China, a guerra entre Rússia e Ucrânia e a crise energética na Europa têm feito com que os mercados no exterior sofressem até mais do que o brasileiro.
Até o dia 6 de setembro, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira entregava uma alta de 4,71% no ano. O resultado pode parecer modesto, mas comparado a outros índices relevantes, ele pode ser considerado bom.
O S&P 500, da bolsa de Nova York, registrava uma queda de 18% no mesmo período. O Dow Jones, que reúne as maiores empresas americanas, caía 14,29%. O Euro Stoxx 50, do mercado europeu, entregava queda de 18,57%. Já o japonês Nikkei 225 registrava desvalorização de 4,05%.