12/02/2026
O CORECON-MA realizou a solenidade de posse da diretoria e dos conselheiros para o triênio 2026–2028, em uma noite que marcou as celebrações pelos 50 anos da instituição. Além da reeleição de Roberto Matos (Presidente) e Jadson Pessoa (Vice-Presidente), foram empossados como conselheiros efetivos Juliana Mochel, Laura Carneiro, Dionatan Carvalho e Eduardo Campos; e, como suplentes, Karoline Kelly, Thiellem Cunha, Safira Carvalho e Luiz Fernandes.
A cerimônia foi marcada por momentos simbólicos e institucionais. Um dos pontos altos foi a homenagem ao primeiro presidente do CORECON-MA, José Ribamar Silva Campos, símbolo da origem e da continuidade do Conselho. Também foi prestada homenagem especial à gerente executiva Marlene Luz, em reconhecimento à sua dedicação, competência e contribuição à história da instituição.
Durante o evento, ocorreu o lançamento da edição especial da Revista Mundo Econômico, comemorativa dos 50 anos, reafirmando o compromisso do CORECON-MA e do IMESC com a produção e a difusão do conhecimento econômico. Outro marco foi a assinatura do Protocolo de Intenções com a UFMA e a UEMA, voltados à divulgação da revista e à ampliação da participação de professores e estudantes nas publicações da revista.
A programação também celebrou o mérito acadêmico no Prêmio Maranhão de Economia 2025, com a premiação de Julia Cristina Lucas Leite (1º lugar – Monografia), Conceição de Maria Rabelo Bezerra (2º lugar – Monografia) e Perla Daniele Costa Carreiro (1º lugar – Dissertação de Mestrado).
Em seu discurso de posse, o presidente Roberto Matos agradeceu a todos que contribuíram para o surgimento e o fortalecimento do CORECON-MA e afirmou que os 50 anos do CORECON-MA representam um novo ponto de partida. Em seguida, convidou todas as instituições presentes a convergirem suas ações em prol do desenvolvimento do Maranhão.
Ressaltou que nações que alcançam patamares elevados de prosperidade têm em comum a capacidade de inovar, uma base industrial competitiva, investimento persistente em capital humano e instituições não apenas fortes, mas também inclusivas e que convergem para um ponto comum: a busca por uma sociedade desenvolvida e autônoma.