Elisio Peixoto Corretora de Seguros

Elisio Peixoto Corretora de Seguros Há 33 anos protegendo pessoas, investimentos e patrimônios. Proteja sua família e o que você mais ama. Consulte-nos.

Corretora de Seguros, Serviços Financeiros, Proteção Patrimonial e Gerenciamento de Riscos

Há momentos em que tudo está bem.E é justamente nesses momentos que as melhores decisões são tomadas.Proteger sua famíli...
25/07/2026

Há momentos em que tudo está bem.

E é justamente nesses momentos que as melhores decisões são tomadas.

Proteger sua família, seu patrimônio, sua empresa e seus projetos é investir em tranquilidade hoje e em segurança para o amanhã.

Acreditamos que um bom seguro começa com uma boa orientação, e se sustenta em um atendimento presente exatamente quando você mais precisa.

Assistência, segurança e proteção: essa é a nossa entrega.

Fale conosco e conheça as soluções mais adequadas para você. Consulte-nos.

Elisio Peixoto Corretora de Seguros

Seguro cibernético: a nova fronteira da proteção empresarialO avanço dos crimes digitais deixou de ser uma preocupação r...
09/07/2026

Seguro cibernético: a nova fronteira da proteção empresarial

O avanço dos crimes digitais deixou de ser uma preocupação restrita às grandes empresas de tecnologia. Hoje, qualquer organização que utilize sistemas de gestão, cadastros, pagamentos eletrônicos, bancos de dados de clientes ou plataformas digitais está exposta a riscos cibernéticos. Os dados do setor são claros, o seguro cibernético cresce no Brasil não apenas como produto securitário, mas como instrumento estratégico de gestão de riscos.

Observo que muitas empresas ainda tratam o risco digital como algo distante, quase abstrato, um problema de outra empresa, de outro setor, de outro porte. Esse é um erro perigoso. Um ataque cibernético pode paralisar operações, bloquear sistemas, vazar dados sensíveis, comprometer contratos, abalar a reputação da empresa e gerar prejuízos financeiros expressivos. Em muitos casos, o dano mais duradouro não é o custo técnico da recuperação, mas a perda de confiança de clientes e parceiros.

O seguro cibernético surge para enfrentar esse novo cenário, ele é parte de uma cultura mais ampla de prevenção, governança e continuidade dos negócios. As seguradoras estão cada vez mais criteriosas porque o risco também se tornou mais sofisticado. Não basta contratar uma apólice, é preciso demonstrar maturidade mínima em segurança da informação.

Autenticação multifator, backups protegidos, gestão de acessos, políticas de resposta a incidentes, treinamento de colaboradores e te**es de resiliência deixaram de ser detalhes técnicos de TI.

O mercado de seguros não pode apenas reparar danos depois da tragédia, precisa estimular boas práticas antes que o sinistro aconteça. Seguradora, corretor e segurado devem atuar em conjunto, construindo uma visão preventiva e responsável do risco digital.

Cabe ao corretor orientar o empresário, identificar vulnerabilidades, explicar com clareza limites e exclusões da apólice, adequar coberturas à realidade do negócio e evitar a falsa sensação de proteção. Um seguro cibernético mal contratado gera frustração exatamente no momento de maior necessidade, quando o sinistro já ocorreu e não há mais margem para correção.

Também é essencial compreender que o risco digital não é apenas tecnológico, mas jurídico, financeiro, operacional e reputacional. A Lei Geral de Proteção de Dados ampliou a responsabilidade das empresas sobre informações pessoais, e um incidente pode gerar sanções, notificações obrigatórias, ações judiciais e forte desgaste institucional.

O crescimento do seguro cibernético no país revela uma mudança de mentalidade, onde proteger dados passou a ser tão importante quanto proteger patrimônio físico. Assim como ninguém questiona a necessidade de segurar veículos, imóveis ou equipamentos, as empresas precisarão entender que seus ativos digitais também exigem proteção especializada.

Elísio Peixoto
Corretor de Seguros | 33 anos de excelência

Acaba de chegar ao mercado o livro “Nova Lei de Seguros”, coordenado pelo professo Marcelo Adamek, Direito Comercial da ...
25/04/2026

Acaba de chegar ao mercado o livro “Nova Lei de Seguros”, coordenado pelo professo Marcelo Adamek, Direito Comercial da Faculdade de Direito da USP; e Ilan Goldberg (pós-doutorando pela FDUSP e professor de Direito na FGV-Rio)

Seguros em crescimento: entre a reação do mercado e os sinais da economiaO setor de seguros no Brasil volta a projetar c...
22/04/2026

Seguros em crescimento: entre a reação do mercado e os sinais da economia

O setor de seguros no Brasil volta a projetar crescimento após um período recente de retração, mas os números revelam mais do que uma simples retomada. Eles expõem, com clareza, o quanto essa atividade está diretamente conectada à saúde econômica do país e à confiança das famílias e das empresas.

A estimativa de avanço de 2,9% na arrecadação em 2026, divulgada pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), deve ser analisada com cautela. Embora represente uma reversão frente à queda registrada no período anterior, trata-se de um crescimento moderado, distante de ciclos mais robustos já observados no setor. Em outras palavras, o mercado reage, mas ainda sob forte influência de um ambiente econômico instável.

O comportamento recente da previdência privada é um exemplo claro desse cenário. A redução nas captações, especialmente em produtos como o VGBL, evidencia que, diante de incertezas fiscais e tributárias, o investidor tende a recuar. A previsibilidade, elemento essencial para decisões de longo prazo, foi afetada por mudanças nas regras e pela insegurança quanto à carga tributária, impactando diretamente a confiança do consumidor.

Além disso, fatores externos continuam exercendo pressão relevante. Tensões geopolíticas, como os conflitos no Oriente Médio, influenciam preços globais — especialmente do petróleo — e acabam refletindo na inflação e na política monetária. Com isso, juros mais elevados limitam o consumo, reduzem a renda disponível e, consequentemente, afetam a demanda por proteção securitária.

O setor de seguros, por sua natureza, é um espelho da economia real. Quando há crescimento, renda e estabilidade, a busca por proteção aumenta. Quando há incerteza, o seguro passa a disputar espaço com outras prioridades financeiras. Essa dinâmica explica por que segmentos como seguros rurais e de riscos financeiros sofreram revisões negativas, enquanto outros, como habitacional e transportes, apresentaram perspectivas mais positivas, acompanhando movimentos específicos da economia.

Outro ponto relevante é a própria maturidade do mercado brasileiro. Ainda há um espaço significativo para expansão, especialmente em seguros de vida, previdência e proteção patrimonial. No entanto, esse potencial só se concretiza com educação financeira, estabilidade regulatória e, sobretudo, confiança institucional.

Nesse contexto, o crescimento projetado não deve ser visto como um ponto de chegada, mas como um sinal de ajuste. O setor segue resiliente, mas dependente de um ambiente macroeconômico mais previsível e de políticas públicas que incentivem o planejamento de longo prazo.

Mais do que números, o que está em jogo é a percepção de segurança — não apenas contratual, mas econômica. E essa, sem dúvida, é a base sobre a qual o mercado de seguros se sustenta.

Título de capitalização é disciplina financeiraTítulos de capitalização seguem sendo divulgados como oportunidade financ...
04/02/2026

Título de capitalização é disciplina financeira

Títulos de capitalização seguem sendo divulgados como oportunidade financeira, mas exigem leitura técnica e honesta. Eles não são investimentos. São instrumentos de disciplina financeira estruturados com um componente lúdico de sorteios. Compreender essa natureza é essencial para evitar frustrações, expectativas irreais e decisões patrimoniais equivocadas.

Do ponto de vista operacional, o funcionamento é simples. O cliente realiza aportes únicos ou periódicos por um prazo previamente definido. Uma parcela desses recursos forma a reserva de capital, devolvida ao final do contrato conforme regras estabelecidas. A outra parcela é destinada ao custeio dos sorteios, despesas administrativas, carregamentos e estrutura do produto.

A reserva formada não tem como objetivo gerar ganho real. Sua correção ocorre, em regra, pela TR (Taxa Referencial), índice historicamente abaixo da inflação. Na prática, isso implica perda de poder de compra ao longo do tempo, mesmo quando há devolução integral do valor nominal.

O principal atrativo do título de capitalização é a possibilidade de premiação. Trata-se de um mecanismo regulado, transparente e fiscalizado, porém com probabilidade estatisticamente baixa. A chance existe, mas não pode ser confundida com expectativa racional de retorno. Em muitos planos, o resgate antecipado resulta em devolução parcial, reforçando o caráter de compromisso forçado de poupança, e não de investimento.

É fundamental ser claro: título de capitalização não substitui instrumentos como CDBs, Tesouro Direto, fundos de investimento ou previdência. Esses produtos têm finalidade distinta, voltada à preservação e ao crescimento do patrimônio, e quando bem escolhidos tendem a superar a inflação no longo prazo.

A capitalização cumpre outro papel. Pode auxiliar pessoas que têm dificuldade em poupar voluntariamente, funcionar como ferramenta básica de educação financeira ou atender objetivos específicos. Há usos legítimos, como incentivos promocionais, garantia locatícia, caução contratual e ações empresariais.

O problema não está no produto, mas na forma como ele é apresentado. Vender capitalização como investimento é erro conceitual e falha de transparência. Informação correta protege o cliente e fortalece o mercado.

Elísio Peixoto
Corretor de Seguros

Veículos elétricos sem regra: quando a mobilidade vira risco coletivoA explosão dos veículos elétricos de duas rodas no ...
28/01/2026

Veículos elétricos sem regra: quando a mobilidade vira risco coletivo

A explosão dos veículos elétricos de duas rodas no Brasil escancarou um problema que vai além da inovação, a ausência de regras claras e fiscalização efetiva. Bicicletas elétricas, patinetes, scooters e ciclomotores passaram a disputar espaço em ciclovias, calçadas e vias públicas sem que a maioria dos usuários saiba exatamente o que pode ou não fazer.

A legislação federal até avançou ao diferenciar categorias. Bicicletas elétricas exigem pedal assistido, não podem ter acelerador e têm limite de 32 km/h. Já os equipamentos de mobilidade individual autopropelidos, como patinetes, também têm teto de velocidade e circulação restrita. Ciclamotores, por sua vez, são veículos motorizados, exigem emplacamento, habilitação e não podem circular em calçadas ou ciclovias.

O problema está na prática. A falta de fiscalização transformou o espaço urbano em um território de conflito. Veículos circulam em alta velocidade onde há pedestres, ciclistas dividem espaço com máquinas mais pesadas e silenciosas, e acidentes se multiplicam. Dados mostram crescimento expressivo de ocorrências envolvendo esses modais, com impactos diretos na saúde pública.

Mobilidade sustentável não pode ser sinônimo de improviso. Inovação exige responsabilidade, normas claras e ação do poder público. Sem isso, a promessa de cidades mais humanas se perde, e o que deveria facilitar a vida passa a ameaçá-la.

Elísio Peixoto
CEO da Elísio Peixoto Corretora de Seguros

Proteção global começa pela base com seguros e previdência A discussão sobre proteção internacional, holdings, offshores...
18/01/2026

Proteção global começa pela base com seguros e previdência

A discussão sobre proteção internacional, holdings, offshores e planejamento sucessório costuma começar pelo topo da pirâmide patrimonial. Jurisdições, eficiência fiscal e estruturas sofisticadas ganham destaque. Mas há um erro recorrente nesse caminho ao ignorar que a verdadeira proteção global começa pela base, e essa base é formada por seguro de vida e previdência privada bem estruturados.

Famílias de alto patrimônio não utilizam seguros como produto, mas como instrumento jurídico, financeiro e sucessório. O seguro de vida, quando corretamente desenhado, cria liquidez imediata fora do inventário, protege herdeiros, neutraliza riscos fiscais e garante continuidade patrimonial em cenários de morte, invalidez ou ausência do provedor estratégico. Não por acaso, ele é peça constante nos planejamentos internacionais mais sofisticados.

A previdência privada cumpre papel complementar e igualmente estratégico. Ela permite acumulação disciplinada, planejamento de longo prazo, eficiência tributária e, sobretudo, organização sucessória em vida, com regras claras de beneficiários, prazos e fluxos financeiros. Em estruturas globais, a previdência funciona como elo entre o patrimônio produtivo, a proteção familiar e a sucessão ordenada.

O erro comum de muitos investidores é buscar proteção fora do país antes de blindar riscos básicos como morte, longevidade, invalidez e desorganização sucessória. Nenhuma holding internacional substitui liquidez imediata. Nenhuma offshore resolve conflitos familiares. Nenhuma estrutura externa protege quem não estruturou o essencial.

Seguro de vida e previdência não competem com estratégias internacionais. Elas sustentam essas estratégias. Funcionam como colchão de segurança, instrumento de governança familiar e pilar de estabilidade patrimonial. É isso que famílias ricas entenderam há décadas: proteção global não é fuga, é arquitetura.

Antes de pensar onde investir, é preciso garantir quem será protegido, como e por quanto tempo. Sem isso, qualquer estrutura internacional nasce frágil.

Proteger bem é pensar à frente. E pensar à frente começa pelo essencial.

Elísio Peixoto
CEO Elísio Peixoto Corretora de Seguros
Insurance Advisor Premium

Revolução silenciosa no seguro brasileiroO mercado de seguros vive uma transformação profunda, mas pouco ruidosa. Longe ...
15/01/2026

Revolução silenciosa no seguro brasileiro

O mercado de seguros vive uma transformação profunda, mas pouco ruidosa. Longe de anúncios grandiosos, a mudança acontece no coração do sistema, na legislação, na regulação e na forma como riscos passam a ser tratados no país. A avaliação da Susep aponta para um ciclo de amadurecimento institucional que reposiciona o seguro como instrumento estratégico da economia e da proteção social.

O novo marco legal rompe com décadas de excessos interpretativos e aposta em um princípio simples, onde a lei é clara, não há espaço para regulamentação excessiva. A inversão do ônus interpretativo em favor do segurado, especialmente em cláusulas ambíguas, fortalece a confiança no contrato e reduz assimetrias históricas entre consumidores e empresas. Não se trata de enfraquecer o mercado, mas de torná-lo mais previsível, transparente e eficiente.

Outro eixo central dessa revolução é a capitalização. Tradicionalmente vista apenas como produto financeiro, ela passa a ser compreendida como ferramenta de poupança estruturada e de resiliência econômica. Em um país marcado por baixa educação financeira e alta vulnerabilidade social, produtos bem desenhados podem contribuir para estabilidade de longo prazo, desde que acompanhados de regras claras, supervisão efetiva e comunicação responsável.

A agenda regulatória também reconhece um novo risco permanente, os eventos climáticos extremos. Catástrofes deixaram de ser exceção e passaram a pressionar contas públicas, empresas e famílias. Nesse contexto, o seguro-catástrofe ganha relevância como mecanismo de mitigação de perdas, proteção fiscal e racionalização do gasto público. Transferir riscos ao mercado segurador é uma decisão de governança, não apenas técnica.

Há ainda um movimento decisivo de qualificação institucional. Investimento em dados, supervisão baseada em conduta, fortalecimento da concorrência e simplificação normativa apontam para um regulador mais moderno e conectado à realidade econômica. O resultado esperado é um mercado mais confiável, competitivo e capaz de crescer de forma sustentável.

A revolução é silenciosa porque acontece no desenho das regras. Mas seus efeitos serão sentidos no bolso, na proteção e na estabilidade do país.

Elísio Peixoto
Corretor de Seguros

Previdência para filhos A previdência privada infantil deixou de ser um produto restrito a famílias de alta renda e pass...
09/01/2026

Previdência para filhos

A previdência privada infantil deixou de ser um produto restrito a famílias de alta renda e passou a ocupar espaço real no planejamento financeiro de pais atentos ao futuro dos filhos. O crescimento desses planos revela uma mudança importante de mentalidade, onde cuidar da formação financeira desde cedo passou a ser tão relevante quanto garantir educação formal de qualidade.

Como especialista em previdência privada, afirmo com convicção, o fator decisivo não é quanto se investe, mas quando e com que disciplina. A lógica é simples. Aportes regulares, feitos ao longo de muitos anos, potencializam o efeito dos juros compostos e transformam valores aparentemente modestos em um patrimônio relevante no longo prazo. Tempo, nesse contexto, vale mais do que renda elevada.

Planos de previdência para crianças permitem objetivos claros e flexíveis: custear uma faculdade, financiar um intercâmbio, apoiar o início da vida profissional ou até estruturar parte do planejamento sucessório familiar. Diferentemente de aplicações tradicionais, a previdência oferece disciplina automática, organização e visão de longo prazo, três elementos raros no comportamento financeiro da maioria das famílias.

Outro ponto central é a educação financeira. Ao crescer acompanhando um plano de previdência em seu nome, a criança aprende, na prática, conceitos como poupança, constância e planejamento. Mais do que acumular recursos, constrói-se consciência. Quando chega o momento certo, o jovem entende que aquele dinheiro tem propósito, e não é apenas consumo imediato.

Começar cedo, mesmo com valores baixos, é o maior acerto. Adiar decisões financeiras em nome de aportes maiores no futuro costuma custar caro. Em previdência, disciplina vence ansiedade, e constância supera impulso.

Planejar o amanhã dos filhos não é sobre luxo, é sobre responsabilidade. Quem entende isso, investe tempo hoje para garantir liberdade amanhã.

Elísio Peixoto
Corretor de Seguros e especialista em previdência privada

Seguros em crescimento O mercado de seguros deve entrar em 2026 em trajetória de crescimento, mas em um cenário muito ma...
08/01/2026

Seguros em crescimento

O mercado de seguros deve entrar em 2026 em trajetória de crescimento, mas em um cenário muito mais exigente do que nos últimos anos. A combinação entre queda da taxa de juros, mudanças regulatórias, avanço dos riscos climáticos e aumento da concorrência redesenha o equilíbrio do setor e coloca a rentabilidade no centro do debate.

Durante o ciclo de juros elevados, seguradoras se beneficiaram de resultados financeiros robustos, impulsionados por aplicações conservadoras e previsíveis. Com a redução da Selic, essa “folga” começa a desaparecer. A rentabilidade deixa de ser sustentada pelo ambiente macroeconômico e passa a depender, de forma decisiva, da eficiência técnica, da precificação correta e da gestão rigorosa de riscos.

Ao mesmo tempo, o setor vive uma transformação estrutural. Eventos climáticos extremos ampliam a frequência e a severidade dos sinistros, pressionando reservas, contratos e modelos atuariais. Já não se trata de um risco excepcional, mas de um fator permanente que exige adaptação rápida, revisão de coberturas e investimentos em prevenção e inteligência de dados.

No campo regulatório, a modernização das regras amplia a proteção ao consumidor e exige maior transparência, governança e capitalização das seguradoras. Isso fortalece o mercado no longo prazo, mas impõe custos e desafios no curto prazo, especialmente para empresas menos preparadas tecnicamente.

Outro ponto central é o avanço da concorrência. Novos entrantes, modelos digitais e maior sofisticação dos consumidores elevam o nível de exigência. Crescer não será apenas vender mais, mas vender melhor, com equilíbrio entre risco, preço e sustentabilidade do negócio.

Em 2026, o seguro seguirá crescendo, mas não haverá espaço para improviso. O setor será testado em sua capacidade de operar com disciplina técnica, visão de longo prazo e compromisso real com a proteção. Em um ambiente mais complexo e menos indulgente, sobreviverão aqueles que entenderem que seguro não é apenas produto financeiro, mas gestão estratégica de riscos em um mundo cada vez mais imprevisível.

Elísio Peixoto
Corretor de Seguros

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