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27/10/2024

Eita governadorzinho escroto, este de São Paulo ... cada tipo ...

27/10/2024

O Voto Nulo serve pra quê mesmo? O protesto não chega a ninguém... e quem vence não tá nem ai ...

Agora mesmo em uma reunião virtual com o CRECI-SP
23/10/2024

Agora mesmo em uma reunião virtual com o CRECI-SP

21/10/2024

Eu nunca perco ... porque quando não ganho eu aprendo !

21/10/2024

Então ...
Qual o futuro da esquerda ?
Paira uma sensação no ar , como aquela brisa que antecede a tempestade. A política, especialmente no campo da esquerda, parece estar numa encruzilhada. De um lado , uma tradição enraizada em lutas históricas , bandeiras erguidas por décadas. Do outro, a urgência de mudanças, renovações, para sensibilizar e atrair, pessoas que não mais se sentem representadas, nestes discursos.
Mas, ao contrário do que muitos podem pensar, o problema não está nas causas defendidas. Ainda querem justiça social, equidade, direitos humanos. Isso tudo continua a ser o objeto. O que parece ter se desgastado , é a forma como essas bandeiras são levantadas. Talvez seja a hora de os partidos, ditos de esquerda, olharem para dentro, como quem repara uma casa que, com o tempo, foi sendo corroída pelo tempo.
Primeiro, o diálogo, deve ser objetivo e, focado nas reais nescidades. Não basta mais pregar para os “convertidos”. É preciso reconquistar o povo, especialmente aquele que foi se afastando, desacreditado, em busca de respostas fáceis, oferecidas pelos “populismos” de plantão, pela ultra direita. Será preciso, urgentemente, aprender a falar a língua das ruas novamente, sem academicismo, que acaba afastando o povo e, principalmente, sem arrogância daqueles que se consideram moralmente superior. A simplicidade e a clareza deve ser adotada.
Depois, o foco. Neste mar de bandeiras levantadas, escolher com melhor sintonia, com as demandas sociais, as batalhas a serem lutadas. Quando tudo é importante, nada o é. Há causas essenciais que precisam ser priorizadas e, isso exige estratégia, exige foco e, às vezes, sacrifícios. Para isso, não será preciso abandonar princípios, mas sim, entender por onde começar a mudança.
E então, a prática. Discurso sem ação e sem exemplo é apenas vazio sem eco. Não adianta vociferar, contra a corrupção, se as estruturas partidárias continuam funcionando como balcões de negócio, com “caciques” que se perpetuam no poder. A renovação precisa ser de dentro para fora, com democracia de verdade. Sendo assim, garantir espaço para novas vozes e abolir o pragmatismo eleitoral que, no final, faz a esquerda se parecer com aquilo que se critica.
Por fim, a coragem de voltar a sonhar. A história das lutas, sempre foram lugar para utopias, de visões de um mundo mais justo e igualitário. Mas, em algum momento, estes sonhos foram sendo diluídos, por um “realismo” cínico e pelas alianças improváveis e, pelas derrotas acumuladas. Será preciso resgatar esse espírito. As pessoas ainda querem sonhar, ainda querem acreditar que um futuro melhor é possível. E a esquerda precisa sinalizar que pode ser a guardiã deste sonho. Com os pés no chão , sabendo que não existem atalhos para a mudança.
Se conseguir, este propósito de renovação e voltar a se conectar com o povo, sinalizando que poderá ser o guia daqueles que, no meio da tempestade, ainda podem acreditar, na possibilidade de encontrar terra firme em meio a neblina de um sistema que ela mesma se propôs a mudar.
São Bernardo do Campo, 20 de Outubro de 2024.
James Prado Gondim.
Jornalismo Livre ...

20/10/2024

Publicando novamente :

Vidas descartáveis ?

No silêncio pesado do amanhecer, a escola da ONU representava, como um farol, a esperança de abrigo e acolhimento, em meio ao caos. Seus muros, pareciam defender da violência, desta guerra insana e, tentavam enxugar lágrimas de crianças em busca de um futuro melhor e de direitos que deveriam ser invioláveis. No entanto, naquele trágico dia, o silêncio foi rompido pelo estrondo ensurdecedor da violência.

Era como se a ironia se materializasse, diante dos olhos atônitos do mundo. Onde deveria haver proteção, floresceram chama vorazes alimentadas pela indiferença e pelo cinismo, daqueles que detêm o poder. Sob o pretexto de uma guerra sem fim, o “terrorismo de Estado” despiu-se de qualquer vestígio de humanidade, deixando apenas o rastro de destruição da indiferença desumana

Enquanto lideres discursavam sobre paz e reconciliação, em conferências distantes, as rua de Gaza , ecoavam com os lamentos das famílias dilaceradas. Crianças, cujos sonhos deveriam ser moldados por acolhimento, livros e brincadeiras, tornaram-se as vítimas de um jogo político e cruel, onde suas vidas era o que menos valiam e, palavras vazias e de condolências não serviam de co***lo e alento.

No entanto, mesmo diante da tragédia, erguem-se a resistência. Nas vozes das mães que clamavam por justiça e, nos olhares determinados daqueles que clamam por justiça e nos olhares daqueles que se recusam calar, diante de tanta violência. A indignação e a esperança de um amanhã digno, sendo o combustível que move, estes que sonham com uma paz possível e a esperança de um amanhã digno. Porque, apesar da brutalidade dos opressores, a humanidade persiste em cada gesto de solidariedade e, em cada ato de coragem.

Que a história não seja escrita. Apenas com o sangue derramado nas ruas, mas também, com a determinação daqueles que se recusam a aceitar a barbárie como destino. Que a memória daqueles que tombaram de forma injusta, seja o combustível para a transformação de um mundo, onde o terrorismo de Estado, seja apenas uma lembrança sombria de um passado obscuro.

Palestina livre e soberana !

São Bernardo do Campo, 07 de Julho de 2024.

James Prado Gondim

Jornalismo Livre

06:38 h.

Como eu disse :
07/10/2024

Como eu disse :

Candidato falou em português na gravação original; vídeo foi revertido para deixar áudio incompreensível

Eleições …Domingo, quando tinha eleição, era uma festa .. as ruas vibravam com bandeiras e jingles, enfim era festivo.  ...
07/10/2024

Eleições …

Domingo, quando tinha eleição, era uma festa .. as ruas vibravam com bandeiras e jingles, enfim era festivo. Neste Domingo, estavam fervilhando, mas havia uma sensação de algo errado no ar. Poucos carros passavam , sem adesivos, algumas buzinas de apoio se manifestavam. Nos colégios eleitorais, algumas filas e o vazio flagrante, denunciando a abstenção que se sucederia. Votos brancos e nulos, anunciavam o não comparecimento dos eleitores e eleitoras, sinalizando, claramente, o desencanto. O cidadão e a cidadã, cansados de promessas vazias e os escândalos que repetidamente, desconstruía a fé no processo político, não vendo sentido em participar daquele espetáculo.

Na mesa do bar, entre um gole e outro, ouvia-se o comentário: “ … Vale tudo na política, meu amigo…” . Quem tem mais “bala” , ganha. A política se tornara , para muitos, uma disputa sem regras, um vale-tudo, onde a ética foi a primeira a cair. Os partidos ? Apenas bandeiras de conveniência … e o que dizer dos candidatos? Fantoches de interesses obscuros. E o povo ? Ah … o povo …

Há quem diga que o voto branco ou nulo, é uma forma de protesto, mas pergunto: que tipo de protesto é esse, que enfraqquece ainda mais o poder da cidadania ? Sria um grito de desespero? Ou um pedido silencioso por dignidade? Penso que atesta e demonstra, um cansaço extremo e de desesperança.

A polarização, também, não ajudava. De um lado, uma turma acusava a outra de corrupção, autoritarismo, destruição de valores; do outro, os mesmos adjetivos, em tons diferentes. No meio , os eleitores e eleitoras, jogados de um lado para o outro, sem saber no que acreditar. Era como assisitir a uma luta de boxe, em que o juiz já havia desistido de separar os oponentes.

Mas… o que fazer? Entre o desânimo e a passividade, ainda havia espaço para algo novo? Talvez fosse preciso, de fato, começar do começo, construindo uma nova relação com a política, com o outro , com o que nos cerca.

“Temos que aprender a conversar de novo”, pensei, enquanto o garçom nos servia mais uma rodada de cerveja. Precisamos de mais do que gritos e hashtags. Precisamos de diálogos, do tipo que permite divergências sem ódio, do tipo que reconhece que existe mais do que uma verdade possível. No fim, somos nós, o povo, que seguramos as pontas dessa grande máquina, chamada Democracia. Se ela falha , a responsabilidade não é só dos políticos, mas também de quem se abstêm de participar.

Falar sobre ética, pode parecer antiquado, mas, sem ela, qualquer tentativa de mudança será apenas espuma. Quem sabe a resposta esteja na construção diária , no cuidado com os detalhes, nas pequenas ações, que formam o tecido social. Mudar a política não é esperar pelo “Salvador da Pátria”, mas sim, se empenhar na transformação das pequenas atitudes.

A noite veio e o bar esvaziou e a conversa ficou pra trás. Mas o sentimento ficou : não dá mais pra desistir. Este deve ser o nosso compromisso, não desistir jamais e procurar a mudança dentro de nós …

São Bernardo do Campo, 07 de Outubro de 2024.

James Prado Gondim

Jornalismo Livre.

05/10/2024

bom dia ... Envelhecer…
Envelhecer... um processo natural e inexorável...já somos uma grande parcela da população e, a cada dia, com o desenvolvimento de tecnologias e novos medicamentos, estamos mais longevos...
Nos definem com 3ª idade, Melhor idade, mas, prefiro a definição que somos "Jovens acima de 60 anos"... rs...
Mudanças , multifatoriais, nos campos físicos, psicológicos e sociais, requisitam um olhar mais atencioso ...
A Lei n. 10.741 de 1o de outubro de 2003, é promulgada, com a intenção de proteger alguns direitos que são inalienáveis...
e o aumento da população foi um dos motivadores, da movimentação, dos legisladores, pois somos , hoje, segundo o IBGE 14% da população...
Servem como referência, para esta pauta, assuntos como a reforma da previdência, o acesso aos serviços de saúde, a prioridade no atendimento nos serviços públicos, a gratuidade no transporte, dentre outros. Diante de todos os direitos assegurados aos idosos - alimentos, saúde, educação, cultura, esporte, lazer, profissionalização, trabalho, habitação, transporte, previdência e assistência objetiva-se observar qual a contribuição do Estatuto do Idoso para a sua efetividade.
Portanto, alem de todos estes assuntos, precisamos dar uma atenção maior, no que se refere a aposentadoria, acesso a saúde, por exemplo, a observância das diretrizes da OMS, no que se refere a quantidade de geriatras, para atender a população e, principalmente as regras que estão alterando, quanto aos planos de saúde... A ANS, como agência reguladora, deve ter o seu posicionamento e, não permitir abusos, por conta da defesa apenas dos interesses de um lado, mas sim, buscar o equilíbrio...
Tenho como objetivo a discussão e defesa destes direitos. Sendo assim o meu propósito de deixar um legado positivo. E sou e estarei disposto a promover projetos que consolidem estes direitos...
Estaremos juntos nesta caminhada...

São Bernardo do Campo, 05 de Outubro de 2024.

James Prado Gondim

Jornalismo Livre


O Tempo …O tempo, esta máquina que, impiedosamente, vai pouco a pouco , nos retirando o viço, as memórias recentes ,  a ...
04/10/2024

O Tempo …

O tempo, esta máquina que, impiedosamente, vai pouco a pouco , nos retirando o viço, as memórias recentes , a pele firme e o vigor. Mas também nos entrega algo que nos destaca em troca: a sabedoria do olhar que já viu , mais do que os olhos dos mais jovens conseguem alcançar. E esse olhar diferenciado, pertence aos , que, como joias construídas pelo tempo, tem um brilho intenso , mesmo que a sociedade, distraída pelos avanços tecnológicos, finjam não reconhecer.

Vivemos uma era em que o futuro se desenvolve a uma velocidade fantástica. A cada nova atualização , um mundo de possibilidades se abre – mas, infelizmente, nem todos podem compartilhar destes benefícios. Para muitos dos mais idosos, a revolução tecnológica é um obstáculo intransponível e, isso acentua a exclusão , que se reflete na diminuição das oportunidades de trabalho. Mas há algo, nesta parcela que envelhece precisa lembrar : não é a cronologia da idade, que definirão o valor de uma pessoa e, muito menos a sua capacidade de contribuir.

Caminhando pelas ruas, é possível observar aqueles que já foram os pilares da sociedade , agora, muitas vezes relegados à invisibilidade. O que aconteceu com a reverência aos mais velhos? Onde está o respeito que, outrora, era quase sagrado? Essas questões ecoam num cenário , em que a tecnologia, ironicamente, aproxima mundos diferentes, mas cria abismos geracionais.

Entendemos que o cuidado com os , deva ser resgatado com urgência e prioridade. Não se trata apenas de assegurar sua sobrevivência física, mas sim de se garantir que tenha um lugar de fala e ação na sociedade. Inclusão digital é muito importante, mas não basta. O que está em jogo é a inclusão de saberes, de histórias, de vivências acumuladas, que são as verdadeiras riqueza.

Ao contrário do que muitos podem pensar, a aposentadoria não precisa ser o fim do ciclo produtivo. E aqui está a grande questão: como resgatar e reinventar as trajetórias profissionais, destes “jovens senhores e senhoras”, em um mercado que, a cada vez mais prioriza habilidade técnicas sobrepondo a experiência? Não seria a hora de, ao invés de descartar, valorizar as qualidades que só o tempo pode proporcionar?

Há algo curioso sobre o envelhecimento. À medida que o corpo cansa, a mente, na maioria dos casos, surpreende e contraria. As conquistas materiais perdem importância, mas as conquistas emocionais e intelectuais ganham destaque. O desafio que se impõe à sociedade é : como harmonizar o avanço tecnológico com a sabedoria dos que vieram antes?

O futuro precisa ser compartilhado e, esta inclusão, não pode ser uma ideia distante. Programas de inserção digital, formação continuada e apoio às trajetórias profissionais dos , não são apenas medidas paliativas. São a base de uma sociedade mais justa e inteligente, onde cada indivíduo, em qualquer fase da vida, possa ser reconhecido por sua capacidade de gerar valor. É preciso “ocupar” as pessoas. O futuro , afinal, só será mais brilhante se for iluminado pelas luzes de todas as idades.

Que possamos aprender, portanto, a cuidar de quem já dedicou , tanto tempo a cuidar de todos nós. Que tenhamos a sabedoria de enxergar o valor , daqueles que a sociedade, por vezes, tenta esconder na sombra. E que os , não sejam apenas uma referência do passado distante, mas sim, uma força presente e vital para a construção do futuro.

São Bernardo do Campo, 04 de Outubro de 2024.

James Prado Gondim

Jornalismo Livre

Então ...
03/10/2024

Então ...

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