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No Brasil, na semana passada, o principal destaque foi a divulgação do IPCA-15 de julho, que avançou 0,33%, levemente ac...
28/07/2025

No Brasil, na semana passada, o principal destaque foi a divulgação do IPCA-15 de julho, que avançou 0,33%, levemente acima da nossa projeção de 0,31% e da mediana do mercado, de 0,30%. Apesar das surpresas altistas em passagens aéreas e transporte por aplicativo, a composição foi mais benigna, com arrefecimento nos serviços subjacentes, nos serviços intensivos em trabalho e nos industriais. A média dos núcleos, dessazonalizada e anualizada, também recuou, indo para 4,45%. Outro ponto relevante foi o avanço do processo que julga o ex-presidente Jair Bolsonaro, com o STF determinando o uso de tornozeleira eletrônica. Na agenda da semana, destaque para a reunião do Copom na quarta, em que o BCB deve manter a taxa Selic em 15 %, após sinalizar o fim do ciclo e a manutenção da política contracionista por período prolongado na última reunião. Além disso, na quinta serão divulgados os dados de desemprego, com revisão metodológica, e, na sexta, a produção industrial.

No cenário internacional, ao longo da semana passada, circularam rumores sobre um possível acordo comercial entre os Estados Unidos e a União Europeia com a imposição de tarifas de 15%. Neste fim de semana, o acordo foi confirmado. Além das tarifas, a UE se comprometeu a gastar US$ 750 bilhões em bens dos EUA e a investir US$ 600 bilhões no país. Apesar desse nível tarifário ainda ser negativo para o bloco europeu, o acordo evitou um cenário mais drástico de tarifas de 30%, anteriormente ameaçado por Trump, o que reduz os riscos associados ao prazo final de 1º de agosto. Quanto à política monetária, o ECB manteve a taxa de juros estável. Na Press Conference, Christine Lagarde adotou um tom mais hawkish, destacando que o banco central está bem posicionado para lidar com eventuais riscos nos próximos meses. A sinalização indica que a barra para novos cortes de juros segue elevada. Para esta semana, o mercado aguarda a divulgação do relatório JOLTS na terça. Na quarta, as atenções se voltam para os dados do PIB dos EUA e da Zona do Euro, além da decisão de juros do FOMC. Na quinta, será divulgado o PCE Price Index, e, na sexta, o foco recai sobre a divulgação do Payroll nos EUA e da inflação da Europa.

23/07/2025

A TRUXT estará na . Venha nos visitar no estande B44 e conversar com nosso time - confira no mapa onde f**a.
Esperamos você lá!

Na semana passada, os principais destaques foram os desdobramentos em relação à tarifa de 50% imposta pelo governo ameri...
21/07/2025

Na semana passada, os principais destaques foram os desdobramentos em relação à tarifa de 50% imposta pelo governo americano sobre as exportações brasileiras para o país. O governo brasileiro optou por não fazer nenhum tipo de retaliação a fim de negociar com o presidente Trump antes das tarifas entrarem em vigor no dia 1º de agosto. Após a operação de busca e apreensão, comandada pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, o governo americano suspendeu o visto dos ministros do STF e familiares e ameaçou medidas mais duras contra os ministros e contra a economia brasileira, como elevar a tarifa do Brasil para 100%, escalando a guerra tarifária. Na agenda da semana, destaque para a divulgação do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas do Governo Central que será divulgado nesta terça-feira e pode reverter parte dos R$ 31 bilhões de gastos que foram congelados no relatório anterior.

No cenário internacional, os dados do CPI e do PPI nos Estados Unidos vieram abaixo do esperado, afastando os temores de uma aceleração inflacionária descontrolada. No entanto, uma análise detalhada de suas composições revela sinais iniciais dos efeitos das tarifas em determinados componentes, o que pode gerar pressões inflacionárias adicionais nos próximos meses. Em relação à atividade, as vendas no varejo surpreenderam positivamente, reforçando que, apesar dos sinais de desaceleração, a economia e a demanda doméstica seguem resilientes e em patamar saudável. Na Europa, a leitura final da inflação de junho veio sem surpresas relevantes, e reforçou a percepção de que a inflação caminha para uma estabilização em torno da meta do ECB. Para esta semana, o mercado aguarda a fala do Powell, na terça-feira, e a decisão da taxa de juros do ECB, na quinta-feira.

No Brasil, na semana passada, foi divulgado o IPCA de junho, que registrou inflação mensal de 0,24%, acima do consenso d...
14/07/2025

No Brasil, na semana passada, foi divulgado o IPCA de junho, que registrou inflação mensal de 0,24%, acima do consenso de mercado de 0,20%. A principal surpresa veio do transporte por aplicativo, que registrou um reajuste de 13,8% no mês, não antecipado pelos agentes. Com esse resultado, a inflação oficial acumulada em doze meses atingiu 5,35%, portanto, acima tanto do centro da meta de inflação de 3,00%, quanto do topo do intervalo de tolerância de 4,50%. Esse é o 12º mês consecutivo em que a variação anual do IPCA permanece acima da meta. A cada seis meses em que isso ocorre, o Banco Central do Brasil (BCB) é obrigado a enviar uma carta ao Ministro da Fazenda explicando os motivos do descumprimento da meta. A carta foi divulgada na quinta-feira da semana passada e o BCB afirmou que espera que a inflação volte a rodar no intervalo de tolerância da meta no 1T26 em função do aperto monetário implementado. Na agenda da semana, destaque para a divulgação do Monitor do PIB, calculado pela FGV, referente ao mês de maio nesta terça-feira.

No cenário internacional, a divulgação das minutas do FOMC evidenciou um aumento na divisão entre os membros do comitê, com divergências mais acentuadas acerca dos efeitos das tarifas sobre os preços e, por consequência, sobre o número de cortes de juros considerados apropriados ainda este ano. O recente anúncio do aumento das tarifas dos EUA sobre produtos da Europa, México e Canadá adiciona incerteza ao cenário e reforça a expectativa de uma postura mais cautelosa por parte da maioria do Board. Na Europa, as vendas no varejo superaram as expectativas na comparação anual, mas apresentaram contração na margem, com destaque negativo para o desempenho da Alemanha. Para esta semana, o mercado aguarda a divulgação da inflação ao consumidor dos EUA na terça-feira, do PPI norte-americano na quarta-feira, e, na quinta-feira, os dados de vendas no varejo dos EUA e a inflação da zona do euro.

A TRUXT estará na  , de 24 a 26 de julho, no São Paulo Expo. Nosso estande é o B44. Venha conversar com nosso time! Nos ...
08/07/2025

A TRUXT estará na , de 24 a 26 de julho, no São Paulo Expo.

Nosso estande é o B44. Venha conversar com nosso time! Nos vemos lá.

No Brasil, na semana passada, o IBGE divulgou a produção industrial do mês de maio, que registrou queda de 0,5%. Destaqu...
07/07/2025

No Brasil, na semana passada, o IBGE divulgou a produção industrial do mês de maio, que registrou queda de 0,5%. Destaque positivo para a indústria extrativa que avançou 0,8% no mês, pelo quarto mês consecutivo, e acumula crescimento de 5,6% no 2T25. Já a indústria de transformação, parte mais cíclica da indústria geral, recuou 0,4% em maio, pelo segundo mês consecutivo, e acumula queda de 0,5% no trimestre. Dessa forma, a indústria segue em desaceleração cíclica, que vem sendo amenizada pelo bom desempenho da indústria extrativa nos últimos meses. Na agenda da semana, destaque para a divulgação das vendas no varejo de maio nesta terça-feira, para o IPCA de junho na quinta e para a Pesquisa Mensal de Serviços na sexta-feira.

No cenário internacional, os dados mais recentes do mercado de trabalho dos Estados Unidos reforçaram a resiliência da economia e sustentaram a percepção de que o Fed não enfrenta pressões imediatas para iniciar cortes de juros diante do ritmo atual de desaceleração do emprego. Embora o emprego privado tenha vindo abaixo do esperado no payroll, o relatório como um todo, assim como os dados do JOLTS e a própria taxa de desemprego, continua indicando um mercado de trabalho saudável. Na Europa, a divulgação preliminar da inflação de junho veio em linha com as expectativas, com o componente de serviços mostrando um comportamento mais benigno, o que permitiu que a inflação permanecesse na meta do ECB. Para esta semana, o mercado aguarda a divulgação da Minutas do FOMC, na quarta-feira.

No Brasil, na semana passada, o Banco Central do Brasil (BCB) divulgou a Ata do Copom e o Relatório de Política Monetári...
30/06/2025

No Brasil, na semana passada, o Banco Central do Brasil (BCB) divulgou a Ata do Copom e o Relatório de Política Monetária. Ambos os documentos trouxeram a mensagem de que a autoridade monetária optou por pausar o ciclo de aperto para observar os efeitos defasados sobre a atividade econômica e a inflação. Por outro lado, o Comitê enfatizou que pretende manter a taxa Selic no patamar atual por um período bastante prolongado, uma vez que as expectativas de inflação para todos os prazos seguem bem acima da meta. Em coletiva, o diretor do BCB Diogo Guillen enfatizou que ainda é muito cedo para discutir qual timing para o início do ciclo de cortes. Na agenda da semana, destaque para a divulgação da produção industrial referente ao mês de maio nesta quarta-feira.

No cenário internacional, o PCE Price Index foi divulgado levemente acima do esperado, mas ainda em nível considerado benigno. Após uma sequência de leituras comportadas da inflação nos EUA, os próximos meses ganham relevância para avaliar se as tarifas recentemente anunciadas pressionarão os preços ou se haverá espaço para o Fed retomar o ciclo de cortes. Em relação à atividade, a leitura final do PIB dos Estados Unidos foi revisada para baixo com a principal contribuição para essa revisão vinda do consumo, que foi o principal motor do crescimento ao longo de 2024. Na Europa, a divulgação preliminar dos PMIs não trouxe grandes novidades. O setor manufatureiro manteve seu processo gradual de recuperação, com a produção aumentando pelo quarto mês consecutivo. Para esta semana, o mercado aguarda a divulgação do JOLTS dos EUA, na terça-feira, e do Payroll e Unemployment dos EUA, na quinta-feira.

No Brasil, na reunião do Copom realizada na semana passada, o Banco Central elevou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual...
23/06/2025

No Brasil, na reunião do Copom realizada na semana passada, o Banco Central elevou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 15,00% ao ano, em um encontro marcado pela forte divisão entre os agentes de mercado quanto à decisão que seria tomada. Além disso, havia dúvidas se, no comunicado, seria sinalizado o fim do ciclo ou mantida a porta aberta para eventuais novas altas da taxa de juros. A autoridade monetária preferiu a primeira opção, mas indicando que o ciclo poderá ser retomado em caso de uma mudança signif**ativa do cenário inflacionário. Nessa semana, haverá mais informações acerca da decisão da semana passada com a divulgação da Ata na terça-feira e do Relatório de Política Monetária na quinta-feira. Além disso, vale destacar também a divulgação do IPCA-15 de junho na quinta-feira.

No cenário internacional, o FOMC decidiu pela manutenção da taxa de juros, com a mediana das projeções do comitê ainda indicando dois cortes em 2025, mas com uma redução de um corte nas projeções para 2026 e 2027. Apesar da continuidade de uma postura cautelosa, o comitê reconheceu riscos menores para o crescimento diante de um ambiente com menos incertezas. Na coletiva, Powell enfatizou o caráter forward-looking da política monetária e reiterou que a expectativa do comitê ainda é de uma reaceleração da inflação nos próximos meses. Na Europa, a leitura final da inflação de maio veio em linha com a prévia, confirmando o recuo do headline para abaixo da meta do ECB. Para esta semana, o mercado aguarda a divulgação do PIB dos EUA, na quinta-feira, e do PCE Price Index, na sexta-feira.

No Brasil, o Banco Central (BCB) divulgou ontem o indicador de atividade econômica IBC-Br referente ao mês de abril que ...
17/06/2025

No Brasil, o Banco Central (BCB) divulgou ontem o indicador de atividade econômica IBC-Br referente ao mês de abril que registrou crescimento de 0,2%, acima do consenso de mercado de 0,1%, mas desacelerando em relação ao mês anterior, que havia avançado 0,7%. O principal destaque positivo foi o desempenho do setor de serviços, que acelerou de 0,1% em março para 0,4% em abril. Por outro lado, tanto a agropecuária quanto o setor industrial registraram retração no mês, de -0,9% e -1,1%, respectivamente. Na agenda da semana, destaque para a Reunião do Copom na quarta-feira, em que ainda não há um consenso se o BCB irá elevar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual ou se irá pausar o ciclo de aperto monetário.

No cenário internacional, O CPI dos Estados Unidos surpreendeu para baixo em maio, com os preços de bens contribuindo signif**ativamente para a surpresa, contrariando as expectativas de que os efeitos das tarifas começariam a aparecer nos dados de preços já nesse mês. Reforçando essa perspectiva, o PPI também veio mais fraco, confirmando um ambiente mais favorável para o Fed seguir avaliando com cautela os impactos das tarifas nos preços. Na Europa, a produção industrial, que vinha dando sinais de aceleração nos últimos meses, caiu mais do que o esperado. Para esta semana, o mercado aguarda a divulgação das vendas no varejo dos EUA, na terça-feira, além da decisão de política monetária do Fed e dos dados de inflação da Europa, ambos na quarta-feira.

No Brasil, na semana passada o IBGE divulgou a produção industrial de abril, que decepcionou ao registrar um crescimento...
09/06/2025

No Brasil, na semana passada o IBGE divulgou a produção industrial de abril, que decepcionou ao registrar um crescimento de apenas 0,1% ante expectativa de 0,4%. Na abertura setorial, a indústria extrativa contribuiu positivamente com o crescimento de 1,0%, enquanto a indústria de transformação, setor mais cíclico, registrou queda de 0,5% no mês. Apesar do resultado menor que esperado, o carregamento estatístico para o 2T25 ainda é positivo em 0,9%. Na agenda da semana, destaque para dados adicionais referentes à atividade econômica no mês de abril, com a divulgação das vendas no varejo na quinta-feira e a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) na sexta-feira. Vale citar também a divulgação do IPCA de maio nesta terça-feira.

No cenário internacional, os ISM’s de maio decepcionaram, com os setores de serviços e manufatura registrando contração. Apesar da piora na percepção sobre a atividade, os preços seguiram pressionados. Em contrapartida, os dados do JOLTS e do Payroll vieram acima do esperado, reforçando a resiliência do mercado de trabalho e indicando que, até o momento, não há indícios claros de desaceleração signif**ativa da economia americana. Na Europa, a leitura preliminar da inflação de maio mostrou uma desaceleração acima do esperado, com destaque para os preços de serviços, que haviam acelerado no mês anterior e agora apresentaram queda. Essa dinâmica representa um alívio para o ECB, que cortou os juros novamente na semana passada, levando a taxa para 2%. Ainda assim, em tom mais hawkish que o antecipado pelo mercado, Lagarde sinalizou, durante a coletiva, que o ciclo de cortes pode estar próximo do fim. Para esta semana, o mercado aguarda a divulgação do CPI dos EUA, na quarta-feira, e do PPI dos EUA, na quinta-feira.

05/06/2025

Confira o Macro Overview de maio com Arthur Carvalho, economista-chefe da TRUXT. Neste mês, Arthur comenta a trégua parcial na guerra comercial entre China e EUA, com a redução mútua de tarifas, e os efeitos disso na economia global. Ele também analisa os sinais de resiliência da economia americana, a expectativa de fim do ciclo de alta de juros no Brasil e o impacto de fatores externos mais positivos para os países emergentes. Assista agora e acompanhe os desdobramentos econômicos mais relevantes do mês.

Os   referentes ao mês de maiode 2025 dos   listados abaixo já estão disponíveis em nosso site.TRUXT I LONG BIAS FIC FIM...
04/06/2025

Os referentes ao mês de maiode 2025 dos listados abaixo já estão disponíveis em nosso site.

TRUXT I LONG BIAS FIC FIM
TRUXT I LONG SHORT FIC FIM
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TRUXT I VALOR FIC FIA
TRUXT I VALOR INSTIT. FIC FIA

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