Gonçalves & Ribas Consultoria e Assessoria

Gonçalves & Ribas Consultoria e Assessoria Consultoria econômica, financeira e jurídica. Rating advisory, avaliação econômica e planejamento. Nosso plano de ação é elaborado de acordo com a sua empresa.

Somos uma consultoria e assessoria financeira e jurídica com foco nos serviços de assessoria de rating (rating advisory), planejamento estratégico e financeiro, análise econômica, viabilidade financeira, valuation de empresas. Desenvolvemos soluções corporativas, ajustes estratégicos personalizados e melhorias alinhadas aos objetivos e necessidades de cada cliente, contribuindo para otimizar seus

resultados e sucesso no estabelecimento de uma comunicação institucional mais eficiente. Vem conversar conosco!

15/06/2022

Um mês depois, mais uma agência reafirma os ratings do Brasil. Hoje a S&P afirmou os ratings do BB-/B e brAAA com perpectiva estável .Em abril, a Moody's já havia confirmado o Ba2, com perspectiva estável. Agora aguardar a revisão da Fitch do rating internacional local de BB-, que mantém perspectiva negativa desde do final de 2021.

Com avanço do open finance e maior desenvolvimento das start ups, o investimento de banco e techs para conter fraudes e ...
03/06/2022

Com avanço do open finance e maior desenvolvimento das start ups, o investimento de banco e techs para conter fraudes e melhorar os serviços nunca se fizeram tão importantes assim como as parcerias entre as instituições se fazem mais presentes e necessárias para o longo prazo

Levantamento de investimentos e despesas está na 2ª etapa da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2022, realizada pela Deloitte; estudo também estima que o orçamento dos bancos brasileiros em tecnologia em 2022 deverá avançar 18% ante 2021

Bom artigo da Reset e um alerta importante para as empresas, analistas e investidores que realmente se preocupam com sus...
31/05/2022

Bom artigo da Reset e um alerta importante para as empresas, analistas e investidores que realmente se preocupam com sustentabilidade

Processo movido pela SEC contra a Vale mostra que as divulgações das empresas serão cada vez mais examinadas sob um microscópio

Boas Festas e Feliz 2022!
16/12/2021

Boas Festas e Feliz 2022!

A reafirmação dos ratings do Brasil e  suas perspectivas pela S&P é positiva para o país e traz mais uma vez o alerta pa...
01/12/2021

A reafirmação dos ratings do Brasil e suas perspectivas pela S&P é positiva para o país e traz mais uma vez o alerta para importância da trajetòria da dívida e da política fiscal no curto e longo prazo. Desvios significativos destes fatores sâo preocupação dos investidores e também poderão levar a uma mudança na avaliação da agência. Em novembro a Moody´s também afirmou os ratings do Brasil em Ba2 e a perspectiva Estável.

Instituição assume, em seu cenário-base, que o governo brasileiro irá estabilizar gradualmente o crescimento recente de sua dívida, apesar do crescimento econômico moderado nos próximos dois anos

A BRA Advisory publicou hoje o ranking de Janeiro de 2021 com o risco médio das classificações de rating nacional pelas ...
04/02/2021

A BRA Advisory publicou hoje o ranking de Janeiro de 2021 com o risco médio das classificações de rating nacional pelas agências de classificação de risco internacionais e de alguns dos principais segmentos avaliados acompanhados pela consultoria.

O risco médio das classificações se mantém próximo ao grau de risco atribuído ao soberano, rating BB- na escala internacional de longo prazo como mostra a tabela, tendo reduzido a um grupo muito seleto, o total de instituições ainda classificadas com grau de investimento por mais de 2s agências.

O comportamento relativamente estável dos ratings nacionais após as revisões realizadas ao longo de 2020 refletem em parte a resiliência demonstrada por algumas empresas brasileiras, principalmente daquelas de maior porte.

Os balanços de diversas empresas brasileiras mostraram números mais favoráveis do que a expectativa do mercado, com a alavancagem líquida controlada e a preservação da liquidez mesmo que financiadas pelo aumento da captação de recursos. A performance destas também se beneficiou pelo fato de que a retração econômica brasileira foi atenuada pelos pacotes anticrise local e externo e pelas medidas de auxílio emergencial brasileira voltada para o enorme contingente de pessoas vulneráveis e desempregadas, que contribuiu favoravelmente para os comportamentos da inadimplência e consumo em 2020, a despeito do aumento do endividamento das pessoas físicas. Observa-se também que algumas empresas exportadoras, ligadas a produtos básicos e alimentares, tiveram seu desempenho beneficiado pelo impacto menor de redução das exportações brasileiras no período.

As classificações atuais incorporaram os impactos da deterioração das condições econômicas, financeiras e de negócios ocasionados pelo choque da pandemia da Covid 19 sobre a saúde financeira da maior parte emissores, além dos efeitos das mudanças na direção do balanço de riscos globais e da falta de controle da pandemia, que podem voltar a enfraquecer a demanda e retomada econômica nos próximos períodos.

Esses riscos ganham destaque no monitoramento de 2021 já que incertezas perduram principalmente com a desaceleração da economia global no início do ano e a perda de tração na retomada da economia brasileira. A piora recente dos números da pandemia voltaram a impor novas medidas de restrição a mobilidade a fim de evitar a sobrecarga do sistema de saúde, mesmo que em menor escala, e prejudicam o cenário de curto prazo. Este cenário é agravado pelas perspectivas de menor velocidade e amplitude adotada do programa de imunização da população além da oferta global limitada de vacinas prontas neste momento. A progressiva imunização global e a adoção de um protocolo de vacinação em massa no país tendem a reduzir as preocupações com a saúde pública dos indivíduos e elevam o sentimento de confiança e otimismo do mercado. Destacamos que enquanto a pandemia não for controlada, o coronovírus permanecerá como um risco ao sistema de saúde e as restrições de distanciamento social e a relutância dos consumidores prevalecerão, prejudicando uma recuperação com mais força do setor de serviços além de uma trajetória de retomada sustentável.

A vulnerabilidade fiscal brasileira também mantém importante pressão sobre o prêmio de risco local mesmo quando observamos que o cenário preliminar do mercado é favorável para o médio prazo, inclusive com o registro de algum crescimento econômico e a possibilidade de déficit menor em 2021.

O endividamento público elevado e o espaço limitado para estímulos fiscais e monetários em parte explicam esse comportamento. Assim como a falta de compromisso com o ajuste fiscal é precificada e prejudica a credibilidade, principalmente ao se manter medidas que induzem a um menor controle dos gastos públicos e execução de gastos de pior qualidade.

Estes desafios combinados ao atraso recorrente de mudanças estruturais seguirão pressionando o comportamento do Real, as curvas de juros e a confiança do mercado principalmente na primeira metade de 2021.

Desde o início da pandemia as principais agências de rating destacaram a importância da vacinação para o combate a sobre...
14/01/2021

Desde o início da pandemia as principais agências de rating destacaram a importância da vacinação para o combate a sobrecarga dos sistemas de saúde e na retomada da atividade econômica e negócios. Todas já se pronunciaram a respeito. Também já era sabido que os países mais desenvolvidos iriam sair na frente em busca da vacina e ampliar seus programas de imunização a partir de 2021 para desacelerar os efeitos da pandemia e as restrições a mobilidade. O combate ao vírus de forma eficaz ganhará ainda mais destaque na avaliação do balanço de riscos ao longo deste ano.

Since the beginning of the pandemic, all the rating agencies have emphasized the importance of vaccination to combat the overload of health systems and the resumption of economic and business activity. It was also already known that the developed countries would take the lead in search of the vaccine and expand their immunization programs from 2021 to slow the effects of the pandemic and its restrictions on mobility. Fighting the virus effectively will gain even more prominence in the assessment of the risk balance throughout this year.

'Como em muitos países no mundo estamos vendo no Brasil uma segunda onda de covid-19 e administrar a vacina na população vai ajudar a recuperação da atividade econômica', diz analista

A BRA Advisory publicou hoje o ranking de junho de 2020 com o risco médio das classificações de rating das empresas e se...
02/07/2020

A BRA Advisory publicou hoje o ranking de junho de 2020 com o risco médio das classificações de rating das empresas e segmentos das principais agências de classificação de risco. Desde abril, os ratings internacionais e nacionais das empresas têm incorporado de forma mais evidente os impactos da deterioração das condições econômicas, financeiras e de negócios ocasionados pelo choque da pandemia da Covid 19 sobre a saúde financeira dos emissores acomodando o significativo choque nos preços dos ativos, a mudança no balanço de riscos globais e a saída substancial de recursos dos países emergentes, com fly to quality moderado para ativos considerados de menor risco.

O grau de incerteza permanece elevado pois a duração e magnitude dos efeitos da pandemia tem sido mais extensos e devem impactar ainda de forma significativa a geração receitas e caixa futuras da maior parte das empresas mesmo após a retomada das atividades e negócios na maior parte dos segmentos. Projeta-se uma queda significativa do PIB a despeito das discussões de mercado sobre sua magnitude, com uma ampla cesta de apostas entre 6.5% a 10%do PIB . Ainda segue importante o grau de incerteza sobre a recuperação da situação financeira das empresas brasileiras dada a baixa do ambiente de negócios e a existência de um enorme contingente de pessoas subocupadas. Não obstante a este cenário o país se acomoda ao choque e o CDS dos títulos soberanos seguem estáveis no mês de junho em torno de 250bps para os títulos soberanos de cinco anos, após a desvalorização significativa da moeda e a saída de recursos.

O governo anunciou um pacote de medidas econômicas de valores amplos embora estas sigam ofuscadas pelos embates ruidosos e constantes entre os poderes e pela falta de credibilidade na sua adoção de políticas públicas consistentes e com gastos públicos de melhor qualidade a despeito das boas decisões tomadas em alguns segmentos como na logística do abastecimento de alimentos e produtos essenciais variados nas grandes cidades, no agronegócio que segue pujante, a agilidade nas medidas ligadas as políticas monetária, com a redução dos juros, a criação do programa de auxílio emergencial e a irrigação da economia com o aumento moderado do financiamento bancário, ainda que este permaneça mais voltado para os empresários de maior porte já que o prometido programa de compra de títulos privados permanece estacionado e sem qualquer transparência sobre seu rumo futuro.

O Brasil mantém um grupo seleto e perene de empresas com grau de investimento e outro também bastante expressivo de empresas com classificações nacionais e internacionais, próximas ao grau de risco soberano em torno de BB-. O número de classificações com perspectiva negativa aumentou e gradativamente há um aumento no número de empresas rebaixadas, principalmente, nos segmentos mais afetados inicialmente pela pandemia, de forma disruptiva em sua oferta ou demanda. O mês de Junho também se caracterizou pela estabilização no risco médio dos portfólios das principais agências de classificação de risco internacionais. Como destacamos antes, o mercado ainda procura novo patamar de acomodação para os spreads e precificação das debentures após as quedas das taxas de juros. Nos chama atenção que uma empresa na faixa de AAA pagava 1% acima CDI em 2019 e que atualmente pague para este mesmo risco, valor bem superior de CDI+2,75% eCDI+4,5%.

O acesso a liquidez e crédito seguem sendo fundamentais para atravessar o estresse deste cenário conturbado de 2020/2021 assim com a manutenção de uma comunicação transparente com os investidores e o mercado na visão da BRA. O inverno mal começou.

De acordo com o Valor, a  CVM voltou a discutir o papel das agências de classificação de risco e as limitações de um rat...
18/06/2020

De acordo com o Valor, a CVM voltou a discutir o papel das agências de classificação de risco e as limitações de um rating. Na visão da BRA, estes questionamentos voltam sempre a tona em momentos de crise. As agências tem um papel fundamental sendo importante ressaltar que suas opiniões são mais um balizador para o mercado e não o único relevante. Na nossa opinião, seria importante ao regulador monitorar a transparência dos emissores e demais participantes do mercado para que de fato as avaliações do momento atual sejam o mais fidedignas e reflitam sem maiores desvios as incertezas do período.

Autoridades buscam entender as reações causadas e se há excesso de confiança nas avaliações

A BRA Advisory publicou hoje o ranking de maio de 2020. Desde abril, os ratings internacionais e nacionais das empresas ...
08/06/2020

A BRA Advisory publicou hoje o ranking de maio de 2020. Desde abril, os ratings internacionais e nacionais das empresas têm incorporado os impactos da deterioração das condições econômicas, financeiras e de negócios ocasionados pelo choque da pandemia da Covid 19 sobre a saúde financeira dos emissores. Permanece ainda um grau de incerteza elevado sobre a duração e magnitude dos efeitos da pandemia sobre a geração de receitas e caixa futuras da maior parte das empresas e consequentemente sobre a recuperação da situação financeira das empresas brasileiras a despeito da preocupação destas em se manterem líquidas durante esse período. Gradativamente observamos um aumento das classificações com perspectiva negativa e um número maior de classificações rebaixadas nos segmentos mais afetados pela pandemia, principalmente daqueles afetados de forma disruptiva em sua oferta ou demanda. Também é importante ressaltar a despeito desta sinalização, que observamos a relativa estabilidade no risco médio dos portfólios até maio de 2020 na faixa de risco de BB- para as principais agências internacionais de rating. Na visão da BRA, o acesso a liquidez e crédito seguem sendo fundamentais para atravessar o estresse deste cenário conturbado de 2020/2021. Apresentamos o ranking BRA com o risco médio em escala nacional de alguns dos principais segmentos avaliados pelas agências ao final de maio de 2020.

11/05/2020

Orçamento de Guerra e os Ratings brasileiros

Desde abril de 2020, as principais agências classificadoras de riscos atuantes no Brasil passaram a incorporar gradativamente os impactos da deterioração das condições econômicas mundiais com a pandemia do Covid19 nas avaliações da qualidade creditícia e saúde financeira dos emissores. O grau de incerteza permanece elevado para dimensionar a duração e o tamanho dos impactos da pandemia e agravam a falta de previsibilidade sobre o ambiente de negócios e projeções de geração de receitas, caixa e das condições de refinanciamento.

Em parte, este cenário explica a manutenção do risco médio dos portfólios de ratings brasileiros das agências na faixa de risco BB- apesar da expectativa de que a evolução desta crise afetará globalmente mesmo as empresas com performance mais resiliente e de haver até o momento uma quantidade crescente de emissores com classificações com perspectiva negativa.

Assim como a maior parte dos países, o governo brasileiro adotou várias ações para atenuar os efeitos danosos desta crise sobre o funcionamento da economia expandindo o gasto fiscal para suportar a liquidez necessária dos mercados e recursos para instituições financeiras, empresas dos mais variados portes, estados, municípios e famílias.

Entre as inúmeras medidas emergenciais de enfrentamento adotadas, destacamos que o congresso acertadamente aprovou a instituição temporária do regime fiscal, financeiro e a simplificação dos processos de contratações de obras, serviços e gastos para combate da pandemia durante o período de calamidade pública com a segregação destes gastos e do orçamento, que passou a ser conhecido como o “orçamento de guerra”. Na versão aprovada foi privilegiada a agilidade para execução emergencial das ações e estabelecido um controle mais calcado na transparência ex-post que será dada e sem prejuízo para fiscalização dos demais órgãos de controle. Adicionalmente para ampliar a injeção de recursos durante esta fase, foi permitido ao governo realizar operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital, assim como também foi permitido ao BC brasileiro, comprar e vender títulos públicos nos mercados secundários local e internacional bem como direitos de crédito e títulos privados nos mercados financeiros, de capitais e pagamentos.

De acordo com a regra promulgada em 7 de maio, estes ativos deverão manter classificação de risco equivalente no mercado local ao rating BB- ou superior por pelo menos uma das três maiores agências internacionais de rating e preço de referência por entidade do mercado financeiro.

Estudo recente da BRA Advisory aponta que há pelo menos cerca de 396 emissores brasileiros, entre instituições financeiras e não financeiras, avaliados por Fitch, S&P e Moody´s até abril de 2020 que se enquadram neste perfil de risco de crédito.

O levantamento também mostra que cerca de um terço destes possuem mais de uma classificação de risco e são e já acessam os mercados com frequência. Além disso, os emissores com esta classificação são em sua maioria ligados aos setores de energia, infraestrutura, instituições financeiras, commodities (ligadas aos segmentos do agronegócio, alimentos, mineral, química e papel celulose), saúde/saneamento, e conjuntamente respondem por cerca de 90% da amostra.

Na visão da BRA, o acesso a liquidez segue sendo fundamental para atravessar o estresse da crise e o cenário conturbado de 2020/2021. Acreditamos também que o país possa avançar na direção da recuperação econômica e da retomada gradual da confiança após o pico da pandemia, caso o governo executivo seja capaz de gerenciar melhor e de forma coordenada com as demais esferas do estado, dando uma resposta mais eficaz as vulnerabilidades econômicas e sociais causadas pelo movimento disruptivo desta crise, inclusive mitigando os efeitos de sobrecarga no sistema de saúde público, um dos principais gargalos além da paralisação econômica. Entendemos também que o a montagem de um plano de afrouxamento das regras de isolamento num país com maior diversidade é complexo e premente assim como é vital para o país que foque nos seus atuais desafios e problemas mais relevantes como manter o controle sua trajetória fiscal e conter os impactos dos ruídos políticos sobre sua governabilidade devido aos constantes embates e faltas de liderança e planejamento.

Atualmente o país se mantém classificado em BB- pela S&P e Fitch e Ba2 pela Moodys , tendo já tido reavaliada a perspectiva de sua classificação durante a escalada dos números da pandemia pela S&P em Abril e pela Fitch em Maio, devido ao grau de incertezas crescentes com a performance econômica, fiscal e o cenário político que perdura conturbado.

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