07/08/2018
Mercado Imobiliário Americano e especialmente na Flórida
Hoje vamos falar um pouco de como está o Mercado imobiliário nos Estados Unidos.
As vendas de imóveis residenciais caíram em junho, registrando o terceiro declínio mensal.
Entretanto, de acordo com alguns analistas, essa baixa não se deve a algum tipo de crise ou desaceleração, mas sim pela baixa oferta e alta demanda, com estoques em baixa.
Com uma economia persistentemente forte, baixo índice de desemprego, novos compradores Millennial e alta taxa de poupança, combinada com as baixas taxas de hipotecas está tornando o mercado imobiliário um lugar convidativo para a maioria dos compradores de casas. O mercado imobiliário americano está estável e otimista, apoiado por uma forte previsão econômica.
As vendas de casas continuaram caindo de abril a junho. Uma vez que as questões comerciais com a União Européia e a China sejam resolvidas de uma forma ou de outra, a demanda empurrará os preço para cima em 2019.
De acordo com o site Zillow.com, o valor médio do imóvel em junho de 2018 foi de U$ 217,300, um aumento de 8,3% em relação a junho do ano passado e o aluguel médio em U$ 1,440., um aumento de 1,3% em relação ao ano anterior.
Em comparação com a crise do subprime que se iniciou em 2007 e se aprofundou nos anos seguintes, 50% de todos os lares americanos recuperaram seus valores pré-crise. Em 6 grandes áreas metropolitanas, 90% das residências ainda não recuperaram todo o valor perdido durante a época de baixa: Las Vegas (0,8%), Harford, CT (3,7%, Orlando, FL (5,4%), Riverside, CA (6,5%), Batimore, MD (8,7%) e Miami (9,6%).
A previsão para 2009 é que o mercado imobiliário americano continuará a crescer com o aumento de preços e novas construções, apoiadas por uma forte economia doméstica. Presidente Trump está criando muitas opções para impulsionar a previsão econômica e mercados da habitação da Califórnia, Texas e Flórida. É um mercado onde os vendedores estão com a força, com uma demanda persistente e forte por parte dos compradores, apesar de algumas sombrias comparações com a crise de 2007. Os preços das residências e os preços dos aluguéis continuam subindo devido à falta de estoques residenciais.