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Como funciona a criolipólise.Desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, a criolipóli...
25/06/2019

Como funciona a criolipólise.

Desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, a criolipólise usa baixas temperaturas para acabar com a gordura localizada. O aparelho é colocado na superfície da pele, fazendo as células de gordura serem congeladas a temperaturas negativas para serem destruídas. Em contato com a baixa temperatura, as células de gordura - chamadas de adipócitos - se rompem totalmente. Em consequência, o corpo entende que elas não fazem mais parte do organismo e as expele naturalmente. O tratamento vem fazendo tanto sucesso que está sendo chamado de "a nova lipoaspiração", com a diferença de que diferentemente desse método, a criolipólise não é um procedimento cirúrgico.

Como é feita a criolipólise

A criolipólise é feita com a ajuda de um aparelho específico cujos aplicadores acoplam-se perfeitamente às diferentes áreas do corpo. A ponteira do aparelho realiza um poderoso vácuo que promove a sucção da pele e da porção de gordura localizada. Ao mesmo tempo, o resfriamento intenso e controlado da gordura destrói as células de gordura. O resfriamento controlado age danif**ando seletivamente as células adiposas, que são mais sensíveis ao frio, sem causar qualquer dano a nervos, músculos e outras estruturas próxima. "Na prática o que acontece é a morte da célula de gordura?

O aparelho da criolipólise é adaptado para cada área do corpo. Para a região da barriga existe uma ponteira grande, já para as costas e pneuzinhos laterais utiliza-se a ponteira menos.

A eliminação das estruturas dos adipócitos destruídas com a baixa temperatura é feita pelo sistema imune e a gordura no interior das células é conduzida ao fígado pelo sistema linfático para sua metabolização. Uma vez que o sistema linfático leva apenas uma pequena quantidade diária de gordura para ser metabolizada, não há perigo de sobrecarga do fígado.

Indicações da criolipólise

A criolipólise não é um tratamento para sobrepeso ou obesidade. Ela é opção para pessoas que tenham gordura localizada em algumas regiões corporais, o famoso pneuzinho. De acordo com o fabricante, o procedimento elimina até mesmo aquela gordura incapaz de ser combatida com dieta e exercícios físicos.

Áreas de aplicação

A criolipólise pode ser feita apenas em algumas partes do corpo, aquelas que se adaptam bem as ponteiras. Não é possível fazer no rosto, por exemplo, porque o aplicador não se encaixa. De acordo com o fabricante do aparelho, há a perspectiva do lançamento de ponteiras que se adaptem a outras partes do corpo.

A paciente poderá tratar áreas de qualquer tamanho com a criolipólise, mas numa área maior o procedimento deve ser dividido em dois momentos na mesma seção, para que toda a área a seja tratada.

A criolipólise pode ser feita em qualquer estação do ano, inclusive no verão. Mas se a ideia é que os resultados sejam notados na estação da praia e do sol, o ideal é se programar antes, já que o resultado completo leva de dois a três meses para aparecer.

Criolipólise pode haver dor no momento da sucção proporcionada pelo aparelho, mas após o congelamento da gordura a região f**a anestesiada. Também pode haver desconforto na hora de retirar o aplicador, mas nada muito intenso. Os hematomas não são frequentes, mas quando aparecem são passageiros.

Duração da sessão de criolipólise

O tempo de tratamento de uma área de 20 por 20 centímetros dura aproximadamente uma hora. A boa notícia é que a criolipólise pode ser feita em mais de uma região no mesmo dia sem riscos ao paciente.

Resultados da criolipólise

Uma ou duas sessões já são suficientes para trazer resultados. Mas há casos em que são necessárias mais sessões. A partir do décimo dia a quebra de gordura já pode ser visível, mas o efeito máximo acontece de dois a três meses após a sessão. É possível medir a diferença na fita métrica, mas a melhor maneira de fazer a comparação é através de fotografias do antes e depois, na mesma posição. Em uma única sessão, estudos científicos em Harvard apontam redução de 20% a 25% da gordura localizada na região tratada. Mas claro, os resultados variam de pessoa para pessoa.

Caso a gordura removida na primeira sessão não tenha sido suficiente, uma segunda sessão pode ser feita cerca de dois meses após a primeira no mesmo local. Não existem sessões de manutenção, para manter o resultado obtido deve-se evitar o ganho de peso, através de hábitos saudáveis: dieta balanceada e pratica de atividade física.

Criolipólise melhora celulite e flacidez?

Não existe qualquer comprovação científ**a de que a criolipólise melhore a celulite e a flacidez. Mas é possível perceber melhora do aspecto da celulite, em função da diminuição da gordura localizada, que é o foco do tratamento. Já a flacidez pode até aumentar com o tratamento. Nesse caso, outros tratamentos, como a radiofrequência, podem ser associados para tratar esse aspecto.

Nem todo mundo pode fazer a criolipólise, é preciso passar por uma avaliação detalhada antes. A criolipólise é contraindicada para pessoas com sensibilidade ao frio - como quem tem urticária, por exemplo , com hérnias no local da aplicação, infecções na pele, para gestantes e para quem passou por cirurgia recentemente. Para quem pretende emagrecer, vale lembrar que o método combate a gordura localizada e não o excesso de peso, pois não atinge gordura em todas as áreas do corpo ou mesmo a visceral, gordura que se deposita entre os órgãos.

Reações adversas e complicações

Pode haver dor no local após o procedimento, podendo durar até uma semana. Em caso de dor importante, pode-se fazer uso de analgésicos. Além da dor, inchaço e hematomas também são comuns de serem vistos, regredindo totalmente com o passar dos dias.

ADIPOGÊNESEEntenda o mecanismo!  A adipogênese é o processo de diferenciação celular em que os pré adipócitos tornam-se ...
15/05/2019

ADIPOGÊNESE

Entenda o mecanismo!

A adipogênese é o processo de diferenciação celular em que os pré adipócitos tornam-se adipócitos. Fisiologicamente, também se refere à produção de tecido adiposo e ao armazenamento de lipídios por adipócitos.
O tecido adiposo comporta-se muito mais como um órgão que um tecido isolado, em virtude da grande variedade de células que nele se encontram e da contribuição que exercem para que suas funções sejam realizadas de modo eficiente. Diferente do Tecido Adiposo Marrom, cuja ação é altamente específ**a para a produção de calor, o Tecido Adiposo Branco apresenta funções mais abrangentes e integrantes de diversos sistemas fisiológicos. A função primariamente associadas às células adiposas brancas é a de armazenar triglicerídeos em seus citoplasmas, quando existe excedente energético disponível no sistema, de modo a conservá-la para momentos em que haja carência deste; e constituir uma proteção mecânica e térmica para vísceras e para o organismo como um todo. Mais do que isso, entretanto, é evidenciada secreção de fatores de crescimento e diferenciação celular, adipocinas e outras proteínas hormonais por parte do tecido, constituindo importante componente do sistema endócrino. Também, funciona como sistema tamponante da concentração de ácidos graxos no plasma sanguíneo a fim de mantê-la o mais constante possível e evitar possíveis desordens metabólicas.

A célula adiposa branca armazena os triglicerídeos como uma inclusão citoplasmática – também chamada de gota – de lipídeos que pode ocupar até 85% do espaço citoplasmático, estando o núcleo e restante citosslico localizados na periferia da célula. As células adipócitas mais jovens contêm múltiplas gotículas de lipídeos, as quais se tornam maiores e se unem formando uma gota única quando madura. É uma célula especializada de forma que tal proporção de armazenamento lipídico não prejudica seu funcionamento.

Alem dos adipócitos, fibroblastos, macrófagos, leucócitos, pré-adipocitos e tecidos vascular e neuronal são constituintes deste órgão, todos associados à sua função secretora e à capacidade de controle metabólico. Suas células são unidas por um tecido conectivo frouxo.

A adipogênese do tecido adiposo refere-se ao processo de diferenciação das células pré-adipócitas em adipócitos maduros e constitui objeto de estudo de grande importância para entender a ocorrência da obesidade. É um processo altamente regulado que se inicia antes do nascimento. Contudo, a capacidade de gerar novas células adiposas continua na fase adulta, em profunda relação com a dieta seguida pelo individuo, de modo que o tecido tende a crescer sob ingestão excessiva de carboidratos. Também tomam parte na regulação da adipogênese sinais hormonais, interações entre as células do tecido ou componentes presentes na matriz celular. Os pré-adipocitos são originários de células-tronco mesenquimais do embrião, multipotentes, derivadas do folheto mesodérmico, as quais são capazes de se diferenciar em osteoblastos, condrócitos, miócitos e adipócitos. Já os pré-adipocitos não conseguem derivar tipos celulares diferentes.
A diferenciação celular resulta da mudança nos padrões de expressão de um gene ocorrendo que a transcrição que determina a forma multipotente é trocada por uma que determina o fenótipo final. Assim, mudanças na expressão e atividade de fatores transcricionais define o processo de diferenciação.

Um complexo de fatores de transcrição adipogênicos atua sob a forma de cascata que leva à adipogênese, e inicia-se com a expressão de dois fatores transcrição adipogênicos fundamentais, os quais estimulam tal cascata e, logo, a diferenciação: o receptor gama ativado por proliferadores de peroxissomas (PPARγ) e as proteínas ligantes ao amplif**ador CCAAT (C/EBPs). São responsáveis por promover uma cadeia de crescimento sucedida então por uma diferenciação terminal dos adipocitos. Embora estes sejam os principais fatores de regulação da adipogênese, outros fatores transcricionais influenciam no processo, como a proteína 1c ligadora do elemento regulado por esteróis (SREBP-1c), além de proteínas secretadas por células amadurecidas como parte da sua função endócrina.

E O tecido adiposo branco, que representa o principal tecido adiposo nos seres humanos adultos, distribui-se principalmente subcutânea e visceralmente. As relações de localização anatômica do tecido com suas diferenças na execução de seus papeis fisiológicos e funcionais serão abordadas em momento oportuno.

O Tecido Adiposo Branco está intimamente relacionado à obesidade e, portanto, constituirá atenção primária nas discussões nas próximas postagens.

Entenda o que é o ácido tranexâmico. O Ácido tranexâmico é ef**az contra manchas Hiperpigmentadas e vermelhidão. No camp...
15/05/2019

Entenda o que é o ácido tranexâmico.

O Ácido tranexâmico é ef**az contra manchas Hiperpigmentadas e vermelhidão. No campo médico, o ácido tranexâmico funciona como anti-hemorrágico confiável.

Ele é muito utilizado e ef**az durante as cirurgias e no caso de lesões acidentais.

Utilização
Em cosméticos médicos, o ácido tranexâmico é utilizado para tratamentos da pele, pequenas quantidades podem branquear manchas pigmentadas e reduzir a vermelhidão.

O ácido tranexâmico é também conhecido como agente farmacêutico. No ano de 2011, foi inscrito na lista de “Modelos de Medicamentos Essenciais” (EML) da Organização Mundial de Saúde (OMS) – em particular para o tratamento de traumatismos após acidentes de trânsito ou em caso de riscos hemorrágicos e até hemorragias fatais.

O ácido tranexâmico, do ponto de vista químico, é um aminoácido, e mais precisamente, estamos falando do ácido trans-4- (aminometil) ciclohexanocarboxílico.

Estrutura do ácido tranexâmico
O composto cristalino incolor pertence ao grupo de antifibrinolíticos, ou seja, agentes que impedem a decomposição da fibrina. A fibrina é uma proteína encontrada no plasma sanguíneo que é formada durante o sangramento e que atua no fechamento das feridas.

A fibrinólise, ou seja, o processo oposto de dissolução da proteína, começa logo após a formação da fibrina. Antifibrinolíticos são freqüentemente utilizados durante intervenções cirúrgicas e extrações de dentes, a fim de reduzir sangramentos.



Uma descoberta casual para uso na dermatologia
Em dermatologia, os efeitos deste ácido são conhecidos há muito tempo, para diminuições do pigmento.

O primeiro relato sobre o tratamento de melasmas com ácido tranexâmico ocorreu em 1979 e provém de uma observação acidental após a administração oral (medicamento) de ácido tranexâmico.

Quando começaram os te**es, a intensidade de um melasma foi signif**ativamente reduzida num período de duas a três semanas.



Melasmas
Melasma



Melasmas ou Hiperpigmentações são desencadeadas por influências endógenas (por dentro) e exógenas (por fora) diversas, como:

Exposição à radiação solar
Influências hormonais, como por exemplo durante a gravidez
hiperpigmentação pós-inflamatória
Reações do próprio corpo


Um número considerável de estudos sobre as manchas escuras na pele apontaram para um grande número de pessoas que sofrem com a aparência, portanto, é muito importante um tratamento estético ou dermatológico.

Esta é a razão pela qual ocorreram muitos estudos clínicos e mais tarde também estudos cosméticos sobre o ácido tranexâmico.

Os estudos demonstraram os seguintes resultados: o ácido tranexâmico é ef**az após administração oral e após aplicação tópica.

Uma variedade de mecanismos bioquímicos foram discutidas, dentre as quais, a inibição da tirosinase, mas o principal campo de aplicação de ácido tranexâmico no entanto é a prevenção.

O ácido tranexâmico já é ef**az em baixa dosagem, em alta dosagem não irá melhorar os efeitos, mas sim causar irritações.

Utilização em cosméticos
Utilização do Ácido Tranexâmico


Em cosméticos, o ácido solúvel em água é utilizado em cremes comerciais e séruns numa dosagem de 2% no máximo.

Outras técnicas para aumentar a eficácia tal como, por exemplo, a iontoforese não têm sido bem sucedidas.

Houve relatos de uso através de microinjeções intradérmicas, portanto, pode-se supor que o ácido tranexâmico pode ser utilizado com sucesso também através de injeções indicadas por dermatologistas

A combinação de microdermoabrasão e tratamentos a laser com preparações de ácido tranexâmico lipossomal é amplamente difundida no Sudeste Asiático e, entretanto, também aplicado na Europa.

Ocasionalmente, inibidores adicionais de tirosinase como a vitamina C, extratos de ervas e ácido kójico, e no contexto médico também hidroquinona (proibido na Directiva Cosmética Europeia) são aplicados topicamente para remover hiperpigmentações existentes ou evitar uma nova formação de manchas.

Nos anos noventa, Shiseido, um fabricante japonês de cosméticos, havia solicitado patentes para derivados de ácido tranexâmico, entre outros ésteres de polifenóis antioxidantes, como a hidroquinona, que em geral não prevaleceram e posteriormente foram retirados do mercado para venda.

Ef**az nos cuidados da acne e rosácea
Ácido tranexâmico e niacinamida também se complementam em outra indicação, ou seja, o cuidado da pele com rosácea. Enquanto neste caso particular o ácido tranexâmico reduz a vermelhidão, vitamina B3 tem efeitos anti-inflamatórios, os quais, a propósito, também se observa no caso de peles com acne.

A combinação de ácido tranexâmico com ácido azeláico e outros ácidos oferecem uma opção de tratamento muito ef**az, uma vez que o ácido azeláico controla a flora bacteriana anaeróbia (propionibacterium acnes e staphylococcus epidermidis) típica da acne e rosácea.

O ácido tranexâmico administrado oralmente entra no sistema circulatório através do aparelho gastro intestinal e é excretado em poucas horas através da urina.

O relatório de segurança exigido pela Direção Cosmética Europeia não menciona quaisquer riscos para a saúde no contexto do ácido tranexâmico aplicado topicamente para fins cosméticos.

Não foram ainda observadas irritações após a aplicação de preparações lipossômicas (com ou sem niacinamida).

A eletroterapia consiste em um recurso comum na estética, onde utilizam-se correntes elétricas diversas para proporciona...
02/05/2019

A eletroterapia consiste em um recurso comum na estética, onde utilizam-se correntes elétricas diversas para proporcionar resultados específicos.

A eletricidade é uma das divisões da física, e como o corpo humano é um excelente condutor de eletricidade, devido às cargas livres sob a forma de íons, temos na eletroterapia um recurso a mais para obtermos os resultados esperados.

A utilização de correntes produz movimento e altera a temperatura no nosso organismo, trazendo efeitos fisiológicos e bioquímicos, tais como aumento da oxigenação e hidratação dos tecidos (fundamental em tratamentos para rejuvenescimento), aumento da velocidade de cicatrização (como no caso de cicatrizes), estímulo do colágeno, melhora da circulação local, entre outros.

Dentre os principais tratamentos com o uso da eletroterapia, temos o eletrolifting, a ionização e as microcorrentes.

O eletrolifting é uma técnica de corrente contínua, onde promovemos uma escarif**ação das rugas e linhas de expressão, podendo ser realizada com ou sem agulhas, visando estimular a produção de colágeno e elastina além de nutrir os tecidos que encontram-se desvitalizados.

A ionização consiste em uma técnica que facilita a penetração de ativos específicos através da corrente elétrica, esta “quebra” as moléculas do princípio ativo em íons garantindo assim sua penetração profunda na pele.

A microcorrente é uma técnica um pouco mais profunda, onde além de estimular colágeno e melhorar a nutrição tecidual, ainda há o estímulo das fibras musculares, onde se obtém uma melhora na flacidez muscular. Além disso, as microcorrentes atuam na cicatrização dos tecidos, podendo ser uma ótima aliada nos tratamentos pós-cirúrgicos.

As contra indicações da eletroterapia também devem ser observadas, e são elas: cardiopatias, portadores de marca-passo, patologias circulatórias, gestantes, hipertensão, processos infecciosos e inflamatórios, neoplasia, problemas renais crônicos, patologias pulmonares, epilepsia, regiões com dermatites ou dermatoses, lesões musculares, prótese metálica.

Radiofrequência é um tratamento corporal ou facial de última geração com tecnologia unipolar, bipolar ou tripolar, que t...
01/05/2019

Radiofrequência é um tratamento corporal ou facial de última geração com tecnologia unipolar, bipolar ou tripolar, que tem como objetivo aumentar a temperatura do tecido, a fim de alcançar em média de 40°C, desencadeando uma sequência de reações fisiológicas para a indução de colágeno.

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Rio De Janeiro, RJ

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