Estação de Rádio

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24/09/2018
24/09/2018
Tópico: Negócio Petrobrás - E&P - 2017A previsão de investimentos da Petrobras, incluída na Lei Orçamentária da União, p...
25/12/2016

Tópico: Negócio Petrobrás - E&P - 2017

A previsão de investimentos da Petrobras, incluída na Lei Orçamentária da União, projeta um orçamento de R$ 61,4 bilhões para atividades de E&P e outros R$ 9,5 bilhões ao segmento de combustíveis, envolvendo a holding e subsidiárias nacionais e estrangeiras. Com foco no pré-sal, os novos campos têm recursos previstos da ordem de R$ 20 bilhões.

A previsão orçamentária não é, contudo, garantia de desembolso dos valores. Em anos recentes, a execução tem sido menor que o projetado. Em compração com o orçamento deste ano, o E&P teve alta de 22%. A execução orçamentária de 2016 ainda não foi divulgada. A LOA 2017 já foi aprovada no Congresso e aguarda sanção presidencial.

Quatro novas plataformas estão programadas para 2017, sendo uma no pós-sal de Campos (Tartaruga verde) e dois sistemas definitivos e o TLD de LIbra no pré-sal. Com isso, o desenvolvimento da produção no pré-sal tem R$ 11,8 bilhões em investimento orçados. Para Campos e Espírito Santo, a projeção é de R$ 2,8 bilhões.

Maior província petrolífera nacional, a Bacia de Campos, junto com a Bacia do Espírito Santo, tem reservados outros R$ 8,5 bilhões, para manutenção da produção. É o segundo maior orçamento da Petrobras para o ano.

Em exploração, os investimentos foram reduzidos de R$ 4,4 bilhões ante a projeção de 2016, para R$ 3,8 bilhões este ano. O orçamento prevê a perfuração de 24 poços offshore com fins exploratório. Em terra, a variação foi de R$ 0,91 bilhão, para R$ 0,99 bilhão, prevendo 38 novos poços.

Até meados de dezembro deste ano, a Petrobras perfurou apenas cinco poços exploratórios em terra e oito no offshore. A previsão incluída pela Petrobras na LOA de 2016 previa 13 poços offshore e 32, onshore. O número de perfurações considera poços pioneiros, de extensão e especiais em blocos ou campos.

http://brasilenergiaog.editorabrasilenergia.com/daily/bog-online/ep/2016/12/orcamento-da-petrobras-preve-r-61-bilhoes-para-ep-em-2017-472815.html

23/12/2016

Tópico: DSC - Subsistema do GMDSS

[email protected]

need some help and clarification about DSC Position Request Call and Position Report Call.

The long history:

- I just bought two cheap and used Icom IC-M421 Class D VHF transceiver for training purposes ( UK version). Well, all is just running perfect but not for "Position Report Call" and associated acknowledge.

- Example: Station "A" issue a "Position Request Call" to station "B", which in turn send back a "Position Reply Ack" which contain the "B" position and time (both manually or GPS inserted). Data are displayed correctly on "A" display.

- Station "A" issue a "Position Report Call" to station "B", then wait for an ACK. Station "B" send back an ACK to "A". On station "B", I can see the station "A" position and time (both manually or GPS inserted). Till here all seem OK.

- On the prior ACK that station "B" have send back to station "A" (telling he has received the infos ??) , the position and time are always equal to the "A" data been transmitted before. In other word "A" receive back on the ack the "A" postion !

- Those informations are displayed on the "A" position radio display. Actually the same "A" position .... so distance is always indicate as 0.0 km !!

Uhmmmm .... what's the meaning of that ? Is it useful ? I have been looking in to the ITU Rec M-493-13 and 14, but there is nothing about "postion report call" and ack data structure ...

Might be a software problem only applicable to my radio's model and branch ? Could someone run an actual test with two real radio to simulate the same behavior and then let me know ?
Being an engineer, some thing drive me crazy to understand .... hehehhe

Thank you very much, and my best Season Greetings for all from South Switzerland !!

Pietro

22/12/2016

Tópico: Vaga - Anúncio
RADIO OPERADOR MARÍTIMO – OFFSHORE
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 Permitir comunicação de rádio entre plataformas e embarcações para realização de atividades e prestação de informações na atividade offshore, atividade...
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21 de Dezembro de 2016 - RADIO OPERADOR MARÍTIMO – OFFSHORE - p Controle do tráfego marítimo de embarcações; /p p  Permitir comunicação de rádio entre plataformas e embarcações para realização de atividades e

21/12/2016

Tópico: Mercado de Trabalho, Sísmica

Sísmica de Búzios tem pedido de recurso

Análise na fase de qualificação técnica e financeira adiará conclusão da licitação para 2017

[19.12.2016] 16h34m / Por Claudia Siqueira

A Petrobras está avaliando o pedido de recurso da SAExploration, que foi desqualificada na licitação para contratação de campanha sísmica 3D com nodes para o campo de Búzios, na área da cessão onerosa, no pré-sal de Santos. A petroleira recebeu os envelopes da concorrência no fim de novembro e, há cerca de uma semana, divulgou o resultado da habilitação técnica e financeira, deixando a empresa de fora de fora do processo.
O resultado da análise do pedido de recurso só deve ser concluído em janeiro. A desqualificação da SAExploration foi motivada pelo não atendimento de algumas exigências financeiras. A licitação é disputada também pela Seabed Geosolutions, Magseis e Fairfield, todas habilitadas pela Petrobras.
Com o recurso, a expectativa é que o resultado final da licitação só seja conhecido entre o fim do primeiro trimestre e o início do segundo trimestre de 2017. A campanha em Búzios é para o mapeamento de 1.000 km² de área geológica e 1,6 mil km² de área de nodes, com uma área de tiro de 2,7 mil km2 – um dos maiores levantamentos em águas profundas da indústria do petróleo.
A licitação de Búzios foi aberta na primeira semana de outubro, e a data de entrega das propostas foi, originalmente, marcada para o começo de novembro. A campanha será executada em lâmina d´água de até 3 mil m.

Além da sísmica Búzios, a Petrobras deve finalizar em breve a contratação de outro mapeamento com nodes destinado a área Noroeste de Libra. A Fairfield apresentou o preço mais baixo na licitação e vem negociando sua proposta com a petroleira.

http://brasilenergiaog.editorabrasilenergia.com/daily/bog-online/ep/2016/12/sismica-de-buzios-tem-pedido-de-recurso-472767.html

15/12/2016

It is almost a quarter of a century since the GMDSS (Global Maritime Distress and Safety System) became operative in 1992 and it is now in the process of a review that could see new

10/12/2016

Tópico: Mercado de trabalho, FPSO

Segundo casco replicante é entregue

P-68 deixou o Estaleiro Rio Grande rumo ao Espírito Santo, onde será integrada

[08.12.2016] 16h55m / Por Gabriela Medeiros

A P-68 deixou o estaleiro Rio Grande, no Rio Grande do Sul, nesta quinta-feira (8/12), após o término dos trabalhos no casco da unidade pela Ecovix. A embarcação ruma para o estaleiro Jurong Aracruz, no Espírito Santo, onde será integrada.

O contrato entre aempresa do grupo Engevix e a Petrobras prevê a construção dos cascos de oito FPSOs replicantes (P-66 a P-73). O primeiro deles está em fase final de integração no Brasfels, em Angra dos Reis (RJ). Entre os demais cascos, alguns tiveram obras transferidas para a Ásia devido a dificuldades financeiras enfrentadas pela Engevix.

Responsável pela integração da P-68 e da P-71, o Jurong recebeu na segunda-feira (5/12) autorização da Receita Federal para atracação de uma embarcação na área para a importação de quatro módulos, destinados aos dois FPSOs. De acordo com informações da Westshore, embarcações da Tranship são responsáveis pela rebocagem do casco da P-68 no Rio Grande em direção ao Jurong. A expectativa é que a operação dure 12 dias.

Além do Jurong e do Brasfels que, além da P-66, integrará a P-69, a Petrobras contratou como integradores das plataformas replicantes o consórcio Integra, parceria entre a OSX e a Mendes Júnior (P-67 e P-70). A integração da P-72 e da P-73 não chegou a ser contratada.

Tanto o Jurong quanto o Integra enfrentaram dificuldades durante a construção dos módulos. No caso do Integra, o contrato foi parcialmente cedido à China Offshore Oil Engineering Corporation (COOEC), em Qingdao, na China. Os módulos da P-68 e P-71 também tiveram que ser parcialmente construídos no exterior.

Procurado, o Jurong não comentou o andamento das obras da P-68 e P-71.

http://brasilenergiaog.editorabrasilenergia.com/daily/bog-online/naval-offshore/2016/12/segundo-casco-replicante-e-entregue-472660.html

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