Hozon Corretora De Seguros

"Os brasileiros destinaram R$ 41,6 bilhões à contratação de seguros de pessoas no primeiro semestre de 2026, valor 10% m...
27/08/2026

"Os brasileiros destinaram R$ 41,6 bilhões à contratação de seguros de pessoas no primeiro semestre de 2026, valor 10% maior que o registrado no mesmo período do ano passado. A categoria reúne proteções como seguro de vida, acidentes pessoais, prestamista e cobertura contra doenças graves.

Os dados são da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), que representa as empresas que operam no ramo, com base em informações da Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia federal que fiscaliza o setor.

O levantamento mostra que o seguro de Vida, nas modalidades individual e coletiva, respondeu por 48% dos prêmios (valores pagos pelos clientes às seguradoras ao contratarem o seguro) arrecadados no período. O Prestamista representou 30% e o seguro de Acidentes Pessoais, 11%.

O seguro prestamista é contratado para quitar ou amortizar determinadas dívidas em situações previstas na apólice (contrato de seguro), como morte ou invalidez, enquanto o seguro contra doenças graves prevê o pagamento de uma indenização quando o segurado recebe o diagnóstico de uma das enfermidades cobertas pelo contrato.

Apesar do avanço do mercado, Edson Franco, presidente da Fenaprevi, avalia que o número de brasileiros protegidos ainda é pequeno. “Como indústria temos urgência em chegar ao cidadão e entender a sua real necessidade, com novas possibilidades de produtos, mais flexíveis e que melhor se adequem ao seu momento de vida, a exemplo do Seguro de Vida Universal”, afirma.

Citado pelo executivo, o Seguro de Vida Universal ainda está em fase de homologação no Brasil."

Fonte: https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/seguros-de-pessoas-crescem-10-e-indenizacoes-chegam-a-r-89-bilhoes/

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“As coberturas do seguro residencial são bem avaliadas pelos corretores, mas a experiência com serviços de assistência e...
25/08/2026

“As coberturas do seguro residencial são bem avaliadas pelos corretores, mas a experiência com serviços de assistência e aplicativos das seguradoras ainda deixa a desejar. É o que mostra a primeira edição da PMC Residencial, pesquisa do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP).

As coberturas básicas tiveram o melhor desempenho do levantamento, com 93% de avaliações positivas — 46% classif**adas como excelentes e 47% como boas. Na outra ponta, os serviços de assistência e os aplicativos concentraram os maiores índices de avaliações regulares ou ruins.

O levantamento consultou 1.216 corretores de seguros (pessoas físicas e jurídicas) ativos no estado de São Paulo, o que equivale a 11% dos 10.642 filiados da entidade. A amostragem possui uma margem de erro de 2,7 pontos percentuais.

Como cada participante avaliou até seis companhias com as quais opera com frequência (registrando uma média de 4,3 seguradoras por corretora), a pesquisa compilou 5.287 avaliações individuais em oito aspectos.

Os dados consolidados de mercado foram apresentados publicamente, enquanto os relatórios que menciona desempenhos individuais foram enviados em caráter confidencial às 28 seguradoras mapeadas na pesquisa.

Porém, as empresas mais citadas pelos corretores por frequência de operação foram:
• Porto (PSSA3) com 84,2%,
• Allianz com 67,8%,
• Tokio Marine com 65,7%,
• Bradesco Seguros (BBDC4) com 51,8% e
• HDI Seguros com 47,9%.
A agilidade na emissão de cotações registrou 88% de opiniões positivas (39% excelentes e 49% boas), acompanhada pelas coberturas acessórias, com 92% de aprovação (35% excelentes e 57% boas).

O comissionamento pago pelas seguradoras foi considerado satisfatório por 89% dos participantes (30% excelentes e 59% bons). Já o atendimento comercial voltado aos corretores obteve 78% de aceitação positiva (34% excelente e 44% bom), mas acumulou 18% de avaliações regulares e 4% ruins.”

Fonte: https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/seguro-residencial-agrada-na-cobertura-mas-assistencia-e-apps-sao-criticados/
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“Quem acionar seguros como os de carro, casa ou propriedades rurais terá regras mais claras sobre a análise e o pagament...
24/08/2026

“Quem acionar seguros como os de carro, casa ou propriedades rurais terá regras mais claras sobre a análise e o pagamento de indenizações. Nova resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) publicada na segunda-feira (17) estabelece diretrizes para os chamados seguros de danos, incluindo prazos para análise de sinistros (acionamento do seguro devido à ocorrência de risco previsto no contrato) e pagamento, multa por atraso e exigências para tornar os contratos mais fáceis de entender.

Entre as principais regras, a seguradora terá até 30 dias para analisar se o dano está coberto, contados a partir do envio dos documentos solicitados. Reconhecido o direito à indenização, haverá prazo de até 30 dias para o pagamento. O atraso pode resultar em multa de 2% sobre o valor devido, além de atualização monetária e juros.

Os seguros de danos são aqueles destinados a proteger o segurado contra prejuízos causados por situações previstas no contrato, como acidentes, incêndios, roubos e desastres naturais.

A resolução exige que os contratos sejam escritos em linguagem clara, objetiva e de fácil entendimento, detalhando riscos cobertos, assim como os que são excluídos, e situações em que o cliente pode perder o direito à indenização. Além disso, as seguradoras devem fornecer um glossário técnico-jurídico para ajudar na leitura do contrato e informar o consumidor sobre as cláusulas antes da contratação.

Outro ponto importante é que a resolução protege o cliente em caso de divergências contratuais ou dúvidas. O normativo determina que termos confusos, ambiguidades ou diferenças entre o contrato vendido e o registrado na Susep sejam resolvidos “no sentido mais favorável ao segurado, beneficiário ou terceiro prejudicado”.”

Fonte: https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/seguro-de-carro-casa-e-outros-bens-terao-novas-regras-para-indenizacao/

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"Frota relativamente nova, alto custo de componentes e necessidade de mão de obra especializada ajudam a explicar difere...
21/08/2026

"Frota relativamente nova, alto custo de componentes e necessidade de mão de obra especializada ajudam a explicar diferença de preço

O crescimento da venda de veículos elétricos e híbridos no Brasil ainda não foi suficiente para reduzir de forma signif**ativa o custo do seguro desses modelos. Apesar do avanço da eletrif**ação da frota, fatores relacionados ao histórico de sinistros, ao preço das peças e à estrutura de reparação continuam influenciando a formação das apólices.

Para Augusto Esteves, presidente da UCS (União dos Corretores de Seguros) e presidente do Conselho de Administração da Bagueira Corretora de Seguros, um dos principais fatores é justamente a falta de um histórico amplo sobre o comportamento desses veículos.

Além da falta de histórico, a própria composição dos veículos eletrif**ados influencia o custo. Baterias e sistemas eletrônicos estão entre os componentes de maior valor e, em determinados casos, os reparos exigem profissionais com conhecimento específico.

A redução dos preços dos seguros também passa pela evolução do mercado de reparação. Com o aumento da frota, a expectativa é de que haja maior disponibilidade de peças, expansão da rede de oficinas capacitadas e formação de profissionais especializados.

Na avaliação de Esteves, outro movimento importante será ampliar a possibilidade de reparar componentes em vez de substituí-los integralmente, sempre que isso for tecnicamente viável.

Esse processo pode ser especialmente relevante para veículos que possuem componentes de alto valor. Quanto maior a possibilidade de realizar reparos específicos, menor tende a ser o impacto financeiro de determinados sinistros para seguradoras e consumidores."

Fonte: https://www.segs.com.br/seguros/454000-eletricos-e-hibridos-enfrentam-custos-maiores-no-seguro

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"O avanço dos carros elétricos e híbridos no Brasil já chegou ao mercado de seguros. Só entre janeiro e julho de 2026, f...
20/08/2026

"O avanço dos carros elétricos e híbridos no Brasil já chegou ao mercado de seguros. Só entre janeiro e julho de 2026, foram vendidos 271.091 veículos leves eletrif**ados (categoria que reúne desde os híbridos aos 100% elétricos), segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

A expansão se reflete na procura por proteção. Dados internos do Grupo HDI compartilhados em primeira mão com o InfoMoney mostram que, nos últimos 12 meses, as cotações de seguros para eletrif**ados cresceram aproximadamente 90%, enquanto as contratações avançaram cerca de 65%. No mesmo período, a carteira da companhia no segmento aumentou aproximadamente 70%. Os dados consideram as três marcas do grupo que comercializam seguro automóvel: HDI, Yelum e Aliro.

Não necessariamente. De acordo com Rafael Ramalho, vice-presidente de Auto, Vida e Massif**ados do Grupo HDI, a companhia adota a mesma lógica de cotação para veículos elétricos, híbridos e a combustão. “Se você pega um carro eletrif**ado de R$ 100 mil ou R$ 200 mil e um carro a combustão do mesmo valor, o preço do seguro é bastante similar”, diz. Segundo ele, as coberturas também seguem, em geral, o mesmo padrão, incluindo colisão, furto e outros danos previstos na apólice (contrato de seguro).

Dados do IPSA (Índice de Preço do Seguro de Automóvel), desenvolvido pela TEx, braço da Serasa Experian voltado ao mercado de seguros, ajudam a dimensionar essa diferença. Em junho de 2026, o seguro de veículos elétricos com até dois anos correspondia, na mediana, a 3,7% do valor do automóvel. O percentual era de 3,4% para carros a gasolina, 3,1% para os movidos a diesel e 2,7% para os híbridos. Assim, os elétricos apresentaram o maior custo proporcional no recorte, mas com diferença de apenas 0,3 ponto percentual em relação aos modelos a gasolina. Os híbridos, por sua vez, registraram o menor índice."

Fonte: https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/carro-eletrico-seguro-custa-mais-veja-7-cuidados-antes-de-contratar/

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"Motoristas considerados de menor risco pelas seguradoras podem ter espaço para pagar menos pelo seguro do carro quando ...
19/08/2026

"Motoristas considerados de menor risco pelas seguradoras podem ter espaço para pagar menos pelo seguro do carro quando a precif**ação leva em conta dados mais detalhados sobre a sinistralidade de diferentes perfis. Em um dos cenários analisados pela Trillia, linha de negócios da B3 dedicada a Dados, Analytics e Inteligência Artificial, um seguro de R$ 2.850 poderia cair para R$ 1.938 — uma diferença de R$ 912.

A estimativa considera um grupo de segurados cuja sinistralidade ficou 33,8% abaixo da média da carteira analisada. Na outra ponta, entre os clientes classif**ados nas faixas de maior risco, o indicador ficou 36% acima da média.

A sinistralidade é uma das principais referências para as seguradoras acompanharem a relação entre os valores recebidos com os seguros e os gastos decorrentes de sinistros (ocorrência do risco previsto no contrato de seguro, como roubo ou acidente). Quanto maior esse indicador, maior tende a ser o custo daquela carteira para a companhia.

O estudo divide os clientes em cinco faixas de risco e busca identif**ar situações em que o preço cobrado está acima ou abaixo do que seria compatível com a sinistralidade observada naquele grupo.

“Hoje, o preço do seguro muitas vezes não reflete o risco real. O AutoScore corrige essa distorção ao dar base de dados para decisões mais justas tanto para a seguradora quanto para o cliente”, aponta Mauricio Teramoto, diretor de Dados na Trillia.

Segundo o executivo, diferenças relevantes entre os grupos permitem identif**ar onde há espaço para ajustes na precif**ação.

“Quando os dados mostram que um grupo tem sinistralidade 30% abaixo da média e outro 30% acima, f**a claro onde o preço está desalinhado. Isso permite corrigir distorções: a seguradora ganha carteira mais saudável e o cliente passa a pagar um valor mais coerente com o seu risco, sem depender de descontos pontuais”, explica."

Fonte: https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/seguro-de-carro-pode-f**ar-r-900-mais-barato-para-motorista-de-menor-risco/

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"Usar o carro durante campanha eleitoral pode provocar a perda da apólice, mas o simples uso de adesivos de propaganda p...
17/08/2026

"Usar o carro durante campanha eleitoral pode provocar a perda da apólice, mas o simples uso de adesivos de propaganda política em veículos de uso particular não é suficiente para comprometer a cobertura do seguro, segundo entidades e profissionais do setor.

O que aconteceu
A simples adesivação eleitoral em automóveis de uso particular não prejudica o seguro. Conforme Ernesto Tzirulnik, presidente do IBDS (Instituto Brasileiro de Direito do Seguro), a seguradora que negar o pagamento de indenização por sinistro sob essa justif**ativa estará cometendo uma conduta abusiva e ilícita.

Cobertura pode ser anulada caso veículo registrado como particular tenha finalidade desviada para apoio logístico de campanhas eleitorais. Jaime Soares, presidente da Comissão de Seguros de Automóvel da Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais), diz que o uso para fins que não seja apenas particular precisam ser declarados na contratação do seguro.

O uso para campanhas eleitorais exige a atualização do contrato. Seguradoras dizem que veículos que participam dessas atividades relacionadas às campanhas apresentam maior risco de acidentes, roubo e vandalismo durante as campanhas. O mesmo vale para uso comercial do veículo."

Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/08/16/adesivo-politico-nao-anula-seguro-de-automovel-dizem-especialistas.ghtm

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"As mulheres já são maioria entre os funcionários de seguradoras e entidades de previdência privada aberta no Brasil, ma...
14/08/2026

"As mulheres já são maioria entre os funcionários de seguradoras e entidades de previdência privada aberta no Brasil, mas sua participação diminui à medida que avançam na hierarquia das empresas. É o que mostra a 1ª Pesquisa FeMa Meter, da Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia federal responsável pela regulação e fiscalização do mercado de seguros no país.

Segundo o levantamento, 54,4% dos 44.285 funcionários das empresas pesquisadas eram mulheres. A participação, porém, cai para 28,5% entre os gestores executivos e para 18,5% nos conselhos de administração.

A redução da presença feminina nos níveis mais altos de decisão aparece na maior parte das empresas analisadas. Nos recortes de governança, a participação das mulheres está “substancialmente abaixo da média populacional”, segundo o estudo, o que “sugere não se tratar de ocorrências pontuais, mas de um padrão relativamente disseminado no setor”.

A Susep ressalta, porém, que a primeira edição do levantamento tem caráter puramente descritivo e não busca investigar as causas dessa distribuição. Em entrevista ao InfoMoney, a autarquia afirmou que os dados servem como ponto de partida para mapear a situação atual e acompanhar sua evolução ao longo do tempo.

“Entre os fatores que explicam essa queda estão uma cultura corporativa historicamente moldada por modelos masculinos de liderança, a penalização que as mulheres ainda sofrem ao conciliar carreira com maternidade e cuidado da família, e a persistência de gaps salariais e de oportunidade. O mercado vem avançando, mas o caminho até a equidade ainda é longo”, avalia."

Fonte: https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/mulheres-sao-54-da-forca-de-trabalho-nos-seguros-mas-so-285-na-gestao-executiva/

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"Com esse entendimento, as seguradoras podem negar a indenização referente aos danos do próprio veículo, como ocorre em ...
13/08/2026

"Com esse entendimento, as seguradoras podem negar a indenização referente aos danos do próprio veículo, como ocorre em casos de colisão com perda total ou necessidade de reparos, quando há comprovação de que o álcool foi determinante para o acidente.

A comprovação da embriaguez também se tornou mais consistente nos últimos anos. No passado, sem exames como o bafômetro ou te**es laboratoriais, era mais difícil para a seguradora demonstrar que o motorista estava alcoolizado no momento do acidente. Atualmente, além desses exames, podem ser considerados documentos como boletins de ocorrência com relatos de sinais de alteração da capacidade psicomotora, laudos médicos, imagens de câmeras e depoimentos de testemunhas.

A recusa do teste do bafômetro no local do acidente também passou a ser analisada pelas seguradoras junto com outros elementos de prova registrados pelas autoridades. Quando existem indícios documentados de embriaguez, a empresa pode negar o pagamento da indenização, e o segurado que discordar da decisão precisa recorrer à Justiça.

A avaliação do risco também pode influenciar a contratação de novos seguros. No Brasil, diferentemente de alguns países, as seguradoras não consultam automaticamente, no momento da cotação, todo o histórico de multas e infrações do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para definir o preço ou aceitar um contrato. Por isso, uma infração da Lei Seca, isoladamente, não gera uma recusa automática de seguro.

A negativa de contratação ou o cancelamento de uma apólice pode ocorrer, por exemplo, quando o motorista omite informações relevantes no questionário de perfil, como a suspensão ou cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por infração relacionada à Lei Seca. Também pode haver análise diferenciada quando o segurado possui histórico de sinistro anterior com indenização recusada por dirigir alcoolizado."

Fonte: https://genteseguradora.com.br/seguros-endurecem-contra-quem-bebe-e-dirige/

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"Motoristas que pretendem usar o carro em atividades de campanha eleitoral ou instalar adesivos e outros materiais de pr...
11/08/2026

"Motoristas que pretendem usar o carro em atividades de campanha eleitoral ou instalar adesivos e outros materiais de propaganda para as eleições de 2026 devem avisar a seguradora antes de alterar a utilização do veículo. O alerta é da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), que afirma que a mudança pode modif**ar o nível de risco considerado no momento da contratação da apólice.

De acordo com a entidade, a maior circulação em eventos, o transporte de equipes e materiais de campanha e a exposição a situações de vandalismo ou tumultos podem fazer com que o veículo passe a ter um perfil diferente daquele informado à seguradora. Se a alteração não for comunicada, há possibilidade de problemas na cobertura em casos como roubo, furto ou colisão, conforme as condições previstas no contrato. A FenSeg também ressalta que danos a adesivos, envelopamentos e plotagens normalmente não fazem parte da cobertura convencional e que situações como motins e tumultos podem estar entre as exclusões.

Para evitar problemas, a recomendação é informar previamente a seguradora e consultar o corretor antes de colocar o veículo a serviço de candidatos ou partidos. Dependendo do caso, pode ser necessário fazer um endosso, documento que formaliza a alteração das condições da apólice. O motorista também deve verif**ar se a instalação de envelopamento ou outro tipo de alteração visual exige atualização do registro do veículo no Detran e conferir as exclusões previstas no seguro."

Fonte: https://veja.abril.com.br/politica/adesivo-eleitoral-no-carro-pode-fazer-motorista-perder-cobertura-do-seguro/

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