Carlos Veiga Corretor de Seguros Todos os ramos

Carlos Veiga Corretor de Seguros Todos os ramos Corretor de seguros todos os ramos Pode atuar como autônomo, pessoa física, quanto com uma pessoa jurídica, em uma corretora de seguros.

Corretor de seguros é um profissional do ramo securitário certificado, no Brasil, pela Escola Nacional de Seguros e com registro na SUSEP (Superintendência de Seguros Privados).

por Leandro MatteraCarros: o Seguro é mais Importante do que Você ImaginaCarros: o Seguro é mais Importante do que Você ...
09/06/2015

por Leandro Mattera


Carros: o Seguro é mais Importante do que Você Imagina
Carros: o Seguro é mais Importante do que Você Imagina! 70% dos brasileiros não fazem seguro de carro e sofrem as consequências disso. Que tal mudar essa realidade?
Carros: não fique sem seguro! - Foto: Shutterstock
Há quase três anos os leitores do Dinheirama têm acompanhado os meus artigos sobre o tema “carros e finanças”. Durante esse período, devido à situação econômica do país e às peculiaridades do nosso mercado automotivo, a importância de um bom planejamento financeiro, envolvendo os custos dos veículos, têm crescido continuamente.
Existe um assunto, no entanto, que merece um foco especial. Trata-se do seguro do seu carro, que tem se tornado cada vez mais importante por uma série de fatores. Para ilustrar como é fundamental ter atenção para esse aspecto, gostaria de citar o seguinte trecho de uma mensagem que recebi na época que estava escrevendo o meu livro digital, o “Como Escolher o seu Carro Ideal”:
“Tenho (ou melhor, tinha) um carro zero, ainda não estava no seguro (erro, vacilo, bobeira, enfim… culpa minha por não ter colocado no seguro). O carro foi virado e sofreu várias “capotadas”. Só tinha sido paga a primeira parcela (de 60), aí percebe-se o tamanho do prejuízo. Meu Deus!”
Realmente esse (extremamente) triste caso foi bastante marcante para mim, embora eu já tenha acompanhado uma série de casos em que a falta de seguro também trouxe seríssimos prejuízos a outras pessoas.
Para evitar situações como essas, é crucial entender a importância de se ter um seguro para o seu carro, considerando todos os riscos existentes. Aliás, é bom lembrar que essa necessidade é ignorada por boa parte dos brasileiros, já que, de acordo com dados da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), 70% de todos os automóveis em circulação no Brasil não têm seguro.
A Importância do seguro do seu carro pensando no seu patrimônio
Como você já sabe, os carros no Brasil são caríssimos e representam um dos maiores gastos que temos em nossas vidas. O preço de compra deles, aliás, tem crescido acentuadamente nos últimos tempos, como comentei no artigo Carros: os Preços estão cada vez mais Absurdos! O que vem pela frente?
Nesse contexto, a falta de seguro do seu carro pode acarretar consideráveis prejuízos, principalmente nos carros de roubo, furto, incêndio e acidentes que implicam perda total.
Em relação aos casos envolvendo os crimes, é necessário lembrar que os delitos e a violência têm aumentado gravemente no Brasil. Para se ter uma ideia, somente em 2014 houve um crescimento de cerca de 10% no roubo e furtos de veículos, conforme levantamento realizado Confederação Nacional das Seguradoras. Em outra pesquisa recente, realizada pela empresa Ituran, o aumento foi de 13% em 2014 na cidade de São Paulo.
No que diz respeito aos custos com reparos decorrentes de acidentes, vale frisar que os custos com peças e mão de obra também têm sofrido grande elevação. Esse cenário tende inclusive a intensif**ar os casos de perda total, considerando que, em muitas hipóteses, financeiramente não compensa a realização do conserto.
Acrescente-se que, diante da tendência crescente de falta de peças à pronta entrega, em muitos casos o carro f**a parado por um bom tempo. Nessas ocasiões, o direito a um carro reserva pode ser bastante relevante pensando na comodidade e nos gastos.
Por outro lado, certamente haverá pessoas comentando que não vale a pena pagar o seguro anualmente. Para justif**ar essa atitude, costumam citar casos em que, com a economia gerada ao longo do tempo, seria possível juntar dinheiro suficiente para adquirir outro veículo.
Esse pensamento pode ser válido em raras circunstâncias, mas é necessário destacar alguns pontos:
• A pessoa precisa ter certeza de que seu patrimônio pode suportar tranquilamente uma eventual perda do carro durante esse período;
• É necessário ter disciplina financeira para separar os gastos correspondentes ao seguro para criar um fundo específico;
• Deve-se atentar para os aspectos analisados no próximo item, referente aos terceiros.
A Importância do seguro do seu carro pensando em terceiros
Como mencionado na parte final do tópico acima, embora seja recomendável ter um seguro, há casos de pessoas com perfis e peculiaridades que podem, em tese, abrir mão da proteção para os seus patrimônios. Nessas situações, o risco é relativamente calculado.
Agora quando pensamos nos prejuízos que podem ser causados a terceiros pelo seu carro, a situação torna-se diferente e exige cautela redobrada. Afinal, não é possível estimar os eventuais danos (materiais, físicos e morais) que podem ser causados aos patrimônios de terceiros.
Sempre é importante ter em mente que existe o dever de indenizar pelos prejuízos causados. Para exemplif**ar, vale lembrar que temos cada vez mais carros de marcas premium em circulação e, inclusive, pequenas colisões podem gerar custos de conserto altíssimos.
Portanto, mesmo nos casos de opção pela não contração de um seguro para o seu carro, eu considero praticamente indispensável contar, ao menos, com a proteção contra danos causados a terceiros.
Pesquise bastante antes de contratar um seguro
A partido do momento em que ocorre a opção por ter um seguro, é altamente recomendável pesquisar muito antes de assinar a sua apólice. Isso se deve ao fato de que os orçamentos podem apresentar variações gigantescas, considerando as diferentes formas de cálculo de cada seguradora, que levam em conta uma série de fatores pessoais e relacionados com as condições regionais e de uso.
Por isso, vale a pena procurar corretores e instituições que comercializam os seguros (especialmente de companhias de primeira linha) para avaliar qual será a melhor alternativa para o seu perfil.
Atualmente, também existe a possibilidade de contar com os serviços proporcionados por corretoras que atuam de forma online, que podem realizar cotações e comparações de forma rápida e eficiente, bastando poucos cliques. Por exemplo, a empresa Bidu presta esse tipo de serviço.
Conclusão
Os leitores do Dinheirama sabem da importância de cuidar bem das finanças em um cenário econômico turbulento como o atual. Por conta disso, é fundamental analisar com a devida atenção todos os impactos financeiros gerados pelos carros.
A contratação de um seguro é algo opcional, mas diante da realidade e dos riscos crescentes a que estamos expostos, é interessante pesquisar e procurar a contração de um seguro que contemple uma boa proteção ao seu patrimônio e ao de terceiros.
No método que apresento no meu livro digital, o “Como Escolher o seu Carro Ideal” (clique agora para conhecer), a importância de avaliar com cuidado o lado financeiro mereceu um capítulo específico. Além disso, eu realizei uma entrevista-bônus, em vídeo, com o educador financeiro Conrado Navarro, sócio-fundador do Dinheirama.com, justamente para aprofundar pontos específicos necessários para boas decisões de consumo.
Finalmente, lembre-se dessa lição de Benjamin Franklin e procure planejar melhor a compra e manutenção do seu carro: “Ao falhar na preparação, você está se preparando para fracassar.”
Muito obrigado pela atenção, um grande abraço e até a próxima!
PS: Recentemente, a minha consultoria automotiva pessoal, a Carro e Dinheiro (clique para saber mais), foi tema de uma reportagem na Revista 4 Rodas. Convido você a ler a matéria e saber mais sobre esse serviço inovador que têm feito cada vez mais sucesso em todo o Brasil. Leia clicando neste link.

- See more at: http://dinheirama.com/blog/2015/03/24/carros-seguro-mais-importante-voce-imagina/ .IUhaIzZt.dpuf

Carros: o Seguro é mais Importante do que Você Imagina! 70% dos brasileiros não fazem seguro de carro e sofrem as consequências disso. Que tal mudar essa realidade?

O seguro cobre? Obras perigosas Recentemente, o maior guindaste em operação no Brasil, com 114 metros de altura e capaci...
13/12/2013

O seguro cobre? Obras perigosas Recentemente, o maior guindaste em operação no Brasil, com 114 metros de altura e capacidade de carga de até 1.500 toneladas, desabou sobre a inacabada Arena Corinthians no bairro de Itaquera, na cidade de São Paulo, destruindo parte da arquibancada leste e, infelizmente, matando dois operários. Este foi o terceiro acidente fatal envolvendo obras em estádios onde serão realizados jogos da Copa do Mundo. O primeiro foi no Estádio Nacional de Brasília, em junho de 2012, com a morte de um operário que caiu de cerca de 30 metros de altura. O outro foi na Arena da Amazônia, em Manaus, em março de 2013, quando outro operário morreu ao cair de cerca de cinco metros. Segundo dados do MPAS, são registrados, anualmente, mais de 50 mil acidentes de trabalho no setor de construção civil no Brasil o que coloca o país em situação desconfortável na comparação internacional. O Itaquerão, como também é chamado o estádio que sediará a abertura da Copa do Mundo, tinha previsão de entrega em dezembro de 2013 e inauguração em janeiro de 2014. O acidente comprometeu inevitavelmente tais prazos. A correção do problema requererá, além da retirada do guindaste e do entulho, a realização de te**es estruturais já que a arquibancada atingida não foi projetada para aguentar tal impacto. Somente após tais te**es, poder-se-á iniciar a reconstrução. A obra foi orçada em R$ 820 milhões com possibilidade de se elevar a R$ 1 bilhão. Agora, mais recursos serão necessários e, certamente, parte deles virá do mercado de seguros. Pois um projeto complexo e caro como a construção de um estádio de futebol requer a aquisição de seguros relacionados à construção civil, notadamente, os de riscos de engenharia e os de garantia. Segundo noticiado na imprensa, a empresa responsável pela obra tinha feito seguro de riscos de engenharia com a seguradora Zurich, mas não foi divulgada a aquisição de seguro garantia por parte de quem a contratou, ou seja, o Corinthians. Seguro de Riscos de Engenharia O seguro de riscos de engenharia tem por objetivo garantir ao construtor a indenização dos prejuízos causados por acidentes (eventos súbitos e imprevistos, na linguagem do seguro) durante execução de obras civis, instalação e montagem de máquinas e equipamentos, e quebra (acidental e repentina) de equipamentos de produção. São exemplos desse tipo de evento o incêndio, vendaval, queda de granizo, erro de execução, sabotagens, roubo e furto qualif**ado etc. Os bens cobertos são a obra em si e seus materiais, o objeto de montagem/instalação e equipamento ou máquina em funcionamento. Tanto o construtor quanto o proprietário da obra podem ser o segurado, porque ambos têm interesse na sua conclusão. A cobertura básica se aplica aos bens sinistrados em decorrência dos riscos listados, quais sejam, os inerentes à construção, o roubo e o furto qualif**ado, os riscos da natureza e o impacto de veículos e queda de aeronaves. Contudo, o acidente do Itaquerão mostrou a importância de contratação de coberturas adicionais (que não são obrigatórias), notadamente, as de responsabilidade civil geral e de responsabilidade civil cruzada. A primeira cobre danos materiais e corporais causados involuntariamente a terceiros por acidentes na execução da obra bem como gastos com honorários de advogados. A segunda cobre os mesmos danos decorrentes da execução da obra por empreiteiros ou subempreiteiros ligados diretamente ao segurado principal na prestação de serviços durante o prazo de vigência da apólice. Com elas, será possível à empresa responsável (segurada) arcar com as indenizações às famílias das vítimas obtidas por decisão judicial ou acordo entre as partes. No seguro de riscos de engenharia, o segurado pode ainda contratar coberturas adicionais contra danos causados por tumultos, greves e lockout, extensão de cobertura para obras concluídas, riscos do fabricante, danos causados por erros de projeto, equipamentos móveis e estacionários utilizados na obra, extensão de cobertura de desentulho etc. Mas atenção: na negociação para contratar tal seguro, as seguradoras costumam obrigar o segurado a adotar medidas para diminuir os riscos cobertos. Entre as mais utilizadas, estão a obrigação de retirada do canteiro de obras de toda a madeira usada e outros materiais combustíveis desnecessários; autorização prévia do responsável pelo setor de segurança para toda operação de solda ou uso de fogo aberto; cuidados na seleção do pessoal habilitado, que deverá sempre atuar dentro dos preceitos legais e de boa técnica de engenharia e atendimento imediato das recomendações que a seguradora fizer depois de cada inspeção ao canteiro de obras, com o objetivo de não agravar os riscos inicialmente previstos. Se tais condições não forem respeitadas, em caso de sinistro, pode haver negativa de indenização. Leia mais em:

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Tudo Sobre Seguros

08/10/2012

A História do Seguro.

No Mundo
Pode-se dizer que a prática da mutualidade – um dos fundamentos da atividade seguradora – é tão antiga quanto a civilização. Há registro da existência de modalidade rudimentar de contrato de seguro firmado entre condutores de caravanas da Mesopotâmia 2.250 anos antes da era Cristã, para proteção contra a perda de burros usados no transporte, quando esses caíam vítimas de feras ou de ladrões. O foenus nauticus – empréstimo marítimo a risco – era praticado entre gregos, fenícios e romanos, e uma célebre Lex Rhodia de Jactu regulava, no Império Romano, o seguro marítimo para cargas lançadas ao mar em situação de perigo.

Na Idade Média organizou-se a proteção coletiva em termos de socorros mútuos, que compreendiam os montepios, confrarias, misericórdias e associações de artes e ofícios. Desde então a Igreja Católica reconhece a importância do solidarismo que se articula em torno das formas de mutualidade. Os Papas – destaque para Leão X no século 16 – referem-se à atividade seguradora ( lato sensu ) de proteção e assistência moralmente recomendáveis. Seu fundamento era próximo da caridade e os reis católicos – Dom João I, de Portugal, entre eles – demonstram seu apreço pela mutualidade. Foi esse monarca o criador do Compromisso Marítimo de Faro (1432), para assistir e conceder pensões de sobrevivência a associados que perdiam a capacidade laboral ou contributiva.
No Brasil
Nesse estágio de desenvolvimento a mutualidade chegou ao Brasil, nas primeiras décadas após o descobrimento. Alinhando-se entre as mais antigas atividades econômicas regulamentadas em nosso país, o seguro e a previdência foram criação de jesuítas, e em especial o Padre José de Anchieta, incentivador do mutualismo ligado à assistência. A regulamentação mais remota da atividade seguradora data de 1791, quando foram promulgadas as “Regulações da Casa de Seguros de Lisboa”, que foram mantidas em vigor até a proclamação da independência em 1822. Anos antes, em 1808, com a abertura dos portos brasileiros, tivera início a exploração de seguros marítimos, através da Companhia de Seguros Boa Fé, sediada na Bahia. Foi a primeira seguradora a funcionar no país.

A fiscalização da atividade teve início em 1831 com a instituição da Procuradoria de Seguros das Províncias Imperiais, que ainda atuava com base em leis portuguesas. Embora o Código Comercial de 1850 só definisse normas para o setor de seguros marítimos, em meados do século 19 muitas seguradoras conseguiam aprovar seus estatutos e davam início à operação de outros ramos de seguros elementares, e também o de vida. Em 1895 as empresas estrangeiras passam a ser supervisionadas com base em legislação nacional. Finalmente, em 1901, com a edição do Decreto 4270 (Regulamento Murtinho), é criada a Superintendência Geral de Seguros, subordinada ao Ministério da Fazenda. Sua missão: estender a fiscalização a todas as seguradoras que operavam no país.
Assim teve início da história contemporânea da atividade seguradora no Brasil.

Pequenos tesouros Analise as vantagens de se contratar um seguro para pequenos aparelhos eletrônicos Os bolsos, bolsas e...
04/09/2012

Pequenos tesouros Analise as vantagens de se contratar um seguro para pequenos aparelhos eletrônicos Os bolsos, bolsas e mochilas dos brasileiros estão cada vez mais recheadas de pequenos aparelhos que fazem de tudo um pouco: tocam música, reproduzem vídeos, tiram fotos, servem como agenda, pequenos computadores, e ainda são telefones celulares. São os smartfones, tablets, tocadores de mp3 e laptops. Cada vez mais modernos e necessários, essas maravilhas tecnológicas portáteis, que nos acompanham em quase todos os lugares, estão sujeitas a muitos riscos, como quebra, danos, roubo, furto, perda, etc, e pelo alto valor da maioria deles, vale a pena se precaver contra esses contratempos. Com o "boom" do consumo desses aparelhos no país, torna-se cada vez mais interessante para as seguradoras investir em produtos destinados à proteção destes eletrônicos, e já existem opções no mercado oferecidas por grandes empresas. As coberturas básicas costumam ser roubo e furto e dano acidental, causado por incêndio, raio e/ Entre as exclusões, às quais o consumidor deve prestar muita atenção na hora de contratar o seguro, as mais comuns são as seguintes: danos ou perdas causadas por atos ou omissões praticados pelo segurado, atos ilícitos, de terrorismo e vandalismo, desgaste natural pelo uso, corrosão, ferrugem, roubo praticado por funcionários ou prepostos do segurado, entre muitas outras. Para danos causados por desgaste e defeitos do próprio produto, por exemplo, o consumidor pode recorrer ao próprio fabricante, usando a garantia de fábrica ou comprando o seguro de extensão de garantia (ou garantia estendida). Vale a pena contratar? A primeira pergunta a se fazer é: "O aparelho e os dados inseridos nele são realmente importantes para o seu dia a dia?" Se a resposta for sim, por que não protegê-los? O corretor de seguros, mestre em Admin "Os equipamentos disponíveis hoje no mercado estão a um preço médio signif**ativo para a maioria da população, o que nos impulsiona a buscar garantias de reposição do bem em caso de dano, logo é uma necessidade premente e com boas oportunidades de negócios ao mercado", opina o professor. Ele explica que os riscos inerentes a estes aparelhos já foram identif**ados e estabelecidos pelo mercado. "Basta fazer contato com seu corretor de seguros e solicitar um orçamento. Considerando que o termo ‘produto’ é um agrupamento de riscos preestabelecido em uma proposta padronizada pela seguradora, para uma contratação diferenciada, deve-se providenciar um desenho de risco personalizado, e seu corretor sabe fazer isso", afirma. O especialista continua explicando que a vigência padrão de contratos de seguros no Brasil é de 365 dias. "Na contratação por prazos menores, utiliza-se uma da tabela de curto prazo, o que onera o preço do seguro. A contrapartida é verdadeira, ou seja, com prazo maior, limitado há cinco anos, o preço é reduzido signif**ativamente. Por outro lado, a contratação do seguro para equipamentos com mais de três anos de fabricação é restrita", informa. Attina lembra que é essencial que as dúvidas sejam esclarecidas pelo corretor de confiança, "pois nos contratos de seguros são utilizados termos técnicos e os detalhes são grandes, podendo fugir da percepção de um não especialista", diz. Aliás, a dificuldade que grande parte da população tem para compreender os contratos de seguro, aliada ao pouco conhecimento que os brasileiros têm sobre a existência desses produtos voltados para os portáteis, ainda fazem deste seguro um produto pouco consumido no país. "Cabe ao mercado de seguros, englobando tanto as seguradoras quanto os corretores, propiciar um ambiente de negócios que aumente a confiança do consumidor e que promova mais este tipo de seguro", opina.

Leia mais em: http://www.tudosobreseguros.com.br/sws/portal/pagina.php?l=573 +cobre+fogo+samba
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Tudo Sobre Seguros

27/02/2012

Porque uma pessoa que está fazendo tudo certo, tomando todas as precauções e prevendo todas as possibilidades de erros sofre acidente, por falha alheia? Refiro-me principalmente a acidentes de trânsito. Porque o outro comete erros e quem estava certo é atingido e leva a pior? A probabilidade de acidentes é igual para todo mundo? Devemos estar sempre na expectativa de acidentes? . Minha mão dizia que o melhor e prevenir que remediar como acidente não tem como prevenir o melhor remédio e o SEGURO.

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